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	<title>Arquivos #inovação - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #inovação - Portal Contexto</title>
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		<title>Ideia Space consolida constelação brasileira de satélites e reforça estratégia de operação orbital</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raiane Wentz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 12:53:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#espaço]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Startup brasiliense mantém posição como primeira operadora privada do país com frota própria em órbita e avança no planejamento das próximas missões A Ideia Space, startup brasileira de tecnologia espacial sediada em Brasília, mantém sua estratégia de crescimento e consolidação no mercado espacial privado ao operar uma constelação própria de satélites e estruturar novas missões, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_46727" aria-describedby="caption-attachment-46727" style="width: 533px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-46727" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_2119.jpeg?resize=533%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="533" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_2119.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_2119.jpeg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_2119.jpeg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/IMG_2119.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 533px) 100vw, 533px" /><figcaption id="caption-attachment-46727" class="wp-caption-text">Divulgação</figcaption></figure>
<p class="lead" style="text-align: center"><i><span style="font-weight: 400">Startup brasiliense mantém posição como primeira operadora privada do país com frota própria em órbita e avança no planejamento das próximas missões</span></i></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Ideia Space, startup brasileira de tecnologia espacial sediada em Brasília, mantém sua estratégia de crescimento e consolidação no mercado espacial privado ao operar uma constelação própria de satélites e estruturar novas missões, mesmo após a falha registrada em um lançamento internacional realizado no início de 2026. A empresa segue com três satélites ativos em órbita e reforça seu posicionamento como a primeira operadora privada brasileira com frota própria e operação recorrente no espaço.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A missão, que previa a ampliação da constelação com cinco novos satélites, não atingiu a órbita em razão de uma falha no veículo lançador operado pela New Space India Limited (NSIL), braço comercial do programa espacial indiano. A ocorrência impactou múltiplas cargas internacionais e está inserida no contexto de risco inerente às operações de acesso ao espaço, comum à indústria global de lançamentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Para a Ideia Space, o episódio reforça a importância de uma estratégia de negócios baseada em diversificação de missões, planejamento de médio e longo prazo e governança técnica. A empresa acompanha os processos de apuração conduzidos pelo operador do lançador e mantém seu cronograma de expansão, alinhado às melhores práticas do setor espacial internacional.</span></p>
<h3><b>Portfólio diversificado e geração de valor</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">A constelação da Ideia Space foi concebida para atender múltiplas frentes de mercado, integrando aplicações comerciais, científicas, educacionais e culturais. Entre as missões planejadas estão soluções voltadas à segurança marítima, monitoramento ambiental, coleta de dados para o agronegócio e experimentação tecnológica, ampliando as possibilidades de monetização e impacto estratégico.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O portfólio conta com parceiras importantes, como o Instituto Brasilieiro de Informação em Ciência e Tecnologia, o IBICT, o principal apoiador do Desafio Espacial que ocorreu em Brasília, o Planetário de Brasília, Instituto SESI SENAI de Tecnologias Educacionais e Brasil Startups dando apoio na execução. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O projeto também inclui parcerias com universidades federais, como UFMA e UFSJ, com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB), além de programas próprios de formação de talentos, como o Desafio Espacial, que integrou estudantes do Ensino Médio em uma cadeia produtiva real do setor espacial. A estratégia fortalece o ecossistema nacional e cria uma base sustentável de inovação e capital humano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">No campo da economia criativa, projetos como o Orbital Temple, desenvolvido em parceria com o artista Edson Pavoni, ampliam o posicionamento da empresa ao explorar novos usos simbólicos e culturais da órbita terrestre, diversificando o alcance da marca e de suas missões.</span></p>
<h3><b>Governança, maturidade e acesso ao mercado internacional</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Segundo Leonardo Júlio, fundador da Ideia Space, a maturidade de uma empresa espacial se mede pela capacidade de operar com riscos conhecidos.</span><span style="font-weight: 400"><br />
</span><span style="font-weight: 400">“Falhas de lançamento fazem parte da indústria. Nosso diferencial está em operar uma frota ativa, integrar satélites diretamente com lançadores internacionais e manter um pipeline contínuo de missões. Isso garante resiliência ao negócio e previsibilidade na expansão”, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">A Ideia Space é a primeira empresa brasileira a realizar integração direta de satélites com veículos lançadores internacionais, sem intermediários, reduzindo custos, aumentando controle operacional e fortalecendo sua posição no mercado global de smallsats.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">Com três satélites em operação e novas missões em estruturação, a empresa consolida um modelo de negócios baseado em operação recorrente, parcerias estratégicas e aplicações de alto valor agregado, alinhado às tendências internacionais do setor espacial comercial.</span></p>
<h3><b>Sobre a Ideia Space</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Sediada em Brasília (DF), a Ideia Space é uma empresa brasileira de tecnologia espacial dedicada ao desenvolvimento, integração e operação de constelações de nanossatélites. A empresa atua na convergência entre inovação, ciência aplicada e mercado, consolidando um modelo nacional de presença contínua e estratégica no espaço.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Hackathon entre Hidrovias do Brasil e Unicamp destaca soluções inovadoras para desafios reais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Dec 2024 11:15:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Hackathon]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40929" aria-describedby="caption-attachment-40929" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-40929" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-emrah-yilmaz-2148009179-29872490.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-emrah-yilmaz-2148009179-29872490.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-emrah-yilmaz-2148009179-29872490.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-emrah-yilmaz-2148009179-29872490.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-emrah-yilmaz-2148009179-29872490.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-40929" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p>A Hidrovias do Brasil, especializada em soluções logísticas integradas, e o curso de Engenharia de Transportes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) concluíram no dia 16 de dezembro o evento de encerramento da primeira edição do Hackathon Criando Soluções Inovadoras. O objetivo da iniciativa foi integrar teoria e prática, desenvolvendo habilidades profissionais e acadêmicas dos participantes, além de proporcionar a oportunidade de enfrentarem e resolverem desafios reais nas áreas de logística, operação hidroviária, tecnologia e sustentabilidade. O resultado final trouxe propostas inovadoras para aprimorar as operações e fomentar o crescimento da empresa.</p>
<p>Das doze equipes participantes, cinco apresentaram suas soluções, sendo avaliadas por um grupo de 18 profissionais de diversas áreas, com base em critérios como inovação, viabilidade técnica, impacto e apresentação. Os alunos desenvolveram projetos focados em sustentabilidade e eficiência nas operações portuárias e fluviais.</p>
<p>A equipe AHC, vencedora do Hackathon, apresentou propostas inovadoras para reduzir a emissão de gases de efeito estufa, incluindo uma ferramenta para otimizar a gestão de frotas no transporte hidroviário em função das mudanças climáticas. Foram sugeridas quatro soluções: um catalisador adaptável, um painel de controle inteligente e uma carregadeira elétrica, todos com potencial significativo para diminuir as emissões de GEE. Para a gestão de frotas e adaptação às mudanças climáticas, foi proposta uma calculadora de barcaças e um aplicativo para planejamento fluvial que considera calado, peso máximo e tempo de viagem.</p>
<p>“As ideias apresentadas estão alinhadas aos desafios da Hidrovias do Brasil e podem ser incorporadas às nossas operações. Estamos orgulhosos de termos contribuído para o desenvolvimento desses jovens talentos e satisfeitos com o sucesso do Hackathon. Investir em educação é fundamental para a inovação e o progresso sustentável no setor de logística e transportes, além de ser essencial para construir um futuro melhor”, afirma Mariana Yoshioka, Diretora de Engenharia e Inovação da Hidrovias do Brasil.</p>
<p>Todos os participantes receberam reconhecimento pelo seu esforço, e as três equipes que desenvolveram as melhores soluções foram premiadas com mentoria de carreira, três estágios remunerados de verão (de 15/01/2025 a 15/02/2025) na Hidrovias do Brasil, além de apoio financeiro e uma visita técnica guiada à operação da empresa no Porto de Santos.</p>
<p>O Hackathon teve como propósito proporcionar aprendizado, conexões e contribuições para o futuro do transporte hidroviário, reforçando o compromisso da Hidrovias do Brasil em promover a inovação e a sustentabilidade, ligando talentos acadêmicos às demandas reais do mercado.</p>
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		<item>
		<title>Em dez anos, Brasil perde força em pesquisa na área quântica, tema fundamental para soberania nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 09:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#Ciência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil ocupou o 14o lugar mundial em termos de produção científica total em 2023; na área quântica, o país ficou em 21o lugar Em 2014, o país estava em 19a posição no mundo na pesquisa em ciência e tecnologia quânticas, segundo relatório da Bori e da Elsevier 121 instituições brasileiras contaram com pesquisadores autores [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40875" aria-describedby="caption-attachment-40875" style="width: 799px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-40875" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/50252942522_721e440439_c-799x450-1.jpg?resize=799%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="799" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/50252942522_721e440439_c-799x450-1.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/50252942522_721e440439_c-799x450-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/50252942522_721e440439_c-799x450-1.jpg?resize=768%2C433&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption id="caption-attachment-40875" class="wp-caption-text">Foto: IBM Cryostat / Flickr</figcaption></figure>
<div class="highlights">
<ul>
<li>
<h3><em>O Brasil ocupou o 14o lugar mundial em termos de produção científica total em 2023; na área quântica, o país ficou em 21o lugar</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Em 2014, o país estava em 19a posição no mundo na pesquisa em ciência e tecnologia quânticas, segundo relatório da Bori e da Elsevier</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>121 instituições brasileiras contaram com pesquisadores autores na área de 2014 a 2023, com liderança de USP, Unicamp e UFRJ</em></h3>
</li>
</ul>
</div>
<div class="ficha_tecnica"><span style="color: #555555; font-size: 14.4px;">O Brasil corre o risco de ficar para trás em uma das fronteiras da ciência global, as tecnologias quânticas, se não tratar o tema como uma prioridade estratégica nos próximos anos. É o que mostra o levantamento “A produção científica mundial em ciência e tecnologia quânticas e a participação brasileira – 2014-2023”, da Agência Bori e da Elsevier, publicado nesta quinta (19).</span></div>
<div class="entry-content">
<p>Os dados revelam uma queda na participação brasileira no cenário mundial na pesquisa em ciência e tecnologia quânticas: o país, que ocupava a 19a posição no mundo em 2014, caiu para o 21o lugar em 2023. Considerando todas as áreas do conhecimento, o Brasil estava em 14o lugar mundial em termos de produção científica em 2023. A produção científica na área quântica está, portanto, abaixo da média nacional.</p>
<p>O levantamento da <a href="https://abori.com.br/instituicao/elsevier/" target="_blank" rel="noopener">Bori-Elsevier</a> analisou a produção científica dos 24 países que mais publicaram estudos em ciência e tecnologia quânticas no mundo, entre eles o Brasil, no período de 2014 a 2023. Foram considerados todos os tipos de publicações científicas, incluindo artigos, editoriais, revisões e outros.</p>
<p>Para a análise, foi usada a ferramenta analítica SciVal da Elsevier, que facilita o acesso aos dados da base de dados Scopus, cobrindo mais de 85 milhões de publicações editadas por mais de sete mil editoras científicas no mundo. Este é o sexto relatório da parceria entre a Elsevier e a Bori que se baseia nessa ferramenta.</p>
<p>“A perda de posições no ranking e o posicionamento atual abaixo do nosso ranking geral em pesquisas nos sinaliza que o Brasil deve reforçar a prioridade sobre pesquisas em áreas com poder de permitir ao país não ficar dependente de outros em tecnologias consideradas essenciais para o futuro, como IA e tecnologias quânticas”, diz Dante Cid, vice-presidente de Relações Acadêmicas da América Latina da editora Elsevier.</p>
<p>O relatório vem à tona alguns dias depois de o Google ter anunciado um chip quântico — ainda experimental — que, segundo a empresa, leva cinco minutos para resolver um problema que os supercomputadores atuais levariam septilhões de anos para processar (impossível, portanto).<br />
No topo das pesquisas na área quântica, mostram os dados da Bori-Elsevier, estão China e Estados Unidos. Juntos, os dois países concentram metade da produção de conhecimento nessa área em 2023. China e EUA também lideram a ciência mundial em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p>“O aumento da distância que separa o Brasil dos países líderes em pesquisa quântica, nos últimos dez anos, não apenas acende um alerta, mas soa o alarme de que precisamos, como país, ter ações imediatas e coordenadas: é preciso intensificar o investimento em infraestrutura, promover políticas de incentivo ao desenvolvimento tecnológico e estreitar parcerias internacionais. Somente assim o Brasil poderá fortalecer sua soberania científica e se posicionar de forma competitiva frente às inovações disruptivas que moldarão o futuro”, explica Estevão Gamba, cientista de dados da Bori.</p>
<p>“Nesse sentido, a Bori tem um papel de catalisar essa transformação ao promover uma aproximação entre academia, setor privado e governos, estabelecendo espaços de discussão e facilitando a circulação de ideias, a definição de agendas estratégicas e a identificação de oportunidades de cooperação”, diz.</p>
<h2>Quântica no Brasil</h2>
<p>Ao todo, 121 instituições brasileiras tiveram publicações na área no período de 2014 a 2023, com liderança da USP, da Unicamp e da UFRJ. Além disso, os dados mostram que 115 patentes em tecnologia quântica mundo afora citam 51 publicações de autores brasileiros na área.</p>
<p>“Cinco países possuem mais patentes citando pesquisas brasileiras que o próprio Brasil. Isto indica que podemos aprimorar a aplicação prática das pesquisas aqui realizadas”, destaca Cid, da Elsevier.</p>
<p>Olhar para a ciência quântica é importante. Apesar de as possibilidades de aplicação ainda estarem ainda em fase embrionária, há expectativas de uso na segurança e na soberania dos países, que dependem da inviolabilidade de suas informações criptografadas. Na prática, o modo como processamos e analisamos problemas complexos ou como protegemos informação crítica podem ser completamente transformados quando computadores quânticos estiverem disponíveis.</p>
<p>O tema deve ser central na área acadêmica em 2025, com a proclamação, pela ONU, do Ano Internacional da Ciência e Tecnologia Quântica (IYQ). No ano que vem completam-se 100 anos do estabelecimento da mecânica quântica como área de conhecimento científico.</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/ciencia/producao-ciencia-tecnologia-quanticas/">Agência Bori</a></em></p>
</div>
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		<title>Estudo inova e traz esperança para pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Dec 2024 18:07:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em um marco importante para a medicina e a neurociência, um estudo inovador publicado na renomada revista científica Nature Medicine revelou uma nova esperança para pacientes com lesões incompletas na medula espinhal. A pesquisa, liderada pelos renomados cientistas Dr. Newton Cho e Dr. Grégoire Courtine, em parceria com a École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL) [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40869" aria-describedby="caption-attachment-40869" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-40869" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-atomlaborblog-1153838.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-atomlaborblog-1153838.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-atomlaborblog-1153838.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-atomlaborblog-1153838.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/12/pexels-atomlaborblog-1153838.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-40869" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p>Em um marco importante para a medicina e a neurociência, um estudo inovador publicado na renomada revista científica <em>Nature Medicine</em> revelou uma nova esperança para pacientes com lesões incompletas na medula espinhal. A pesquisa, liderada pelos renomados cientistas Dr. Newton Cho e Dr. Grégoire Courtine, em parceria com a École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL) e o Hospital Universitário de Lausanne (CHUV), apresentou resultados promissores que podem mudar a forma como tratamos lesões complexas da medula espinhal.</p>
<p>O estudo explora uma abordagem inédita: a estimulação cerebral profunda direcionada a uma área do cérebro chamada hipotálamo lateral. Embora pouco estudada em pesquisas anteriores sobre lesões na medula espinhal, essa região do cérebro tem se mostrado crucial para a recuperação funcional. O tratamento não só amplifica a capacidade de recuperação motora, mas também reorganiza as projeções neurais remanescentes na medula espinhal, resultando em melhorias duradouras e, em alguns casos, surpreendentes na marcha dos pacientes.</p>
<p>Os participantes do estudo já começaram a experimentar benefícios tangíveis em pouco tempo. A capacidade de caminhar melhorou significativamente, com um aumento notável na resistência e uma redução no esforço físico. Um dos participantes, inclusive, conseguiu subir escadas, algo que parecia impossível antes do tratamento. Esses resultados positivos abriram um novo capítulo para os tratamentos de lesões na medula espinhal, sinalizando que as limitações que uma vez pareciam intransponíveis agora podem estar mais próximas de uma solução.</p>
<p>O impacto da pesquisa é ainda mais significativo quando se considera a natureza duradoura dos efeitos observados. A estimulação cerebral não apenas melhora a função motora enquanto o dispositivo está em uso, mas também parece promover reorganizações neurais que persistem mesmo após o desligamento do dispositivo. Isso sugere que a estimulação cerebral profunda tem o potencial de oferecer uma recuperação funcional a longo prazo, sem a necessidade de intervenções constantes.</p>
<p>Esse estudo se junta a outros avanços na área de reabilitação de lesões na medula espinhal, incluindo pesquisas recentes sobre estimulação epidural da medula espinhal, publicadas no <em>New England Journal of Medicine</em>. Embora a estimulação epidural tenha mostrado resultados positivos, o novo estudo destaca o papel crucial da estimulação cerebral profunda, oferecendo uma abordagem mais abrangente ao tratar as lesões da medula espinhal. Os especialistas destacam que a combinação dessas duas técnicas pode representar um salto quântico no tratamento de lesões complexas, oferecendo uma possibilidade de recuperação mais rápida e eficiente para os pacientes.</p>
<p>O neurocirurgião Dr. Marcelo Valadares, da Unicamp, sublinha a importância dessas descobertas para o avanço dos tratamentos de reabilitação funcional. &#8220;Estamos diante de uma verdadeira revolução na forma como tratamos as lesões na medula espinhal. A combinação de neurociência e tecnologias avançadas nos permite sonhar com um futuro onde a recuperação de funções motoras perdidas não seja mais um objetivo inalcançável&#8221;, afirmou.</p>
<p>Embora a pesquisa ainda exija mais estudos clínicos para validar a segurança e eficácia a longo prazo da estimulação cerebral profunda, os resultados obtidos até agora já mostram um grande potencial. No Brasil, a estimulação medular e cerebral já é amplamente utilizada no tratamento de condições como dor crônica e Parkinson, com resultados impressionantes. Isso aponta para um futuro promissor no uso dessas técnicas também para o tratamento de paralisias e lesões na medula espinhal.</p>
<p>Esses avanços demonstram o potencial transformador da neuroestimulação como uma ferramenta terapêutica revolucionária, combinando a mais alta tecnologia com os mais recentes avanços da neurociência. A consolidação dessas técnicas no Brasil, por exemplo, pode abrir novas possibilidades de tratamento, oferecendo esperança renovada para pacientes que, até recentemente, não tinham alternativas viáveis para sua recuperação. A integração de diferentes abordagens, como a estimulação cerebral profunda e a estimulação epidural, pode ser a chave para um novo horizonte na medicina de reabilitação, trazendo melhores resultados e mais qualidade de vida para quem mais precisa.</p>
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		<title>Programa-piloto em escolas do DF mostra que tecnologia 5G FWA é alternativa para levar internet à sala de aula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2024 15:52:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"> <img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-39285" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/telefonia_5g_mcajr_abr_2907221138.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/telefonia_5g_mcajr_abr_2907221138.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/telefonia_5g_mcajr_abr_2907221138.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/telefonia_5g_mcajr_abr_2907221138.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/07/telefonia_5g_mcajr_abr_2907221138.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h3 style="text-align: center;"><i>Parceria entre Ministério das Comunicações, GDF, CPQD, Intelbras e operadoras Claro e TIM realizou os testes em seis escolas públicas</i></h3>
<p>A tecnologia 5G FWA (Fixed Wireless Access, ou acesso fixo sem fio) é uma alternativa viável para levar banda larga a escolas sem acesso à conectividade no país. Essa é a conclusão de um projeto-piloto conduzido pelo Ministério das Comunicações e o governo do Distrito Federal (DF) &#8211; que contou com o apoio do CPQD -, a partir de testes realizados em seis escolas públicas de educação básica do DF selecionadas para avaliar a tecnologia.</p>
<p>&#8220;O resultado mais importante que pudemos constatar é que esta tecnologia ofereceu velocidades que podem atender ao nosso programa Escolas Conectadas. Ou seja, ela pode tornar os projetos de conexão de escolas mais viáveis e acessíveis, além de reduzir o tempo de implementação. Desta forma, é mais uma opção entre as diversas alternativas que dispomos, como fibra ótica e conexão satelital, de acordo com a localidade da unidade escolar. O nosso compromisso é para que todas as 138 mil escolas de ensino básico no Brasil tenham internet banda larga e conexão Wi-Fi até o final de 2026&#8221;, afirma o ministro das Comunicações Juscelino Filho.</p>
<p>Com dois meses de duração, o piloto teve como objetivo avaliar o uso da tecnologia 5G FWA para fins pedagógicos. Para isso, foram escolhidas escolas situadas em localidades distintas do Distrito Federal, a até 800 metros de distância da torre da operadora móvel &#8211; o link de acesso à rede 5G foi fornecido pelas operadoras Claro e TIM. Na escola, o sinal 5G recebido pelo CPE foi distribuído localmente por meio de rede de acesso fixo sem fio (FWA).</p>
<p>&#8220;Uma das vantagens do uso dessa tecnologia de banda larga é a redução do custo de implantação, uma vez que não há necessidade de investimentos significativos em cabeamento estruturado dentro da escola&#8221;, ressalta Gustavo Correa Lima, gerente de Soluções de Conectividade do CPQD. &#8220;Outra vantagem importante é a facilidade de implantação da rede sem fio&#8221;, acrescenta.</p>
<p>A equipe do CPQD foi responsável pela implantação da rede e a instalação dos equipamentos nas seis escolas selecionadas para o piloto, que aconteceu nos meses de março e abril. Uma metodologia foi desenvolvida especificamente para ajudar na definição dos melhores pontos de cobertura e da distribuição dos repetidores Wi-Fi dentro de cada escola. Além disso, a equipe da área de Soluções de Conectividade desenvolveu um sistema de monitoramento remoto das CPEs &#8211; que foram fornecidas pela Intelbras &#8211; visando avaliar o desempenho da rede 5G FWA nas escolas.</p>
<p>A frequência usada no piloto foi a de 3,5 GHz e a velocidade máxima alcançada durante os testes chegou a 945 Mbps em uma das escolas, de acordo com o relatório produzido pelo CPQD.</p>
<p>&#8220;Com os testes, verificamos que as velocidades médias ficaram entre 480 e 580 Mbps de download, com pico de até 912 Mbps. Assim, até o momento, a tecnologia mostrou-se adequada para conectar escolas com até 500 alunos no turno de maior movimento. Agora, nós vamos fazer uma nova etapa de testes, desta vez, com as antenas instaladas externamente às escolas, para vermos o quanto os resultados serão melhores&#8221;, disse Hermano Tercius, secretário Nacional de Telecomunicações do Ministério das Comunicações.</p>
<p>De acordo com os parâmetros definidos na Enec (Estratégia Nacional de Escolas Conectadas), a conexão de internet nas escolas deve ter velocidade de 1 Mbps por aluno no maior turno. As velocidades médias auferidas nos testes indicam que o 5G FWA pode atender os critérios de velocidade da Enec para a conexão de escolas. O piloto envolveu um total de 2.456 alunos, nas seis escolas.</p>
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		<title>Embrapa e startup Taggen apresentam tecnologia para rastreabilidade animal para empresas e associação de produtores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2023 11:39:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um dos desafios do setor agropecuário brasileiro é garantir a origem da carne e assegurar que o gado não foi criado em áreas com passivos ambientais e sociais A Embrapa Pecuária Sudeste e a startup Taggen Industries and Services, especializada em IoT e RFID, trabalham juntas no desenvolvimento de uma solução tecnológica para monitoramento individual de bovinos desde [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_37079" aria-describedby="caption-attachment-37079" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-37079" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/gado-com-identificacao.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/gado-com-identificacao.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/gado-com-identificacao.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/gado-com-identificacao.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/gado-com-identificacao.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-37079" class="wp-caption-text">IoT: Gado usa coleira com dispositivo de rastreabilidade &#8211; Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Um dos desafios do setor agropecuário brasileiro é garantir a origem da carne e assegurar que o gado não foi criado em áreas com passivos ambientais e sociais</i></h3>
<div>
<p>A <strong>Embrapa Pecuária Sudeste</strong> e a startup <strong>Taggen Industries and Services</strong>, especializada em IoT e RFID, trabalham juntas no desenvolvimento de uma solução tecnológica para monitoramento individual de bovinos desde o nascimento até o consumidor final.</p>
<p>O produto, que já está em fase de testes na fazenda Canchim em São Carlos (SP), sede da Embrapa Pecuária Sudeste, tem como meta ser viável economicamente e de fácil implantação para que seja adotado em escala em todo território nacional.</p>
<p>Na quinta-feira, 23 de novembro, a tecnologia foi apresentada para potenciais parceiros. Segundo o CEO da Taggen, Werter Padilha, a parte técnica já está concluída, mas existem ainda alguns desafios que serão solucionados pela parceria.</p>
<p>A reunião contou com a multinacional Qualcomm, empresa de tecnologia e dispositivos inteligentes conectados, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPQD), instituição de inovação com foco em tecnologias da informação e comunicação, a Associação Brasileira dos Criadores de Zebu (ABCZ) e a Associação Brasileira dos Criadores de Canchim (ABCCAN).</p>
<p>O propósito do encontro foi demonstrar o potencial da solução e, junto com as organizações convidadas, viabilizar formas de acelerar os próximos passos visando vencer aos desafios tecnológicos ainda existentes, validar a solução em mais ambientes e atender as expectativas do setor pecuário brasileiro.</p>
<p>Um dos desafios do setor agropecuário brasileiro é garantir a origem da carne e assegurar que o gado não foi criado em áreas com passivos ambientais e sociais, como regiões de desmatamento. O sistema de rastreabilidade e monitoramento, em desenvolvimento pela Embrapa e Taggen, vai contribuir com este objetivo e agregar valor ao produto final, tanto para o mercado interno como para exportação.</p>
<p>De acordo com o pesquisador Alberto Bernardi, que coordena o projeto na Embrapa, a tecnologia, que está sendo avaliada a campo com os animais criados a pasto, já é adotada em ambientes indoor. “Estamos agora nos adequando e iniciando no campo (outdoor) para rastrear, monitorar, localizar e gerenciar os animais em tempo real. O principal problema ainda é a conectividade, já que a ideia é o monitoramento de toda a vida do animal, desde o nascimento até o consumidor final. Outro é o custo, que deve ser viável para adoção em escala dos pecuaristas”, explica o pesquisador.</p>
<p>Para a diretora de vendas e desenvolvimento de mercado do CPQD, Sirlene Honório, não há um grande desafio de tecnologia nesse projeto que não possa ser superado, porque as soluções tecnológicas avançam muito rapidamente. Para ela, o desafio está em ser viável e possível de escalar. Para atender o cliente, é preciso observar um ou mais desses pilares: aumentar a receita, diminuir um custo ou eliminar riscos.</p>
<p><strong>Experimento</strong></p>
<p>A pesquisa está sendo conduzida na Embrapa Pecuária Sudeste, em São Carlos (SP). Sessenta animais já estão sendo monitorados na fazenda experimental do centro de pesquisa. Vinte vacas de leite e 40 bovinos de corte em sistema extensivo e intensivo com integração Lavoura-Pecuária Floresta (ILPF).</p>
<p>A inovação é baseada, inicialmente, em tecnologia de comunicação digital sem fio BLE (Bluetooth Low Energy), composto de dispositivos individuais (beacon), leitores (gateways) e a plataforma TG Bov da Taggen de monitoramento em cloud com aplicativos em tablets e smartphones também. A ideia é que a ferramenta não exija alta qualificação do operador, porque os <em>dispositivos</em> são de simples instalação seja no animal ou no ambiente, simplificando e acelerando seu processo de uso.</p>
<p>“Queremos que os dispositivos sejam fáceis de adquirir, instalar e usar. O monitoramento dos animais precisa estar disponível ao pecuarista onde quer que ele esteja. É a aplicação direta e imediata do conceito ‘plug and play’, ou seja, o cliente compra e ele mesmo instala”, fala Padilha.</p>
</div>
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		<item>
		<title>A Origem e Evolução do Dinheiro: DREX Já Parou Pra Pensar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2023 12:03:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
		<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[#economia]]></category>
		<category><![CDATA[#inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Moeda Digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dinheiro, ao longo da história da humanidade, passou por uma incrível evolução. Desde os primórdios, as comunidades confiavam no sistema de trocas, onde bens e serviços eram trocados diretamente. No entanto, à medida que as sociedades cresceram e evoluíram, ficou claro que era necessária uma forma mais eficiente de realizar transações. Isso levou à [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_37064" aria-describedby="caption-attachment-37064" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-37064" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/aaf02f6aa5304155bf4d96495737a83a_medium-modified.jpg?resize=300%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/aaf02f6aa5304155bf4d96495737a83a_medium-modified.jpg?w=300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/aaf02f6aa5304155bf4d96495737a83a_medium-modified.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-37064" class="wp-caption-text">Sarah Almachar. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>O dinheiro, ao longo da história da humanidade, passou por uma incrível evolução. Desde os primórdios, as comunidades confiavam no sistema de trocas, onde bens e serviços eram trocados diretamente. No entanto, à medida que as sociedades cresceram e evoluíram, ficou claro que era necessária uma forma mais eficiente de realizar transações. Isso levou à invenção da moeda, um marco significativo na história econômica da humanidade. As primeiras moedas conhecidas datam de cerca de 600 a.C., na antiga região da Lídia, que hoje faz parte da Turquia.</p>
<p>Mas a evolução do dinheiro não parou por aí. Uma outra etapa marcante foi o desenvolvimento do dinheiro de papel na China, durante a dinastia Tang, por volta de 700 d.C. Esse avanço permitiu a expansão das transações econômicas e estabeleceu as bases para o que conhecemos hoje como sistemas financeiros modernos.</p>
<p><strong>A Chegada do Real Digital (DREX) e Seus Impactos</strong></p>
<p>Atualmente, estamos presenciando uma nova transformação na forma como entendemos e utilizamos o dinheiro, e isso tem a ver com a chegada do Real Digital, também conhecido como DREX. Essa iniciativa representa uma evolução natural na relação entre a sociedade e o dinheiro, incorporando a natureza digital da economia emergente.</p>
<p>O projeto do DREX está em desenvolvimento sob a liderança do Banco Central do Brasil (Bacen). Para aqueles que estão familiarizados com o mercado financeiro tradicional ou atuam em Fintechs, é importante se acostumar com alguns conceitos-chave que cercam essa inovação.</p>
<p><strong>Tokenização da Economia Brasileira</strong></p>
<p>A tokenização é um dos pilares do DREX. Ela refere-se ao processo de converter direitos a ativos em tokens digitais em uma blockchain. Esses ativos podem incluir uma ampla gama de itens, desde propriedades e ações de empresas até produtos financeiros e muito mais. A tokenização oferece diversos benefícios, como maior liquidez, transações mais rápidas e custos de transação reduzidos. Além disso, ela torna mais acessível a aquisição de ativos que, anteriormente, poderiam ser difíceis ou dispendiosos de adquirir.</p>
<p>No contexto do DREX, a tokenização é vista como uma evolução natural, aproveitando o avanço das tecnologias de blockchain e contratos inteligentes. Isso contribui para a digitalização da economia, oferecendo um novo leque de oportunidades para inovações financeiras.</p>
<p><strong>Componibilidade</strong></p>
<p>A componibilidade é outra característica crucial do DREX. Essa característica permite que diferentes sistemas e componentes sejam combinados e utilizados de maneira eficaz. No contexto do Real Digital, a componibilidade significa a capacidade de integrar diversos serviços financeiros e tecnologias de forma harmoniosa. O DREX tem o potencial de introduzir mecânicas que permitirão a programabilidade e a componibilidade do real, criando uma nova infraestrutura financeira que pode impactar diversos produtos e serviços financeiros no mercado brasileiro.</p>
<p><strong>Programabilidade</strong></p>
<p>A programabilidade do DREX é vista como uma das características mais disruptivas da iniciativa. O dinheiro programável, como o DREX, permite a criação de contratos inteligentes e outras funcionalidades que automatizam e garantem o cumprimento de condições financeiras sem a necessidade de intermediários. Isso simplifica transações complexas e reduz custos operacionais. Um exemplo é a possibilidade de programar um pagamento para ser liberado automaticamente assim que certas condições sejam atendidas.</p>
<p><strong>Interoperabilidade</strong></p>
<p>A interoperabilidade é fundamental para o sucesso do DREX, pois permite que diferentes sistemas e plataformas se comuniquem de maneira eficaz. Isso é crucial para atender às demandas de digitalização e garantir que o DREX possa ser utilizado em uma ampla variedade de contextos financeiros. A interoperabilidade facilita a integração do DREX com outros sistemas financeiros e tecnológicos.</p>
<p><strong>O Futuro do Mercado Financeiro Brasileiro com o DREX</strong></p>
<p>O Real Digital (DREX) representa uma nova era para as Fintechs, bancos e instituições financeiras. Embora ainda esteja em desenvolvimento, testes e descobertas no projeto piloto liderado pelo Bacen, as expectativas são altas. A CEO da Evlos4u, Sarah Almachar, enfatiza que essa inovação pode ser comparável em impacto à entrada do Sistema de Pagamentos Brasileiro (SPB) em 2002 e ao lançamento do PIX em 2020.</p>
<p>Embora o DREX ainda esteja em construção, seu potencial é evidente. A população e as empresas se beneficiarão, mas quem está na &#8220;cozinha financeira&#8221; já está aprendendo e criando pratos inovadores para a próxima década. A combinação das inovações com as Fintechs e soluções financeiras no Brasil já era referência no mundo, e o DREX abrirá novos horizontes nas plataformas tecnológicas que envolvem sistemas de trocas, moedas, bens e serviços.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sarah Almachar</strong> é fundadora da Infra Fintech Evlos4U.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>Últimos dias para se inscrever no prêmio “100+ Inovadoras 2023”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2023 10:10:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de novembro Atenção, CEOs de empresas de tecnologia, as inscrições para o prêmio “100+ Inovadoras 2023”, organizado pela IT Mídia, podem ser feitas até o dia 25 de novembro. A premiação reconhece os projetos mais disruptivos da área de Tecnologia da Informação, e os escolhidos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_36800" aria-describedby="caption-attachment-36800" style="width: 480px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-36800 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/100mais-1.webp?resize=480%2C351&#038;ssl=1" alt="" width="480" height="351" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/100mais-1.webp?w=480&amp;ssl=1 480w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/11/100mais-1.webp?resize=300%2C219&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 480px) 100vw, 480px" /><figcaption id="caption-attachment-36800" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de novembro</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Atenção, CEOs de empresas de tecnologia, as inscrições para o prêmio “100+ Inovadoras 2023”, organizado pela IT Mídia, podem ser feitas até o dia 25 de novembro.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A premiação reconhece os projetos mais disruptivos da área de Tecnologia da Informação, e os escolhidos serão contemplados em uma revista exclusiva, com edição especial e que trará entrevistas, fotos e as principais informações dos cases escolhidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do conteúdo impresso, outros materiais inéditos, como vídeos e podcasts, serão divulgados ao longo do ano pelo site </span><a href="https://itforum.com.br/"><span style="font-weight: 400;">IT Forum</span></a><span style="font-weight: 400;">. &#8220;Decidimos mudar o tradicional formato de evento com premiações, para uma produção de conteúdo multiplataforma, que vai mergulhar nesses cases e servir de inspiração para todo o setor&#8221;, afirma André Cavalli, CEO da IT Mídia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em modelo de ranking, os projetos serão avaliados pelos jornalistas da IT Mídia e especialistas do mercado, entre eles consultores, analistas e renomados executivos da indústria de TI. Sempre com foco em contemplar ações inovadoras, a pontuação levará em consideração a melhor combinação entre processo e prática. Os inscritos têm seus trabalhos analisados de forma totalmente anônima, o que garante a imparcialidade e lisura do processo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste ano, o prêmio acontece em parceria com a consultoria internacional EY. &#8220;É um prazer fazer parte de uma iniciativa como o 100+ Inovadoras, que já é consolidado no mercado e está em sinergia com a nossa visão e o compromisso de promover o aumento de maturidade da gestão da inovação, conectando tecnologia e negócios para promover a transformação das empresas&#8221;, diz Denis Balaguer, líder de inovação da EY para LAS.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O anúncio dos ganhadores será entre 6 e 9 de fevereiro de 2024. Os vencedores serão convidados a receber os prêmios no Distrito Itaqui, em Itapevi, na Grande São Paulo. &#8220;Além de ganhar o troféu, será uma oportunidade para que os executivos participem das reportagens especiais e interajam com os demais ganhadores&#8221;, diz Cavalli. A edição especial da revista 100+ Inovadoras vai circular em março.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2022, o prêmio recebeu 270 inscrições. A Seguros Unimed levou o primeiro lugar pela criação da assistente virtual Tina, uma consultora que usa a IA para promover a saúde bucal das pessoas. No top 10, ainda foram contemplados projetos de tecnologia da Dasa, Bradesco e Natura&amp;CO.</span></p>
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		<title>Índice Global de Inovação: Brasil avança no ranking, mas ainda há muito o que melhorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2023 10:45:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pode parecer motivo de orgulho, mas o avanço do Brasil no ranking do Índice Global de Inovação (IGI) não é algo tão positivo como muitos acreditam. Mesmo tendo ganho cinco posições na lista em relação a 2022 e liderando os países da América Latina, temos muito potencial inexplorado que poderia nos colocar como verdadeiras referências [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34523" aria-describedby="caption-attachment-34523" style="width: 396px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-34523" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Alexandre-Pierro-modified.jpg?resize=396%2C594&#038;ssl=1" alt="" width="396" height="594" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Alexandre-Pierro-modified.jpg?w=540&amp;ssl=1 540w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/06/Alexandre-Pierro-modified.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w" sizes="(max-width: 396px) 100vw, 396px" /><figcaption id="caption-attachment-34523" class="wp-caption-text">Alexandre Pierro. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p>Pode parecer motivo de orgulho, mas o avanço do Brasil no ranking do Índice Global de Inovação (IGI) não é algo tão positivo como muitos acreditam. Mesmo tendo ganho cinco posições na lista em relação a 2022 e liderando os países da América Latina, temos muito potencial inexplorado que poderia nos colocar como verdadeiras referências no assunto. Algo que, se não for criteriosamente analisado, impedirá que possamos alavancar nosso mercado em prol da adoção de boas práticas inovadoras internacionais.</p>
<p>Divulgado na última semana pelo WIPO (<em>World Intellectual Property Organization</em>), o Brasil passou a ocupar a 49ª posição entre 132 países participantes no ranking, além de se tornar o 1º colocado da América Latina e Caribe. À frente, podemos notar nações como Suíça, Suécia, Estados Unidos, Reino Unido, Singapura, Finlândia, Holanda, Alemanha, Dinamarca e Coreia do Sul – muitos dos quais, poderíamos ultrapassar em diversos dos pontos levando em consideração as categorias avaliadas.</p>
<p>Sete indicadores são verificados ao estabelecer essa colocação: instituições do país; capital humano e de pesquisa; infraestrutura; sofisticação do mercado; dos negócios; conhecimento de tecnologias e criatividade, em âmbito geral. Apesar da média destas notas ser a responsável por determinar a classificação no índice, é importante desdobrarmos um olhar mais cauteloso sobre cada uma delas, uma vez que refletem uma realidade preocupante que, caso compreendida e revertida, poderá trazer o resultado que realmente temos capacidade de conquistar.</p>
<p>De todos, o ambiente regulatório empresarial foi o mais severo. Isso é, considerando a facilidade em se fazer negócios frente à legislação nacional, políticas e cultura, foi considerado demasiadamente complexo, nos levando à 99ª posição. Um ponto extremamente negativo e crucial de ser aperfeiçoado para que tenhamos a base necessária para fomentar a inovação em nossos empreendimentos.</p>
<p>O mesmo vale para a questão de conhecimento e difusão da inovação no mercado (termo utilizado para a adoção de uma nova inovação em uma sociedade), no qual ocupamos o 67º lugar. Nosso mercado é vasto e em expansão, e temos muitas mentes brilhantes capazes de destravar esse ambiente inovador, mas, ainda falhamos fortemente nesse aspecto. Principalmente, se levarmos em consideração que países que estão à nossa frente, como Portugal, Irlanda e Singapura, não dispõem do mesmo preparo que o nosso.</p>
<p>Em regiões inspiradoras neste assunto, como o Vale do Silício, muito desse fomento vem de iniciativas que integram o ambiente corporativo às instituições de ensino, o que permite a troca de conhecimentos, insights e, com isso, um local propício para o desenvolvimento de iniciativas inovadoras. Por aqui, também temos universidades excelentes e renomadas, mas além de não serem inteiramente acessíveis à população, falta essa integração entre as partes e um trabalho unido em prol desses resultados – o que nos levou ao 78º lugar nesse item.</p>
<p>Mesmo que tenhamos avançado cinco posições, ainda estamos muito longe de sermos verdadeiramente parabenizados pelo nosso potencial inovador. Afinal, em alguns dos aspectos mais importantes para estruturar e difundir esse <em>mindset</em>, os resultados permanecem bem abaixo do ideal para que essa mudança se inicie – em um cenário realmente grave, considerando que temos dispositivos extremamente eficazes para alterar essa realidade.</p>
<p>A ISO de inovação, como exemplo, é uma metodologia de gestão da inovação reconhecida internacionalmente, e que vem sendo cada vez mais adotada pelas empresas brasileiras. Já temos grandes cases de sucesso no território, demonstrando os benefícios que ela traz para o crescimento e destaque inovador frente aos concorrentes, e sua importância em ser adotada para revolucionar esse cenário.</p>
<p>Por mais que ela ainda não seja um fator analisado nos países participantes do ranking, seu amplo crescimento nos últimos anos demonstra uma forte probabilidade de que se torne um parâmetro mensurado em breve – já que outras normas como a ISO 9001 (relacionada ao desenvolvimento de sistemas de gestão) e a ISO 14001 (responsável por estabelecer diretrizes para sistemas de gestão ambiental) já são citadas nos critérios verificados para a classificação.</p>
<p>O ranking divulgado evidencia o quanto os órgãos responsáveis estão de olho nessa aderência às boas práticas internacionais, e o quão longe ainda estamos de atingir essa meta. Temos um potencial enorme para explorar positivamente e alcançarmos posições cada vez melhores nessa área, mas que precisa iniciar imediatamente. A jornada é longa, mas cada pequeno passo será importante para que tenhamos uma verdadeira mentalidade inovadora em nosso país.</p>
<p><strong>Alexandre Pierro</strong> é mestrando em gestão e engenharia da inovação, bacharel em engenharia mecânica, física nuclear e sócio fundador da PALAS, consultoria pioneira na ISO de inovação na América Latina.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>BNDES disponibiliza nova linha de crédito com juros inéditos voltada à inovação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Sep 2023 00:01:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_22080" aria-describedby="caption-attachment-22080" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-22080" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="masterclass" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural-scaled.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural-scaled.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural-scaled.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural-scaled.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/10/tributacao-do-produtor-rural-scaled.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-22080" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Valor mínimo dos projetos a serem executados deve ser de R$ 20 milhões</i></h3>
<div>
<p>Empresas que desejam investir em inovação podem contar com um grande apoio do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). Por meio do programa “Mais Inovação Brasil”, a entidade começa a disponibilizar uma linha de crédito a 4% (TR + 2%). A taxa de juros é inédita e considerada bastante competitiva, igualando condições com a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos).</p>
<p>“O BNDES volta oficialmente a ter linhas de financiamento para inovação. Com isso, o país ganha mais um mecanismo importante de apoio ao desenvolvimento das empresas. As taxas de juros mais baratas e/ou com juros muito mais baixos que os já praticados no mercado têm o potencial de apoiar iniciativas de empresas e grupos econômicos de modo efetivo”, diz o sócio da Macke Consultoria, André Moro Maieski. A Macke é especialista em viabilizar planos estratégicos e projetos de inovação, modernização e expansão de negócios.</p>
<p>Seguindo determinações do CNDI (Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial) e resoluções do CMN (Conselho Monetário Nacional), a nova linha de crédito irá oferecer até dezesseis anos para pagamento, com carência de quatro anos e participação de 100%. “Para ter acesso ao financiamento, é importante que os empresários contem com o apoio de uma consultoria especializada. Isso ajuda a compreender os mecanismos do governo e estruturar projetos adequados à linha de incentivo”, explica André.</p>
<p>Os recursos disponibilizados virão do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), com limitações de valores e enquadramento determinado por perfil de projeto. O valor mínimo dos projetos a serem executados deve ser de R$ 20 milhões. O novo programa tem como base as seis missões da mais recente Política Industrial Brasileira: cadeias agroindustriais sustentáveis e digitais para a segurança alimentar e nutricional; complexo econômico industrial da saúde resiliente para a prevenção e o tratamento de doenças; infraestrutura, moradia, saneamento e mobilidade sustentáveis para a integração produtiva e o bem-estar nas grandes cidades; transformação digital da indústria para ampliar a competitividade; bioeconomia, descarbonização e transição e segurança energéticas para garantir os recursos para as gerações futuras; e tecnologias de interesse para a soberania e defesa nacional.</p>
<p>Um levantamento recém-divulgado pelo Innovation Index, realizado com 6.600 líderes de Negócios e TI em 45 países, indica que as organizações brasileiras estão acima da média global no que diz respeito ao reconhecimento da importância da inovação, com índice de 97% de valorização da questão contra 86% da média global. Entretanto, 46% dos brasileiros participantes do estudo disseram acreditar que as soluções tecnológicas  atualmente utilizadas no país ainda não são suficientemente avançadas, podendo deixá-los em desvantagem em relação à concorrência internacional. “Programas como o ‘Mais Inovação Brasil’ podem servir para mudar essa realidade”, salienta o sócio da Macke Consultoria.</p>
</div>
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