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	<title>Arquivos Justiça - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Justiça - Portal Contexto</title>
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		<title>Justiça Federal suspende punições a servidores da Polícia Federal que denunciaram assédio moral</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2026 13:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Decisão da 5ª Vara Federal do DF impede execução antecipada de penalidades e, segundo o advogado Max Kolbe, reforça a proteção a denunciantes de boa-fé A Justiça Federal da 1ª Região determinou a suspensão das penalidades disciplinares aplicadas a três servidores da Polícia Federal que denunciaram suposto assédio moral institucional no âmbito da Academia Nacional [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46371" aria-describedby="caption-attachment-46371" style="width: 473px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-46371" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=473%2C315&#038;ssl=1" alt="" width="473" height="315" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/02/young-brunette-woman-wearing-business-style-pink-background-covering-eyes-with-hands-doing-stop-gesture-with-sad-fear-expression-embarrassed-negative-concept.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 473px) 100vw, 473px" /><figcaption id="caption-attachment-46371" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><em>Decisão da 5ª Vara Federal do DF impede execução antecipada de penalidades e, segundo o advogado Max Kolbe, reforça a proteção a denunciantes de boa-fé</em></p>
<p>A Justiça Federal da 1ª Região determinou a suspensão das penalidades disciplinares aplicadas a três servidores da Polícia Federal que denunciaram suposto assédio moral institucional no âmbito da Academia Nacional de Polícia Federal (ANP). A decisão foi proferida pela 5ª Vara Federal Cível do Distrito Federal e impede a execução imediata das sanções até o julgamento definitivo da ação judicial que apura a veracidade das denúncias.</p>
<p>;Os servidores haviam sido punidos no contexto de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), instaurado após o ajuizamento de uma ação judicial em que relatam práticas reiteradas de assédio moral por parte de superiores hierárquicos. A Administração Pública sustentou que as denúncias seriam falsas, argumento que fundamentou a aplicação de penas de suspensão que variam de 31 a 43 dias, algumas já em fase de execução.</p>
<p>Ao analisar o caso, o Judiciário entendeu que a Administração não poderia executar as penalidades antes de uma decisão judicial definitiva, sobretudo porque a punição se baseia na presunção de má-fé dos denunciantes — circunstância ainda não reconhecida pelo Poder Judiciário. A decisão também garante a restituição de valores eventualmente descontados dos vencimentos dos servidores.</p>
<p>Na sentença, o juiz federal destacou a violação a princípios constitucionais como a presunção de inocência, o contraditório, a ampla defesa e o devido processo legal. O magistrado também diferenciou denúncia infundada de denúncia falsa, ressaltando que esta última exige prova de dolo, ou seja, a intenção deliberada de imputar fatos sabidamente inverídicos, o que não ficou comprovado no caso.</p>
<p>A ação judicial aponta ainda que, em vez de apurar de forma isenta as denúncias de assédio moral, a Administração teria adotado postura retaliatória, instaurando o PAD contra os próprios denunciantes. A petição inicial destaca que as penalidades começaram a ser executadas antes mesmo do esgotamento do prazo para interposição de recurso administrativo, esvaziando, na prática, o direito de defesa.</p>
<figure id="attachment_34804" aria-describedby="caption-attachment-34804" style="width: 283px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-34804" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Max-Kolbe.jpeg?resize=283%2C425&#038;ssl=1" alt="" width="283" height="425" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Max-Kolbe.jpeg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/07/Max-Kolbe.jpeg?w=682&amp;ssl=1 682w" sizes="(max-width: 283px) 100vw, 283px" /><figcaption id="caption-attachment-34804" class="wp-caption-text">Max Kolbe. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Para o advogado Max Kolbe, que representa os servidores, a decisão é emblemática. “A Justiça deixou claro que o Estado não pode punir servidores com base em presunções, muito menos tratar denúncias como falsas antes de uma decisão judicial definitiva. A punição antecipada funciona como mecanismo de intimidação e silenciamento”, afirma.</p>
<p>Segundo Kolbe, a execução imediata das suspensões causaria danos irreversíveis não apenas financeiros, mas também funcionais e morais. “As penalidades começaram a ser cumpridas antes mesmo do término do prazo recursal. Isso torna o recurso administrativo inócuo e afronta diretamente o devido processo legal”, explica.</p>
<p>A petição inicial reúne ainda depoimentos colhidos em ação judicial correlata, incluindo relatos de dirigentes sindicais da Polícia Federal e de psicóloga da Academia Nacional de Polícia, que apontam a existência de um ambiente institucional marcado por práticas reiteradas de assédio moral e violência no trabalho no período investigado.</p>
<p>A decisão judicial também reforça que a autonomia entre as esferas administrativa e judicial não é absoluta, especialmente quando a sanção administrativa se baseia em fatos ainda sob análise do Poder Judiciário. “O Judiciário reconheceu que não se pode presumir má-fé de quem exerce o direito constitucional de denunciar irregularidades. Punir o denunciante sem prova de dolo viola a Constituição e desestimula o enfrentamento do assédio no serviço público”, conclui o advogado.</p>
<p>As penalidades permanecerão suspensas até o julgamento definitivo da ação judicial que discute a existência, ou não, do assédio moral denunciado, bem como até a análise final dos recursos administrativos apresentados.</p>
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		<title>Demandas da Defensoria Pública perante o STF cresceram durante a pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Aug 2022 18:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direito]]></category>
		<category><![CDATA[Judiciário]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Análise em duas bases de dados constatou o aumento do acesso da Defensoria Pública ao STF em 23,67% e 13,10% no primeiro ano de pandemia A Defensoria Pública de São Paulo foi a que mais acionou o STF no período, com 633 das 1673 ocorrências identificadas no repositório da Corte Habeas Corpus foi o recurso [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_28949" aria-describedby="caption-attachment-28949" style="width: 1024px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-28949" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/stf_1908200976.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="defensoria" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/stf_1908200976.jpg?w=1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/stf_1908200976.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/stf_1908200976.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-28949" class="wp-caption-text">Fachada do edifício sede do STF. Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil</figcaption></figure>
<div class="highlights">
<ul>
<li>
<h3><em>Análise em duas bases de dados constatou o aumento do acesso da Defensoria Pública ao STF em 23,67% e 13,10% no primeiro ano de pandemia</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>A Defensoria Pública de São Paulo foi a que mais acionou o STF no período, com 633 das 1673 ocorrências identificadas no repositório da Corte</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Habeas Corpus foi o recurso mais utilizado pela Defensoria Pública junto ao Supremo durante a pandemia, representando 83% das ocorrências</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="entry-content">
<p>Apesar da suspensão de atendimentos presenciais, a <strong>Defensoria Pública</strong> levou mais demandas ao<strong> Supremo Tribunal Federal (STF)</strong> no primeiro ano da pandemia de covid-19 em relação ao ano anterior. As ocorrências de 19 Defensorias Públicas estaduais tiveram tendência de alta no período, com variação de mais de 50% naquelas com origem nos estados de Rondônia, Goiás, Paraná, Sergipe e Paraíba. As constatações estão em relatório da pesquisadora <strong>Luciana Jordão da Motta Armiliato de Carvalho</strong>, da Escola de Administração de Empresas da Fundação Getulio Vargas de São Paulo (FGV EAESP), produzido em sua participação na Cátedra de Pesquisa Victor Nunes Leal do STF.</p>
<p>A pesquisa contabiliza decisões judiciais publicadas no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) e casos disponíveis no repositório do STF referentes à Defensoria Pública. O estudo compara as ocorrências em dois períodos: o pré-pandemia, entre fevereiro de 2019 e fevereiro de 2020, e o primeiro ano de pandemia, entre março de 2020 e março de 2021. Na base do DJE, foram 7880 ocorrências localizadas durante a pandemia contra 6015 ocorrências no período anterior, o que representa aumento de 23,67%. No repositório do STF, foram 1673 ocorrências identificadas  durante a pandemia contra 1454 no pré-pandemia, aumento de 13,10%.</p>
<p>A Defensoria Pública de São Paulo foi a que mais ingressou com pedidos no <a href="https://portalcontexto.com.br/page/2/?s=stf">STF</a> no período de pandemia, de acordo com os dados do repositório da Corte, com 633 ocorrências.  “No somatório do país, a atuação aumentou durante a pandemia, mas houve decréscimo significativo em alguns estados”, aponta Jordão. A autora observa que algumas defensorias mais estruturadas e antigas, como as do Rio de Janeiro e do Distrito Federal, tiveram queda de 35,93% e 40%, respectivamente, na atuação perante o STF no primeiro ano de pandemia, o que pode sinalizar uma maior dificuldade na utilização de sistemas virtuais de atendimento ao cidadão no momento em que o atendimento presencial foi suspenso.</p>
<p>Segundo os dados do repositório do STF, o Habeas Corpus foi o recurso mais utilizado pela Defensoria Pública na Corte durante a pandemia, com 1398 ocorrências, ou mais de 83% do total. A pesquisadora identificou 113 ocorrências que evidenciam a dupla vulnerabilidade da população carcerária diante da covid-19: 37,16% dos Habeas Corpus buscavam proteger pessoas idosas, 23%, gestantes ou mães de crianças de até 12 anos, 16,81%, pessoas com comorbidades e 15,92%, presos provisórios. “Apesar da diminuição da atuação em alguns estados, a pesquisa mostra que a Defensoria Pública conseguiu navegar na contingência da pandemia e a política pública foi mantida, levando-se ao tribunal os interesses e a defesa do cidadão, com foco na defesa das pessoas com restrição de liberdade”, observa Jordão.</p>
<p>O relatório ainda destaca que 69,02% das decisões sobre Habeas Corpus para grupos vulneráveis foram monocráticas, ou seja, tomadas por um só ministro. Além disso, 61,06% dos casos tiveram negativa de seguimento e apenas 3,53% foram acatados. Segundo a autora, que também atua como defensora pública do estado de São Paulo, isto mostra que não há apreciação colegiada dos casos, e a posição do STF acaba por ser amplamente desfavorável à população vulnerável.</p>
<p>Para a pesquisadora, o estudo reforça a necessidade de que o STF padronize os dados que divulga, possibilitando a realização de mais pesquisas empíricas. “Iniciativas como a da Cátedra fomentam pesquisas e análises sobre a atuação da Corte, aumentando o espaço de contribuição da academia para a melhora da prestação jurisdicional”, completa Jordão.</p>
</div>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/direito/demandas-da-defensoria-publica-perante-o-stf-cresceram-durante-a-pandemia/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>Charge do Pater</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pater]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 12 Sep 2021 13:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Charge]]></category>
		<category><![CDATA[#contexto]]></category>
		<category><![CDATA[#ctxt]]></category>
		<category><![CDATA[#STF]]></category>
		<category><![CDATA[charge do pater]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-20888" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/210912.jpg?resize=1020%2C823&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="823" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/210912.jpg?w=1220&amp;ssl=1 1220w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/210912.jpg?resize=300%2C242&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/210912.jpg?resize=1024%2C826&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/09/210912.jpg?resize=768%2C619&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
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		<title>Advogados lançam programa de atendimento gratuito</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/advogados-lancam-programa-de-atendimento-gratuito/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=advogados-lancam-programa-de-atendimento-gratuito</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Jan 2021 21:20:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#solidariedade]]></category>
		<category><![CDATA[df]]></category>
		<category><![CDATA[direito]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<category><![CDATA[Pro bono]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cada semestre 4 casos serão selecionados para o programa pro bono Acionar o Judiciário para garantir um determinado direito nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas vezes, os custos do processo distanciam o cidadão da Justiça. Cientes desta realidade, dois advogados brasilienses criaram um programa de advocacia pro bono, ou seja, atendimentos gratuitos para [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_12438" aria-describedby="caption-attachment-12438" style="width: 736px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-12438" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-27-at-18.19.31.jpeg?resize=736%2C490&#038;ssl=1" alt="" width="736" height="490" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-27-at-18.19.31.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-27-at-18.19.31.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-27-at-18.19.31.jpeg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/WhatsApp-Image-2021-01-27-at-18.19.31.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 736px) 100vw, 736px" /><figcaption id="caption-attachment-12438" class="wp-caption-text">Bernardo Fenelon e Pedro Henrique Costódio, sócios da Fenelon Costódio Advocacia. Foto: divulgação.</figcaption></figure>
<h4><b>A cada semestre 4 casos serão selecionados para o programa pro bono</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Acionar o Judiciário para garantir um determinado direito nem sempre é uma tarefa fácil. Muitas vezes, os custos do processo distanciam o cidadão da <a href="https://portalcontexto.com.br/judiciario/">Justiça</a>. Cientes desta realidade, dois advogados brasilienses criaram um programa de advocacia pro bono, ou seja, atendimentos gratuitos para quem não pode pagar por um profissional.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A iniciativa de Bernardo Fenelon e Pedro Henrique Costódio, sócios da Fenelon Costódio Advocacia, vem com o propósito de conceder, àqueles que precisam, a garantia de poder lutar pelos seus direitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Criamos o programa e vamos dividir e disponibilizar toda a nossa estrutura para aqueles que não possuem condições de, sem o prejuízo de seu próprio sustento, exercer e defender seus direitos. A advocacia precisa ser mais do que um simples serviço, deve refletir também a importante função que o advogado tem no alcance da justiça. Essa é forma pela qual nós, advogados, podemos retribuir à sociedade. Por isso, criamos o programa e vamos dividir e disponibilizar toda a nossa estrutura para aqueles que não possuem condições de, sem o prejuízo de seu próprio sustento, exercer e defender seus direitos”, afirma Fenelon. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A cada semestre, o escritório irá trabalhar em quatro casos, nas áreas de Direito Penal e Administrativo. Para participar do programa, os interessados precisam preencher um formulário para contar o problema que precisa ser solucionado. A equipe do escritório examinará as informações dos inscritos do programa e assim, será feita uma seleção dos participantes do programa pro bono.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que a advocacia pro bono é uma atividade totalmente voluntária, eventual e está regulada pelo novo Código de Ética e Disciplina da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para mais informações do programa e para se inscrever, acesse: </span></p>
<p><a href="https://feneloncostodio.com.br/#probono"><span style="font-weight: 400;">https://feneloncostodio.com.br/#probono</span></a></p>
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		<title>Triplex do guarujá: STJ rejeita recurso de Lula no caso </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Nov 2020 20:52:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><em><strong>A decisão foi tomada pelo colegiado com unanimidade </strong></em></h4>
<figure id="attachment_9940" aria-describedby="caption-attachment-9940" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-9940" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1040764-df_29.08.2016_mcga-5166.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1040764-df_29.08.2016_mcga-5166.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1040764-df_29.08.2016_mcga-5166.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1040764-df_29.08.2016_mcga-5166.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/1040764-df_29.08.2016_mcga-5166.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-9940" class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h4><span style="font-weight: 400">O recurso feito pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em relação a condenação no emblemático caso do triplex do Guarujá (SP) foi negado hoje (17) pela Quinta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">A decisão foi tomada com unanimidade. Sendo assim, o colegiado optou por seguir o voto dado pelo relator, ministro Felix Fischer, declinando o recurso. Vale citar a ausência do ministro Joel Paciornik por estar impedido de julgar o caso. </span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">No ano passado, o colegiado reduziu a pena do ex-presidente de 12 anos e um mês para oito anos e 10 meses de prisão. Contudo, a defesa intercedeu com um novo recurso alegando obscuridades e contradições na decisão.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">A defesa de Lula pediu a nulidade da condenação e alegou a suspeição do ex-juiz Sérgio Moro para proferir a sentença e dos procuradores da Operação Lava Jato para fazer as acusações contra o ex-presidente.</span></h4>
<h4><span style="font-weight: 400">*Com informações da Agência Brasil</span></h4>
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		<title>Charge do Pater</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pater]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Oct 2020 20:33:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Charge]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft size-full wp-image-8971" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/201012.jpg?resize=1020%2C823&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="823" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/201012.jpg?w=1220&amp;ssl=1 1220w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/201012.jpg?resize=300%2C242&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/201012.jpg?resize=1024%2C826&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/201012.jpg?resize=768%2C619&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
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