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	<title>Arquivos #maconha - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #maconha - Portal Contexto</title>
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		<title>Especialistas avaliam decisão do STJ sobre plantio de maconha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Jun 2022 17:43:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dois especialistas comentam a decisão do STJ, que liberou o plantio de maconha para fins medicinais A 6ª Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou o plantio de maconha para fins medicinais para três pessoas. Mas quais são as consequências desta decisão? Especialistas comentam. Para o advogado Yuri Sahione Pugliese, sócio do Cescon Barrieu [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_27161" aria-describedby="caption-attachment-27161" style="width: 646px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-27161" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cannabis-g27982a49f_1280.jpg?resize=646%2C430&#038;ssl=1" alt="cannabis, maconha" width="646" height="430" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cannabis-g27982a49f_1280.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cannabis-g27982a49f_1280.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cannabis-g27982a49f_1280.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/05/cannabis-g27982a49f_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 646px) 100vw, 646px" /><figcaption id="caption-attachment-27161" class="wp-caption-text">Foto: <a href="https://pixabay.com/pt/users/jrbyron-5824761/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4667989">JR Byron</a> / <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=4667989">Pixabay</a></figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Dois especialistas comentam a decisão do STJ, que liberou o plantio de maconha para fins medicinais</em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A</span><span style="font-weight: 400;"> 6ª Turma do <strong>Superior Tribunal de Justiça (STJ)</strong> autorizou o plantio de <strong>maconha</strong> para fins medicinais para três pessoas. Mas quais são as consequências desta decisão? Especialistas comentam.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o advogado <strong>Yuri Sahione Pugliese</strong>, sócio do <a href="https://www.cesconbarrieu.com.br/">Cescon Barrieu Advogados</a> na área de Compliance, Penal Econômico e Investigações, a decisão é acertada e consolida uma jurisprudência importante. O advogado complementa que, com a decisão, as pessoas poderão realizar o plantio sem serem enquadradas como traficantes no artigo 33 da Lei de Drogas (Lei 11.343/2006).</span></p>
<figure id="attachment_28067" aria-describedby="caption-attachment-28067" style="width: 301px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-28067" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/yuri-sahione.jpg?resize=301%2C237&#038;ssl=1" alt="" width="301" height="237" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/yuri-sahione.jpg?w=961&amp;ssl=1 961w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/yuri-sahione.jpg?resize=300%2C236&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/yuri-sahione.jpg?resize=768%2C605&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 301px) 100vw, 301px" /><figcaption id="caption-attachment-28067" class="wp-caption-text">Yuri Sahione Pugliese. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">O advogado explica que a decisão também é benéfica em relação à saúde. “Essa decisão do STJ assim como decisões similares em outros tribunais visa proteger a saúde das pessoas visto que não há nenhum dano à coletividade. Não estamos falando de uso recreativo, mas sim do plantio para a extração para a produção do óleo do canabidiol”, afirma ele.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">E todo o país, outros tribunais de primeira instância, juizados especiais e Tribunais de Justiça já haviam determinado decisões semelhantes que liberavam o plantio em condições específicas. Até então, o STJ tinha realizado apenas uma decisão sobre o tema em 2021, negando a possibilidade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Pugliese afirma ainda que a decisão permite que haja o controle por parte das autoridades sanitárias em relação às condições necessárias para o plantio e produção do óleo. “Caso haja a violação da decisão com comercialização da maconha ou qualquer prática ilícita aí vai haver a prática de crime e o salvo conduto pode cair. Então é preciso seguir todas as regras estabelecidas”, destaca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O sócio do Cescon Barrieu Advogados ainda reforça que o preço do canabidiol é caro e pouco acessível para pacientes que precisam da droga. Segundo ele, já há liminares para o fornecimento e já há planos de saúde que têm demonstrado interesse na comercialização do óleo para fins medicinais. Ele também ressalta a importância de uma produção industrial, com formulações aprovadas pela Anvisa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Com medicamentos vindos de processos industriais e aprovados pela Anvisa haverá uma tranquilidade maior em relação a pureza do produto. Muitas extrações caseiras podem ter posologias não regulares, ou seja, que possuem concentrações variadas a depender da extração. Com um processo industrial controlado, pode-se ter substâncias mais puras e, com a posologia certa, a terapêutica pode ter um resultado mais eficiente”, finaliza, reforçando ainda a importância de que as autoridades também trabalhem para formular e facilitar o registro e as importações do produto e facilitar o acesso do canabidiol por parte da população.</span></p>
<h4><b>O outro lado da decisão</b></h4>
<figure id="attachment_28066" aria-describedby="caption-attachment-28066" style="width: 201px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-28066" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Daniela-Ito2-1.jpg?resize=201%2C276&#038;ssl=1" alt="maconha" width="201" height="276" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Daniela-Ito2-1.jpg?w=426&amp;ssl=1 426w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Daniela-Ito2-1.jpg?resize=218%2C300&amp;ssl=1 218w" sizes="(max-width: 201px) 100vw, 201px" /><figcaption id="caption-attachment-28066" class="wp-caption-text">Daniela Ito. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A advogada <strong>Daniela Ito</strong>, especialista em Direito Médico, faz questão de pontuar que a liberação é apenas para fins medicinais, “Não se trata de liberação da maconha, como pretendem fazer crer muitos.  Os aspectos morais e religiosos aqui não têm espaço, uma vez que o tema tem natureza exclusivamente científica”, entende.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a especialista, a melhor forma de se dirimir a questão do cultivo da <a href="https://portalcontexto.com.br/canabinoides-podem-ter-papel-essencial-no-tratamento-de-doencas-neurologicas/">cannabis</a> sativa, extração e comercialização do óleo de canabidiol é a regulamentação pelo legislativo e posterior tutela do Ministério da Saúde e Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Outro ponto colocado pela advogada é: “somente uma produção industrial controlada pelas autoridades competentes atenderá, de forma igualitária, a demanda de pacientes agregando garantias de ordem quantitativa e qualitativa. Além disso, temos os aspectos econômicos envolvidos com a criação de empregos e o incremento das pesquisas científicas no País”.</span></p>
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		<title>A maconha não está mais na lista de drogas consideradas mais perigosas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 10:34:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em><strong>A decisão foi de uma comissão da ONU, mas ela não interfere nas autoridade dos países em relação as regras e leis de cada um sobre a droga</strong></em></p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-full wp-image-10378" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=1020%2C855&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="855" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?w=1410&amp;ssl=1 1410w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=300%2C251&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=1024%2C858&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/Laranja-e-Marrom-Foto-Geometrica-Conscientizacao-sobre-Cancer-de-Mama_Outubro-Rosa-Post-para-Facebook-1.jpg?resize=768%2C644&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h4><span style="font-weight: 400">Na última quarta-feira (2), a <strong>Comissão de Drogas Narcóticas das Nações Unidas</strong> validou a reclassificação da maconha e da resina derivada da cannabis para um nível que inclui substâncias consideradas menos perigosas segundo a <strong>Organização Mundial da Saúde (OMS)</strong>.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Contudo, a novidade não tira muda as políticas e leis adotadas em cada país sobre a <strong>maconha</strong> e seus derivados. Ou seja, na prática, a decisão da comissão não altera o dever atribuídos às nações de estabelecerem o controle contra a multiplicação da droga. </span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">E o que essa determinação mudou? A partir de agora, a maconha não faz mais parte da lista de substâncias consideradas &#8220;particularmente suscetíveis a abusos e à produção de efeitos danosos&#8221; e &#8220;sem capacidade de produzir vantagens terapêuticas&#8221;.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Com isso, a maconha abandona a lista de drogas mais perigosas. Até ontem ela estava posicionada junto a substâncias bem mais fortes, como a heroína. <strong>A mudança proporcionou que a cannabis fosse encaminhada para a relação que contém entorpecentes com menos potencial danoso e que requerem controle, a mesma categoria que a morfina está enquadrada.</strong></span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">Vale lembrar que a sentença acompanha a recomendação da própria OMS e teve aprovação de 27 países. Entretanto, outros 25 foram oposição, e uma parte da representação se absteve. As delegações também recusaram outras sugestões como a retirada de todas as listas de alguns componentes da cannabis.</span></h4>
<h4><strong>A legalização ao redor do planeta</strong></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">O uso recreativo da maconha é permitido em países como o Uruguai, a Holanda, o Canadá e, mais recentemente, a Geórgia. Em alguns estados dos EUA a legalização também já foi aprovada. O próximo país a entrar nesta lista deve ser o México. O Senado aprovou a legalização da maconha para fins medicinais e uso recreativo no mês passado.</span></h4>
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