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	<title>Arquivos #história - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #história - Portal Contexto</title>
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		<title>A expressão da mulher brasileira no 7 de setembro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2023 10:25:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35607" aria-describedby="caption-attachment-35607" style="width: 282px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class=" wp-image-35607" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified.jpg?resize=282%2C423&#038;ssl=1" alt="" width="282" height="423" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?resize=1024%2C1536&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?resize=1365%2C2048&amp;ssl=1 1365w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/09/patricia-augusto-carra-modified-scaled.jpg?w=1707&amp;ssl=1 1707w" sizes="(max-width: 282px) 100vw, 282px" /><figcaption id="caption-attachment-35607" class="wp-caption-text">Patrícia Rodrigues Augusto Carra. Foto: Fabi Guedes/Divulgação</figcaption></figure>
<p>O empoderamento feminino corre no sangue da mulher brasileira e não é à toa. Apesar da falta de destaque às ações e aos pensamentos femininos nas narrativas históricas, mulheres são agentes ativas nos processos históricos. Por isso, não é possível passar a semana da Independência sem lembrar das que lutaram na guerra de Independência, como Maria Quitéria, voluntária na batalha contra as forças de Portugal.</p>
<p>Ela não foi a única. Registros mencionam a existência de várias outras mulheres atuantes na Independência do Brasil. Um processo marcado, também, pela violência.  Se no dia sete de setembro aconteceu a proclamação da Independência com um grito de Dom Pedro, a emancipação política do Brasil foi um acontecimento mais longo e complexo. Na Bahia, muitas mulheres guerrearam de arma em punho, lideradas pela própria Quitéria, em batalhas como a do rio Paraguaçu; muitas outras lutaram sob a liderança de Maria Felipa.</p>
<p>A narrativa histórica oficial – de forma muito tênue – só registrou duas mulheres como heroínas: Maria Quitéria, ouso dizer, quase como musa numa versão amazônica, e Soror Angélica, na qualidade de mártir.</p>
<p>Mais de um século após o fim das lutas pela Independência do Brasil, Maria Quitéria foi reconhecida como Heroína das Guerras pela Independência e, em 1953, por ordem do governo brasileiro, seu retrato foi inaugurado em estabelecimentos do Exército. Mas somente a partir de 2018 foram admitidas mulheres na Academia Militar das Agulhas Negras para serem formadas combatentes do Exército Brasileiro.</p>
<p>Quitérias, Soror Angélicas, Marias Felipas&#8230; muitas mulheres romperam com os padrões vigentes de suas épocas. A historiografia nacional, em geral, concede a Maria Quitéria patriotismo como o valor justificante para sua transgressão; contudo, também ressalta a redenção ao papel dela esperado enquanto mulher de sua época.</p>
<p>Ela não ocupa grandes espaços nos manuais de História e, em geral, é resumida à mulher que fugiu de casa para lutar na Guerra de Independência. Maria Quitéria, porém, é muito mais que isso: é sinônimo de empoderamento, com valores que incentivam a busca de autonomia, a coragem para trilhar caminhos diferenciados, o autoconhecer-se. Não é a mulher que se disfarçou de homem e lutou em uma guerra, mas a que ousou escolher e se ‘empoderar’ numa época em que o termo nem existia.</p>
<p>Ao resgatarmos trajetórias de mulheres em processos históricos, como o da emancipação política brasileira, é possível fazermos novos questionamentos e leituras de lugares, de espaços e da sociedade desejada. É possível reconhecermos valores que contribuam com o buscar de uma sociedade cujo marco seja a equidade.</p>
<p><strong>Patrícia Rodrigues Augusto Carra</strong> é doutora em Educação, psicopedagoga, historiadora e pesquisadora. É autora do livro infantil “Maria Flor” e fundadora da revista digital Histori-se.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Palestra sobre a primeira deputada estadual negra do país será nesta segunda (29)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 May 2023 15:15:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento online é promovido pela Universidade Católica de Brasília e acontece na segunda-feira (29), das 17h às 18h O Mestrado em Direito da Universidade Católica de Brasília (UCB) recupera a história do país em um momento importante em que se debate o racismo e ações afirmativas. Na próxima segunda-feira, pela plataforma Teams, acontece uma palestra [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_34200" aria-describedby="caption-attachment-34200" style="width: 598px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-34200" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/05/antonieta-de-barros.jpg?resize=598%2C680&#038;ssl=1" alt="deputada" width="598" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/05/antonieta-de-barros.jpg?w=598&amp;ssl=1 598w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/05/antonieta-de-barros.jpg?resize=264%2C300&amp;ssl=1 264w" sizes="(max-width: 598px) 100vw, 598px" /><figcaption id="caption-attachment-34200" class="wp-caption-text">Foto: Memorial Antonieta de Barros</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Evento online é promovido pela Universidade Católica de Brasília e acontece na segunda-feira (29), das 17h às 18h</em></h3>
<p>O Mestrado em Direito da Universidade Católica de Brasília (UCB) recupera a história do país em um momento importante em que se debate o racismo e ações afirmativas. Na próxima segunda-feira, pela plataforma <a href="https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_M2QwZTA5YTctZGM3Yi00OTgwLWI1OGYtZDY0YjI4MmRkYWRk%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%222009dfae-df11-49c7-804d-fda8d5cd9865%22%2c%22Oid%22%3a%221cf76539-7a3e-4101-b302-8c4e4ec0bad3%22%7d" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teams,</a> acontece uma palestra online sobre <span style="font-size: 14.4px;"> </span><span style="font-size: 14.4px;">a trajetória de Antonieta de Barros: primeira deputada estadual negra do Brasil, ministrada pela professora universitária Jeruse Romão. O evento faz parte das atividades do grupo de pesquisa <a href="https://www.iddt.com.br/">Igualdade, Diversidade, Democracia e Tributação (IDDT)</a>.</span></p>
<p>Antonieta foi autora do projeto que definiu o dia 15 de outubro como o Dia do Professor em Santa Catarina, data que só foi oficializada no calendário nacional em 1963. Foi deputada estadual em Santa Catarina nas décadas de 1930 e 1940, primeira mulher negra a assumir um mandato popular no Brasil, estando entre as três primeiras mulheres eleitas na história do país.</p>
<p>A palestrante é autora do livro “Antonieta de Barros: professora, escritora, jornalista, primeira deputada catarinense e negra do Brasil”, lançado em 2021. Jeruse é formada em Pedagogia e Mestre em Educação pela Universidade do Estado de Santa Catarina.</p>
<p><strong>Serviço<br />
</strong>Palestra “Trajetória de Antonieta de Barros: primeira deputada estadual negra do Brasil”<br />
Com Jeruse Romão, professora universitária, mestre em Educação e autora da biografia da Antonieta de Barros<br />
Dia 29 de maio (segunda-feira) às 17h<br />
Transmissão online: <a href="https://teams.microsoft.com/l/meetup-join/19%3ameeting_M2QwZTA5YTctZGM3Yi00OTgwLWI1OGYtZDY0YjI4MmRkYWRk%40thread.v2/0?context=%7b%22Tid%22%3a%222009dfae-df11-49c7-804d-fda8d5cd9865%22%2c%22Oid%22%3a%221cf76539-7a3e-4101-b302-8c4e4ec0bad3%22%7d" target="_blank" rel="noopener noreferrer">via Teams</a><br />
Evento gratuito</p>
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		<item>
		<title>No Bicentenário da Independência, livro detalha como o Brasil deixou de ser colônia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Sep 2022 09:15:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Obra reúne artigos de pesquisadores renomados com reflexões críticas e analíticas sobre o processo de separação de Portugal Celebrado em 2022, o Bicentenário da Independência do Brasil incita comemorações e também o resgate histórico do processo de separação de Portugal. Neste sentido, a editora Almedina Brasil lança E Deixou de Ser Colônia, obra coletiva organizada pelo historiador João [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-29672 alignleft" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=308%2C454&#038;ssl=1" alt="" width="308" height="454" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?w=1737&amp;ssl=1 1737w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=204%2C300&amp;ssl=1 204w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=695%2C1024&amp;ssl=1 695w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=768%2C1132&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=1042%2C1536&amp;ssl=1 1042w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/09/E-deixou-de-ser-colonia-scaled.jpg?resize=1390%2C2048&amp;ssl=1 1390w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /></p>
<h3><i>Obra reúne artigos de pesquisadores renomados com reflexões críticas e analíticas sobre o processo de separação de Portugal</i></h3>
<div>
<p>Celebrado em 2022, o <strong>Bicentenário da Independência</strong> do Brasil incita comemorações e também o resgate histórico do processo de separação de Portugal. Neste sentido, a editora <strong>Almedina Brasil</strong> lança <strong>E Deixou de Ser Colônia</strong>, obra coletiva organizada pelo historiador <strong>João Paulo Pimenta</strong>.</p>
<p>A novidade reúne artigos assinados por doutores em história e oferece uma síntese factual com enfoque analítico rigoroso sobre os acontecimentos que levaram à independência e suas consequências. Este trabalho, porém, é feito de forma fluída e educativa sem deixar de cativar o leitor.</p>
<p>Dentre os temas abordados no livro estão a crise do Antigo Regime, a relação entre os povos indígenas e o processo de independência, a situação dos negros escravizados no Brasil Império, a receptividade da imprensa para as pautas republicanas e outros tópicos importantes para contextualizar as particularidades da época.</p>
<p>O organizador da obra, João Paulo Pimenta, é doutor em História e professor do Departamento de História da USP desde 2004. É, ainda, especialista na História do Brasil e da América dos séculos XVIII e XIX e nos processos de independência e construção dos estados nacionais americanos.</p>
<p><strong><em>E deixou de ser colônia</em></strong> é leitura indicada para estudantes, historiadores e apaixonados pelo tema. O livro representa uma oportunidade de profunda reflexão sobre um marco histórico que influenciou transformações econômicas, sociais e repercute até hoje na realidade do país.</p>
<p><strong>Ficha técnica</strong></p>
<p><strong>Livro:</strong> E deixou de ser colônia<br />
<strong>Organizador: </strong>João Paulo Pimenta<br />
<strong>Editora:</strong> Almedina Brasil<br />
<strong>ISBN: </strong>978856293887<br />
<strong>Páginas: </strong>422<br />
<strong>Formato:</strong> 23.00cm x 16.00cm<br />
<strong>Preço:</strong> R$ 119,20<br />
<strong>Onde encontrar:</strong> <a href="https://m.almedina.com.br/produto/e-deixou-de-ser-colonia-11028" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://m.almedina.com.br/produto/e-deixou-de-ser-colonia-11028&amp;source=gmail&amp;ust=1662477867857000&amp;usg=AOvVaw1pq93b6zGdWSLCwLXZog90">Almedina Brasil </a>| <a href="https://www.amazon.com.br/Deixou-ser-Col%C3%B4nia-Hist%C3%B3ria-Independ%C3%AAncia/dp/8562938874" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.amazon.com.br/Deixou-ser-Col%25C3%25B4nia-Hist%25C3%25B3ria-Independ%25C3%25AAncia/dp/8562938874&amp;source=gmail&amp;ust=1662477867857000&amp;usg=AOvVaw06tBMNfe03B6pkVcJnTUUk">Amazon</a></p>
<p><strong>Sobre os autores</strong></p>
<p><strong>João Paulo Pimenta (organizador):</strong> doutor em História e professor do Departamento de História da USP desde 2004.</p>
<p><strong>Alain El Youssef:</strong> doutor (2019) em História Social pela Universidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Ana Rosa Cloclet Da Silva:</strong> doutora em História pela Universidade Estadual de Campinas (2000), com pós-doutorado pela Universidade de São Paulo (2007).</p>
<p><strong>Andréa Slemian:</strong> doutora em História pela Universidade de São Paulo (2006).</p>
<p><strong>Cecília Helena L. De Salles Oliveira:</strong> doutora em História Social pela Universidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Eduardo Silva Ramos:</strong> é doutor em História Econômica pela mesma instituição.</p>
<p><strong>Fernanda Sposito</strong>: doutora em História pela Universidade de São Paulo.</p>
<p><strong>Juliana Gesuelli Meirelles: </strong>doutora em História Política pela Universidade Estadual de Campinas.</p>
<p><strong>Marcelo Cheche Galves</strong>: doutor em História pela Universidade Federal</p>
<p>Fluminense.</p>
<p><strong>Marisa Saenz Leme:</strong> professora do Departamento de História da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais da Universidade Estadual Paulista, em Franca.</p>
</div>
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		<title>Pesquisadores apresentam fóssil de dinossauro encontrado no Ceará</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/pesquisadores-apresentam-fossil-de-dinossauro-encontrado-no-ceara/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisadores-apresentam-fossil-de-dinossauro-encontrado-no-ceara</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 11 Jul 2020 10:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#cariri]]></category>
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		<category><![CDATA[#museu]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aratasaurus museunacionali ou nascido do fogo é o nome do achado Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, do Museu Nacional e da Universidade Regional do Cariri apresentaram nesta sexta-feira (10) um fóssil de dinossauro de uma espécie inédita encontrado em 2008, no Ceará, o Aratasaurus museunacionali. A pesquisa foi publicada ontem na revista do Grupo [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_6329" aria-describedby="caption-attachment-6329" style="width: 654px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-6329" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Ilustra%C3%A7%C3%A3o-de-como-deve-ter-sido-o-Aratasaurus-museunacionali.-Divulga%C3%A7%C3%A3o-Museu-Nacional_Renan-Bantim.jpg?resize=654%2C462&#038;ssl=1" alt="dinossauro BR" width="654" height="462" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Ilustra%C3%A7%C3%A3o-de-como-deve-ter-sido-o-Aratasaurus-museunacionali.-Divulga%C3%A7%C3%A3o-Museu-Nacional_Renan-Bantim.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Ilustra%C3%A7%C3%A3o-de-como-deve-ter-sido-o-Aratasaurus-museunacionali.-Divulga%C3%A7%C3%A3o-Museu-Nacional_Renan-Bantim.jpg?resize=300%2C212&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 654px) 100vw, 654px" /><figcaption id="caption-attachment-6329" class="wp-caption-text">Ilustração de como deve ter sido o Aratasaurus museunacionali. &#8211; Divulgação Museu Nacional/Renan Bantim</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center"><strong>Aratasaurus museunacionali ou nascido do fogo é o nome do achado</strong></h4>
<p>Pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco, do Museu Nacional e da Universidade Regional do Cariri apresentaram nesta sexta-feira (10) um fóssil de dinossauro de uma espécie inédita encontrado em 2008, no Ceará, o <strong>Aratasaurus museunacionali</strong>. A pesquisa foi publicada ontem na revista do Grupo <em>Nature – Scientific Reports</em>.</p>
<p>Segundo o diretor do Museu Nacional/UFRJ, <strong>Alexander Kellner</strong>, o fóssil do dinossauro foi batizado em homenagem à instituição, cujo palácio na Quinta da Boa Vista foi destruído pelo incêndio em 2018. Ele explicou que ara e ata vêm do tupi e significam nascido e fogo, respectivamente. Já saurus vem do grego e é muito usado para denominar espécies répteis recentes e fósseis. A tradução de Aratasaurus é nascido do fogo, em alusão ao incêndio no museu.</p>
<p>O fóssil tem entre 110 e 115 milhões de anos. Apenas uma das patas do animal está preservada, a direita traseira. “A forma como os ossos estão dispostos, articulados, levam a crer que ele provavelmente deveria estar mais completo antes de sua coleta”, disse o paleontólogo da Universidade Regional do Cariri <strong>Renan Bantim</strong>.</p>
<p>Segundo os pesquisadores, embora à primeira vista pareça pouco, esses ossos guardam características anatômicas importantes para sua classificação e para entender sua evolução. Pelas dimensões da pata e recorrendo a espécies evolutivamente próximas que são mais completas, a equipe chegou à conclusão de que se tratava de um animal de médio porte, chegando aos 3,12 metros e podendo ter pesado até 34,25 quilos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_6331" aria-describedby="caption-attachment-6331" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-6331" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Detalhe-do-p%C3%A9-do-f%C3%B3ssil-do-Aratasaurus-museunacionali-Divulga%C3%A7%C3%A3o_Juliana-Say%C3%A3o_Museu-Nacional.jpg?resize=600%2C450&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="450" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Detalhe-do-p%C3%A9-do-f%C3%B3ssil-do-Aratasaurus-museunacionali-Divulga%C3%A7%C3%A3o_Juliana-Say%C3%A3o_Museu-Nacional.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/Detalhe-do-p%C3%A9-do-f%C3%B3ssil-do-Aratasaurus-museunacionali-Divulga%C3%A7%C3%A3o_Juliana-Say%C3%A3o_Museu-Nacional.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6331" class="wp-caption-text">Detalhe do pé do fóssil do Aratasaurus museunacionali &#8211; Divulgação_Juliana Sayão/Museu Nacional</figcaption></figure>
<h4><strong>Descoberta</strong></h4>
<p>Após ser descoberto em 2008, numa mina de gesso, o fóssil do Aratasaurus foi levado para o Museu de Paleontologia Plácido Cidade Nuvens, em Santana do Cariri, no interior do Ceará, e em seguida, encaminhado para o Laboratório de Paleobiologia e Microestruturas, no Centro Acadêmico de Vitória, da Universidade Federal de Pernambuco para ser preparado e estudado.</p>
<p>O processo de preparação, que consiste na retirada da rocha que envolve o fóssil, foi lento e complexo devido à fragilidade em que se encontrava o achado, segundo os pesquisadores.</p>
<p>Entre 2008 e 2016, foram feitas análises microscópicas de seus tecidos através de pequenas amostras dos ossos. Há quatro anos, o fóssil foi levado para o Museu Nacional/UFRJ para que uma pequena parte fosse preparada em detalhe.</p>
<p>Apesar do incêndio de 2018 no <a href="https://portalcontexto.com.br/museu-nacional-do-rj-expectativa-de-reabertura-emociona-pesquisadores/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Museu Nacional</a>, a área onde estava esse fóssil não foi atingida e ele permaneceu intacto.</p>
<p>O fóssil será depositado no Museu Plácido Cidade Nuvens, em Santana do Cariri, sendo o primeiro de dinossauro sob posse do museu. A idéia é possibilitar um aporte maior para o turismo de aventura na região.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/pesquisadores-apresentam-fossil-de-dinossauro-encontrado-no-ceara/">Pesquisadores apresentam fóssil de dinossauro encontrado no Ceará</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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