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	<title>Arquivos #imunidade - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #imunidade - Portal Contexto</title>
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		<title>Você sabe quais vitaminas são aliadas da imunidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Jan 2022 12:15:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comer & Beber]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As vitaminas seguem em alta no contexto de pandemia da Covid-19 e com o aumento dos casos de Gripe no país. Mas você sabe quais delas ajudam a reforçar o sistema imune?  O sistema imune protege o nosso organismo de possíveis e indesejados vírus e bactérias. A imunidade é entendida como a resistência natural ou [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24062" aria-describedby="caption-attachment-24062" style="width: 518px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-24062" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/pexels-trang-doan-1092730.jpg?resize=518%2C388&#038;ssl=1" alt="vitaminas" width="518" height="388" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/pexels-trang-doan-1092730.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/pexels-trang-doan-1092730.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/pexels-trang-doan-1092730.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/01/pexels-trang-doan-1092730.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 518px) 100vw, 518px" /><figcaption id="caption-attachment-24062" class="wp-caption-text">Foto: Trang Doan/ Pexels</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><b><i>As vitaminas seguem em alta no contexto de pandemia da Covid-19 e com o aumento dos casos de Gripe no país. Mas você sabe quais delas ajudam a reforçar o sistema imune? </i></b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema imune protege o nosso organismo de possíveis e indesejados vírus e bactérias. A imunidade é entendida como a resistência natural ou adquirida de um organismo vivo a um agente infeccioso. Com a pandemia, a busca pela frase “Como aumentar sua Imunidade?” cresceu 136% nos primeiros meses da crise sanitária e seguiu em 2021, segundo o Google Trends Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Melhorar ou fortalecer a <a href="https://portalcontexto.com.br/aumente-a-sua-imunidade-com-alimentos-de-verdade/">imunidade</a> requer a adoção de um estilo de vida saudável. Ou seja, é hora de sair do sofá e praticar exercícios, além de cuidar melhor do estresse, e claro, ter atenção ao que está na mesa, uma alimentação equilibrada com proteínas, fibras, vitaminas e minerais é fundamental.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essas dicas são corriqueiras, mas nem sempre é tão fácil adotar um estilo mais saudável. Estudo conduzido por </span><span style="font-weight: 400;">Christ, Lauterbach e Latz em 2019, aponta que 80% das mortes em países ocidentais foram causadas por Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT), como síndrome metabólica associada à obesidade, Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2), esteatose hepática não alcoólica, doenças cardiovasculares, Alzheimer e alguns tipos de câncer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quando se fala nos países mais saudáveis do mundo, o Brasil aparece em 76.º lugar, atrás de alguns vizinhos sul-americanos como o Chile (33.º), Uruguai (47.º) e Argentina (54.º). </span></p>
<h4><b>Quatro hábitos para incluir nas promessas de Ano Novo e na rotina do dia a dia</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">1)     Priorize uma alimentação mais natural, com produtos formulados com bons ingredientes, sem aditivos, como corantes artificiais, adoçantes sintéticos, aromatizantes artificiais, etc. Se possível, prefira orgânicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">2)     Varie a alimentação para conseguir atender as necessidades de vitaminas e minerais. Por exemplo, um dia consuma semente de linhaça dourada, no outro, a chia, no seguinte farelo de aveia, e assim por diante.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">3)     Beba bastante água e consuma quantidades adequadas de fibras provenientes de verduras, legumes, frutas (inclusive as desidratadas) e grãos integrais, como quinoa. O bom funcionamento do intestino fortalece a imunidade. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">4)     Tenha um estilo de vida saudável: se alimente bem, pratique atividade física, durma bem e cuide do estresse!</span><i><span style="font-weight: 400;"> </span></i></p>
<h4><b>O que consumir?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O clássico menu com frutas, proteínas, legumes, verduras, leguminosas, oleaginosas, sementes e cereais integrais deve ser ingerido diariamente para garantir que as necessidades de nutrientes e compostos bioativos sejam supridas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em relação às vitaminas e aos minerais, a comunidade científica revelou achados importantes no que se refere à imunidade. O estudo realizado em 2020 e publicado pela Multidisciplinary Digital Publishing Institute (MDPI) mostra que as vitaminas A, B6, B9, B12, C, D e E, assim como os minerais zinco, selênio e magnésio, desempenham papéis fundamentais no suporte do sistema imunológico, e as deficiências podem aumentar a suscetibilidade do indivíduo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Isso porque esses micronutrientes são fundamentais na manutenção da integridade estrutural e funcional de barreiras físicas, como pele e mucosa. E também em atividades que eliminam os patógenos – em outras palavras, organismos capazes de causar doenças, como processos fagocíticos e matadores de neutrófilos e macrófagos. Ou seja, os processos naturais do organismo nos quais as células de defesa do corpo eliminam invasores”, explica a Dra. Karla Maciel, nutricionista e consultora da Jasmine Alimentos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de turbinar o sistema imune, essas vitaminas fornecem energia ao organismo, auxiliam no processo de cura de determinadas doenças e promovem a detoxificação, ou seja, eliminação de substâncias e compostos tóxicos do organismo.</span></p>
<h4><b>Como consumir as principais vitaminas?</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A vitamina A é facilmente adquirida em vegetais amarelos e alaranjados como cenoura, abóbora, damasco, pêssego, além de laticínios derivados do leite integral, gema de ovo e fígado. As vitaminas do complexo B, tais quais a B6, B9 e B12 podem ser ingeridas por meio de sementes de girassol, arroz, avelã, feijão, lentilha, ovos, carnes bovina e suína, e produtos lácteos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As vitaminas C e D são abundantes em alimentos como acerola, laranja, limão, couve e peixes como salmão, truta e arenque. Por fim e não menos importante, as principais fontes de vitamina E são as oleaginosas como amêndoas, nozes, gérmen de trigo, azeite de oliva e semente de girassol.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Atividade física: aliada no fortalecimento da imunidade </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 Apr 2021 18:20:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[#saúde]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estudo aponta os benefícios da prática regular de atividade física contra a covid-19 Em tempos de pandemia, as pessoas estão cada vez mais de olho na saúde. E as dicas de como melhorar a imunidade se tornaram ainda mais procuradas. Uma das grandes aliadas da saúde é a prática regular de atividade física.  Estudo recente [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/atividade-fisica-aliada-no-fortalecimento-da-imunidade/">Atividade física: aliada no fortalecimento da imunidade </a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16462" aria-describedby="caption-attachment-16462" style="width: 690px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16462" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bruno-nascimento-PHIgYUGQPvU-unsplash-1.jpg?resize=690%2C460&#038;ssl=1" alt="atividade" width="690" height="460" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bruno-nascimento-PHIgYUGQPvU-unsplash-1.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bruno-nascimento-PHIgYUGQPvU-unsplash-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/bruno-nascimento-PHIgYUGQPvU-unsplash-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /><figcaption id="caption-attachment-16462" class="wp-caption-text">Foto: Bruno Nascimento/Unsplash</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Estudo aponta os benefícios da prática regular de atividade física contra a covid-19</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Em tempos de pandemia, as pessoas estão cada vez mais de olho na saúde. E as dicas de como melhorar a imunidade se tornaram ainda mais procuradas. Uma das grandes aliadas da saúde é a prática regular de atividade física. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudo recente publicado no British Journal of Sports Medicine mostra que a atividade física regular melhora o condicionamento do corpo, resistência e eleva a imunidade, e com isso, as chances de desenvolver a forma grave da covid-19 são reduzidas.</span></p>
<figure id="attachment_16463" aria-describedby="caption-attachment-16463" style="width: 350px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16463" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mario-Sabha-0007-1.jpg?resize=350%2C233&#038;ssl=1" alt="atividade" width="350" height="233" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mario-Sabha-0007-1.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mario-Sabha-0007-1.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Mario-Sabha-0007-1.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 350px) 100vw, 350px" /><figcaption id="caption-attachment-16463" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">“Quem faz algum tipo de atividade física tem melhor desempenho dos glóbulos brancos e de todo sistema de defesa do organismo para não ser afetado por qualquer agente infeccioso. Uma pesquisa brasileira também mostrou que o hormônio irisina liberado durante a sua prática dificulta a entrada do vírus na célula de gordura”, explica o doutor em anatomia humana e neuroanatomia, Mario Sabha Jr (foto à esquerda).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa ainda traz uma notícia para incentivar as pessoas a largar o sofá e pensar em começar a se movimentar. De acordo com o estudo, pessoas sedentárias há pelo menos dois anos tinham mais risco de serem hospitalizadas e precisarem de cuidados mais intensos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Esse estilo de vida não só pode agravar os efeitos da covid como compromete o sistema imunológico e piora o quadro de pacientes com problemas hormonais, enzimáticos, metabólicos e doenças autoimunes. Além disso, essas pessoas são mais propensas a desenvolver doenças cardiorrespiratórias e outras cardiopatias”, diz Sabha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que os adultos tenham 300 minutos por semana, o seria equivalente a 42 minutos diários, de atividade aeróbica moderada ou ainda, quem tiver fôlego, 150 minutos de atividade intensa. Para crianças ou adolescentes, a indicação é de 60 minutos por dia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas você pode estar pensando: como se exercitar em tempos de restrições? O jeito é ser criativo e ter disciplina. “As pessoas devem continuar se exercitando, seja dando uma volta no próprio quintal ou até com a ajuda de um personal on-line, que consiga indicar exercícios adequados para a sua condição”, recomenda o especialista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sabha ainda destaca outras vantagens dos exercícios, “a prática de atividade ativa as bombas de sódio, cálcio e potássio dentro do músculo, aumenta o bombeamento de sangue, ajuda a estabilizar a pressão e a frequência cardíaca e melhora o sono proporcionando uma qualidade de vida melhor”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além da malhação, o especialista recomenda mais caminhos que possam atuar na reestruturação da mente e do corpo. “Acupuntura com moxabustão a as terapias metafísicas acompanhadas pela neurociência ajudam a melhorar a imunidade trabalhando a parte emocional”, diz o doutor em neuroanatomia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Com tudo isso em mente, é preciso ainda “manter uma alimentação saudável, se hidratar e dormir bem são grandes aliados da atividade física essenciais para ter resultados satisfatórios”, finaliza.</span></p>
<h4><b>Dicas para melhorar a imunidade</b></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tenha uma alimentação saudável;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Desenvolva o hábito de meditar;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Busque tratamentos de reequilíbrio físico e mental por meio de terapias integrativas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça caminhadas no quintal;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Suba e desça escadas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pule corda;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Faça polichinelos.</span></li>
</ul>
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		<title>COVID-19: desinformação é capaz de fazer pessoas recusarem vacinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 13:25:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Foi a conclusão de uma pesquisa londrina Os últimos têm sido marcados pelas fake news e pelo início da era da pós-verdade. Com isso, as disseminação de teorias conspiratórias e desinformação estimularam a desconfiança da população sobre veículos de mídias e instituições científicas, por exemplo. O que é um perigo em tempos de pandemia, principalmente, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9799" aria-describedby="caption-attachment-9799" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-9799" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/2020-11-05t143610z_1_lynxmpega414y_rtroptp_4_health-coronavirus-vaccine.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/2020-11-05t143610z_1_lynxmpega414y_rtroptp_4_health-coronavirus-vaccine.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/2020-11-05t143610z_1_lynxmpega414y_rtroptp_4_health-coronavirus-vaccine.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/2020-11-05t143610z_1_lynxmpega414y_rtroptp_4_health-coronavirus-vaccine.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/2020-11-05t143610z_1_lynxmpega414y_rtroptp_4_health-coronavirus-vaccine.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-9799" class="wp-caption-text">Crédito: REUTERS/Dado Ruvic/Foto ilustrativa</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center"><em><strong>Foi a conclusão de uma pesquisa londrina</strong></em></h4>
<h4></h4>
<h4>Os últimos têm sido marcados pelas <strong><em>fake news</em></strong> e pelo início da era da pós-verdade. Com isso, as disseminação de teorias conspiratórias e desinformação estimularam a desconfiança da população sobre veículos de mídias e instituições científicas, por exemplo. O que é um perigo em tempos de pandemia, principalmente, quando tema é a tão almejada vacina.</h4>
<h4>Segundo uma pesquisa divulgada nesta quinta-feira (12), a insegurança gerada pelos fatores citados acima podem fazer com que a inserção das <strong>vacinas contra a COVID-19</strong> seja abaixo dos números necessários para proteger comunidades da doença nos Estados Unidos e no Reino Unido.</h4>
<h4>O estudo, realizado com 8 mil voluntários nos dois países, mostrou que menor número de pessoas &#8220;certamente&#8221; receberia uma vacina contra o coronavírus do que os 55% da população que cientistas estimam ser preciso para proporcionar a famigerada &#8220;imunidade de rebanho&#8221;.</h4>
<blockquote>
<h4>&#8220;Vacinas só funcionam se as pessoas as tomam. A desinformação atua sobre os receios e incertezas existentes a respeito de novas vacinas [contra covid], além das novas plataformas que estão sendo usadas para desenvolvê-las&#8221;, disse Heidi Larson, professora da Escola de Higiene e de Medicina Tropical de Londres, a colider da pesquisa.</h4>
</blockquote>
<h4>&#8220;Isso ameaça minar os níveis de aceitação de vacinas contra COVID-19&#8221;, adicionou a também diretora da iniciativa internacional <strong>Vaccine Confidence Project</strong>. O estudo chega no período em que um dos maiores esforços de criação de vacinas mostrou resultados promissores nesta semana.</h4>
<h4>Pois, nesta segunda-feira,<strong> a Pfizer anunciou que sua vacina experimental contra o coronavírus possui mais de 90% de êxito contra o vírus</strong>. A notícia foi dada baseada em dados provisórios de testes de estágio avançado. As informações foram vistas como uma etapa fundamental na batalha para conter a pandemia.</h4>
<h4>*Com informação de Agência Brasil</h4>
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		<title>UFMG e Fiocruz desenvolvem teste mais preciso para covid-19</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/ufmg-e-fiocruz-desenvolvem-teste-mais-preciso-para-covid-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ufmg-e-fiocruz-desenvolvem-teste-mais-preciso-para-covid-19</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2020 10:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Equipe de pesquisadores concluiu trabalho em três meses O CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um teste para diagnosticar a covid-19, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo. Trata-se de um teste Elisa, nome [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5647" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/teste-covid-tube-Imagem-de-fernando-zhiminaicela-por-Pixabay.jpg?resize=600%2C400&#038;ssl=1" alt="teste covid" width="600" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/teste-covid-tube-Imagem-de-fernando-zhiminaicela-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/teste-covid-tube-Imagem-de-fernando-zhiminaicela-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></h4>
<h4 style="text-align: center"><strong>Equipe de pesquisadores concluiu trabalho em três meses</strong></h4>
<p>O CT Vacinas, núcleo formado por pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), desenvolveu um teste para diagnosticar a covid-19, que diminui as chances de o resultado ser de falso negativo ou falso positivo.</p>
<p>Trata-se de um teste Elisa, nome que deriva da abreviação de &#8220;ensaio de imunoabsorção enzimática&#8221; (em inglês, enzyme-linked immunosorbent assay), em referência à técnica usada. Pelo mundo, o método consolidou-se, há anos, como ferramenta de detecção do HIV.</p>
<p>Além de rápido, o teste concebido pelo CT Vacinas tem a vantagem de ser mais barato que outra <a href="https://portalcontexto.com.br/aptah-biosciences-ipt-e-embrapii-desenvolvem-teste-rapido-para-identificacao-do-coronavirus/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">opção existente</a>, o RT-PCR (do inglês reverse-transcriptase polymerase chain reaction), cujo custo varia de R$ 280 a R$ 470 na capital paulista.</p>
<p>Como os testes rápidos, o Elisa também é sorológico (feito a partir da procura por anticorpos no sangue), com a diferença de que pode ser realizado somente em laboratórios, ainda que o equipamento necessário seja relativamente simples. Após as validações iniciais, a próxima etapa é obter a certificação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>&#8220;No caso do Elisa, de metodologia completamente diferente [em relação aos testes rápidos], tira-se uma amostra de sangue maior, precisa-se de 1 mililitro, pelo menos. Então, é necessária uma agulha para  coletar o sangue. O processo de detecção da presença do anticorpo é muito mais sensível&#8221;, diz a coordenadora do CT Vacinas, <strong>Santuza Ribeiro</strong>.</p>
<p>&#8220;Por isso, mesmo que a pessoa tenha baixas quantidades de anticorpo, não se detecta naquele teste rápido, mas pode-se detectar no Elisa. Não se consegue fazer o Elisa em um balcão de farmácia, por exemplo. Por outro lado, há uma sensibilidade muito maior. Outra vantagem é que, com o Elisa, consegue-se uma redução não só de falso negativo, mas de falso positivo, que é quando se tem uma reação que parece positiva, e, na verdade, é um anticorpo contra outro vírus, que não o Sars-CoV-2, como o de gripe comum&#8221;, explica Suzana.</p>
<p>Com o Elisa desenvolvido pelos pequisadores do CT Vacinas, consegue-se mostrar que, em pessoas que têm anticorpos contra outras viroses, como dengue, não se detecta positivo. &#8220;O teste rápido não é capaz de diferenciar as outras infecções&#8221;, acrescenta.</p>
<p>Na prática, o que se faz é fixar o antígeno em uma placa de poliestireno e ligá-lo a um anticorpo com marcador enzimático. Caso haja reação de defesa do organismo contra o agente patogênico – no caso, o novo coronavírus –, na forma de anticorpos, o material depositado sobre a placa muda de cor.</p>
<p>Em virtude da estrutura exigida para aplicação do teste, a equipe agora busca o apoio de órgãos federais, como o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações e outros entes públicos e também de empresas, para possibilitar a produção em larga escala e a disponibilização a uma parcela significativa da população. Duas pontes que estão sendo negociadas envolvem a Fundação Ezequiel Dias (Funed), do governo de Minas Gerais, e o Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos), da Fiocruz.</p>
<p>Santuza destaca, ainda, que o teste Elisa para covid-19 surgiu do aprimoramento de um saber que já circulava no núcleo, sinalizando para a importância do investimento estável em ciência. &#8220;No CT Vacinas, a gente já havia desenvolvido um teste muito semelhante, para outras doenças, inclusive não virais, para leishmaniose, doença de Chagas e malária. A mudança que foi feita consistiu em colocar como componente do teste uma molécula capaz de detectar o anticorpo contra o covid-19.&#8221;</p>
<p>A proposta foi apresentada pela Fapemig no início de março, diz Santuza, ao destacar o sucesso da equipe, que completo o desafio em três meses: &#8220;A gente ficou muito feliz, porque não sabia se teria capacidade de realizar em um tempo tão curto.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Consumo de álcool e os riscos para a imunidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 May 2020 20:59:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por conta do coronavírus, o tema imunidade se tornou popular. Outro assunto que ganhou espaço foi o aumento do consumo de álcool. E será que bebida alcoólica e imunidade combinam? A pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead) indica um aumento no consumo de bebidas alcoólicas. Segundo o levantamento, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><b><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-5124 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/drinks-2578446_1280.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="imunidade e bebida alcoólica" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/drinks-2578446_1280.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/drinks-2578446_1280.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/drinks-2578446_1280.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/drinks-2578446_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></b><br />
<b>Por conta do coronavírus, o tema imunidade se tornou popular. Outro assunto que ganhou espaço foi o aumento do consumo de álcool. E será que bebida alcoólica e imunidade combinam?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A pesquisa realizada pela <a href="http://abead.com.br/site/"><strong>Associação Brasileira de Estudos do Álcool e outras Drogas (Abead</strong>)</a> indica um aumento no consumo de bebidas alcoólicas. Segundo o levantamento, as vendas cresceram 38% nas distribuidoras e 27% em mercados. Qual o impacto deste comportamento quando se trata de imunidade?</span></p>
<figure id="attachment_5121" aria-describedby="caption-attachment-5121" style="width: 225px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5121 size-medium" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-15.59.26.jpeg?resize=225%2C300&#038;ssl=1" alt="imunidade e álcool? " width="225" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-15.59.26.jpeg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/WhatsApp-Image-2020-05-28-at-15.59.26.jpeg?w=768&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 225px) 100vw, 225px" /><figcaption id="caption-attachment-5121" class="wp-caption-text">Dra Izabela Freitas alerta para os riscos do consumo exagerado de álcool em tempos de epidemia</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A <a href="http://www.instagram.com/izanutriesportiva"><strong>nutricionista dra Izabela Freitas</strong></a> faz o alerta: &#8220;a imunidade está ligada diretamente com sua alimentação, rotina de exercício e excesso de consumo de bebida alcoólica&#8221;. Ela complementa, &#8220;em tempos de coronavírus, estamos com a rotina muito diferente de nosso dia-a-dia e logo estamos consumindo mais bebida alcoólica. Ela é prejudicial na dieta e na questão imunidade pois o álcool é extremamente imunossupressor principalmente quando consumido demasiadamente. Ele afeta as células de defesa ao nosso organismo favorecendo com que o vírus chegue ao nosso corpo mais rapidamente e avance de forma exacerbada.&#8221;</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Então, o consumo de bebida alcoólica está proibido? </span></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">&#8220;Muitos pacientes me perguntam se estão proibidos de beber uma bebida alcoólica, seja um vinho, uma caipivodka, caipisaquê. Não está proibido, mas é preciso quantificar o que é bebido ao longo de uma semana porque além de aumentar o valor calórico consumido você estará prejudicando todo o sistema imunológico, algo muito importante nesse período da pandemia. Ninguém quer ir parar no hospital com qualquer infecção que pode não ser o coronavírus e acabar se expondo, não é ?&#8221;, responde a doutora.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nutricionista ainda indica a bebida ideal para este período de confinamento. &#8220;O vinho tinto seco é positivo, e muito legal para se beber diariamente, mas em doses pequenas, sabendo que uma taça de 125 ml tem aproximadamente 150 calorias, um valor calórico reduzido, além da uva tinta ter vários antioxidantes que favorecem muito o nosso corpo.&#8221;</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para dar um reforço na imunidade, além da atenção a uma alimentação e hábitos saudáveis, dra Izabela recomenda o shot de limão com gengibre.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> &#8220;Uma dica legal para reforçar a imunidade principalmente nesse período é um shot, ou seja, uma dose bem pequenina. Eu gosto muito de fazer quando acordo, mas é possível fazer à noite ou antes de dormir. Um limão espremido, meia colher de café de cúrcuma ou açafrão da terra, e meia colher de café de gengibre em pó. Misture. Fica maravilhoso&#8221; .</span></p>
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		<title>Covid-19: Cientistas identificam anticorpo capaz de parar o coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 May 2020 16:11:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estima-se que pelo mundo há mais de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina contra o coronavírus. Os resultados já começam a ser divulgados, no entanto, a vacina deverá chegar no próximo ano. A semana começou com boas notícias sobre soluções para o enfrentamento ao novo coronavírus com a divulgaçao de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-4305 aligncenter" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=960%2C640&#038;ssl=1" alt="" width="960" height="640" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?w=960&amp;ssl=1 960w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/microscope-4996904_960_720.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /></p>
<h4>Estima-se que pelo mundo há mais de uma centena de equipes de investigação à procura de uma vacina contra o coronavírus. Os resultados já começam a ser divulgados, no entanto, a vacina deverá chegar no próximo ano.</h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A semana começou com boas notícias sobre soluções para o enfrentamento ao novo coronavírus com a divulgaçao de um estudo em que os cientistas identificaram anticorpo capaz de parar o coronavírus. </span><span style="font-weight: 400;">Pesquisadores da Universidade de Utrecht, do Erasmus Medical Center e do Harbor BioMed divulgaram que conseguiram identificar um anticorpo que evita a infecção de células pelo SARS-CoV-2.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A descoberta, publicada nesta segunda-feira (4) na </span><a href="https://www.nature.com/articles/s41467-020-16256-y"><span style="font-weight: 400;">Nature Communications</span></a><span style="font-weight: 400;">,é um passo inicial para o desenvolvimento de um anticorpo capaz de tratar ou prevenir a Covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Berend-Jan Bosch, PhD, professor e pesquisador na Universidade de Utrechet e um dos autores do artigo publicado na Nature, conta que a pesquisa atual “baseia-se no trabalho que nossos grupos fizeram no passado em anticorpos direcionados ao SARS-CoV que surgiu em 2002/2003”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Assim, os pesquisadores: “usando esta coleção de anticorpos SARS-CoV, identificamos um anticorpo que também neutraliza a infecção por SARS-CoV-2 em células cultivadas. Esse anticorpo neutralizante tem potencial para alterar o curso da infecção no hospedeiro infectado, apoiar a eliminação do vírus ou proteger um indivíduo não infectado que é exposto ao vírus”, explica o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dr. Bosch ainda observa que o anticorpo se liga a um domínio que é encontrado tanto no vírus causador da Sars quanto o vírus do coronavírus, por isso, esse anticorpo é capaz de neutralizar os dois. “Esse recurso de neutralização cruzada do anticorpo é muito interessante e sugere que ele pode ter potencial na mitigação de doenças causadas por coronavírus relacionados a emergentes futuros&#8221;.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Geralmente, os anticorpos terapêuticos convencionais são desenvolvidos primeiro em outras espécies e, depois, são submetidos a outras pesquisas para humanizá-los. A descoberta publicada nesta semana já mostra um avanço, como explica Frank Groveld, co-autor principal do estudo, professor da Academia de Biologia Celular, Centro Médico Erasmus, Roterdã e Diretor Científico Fundador da Harbor BioMed, “o anticorpo usado neste trabalho é &#8216;totalmente humano&#8217;, permitindo que o desenvolvimento prossiga mais rapidamente e reduzindo o potencial de efeitos colaterais relacionados ao sistema imunológico&#8221;.</span></p>
<h5><b>Pesquisa Israelense</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">O avanço científico também foi anunciado pelo Instituto de Israel para a Investigação Biotecnológica, do Ministério da Defesa. Os pesquisadores confirmaram que identificaram um anticorpo também com a capacidade de parar o coronavírus. A expectativa é, após o pedido de patente for concluído, inicie-se a fabricação em escala comercial.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No entanto, o desenvolvimento de uma vacina deve demorar cerca de 18 meses. </span></p>
<h5><b>Avanços também no Brasil</b></h5>
<p><span style="font-weight: 400;">Técnicas de biotecnologia para desenvolver uma vacina contra o covid-19 é a estratégia dos pesquisadores do Instituto Butantan em São Paulo. Com apoio do Fundo de Amparo a Pesquisa de São Paulo (Fapesp), a pesquisa vem sendo conduzida com o objetivo de induzir, no paciente, a resposta imune adequada para combate ao coronavírus.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O mecanismo utilizado pelos pesquisadores seria o mesmo usado por algumas bactérias para enganar o sistema imune. Essas bactérias liberam pequenas esperas com o material das membranas delas para desviar a defesa do organismo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o desenvolvimento de uma vacina acelular, os pesquisadores propõem duas estratégias. A primeira é o uso de proteínas recombinantes de antígenos de superfície do novo coronavírus, que auxiliam na produção de anticorpos contra o coronavírus. A segunda estratégia é utilizar a membrana externa como matriz para imitar o vírus. </span></p>
<p style="text-align: right;"><span style="font-weight: 400;"><br />
<em>*Com informações da Agência Brasil e Agência Fapesp</em></span></p>
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		<title>IMPORTÂNCIA DOS LÁCTEOS PROBIÓTICOS NA IMUNIDADE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 13:14:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Citações]]></category>
		<category><![CDATA[#imunidade]]></category>
		<category><![CDATA[citações]]></category>
		<category><![CDATA[lacteosprobióticos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Autores: Adriana Torres Silva Alves (Pesquisadora do Tecnolat/ITAL/SAA e membro do subcomitê de nutrição e saúde da FIL-IDF) Leila Maria Spadoti (Pesquisadora do Tecnolat/ITAL/SAA e membro do subcomitê de Ciência e Tecnologia da FIL-IDF) Marco Antônio Sundfeld da Gama (Pesquisador da Embrapa Gado de Leite e coordenador do subcomitê de nutrição e saúde da FIL-IDF) [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h4><strong>Autores:</strong></h4>
<p>Adriana Torres Silva Alves (Pesquisadora do Tecnolat/ITAL/SAA e membro do subcomitê de nutrição e saúde da FIL-IDF)</p>
<p>Leila Maria Spadoti (Pesquisadora do Tecnolat/ITAL/SAA e membro do subcomitê de Ciência e Tecnologia da FIL-IDF)</p>
<p>Marco Antônio Sundfeld da Gama (Pesquisador da Embrapa Gado de Leite e coordenador do subcomitê de nutrição e saúde da FIL-IDF)</p>
<p><strong><u> </u></strong></p>
<p>Os probióticos são definidos como microrganismos vivos que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem efeitos benéficos ao hospedeiro, ao passo que os prebióticos são ingredientes (ex.: fibras solúveis) que estimulam o crescimento e/ou função dos microrganismos intestinais benéficos. Atualmente, os produtos lácteos são os principais veículos para os probióticos na dieta humana.</p>
<p>A ideia de que as bactérias presentes no intestino podem desempenhar um papel importante na saúde humana foi proposta pela primeira vez por Elie Metchnikoff, há mais de um século. Ao observar que uma determinada população rural da Europa Oriental, cuja alimentação baseava-se no consumo de leite fermentado, tinha vida extraordinariamente longa, Metchnikoff propôs que bactérias “boas” produtoras de ácido lático seriam benéficas para o hospedeiro, reduzindo o crescimento e a produção de compostos tóxicos por outras bactérias presentes no cólon contribuindo, assim, para a manutenção da homeostase (saúde intestinal) no hospedeiro. Metchnikoff isolou o <em>Bacillus bulgaricus</em> e promoveu seu uso como terapia para manter a homeostase e prevenir o envelhecimento, popularizando o iogurte como produto lácteo fermentado.</p>
<p>Os probióticos, prebióticos e simbióticos (associação dos dois primeiros) são atualmente explorados comercialmente para diversas finalidades terapêuticas e em diferentes produtos lácteos, o que é facilitado por sua segurança e facilidade de uso.</p>
<p>É importante notar que os benefícios de se modular a microbiota intestinal se estendem a outros sistemas no hospedeiro. A elucidação dos mecanismos pelos quais probióticos, prebióticos e simbióticos conferem benefícios ao hospedeiro possibilita uma melhor utilização dos mesmos na prevenção ou tratamento de inúmeras doenças que acometem os seres humanos.</p>
<p>Há fortes evidências de que a resposta imunológica esteja intimamente conectada à composição da nossa microbiota intestinal, que hospeda aproximadamente 10<sup>13</sup>-10<sup>14</sup> bactérias. No entanto, prebióticos e probióticos são termos genéricos, havendo diferentes fontes prebióticas e diferentes gêneros, espécies ou mesmo cepas de probióticos, que por sua vez podem ter diferentes efeitos sobre o sistema imunológico. Inúmeras evidências sugerem que os probióticos exercem papel imunomodulador por meio de sua interação com células do epitélio intestinal e células dendríticas no trato gastrointestinal.</p>
<p>O tecido linfóide associado ao intestino é o maior do corpo humano, e o número de linfócitos da mucosa intestinal superam em muito os da medula óssea. Grandes quantidades de antígenos passam pelo intestino diariamente, tornando a mucosa intestinal o principal local de contato dos linfócitos com antígenos em todo o corpo. Além disso, aproximadamente 100 trilhões de bactérias estão presentes no nosso trato gastrointestinal. Essa comunidade microbiana intestinal extremamente diversa, denominada microbiota, coevoluiu em uma relação simbiótica com a mucosa intestinal humana, de maneira que a microbiota indígena (nativa) é essencial para a homeostase intestinal. A microbiota é, portanto, considerada um &#8220;superorganismo&#8221; que é parte integrante do trato gastrointestinal.</p>
<p>Além disso, a microbiota intestinal é semelhante a uma salvaguarda de nossa saúde, porque a microbiota compete (por espaço e nutrientes) com potenciais patógenos e induz a secreção de peptídeos antimicrobianos por meio da interação com o epitélio intestinal. A microbiota intestinal também pode estimular a diferenciação e proliferação de células epiteliais, que regulam a homeostase intestinal. As contribuições da microbiota intestinal para o desenvolvimento do sistema imunológico têm sido extensivamente caracterizadas. Há uma “conversa” cruzada coordenada entre a microbiota intestinal e o sistema imunológico, permitindo que o hospedeiro tolere a grande quantidade de antígenos presentes no intestino. Um desequilíbrio na composição da microbiota intestinal (disbiose) está associada não somente a distúrbios gastrointestinais, mas também a inúmeras doenças como alergias alimentares, doenças autoimunes e doenças crônicas não transmissíveis (ex.: diabetes, obesidade, etc.).</p>
<p>Os efeitos positivos dos prebióticos e probióticos na saúde humana têm sido frequentemente atribuídos à sua capacidade de imunomodulação indireta e direta, embora outros mecanismos de ação tenham também sido propostos, como a modulação de metabolismo celular, funções ou proliferação da barreira epitelial.</p>
<p>Estudos clínicos controlados mostraram que a adição de <em>L. acidophilus</em> e bifidobactérias em um produto lácteo fermentado resultou em elevações da IgA total e nos níveis de IgA específicos para <em>Salmonella enterica</em> subsp. <em>enterica serovar Typhi</em>.</p>
<p>Probióticos podem promover efeitos imunomoduladores por meio de interações diretas com o epitélio intestinal, especialmente no intestino delgado, que é menos densamente povoado pela microbiota comensal. Por outro lado, efeitos imunomoduladores dos probióticos no cólon têm maior probabilidade de ocorrer via modulação da composição da microbiota</p>
<p>Várias moléculas efetoras (“effector molecules”) probióticas envolvidas em interações imunes foram identificadas, incluindo componentes da parede celular bacteriana como peptidoglicanos e ácido lipoteicóico, além de proteínas específicas. Para algumas destas moléculas efetoras, seus modos de ação nas respostas imunes do hospedeiro foram descritos e envolvem a modulação de várias cascatas de sinalização de receptores que apresentam papel proeminente na regulação do sistema imunológico.</p>
<p>Atualmente, está bem estabelecido que proteínas da superfície celular, ácido lipoteicóico, muropeptídeos derivados de peptidoglicano, exopolissacarídeos e estruturas do tipo pili exercem respostas imunológicas em uma variedade de células do sistema imune, incluindo macrófagos e linfócitos.</p>
<p>Estudos recentes em humanos saudáveis mediram mudanças no perfil de transcrição de genes para determinar as respostas moleculares que ocorrem na mucosa duodenal após o consumo de probiótico Lactobacillus spp. Esses estudos nutrigenômicos mostraram que as respostas nas mucosas a diferentes lactobacilos são profundamente diferentes, ilustrando a especificidade das respostas do hospedeiro a diferentes estirpes e/ou espécies bacterianas. Esses estudos suportam a ideia de que que linhagens e espécies especificas de lactobacilos probióticos apresentam efeitos imunomuduladores distintos.</p>
<p>Os probióticos também podem apresentar efeitos imunomoduladores indiretos como, por exemplo, inibindo a colonização da mucosa intestinal por microrganismos patogênicos e induzindo a liberação de peptídeos antimicrobianos.</p>
<p>Tanto a diversidade quanto a abundância microbiana no intestino são importantes para a manutenção da saúde humana. A microbiota intestinal desempenha um papel importante na resistência a patógenos, tanto por interação direta com bactérias patogênicas, como por meio de modulação do sistema imunológico. As bactérias comensais que residem no intestino são diversas e, em certos casos, espécies individuais parecem ter papéis distintos e opostos na resposta imune do intestino.</p>
<p>Está bem definido que certas espécies da microbiota intestinal são necessárias para a regulação da resposta imune, e que perturbações na microbiota podem resultar em alterada resposta imunológica, crescimento de microrganismos patogênicos e promoção de inflamação.</p>
<p>O rápido crescimento das técnicas de metagenômica tem contribuído para uma melhor compreensão do papel de microrganismos específicos e da diversidade da microbiota no desenvolvimento de diversas doenças. O conhecimento obtido poderá ajudar no desenvolvimento de terapias focadas nos efeitos específicos de diferentes probióticos e prebióticos na microbiota intestinal.</p>
<p>Um grande desafio para entender o impacto funcional das comunidades microbianas na saúde e na doença é a heterogeneidade dessas comunidades e o fato de que sua composição pode ser influenciada por vários fatores, incluindo a genética do hospedeiro, nutrição, tratamento com antibióticos, infecções e colonização microbiana no período neonatal. No entanto, parece claro que certas espécies de bactérias podem ter efeitos pronunciados no sistema imunológico do intestino, e que o equilíbrio dessas influências é importante para a manutenção da homeostase e para o desenvolvimento de novas estratégias de prevenção ou tratamento de doenças crônicas. A ingestão de probióticos e prebióticos constituem, portanto, uma estratégia eficaz para manipular a composição da microbiota intestinal e modular positivamente a resposta imunológica do hospedeiro. A veiculação dos probióticos e prebióticos em produtos lácteos incorpora, adicionalmente, os já conhecidos benefícios dos lácteos na nutrição e na saúde humana.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>REFERÊNCIAS </strong></p>
<p>KAMADA, N.; CHEN, G. Y.; INOHARA, N.; NUNEZ, G. Control of pathogens and patho-biontsby the gut microbiota. Nature Immunology, 14, 685-690, 2013.</p>
<p>KLAENHAMMER, T.R.; KLEEREBEZEM, m.KOPP, M.V.; RESCIGNO, M.The impact of probiotics and prebiotics on the immune system. Nature Rewiews, 12, 728-34, 2012.</p>
<p>PODOLSKY, S. Cultural divergence: Elie Metchnikoff’s <em>Bacillus bulgaricus </em>therapy and his underlying concept of health. Bull. Hist. Med., 72, 1-27, 1998.</p>
<p>REGO, R.A. et al. Brasil Dairy Trends 2020. Campinas:ITAL, 2017. 343p.</p>
<p>VIEIRA, A.T.; TEIXEIRA, M.M.; MARTINS, F.S. The role of probiotics and prebiotics in inducing gut immunity. Frontiers in Immunology, v.4, n.445, p.1-12, 2013.</p>
<p>ZHANG, C.; WANG, H.; CHEN, T. Interactions between Intestinal Microflora/Probiotics and the Immune System. Bio. Med. Research International, 2019.  https://doi.org/10.1155/2019/6764919.</p>
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<p>&nbsp;</p>
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		<title>China aumenta o consumo de laticínios para fortalecer a imunidade e combater o coronavírus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Mar 2020 20:59:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nas últimas semanas foram registrados aumento do consumo de iogurte, cuja demanda deve continuar em expansão mesmo após superada a situação da saúde pública atual, revela o boletim Um relatório da Embaixada do Uruguai na China, divulgado pelo Instituto Nacional do Leite Uruguaio (Inale) revela um aumento de 13% do consumo de leite e seus  [...]</p>
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<figure id="attachment_2870" aria-describedby="caption-attachment-2870" style="width: 1280px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-2870 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/people-2560321_1280.jpg?resize=1020%2C678&#038;ssl=1" alt="consumo de laticínios fortalece o sistema imunológico. Cereais matinais são uma ótima opção de café da manhã para os pequenos" width="1020" height="678" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/people-2560321_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/people-2560321_1280.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/people-2560321_1280.jpg?resize=1024%2C681&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/people-2560321_1280.jpg?resize=768%2C511&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-2870" class="wp-caption-text">Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/StockSnap-894430/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2560321">StockSnap</a> por <a href="https://pixabay.com/pt/?utm_source=link-attribution&amp;utm_medium=referral&amp;utm_campaign=image&amp;utm_content=2560321">Pixabay</a></figcaption></figure>
<h4 dir="ltr" style="text-align: center;"><span style="color: #282828;"><strong>Nas últimas semanas foram registrados aumento do consumo de iogurte, cuja demanda deve continuar em expansão mesmo após superada a situação da saúde pública atual, revela o boletim</strong></span></h4>
<p dir="ltr" style="text-align: left;"><span style="color: #282828;">Um relatório da Embaixada do Uruguai na China, divulgado pelo Instituto Nacional do Leite Uruguaio (Inale) revela um aumento de 13% do consumo de leite e seus  derivados, durante o período de prevalência da <strong>pandemia de Covid-19 </strong>no país Asiático. </span><span style="color: #282828;">Esse crescimento, é atribuído à percepção generalizada da população chinesa de que o consumo de laticínios fortalece a imunidade. </span></p>
</div>
<div class="itemIntroText">
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;"><strong>Incentivo ao consumo de laticínios</strong></span></p>
</div>
<div class="itemFullText">
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Diversas associações da indústria de laticínios chinesa publicaram em conjunto um Guia para o Consumo de Laticínios do Povo Chinês.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">O manual possui orientações sobre como aumentar o consumo de leite e derivados no país. É importante ressaltar que o Estado possui alta participação nas indústrias de laticínios da localidade.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Segundo a divulgação do Inale, o estímulo é diferente  para grupos que foram divididos entre gestantes, crianças, adultos e idosos.</span></p>
<h4 dir="ltr"><strong>Necessidades nutricionais diferentes</strong></h4>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Tal distinção foi realizada devido à necessidade nutricional  de cada grupo ser específica. </span><span style="color: #282828;">Desta forma, sugere que as mulheres grávidas ou lactantes consumam no mínimo meio litro de leite  ou o equivalente em seus derivados por dia.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Já no caso de crianças até os dois anos, a orientação é que a fórmula infantil seja consumida no caso de insuficiência de leite materno. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Mas para os pais de crianças maiores  o guia sugere que seja oferecido aos seus filhos diariamente pelo menos um copo de leite líquido, ou o correspondente de leite em pó.  E recomenda ainda a ingestão de queijos e iogurtes.</span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Todavia ressalta que no caso dos adultos,  o  ideal é consumir leite com baixo teor de gordura ou desnatado.</span></p>
</div>
<h4 dir="ltr"><strong>Como o consumo de laticínios fortalece o sistema imunológico</strong></h4>
<figure id="attachment_2867" aria-describedby="caption-attachment-2867" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-2867 size-medium" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-16-at-17.04.15.jpeg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-16-at-17.04.15.jpeg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/WhatsApp-Image-2020-03-16-at-17.04.15.jpeg?w=475&amp;ssl=1 475w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-2867" class="wp-caption-text"><span style="color: #282828;">Karolyne Oliveira</span></figcaption></figure>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Segundo a nutricionista <strong>Karolyne Oliveira</strong> o leite e seus derivados são uma ótima alternativa para a imunidade por ser fonte de vitamina A, &#8220;por sua composição antioxidante, que fortalece o sistema imunológico,&#8221; declara Oliveira . </span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;"> A nutricionista destaca ainda a importância do alimento na recuperação das pessoas que já foram infectadas, pois o &#8220;leite é uma ótima fonte de proteína, que  ajuda na recomposição muscular, principalmente no caso de idosos que ficaram dias acamados&#8221;,  conclui Karolyne. </span></p>
<p dir="ltr"><span style="color: #282828;">Nós preparamos um Guia para te ajudar a se proteger do coronavírus. Se você quiser acessá-lo <a style="color: #282828;" href="https://portalcontexto.com.br/guia-para-prevencao-do-coronavirus/"><span style="color: #0000ff;">clique aqui!</span></a></span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #282828;">Este conteúdo foi produzido em parceria com a equipe do<span style="color: #0000ff;"><a style="color: #0000ff;" href="https://www.terraviva.com.br/"> www.terraviva.com.br</a></span></span></p>
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