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	<title>Arquivos Invasão Russa - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Invasão Russa - Portal Contexto</title>
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		<title>Sistema de Saúde da Ucrânia se prepara para o inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Aug 2022 15:46:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Após seis meses do início da invasão russa, autoridades de saúde da Ucrânia e a OMS  elaboram estratégias para apoiar as necessidade de saúde durante o inverno A Ucrânia segue resistindo aos ataques russos iniciados há seis meses. O sistema de saúde foi afetado gravemente e a chegada do inverno aparece como mais um desafio [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/sistema-de-saude-na-ucrania-se-prepara-para-o-inverno/">Sistema de Saúde da Ucrânia se prepara para o inverno</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_29435" aria-describedby="caption-attachment-29435" style="width: 900px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-full wp-image-29435" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/WHO_POL_TEDROS-05MAY2022_0226.jpg?resize=900%2C600&#038;ssl=1" alt="ucrânia" width="900" height="600" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/WHO_POL_TEDROS-05MAY2022_0226.jpg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/WHO_POL_TEDROS-05MAY2022_0226.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/08/WHO_POL_TEDROS-05MAY2022_0226.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-29435" class="wp-caption-text">Dr. Tedros Adhanom Ghebreyesus visita armazém na Polônia com suprimentos médicos para serem entregues na Ucrânia. Foto: Christopher Black/OMS</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Após seis meses do início da invasão russa, autoridades de saúde da Ucrânia e a OMS </span><b> </b><span style="font-weight: 400;">elaboram estratégias para apoiar as necessidade de saúde durante o inverno</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A </span><b>Ucrânia</b><span style="font-weight: 400;"> segue resistindo aos <a href="https://portalcontexto.com.br/invasao-na-ucrania-completa-um-mes/">ataques russos</a> iniciados há seis meses. O sistema de saúde foi afetado gravemente e a chegada do inverno aparece como mais um desafio para autoridades e para a </span><b>Organização Mundial de Saúde (OMS)</b><span style="font-weight: 400;">, que segue atuando em apoio aos ucranianos e residentes das regiões afetadas pela invasão russa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Seis meses de guerra tiveram um impacto devastador na saúde e na vida do povo ucraniano, mas apesar de muitos desafios, o sistema de saúde conseguiu sobreviver e prestar cuidados onde e quando é mais necessário”, disse </span><b>Tedros Adhanom Ghebreyesus</b><span style="font-weight: 400;">, diretor da OMS. Em geral, &#8220;apesar de abalado, o sistema de saúde não entrou em colapso. A OMS continua a apoiar o Ministério da Saúde da Ucrânia para restaurar serviços interrompidos, trabalhadores de saúde deslocados e infraestrutura destruída, o que é essencial não apenas para a saúde do povo ucraniano, mas para a resiliência e recuperação do país. Mas nenhum sistema pode oferecer saúde ideal ao seu povo sob o estresse da guerra, e é por isso que continuamos a pedir à Federação Russa que acabe com essa guerra”. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A OMS ajudou a entregar mais de 1.300 toneladas métricas de suprimentos médicos críticos em coordenação com o Ministério da Saúde ucraniano e parceiros, com mais a caminho. Estes incluem geradores de energia, ambulâncias e suprimentos de oxigênio para instalações médicas; suprimentos para cirurgias de trauma e emergência; e medicamentos para ajudar a tratar doenças não transmissíveis (DNTs). </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, os ataques à saúde continuam inabaláveis, com 473 ataques verificados pela OMS registrados no último semestre, resultando em pelo menos 98 mortes e 134 feridos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Já disse isso antes e vou repetir várias vezes: os ataques aos cuidados de saúde são inconcebíveis”, sublinhou o <strong>Dr. Hans Henri P. Kluge</strong>, Diretor Regional da OMS para a Europa. “Não são apenas uma violação do direito internacional humanitário, mas também matam e mutilam civis e profissionais de saúde, e dificultam ou impedem severamente a prestação e o acesso a cuidados de saúde para aqueles que mais precisam. Em meio ao horror da guerra, continuamos a testemunhar os esforços heróicos dos profissionais de saúde – incluindo os muitos que tive o privilégio de conhecer pessoalmente – que são um crédito para sua profissão, apesar de seu próprio sofrimento pessoal”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Até agora este ano, a OMS ajudou a treinar mais de 9.000 profissionais de saúde em uma série de questões, incluindo cirurgia de trauma, vítimas em massa, exposição a produtos químicos, epidemiologia e diagnóstico laboratorial. A saúde mental é outro foco importante. Treinamento em gerenciamento de estresse está sendo fornecido aos profissionais de saúde e à população em geral sobre como proteger a saúde mental, devido ao aumento acentuado do sofrimento psicológico relacionado à guerra. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A OMS está intensificando seus esforços com o Ministério da Saúde para garantir que a força de trabalho da saúde esteja preparada com as habilidades necessárias para responder às necessidades crescentes à medida que o inverno se aproxima”, disse Jarno Habicht, representante da OMS na Ucrânia. “Já estamos vendo graves desafios e carências em muitas áreas, com crescentes desigualdades no acesso à saúde e outros itens essenciais, impactando, como sempre, os mais vulneráveis ​​– mulheres, crianças e idosos. Mesmo olhando para um momento em que a paz seja restaurada, devemos nos concentrar no aqui e agora – os próximos seis meses podem testar o sistema de saúde da Ucrânia como nunca antes.”</span></p>
<h3><span style="font-weight: 400;">Mais Ações da OMS na Ucrânia:</span></h3>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Trabalhando com mais de 150 parceiros governamentais, das Nações Unidas e da sociedade civil</b><span style="font-weight: 400;">  por meio do Grupo de Saúde da Ucrânia, um mecanismo de coordenação humanitária.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Mais de 1300 toneladas métricas de suprimentos médicos entregues.</b></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Apoio à coordenação de mais de 80 equipes médicas de emergência</b><span style="font-weight: 400;">  em toda a Ucrânia, Polônia e República da Moldávia, fornecendo consultas médicas, cirurgias de trauma e emergência e suprimentos de reabilitação e apoiando evacuações médicas.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Apoio ao Ministério da Saúde da Ucrânia para estabelecer três centros de saúde no oeste da Ucrânia</b><span style="font-weight: 400;"> , para serviços médicos de emergência e evacuações médicas, garantindo a passagem segura de pacientes do leste para o oeste da Ucrânia – incluindo aqueles com câncer – para tratamento fora da Ucrânia.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Concentrando-se nas necessidades de saúde mental da força de trabalho de saúde e da população civil</b><span style="font-weight: 400;"> . Mais de 12.000 consultas de saúde psicossocial foram realizadas desde o início da guerra.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Treinamento de mais de 9.000 profissionais de saúde em uma série de questões</b><span style="font-weight: 400;"> , incluindo cirurgia de trauma, vítimas em massa, exposição química, epidemiologia e diagnóstico laboratorial.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Ajuda na distribuir medicamentos para DNTs em áreas de difícil acesso</b><span style="font-weight: 400;">  com foco nos mais vulneráveis. As DNTs eram a principal causa de doença e morte na Ucrânia mesmo antes da guerra.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Apoio à continuação da vacinação COVID-19 e outros programas de imunização</b><span style="font-weight: 400;"> , ainda mais críticos à medida que o inverno se aproxima, com um aumento esperado das infecções respiratórias.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><b>Fortalecimento dos sistemas de vigilância e informações de saúde de emergência</b><span style="font-weight: 400;">  para melhor permitir a tomada de decisões em saúde com base em evidências, incluindo relatórios semanais de situação e atualizações sobre vigilância, ataques à saúde e prestação de serviços. </span></li>
</ul>
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		<title>O esporte entre guerras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jun 2022 09:15:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os Jogos Olímpicos da Antiguidade contaram, por quase doze séculos (entre 776 a.C. e o século  IV  d.C.), com a chamada trégua olímpica (Ekecheiria), ou seja, três meses antes, e até três meses depois do período de competições, os conflitos entre as cidades-estado gregas eram interrompidos para que atletas e espectadores pudessem chegar e sair [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_27939" aria-describedby="caption-attachment-27939" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-27939" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Katiuscia_Educacao-1.png?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="guerras" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Katiuscia_Educacao-1.png?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Katiuscia_Educacao-1.png?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/06/Katiuscia_Educacao-1.png?resize=768%2C513&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-27939" class="wp-caption-text">Katiuscia Mello Figuerôa. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Os <strong>Jogos Olímpicos da Antiguidade</strong> contaram, por quase doze séculos (entre 776 a.C. e o século  IV  d.C.), com a chamada <strong>trégua olímpica</strong> (</span><i><span style="font-weight: 400;">Ekecheiria</span></i><span style="font-weight: 400;">), ou seja, três meses antes, e até três meses depois do período de competições, os conflitos entre as cidades-estado gregas eram interrompidos para que atletas e espectadores pudessem chegar e sair em segurança da cidade de Olímpia. Já em tempos atuais, em pleno ano de 2022, temos notícias de atletas pegando em armas e, inclusive, sendo abatidos em uma guerra, que teve início apenas quatro dias após o encerramento dos Jogos de Inverno de Pequim. Mas até chegarmos aqui, temos uma longa história dos esportes entre guerras e conflitos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De uma forma resumida, podemos começar relembrando que os Jogos Modernos não ocorreram em três ocasiões (1916, 1940 e 1944) devido às grandes guerras mundiais. Depois disso, houve o massacre nos Jogos de Munique, em 1972, em que terroristas invadiram a Vila Olímpica e fizeram reféns atletas e técnicos de Israel, exigindo a libertação de duzentos palestinos presos em terras israelenses e um avião para fuga. Houve uma ação sem sucesso da polícia, que resultou em 11 reféns, um policial e 5 sequestradores mortos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em sinal de protesto à invasão do Egito pela França, Inglaterra e a antiga União Soviética (URSS), Líbano, Egito e Iraque se negaram a participar dos Jogos Olímpicos de Melbourne, em 1956, assim como Espanha, Holanda e Suíça não compareceram à edição devido à invasão da Hungria pela URSS. A rivalidade entre URSS e Estados Unidos durante a Guerra Fria (1947–1991) influenciou uma série de boicotes aos Jogos em 1980 (Moscou) e 1984 (Los Angeles) — algumas das tensões ocorreram em razão dos conflitos no Vietnã, na Coreia e no Afeganistão. Em 1988, a Coreia do Norte boicotou os Jogos de Seul por causa dos conflitos com a Coreia do Sul. Alguns países, como Nicarágua, Madagascar, Etiópia e Cuba acompanharam o boicote, enquanto Seychelles e Albânia não enviaram seus atletas, mas também não confirmaram o boicote por receio de receberem sanções.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A partir de 1991, houve uma série de embargos e sanções contra o governo iugoslavo devido aos seus crimes de guerra. A proibição à participação da Iugoslávia em competições esportivas era uma das medidas, e o país acabou sendo banido da Eurocopa e dos Jogos Olímpicos de 1992 em Barcelona. No entanto, o Comitê Olímpico Internacional permitiu que os atletas classificados perticipassem das competições daquele ano representando a bandeira dos &#8220;Participantes Olímpicos Independentes&#8221;.   </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um pouco antes do início dos Jogos de Inverno de 2018 na Coreia do Sul, as tensões entre Estados Unidos e Coreia do Norte se intensificaram, o que colocou em xeque a participação dos atletas norte-coreanos na competição. Houve um acordo temporário entre as partes envolvidas no conflito, e os atletas puderam competir.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 24 de fevereiro de 2022, teve início a guerra entre <a href="https://portalcontexto.com.br/invasao-na-ucrania-completa-um-mes/">Rússia e Ucrânia</a>, que vem gerando impactos políticos, econômicos e humanitários enormes para esses povos (e para todo o mundo), e, no que se refere aos esportes, pudemos ver uma mobilização declarada de atletas e ex-atletas ucranianos de diversas modalidades, não só em seus posicionamentos sobre o conflito, mas disponibilizando-se para o combate armado contra as tropas russas para defender suas famílias e seu país.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Muitos deles têm aparecido em suas redes sociais vestindo uniformes militares e portando armas, desistindo de participar de competições devido à guerra. Infelizmente, já tivemos tristes notícias sobre atletas mortos em combate. Alguns, que decidiram seguir nas competições, estão doando os prêmios recebidos para o exército ucraniano e para a distribuição de mantimentos à população. Outros estão arrecadando dinheiro, como os atletas da seleção masculina de futebol.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Do outro lado, muitos atletas russos se declaram contra a guerra e, mesmo assim, estão sendo banidos das diversas competições que estão acontecendo ao longo de 2022, como os Jogos Paralímpicos de Inverno, em Pequim. Eles puderam participar do evento com uniformes e bandeira neutras, sem menções ao país e suas cores, sob o título de Comitê Olímpico Russo. Segundo algumas instituições, esse banimento não é uma punição, mas, sim, uma forma de apoio a um acordo de paz entre os países em conflito. Também há manifestações a favor de Putin, como alguns atletas russos da natação e do hóquei no gelo, entre outros que se rebelam por não poderem utilizar as cores e bandeira de seu país, enquanto ucranianos podem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De maneira inevitável, o esporte é atingido nesse tipo de situação, mas é o menor dos problemas em meio a esse tema tão sensível. Fica a reflexão sobre como será difícil para as populações ucraniana e russa (e mundial), e os esportes incluídos, retomarem suas vidas após o fim da guerra.</span></p>
<p><b>Katiuscia Mello Figuerôa</b> é doutora em Ciências da Atividade Física e Desportiva, professora da área de Linguagens Cultural e Corporal nos cursos de Licenciatura e de Bacharelado em Educação Física do<a href="https://www.googleadservices.com/pagead/aclk?sa=L&amp;ai=DChcSEwiN6M3Bu6v4AhUSYZEKHd5QCsIYABAAGgJjZQ&amp;ae=2&amp;ohost=www.google.com&amp;cid=CAESauD20rCjg0Ua8a4OaJXYqFiC4AO_Zfufaiq8oQU8pJFOItFQXjaZDEVHMWHutbgmuyyhk5n3Spx9XBTy-ORlr99JNkrqX6H7uCL8b6SKH6fsuSQzIfadc0sk_foWjFJMToH0HsDICWY71ZM&amp;sig=AOD64_3EkRCA1p0mHKl8UX4jxDs9dvGdQw&amp;q&amp;adurl&amp;ved=2ahUKEwics8PBu6v4AhVpu5UCHVQ5DVoQ0Qx6BAgDEAE"> Centro Universitário Internacional Uninter.</a></p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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