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	<title>Arquivos Futebol Feminino - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Futebol Feminino - Portal Contexto</title>
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		<title>Seleção feminina de futebol dá adeus a Tóquio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jul 2021 14:37:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pela segunda vez, a seleção feminina foi derrotada nas quartas de final em Jogos Olímpicos No ano que marca os 80 anos da proibição do futebol feminino no Brasil, as atletas da seleção feminina de futebol reacenderam o sonho dourado em Jogos Olímpicos. E nesta edição do maior evento esportivo realizado em Tóquio, o time [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_19486" aria-describedby="caption-attachment-19486" style="width: 680px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-19486 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/E7imT4yXsAAIOMY.jpg?resize=680%2C544&#038;ssl=1" alt="feminina" width="680" height="544" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/E7imT4yXsAAIOMY.jpg?w=680&amp;ssl=1 680w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/E7imT4yXsAAIOMY.jpg?resize=300%2C240&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 680px) 100vw, 680px" /><figcaption id="caption-attachment-19486" class="wp-caption-text">#GuerreirasdoBrasil Foto: Sam Robles/CBF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Pela segunda vez, a seleção feminina foi derrotada nas quartas de final em Jogos Olímpicos</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">No ano que marca os <a href="https://portalcontexto.com.br/80-anos-da-proibicao-do-futebol-feminino-no-pais/">80 anos da proibição do futebol feminino no Brasil</a>, as atletas da seleção feminina de futebol reacenderam </span><span style="font-weight: 400;">o sonho dourado em Jogos Olímpicos. E nesta edição do maior evento esportivo realizado em Tóquio, o time comandado pela sueca Pia Sundhage aparecia, mais uma vez, entre os favoritos. E, infelizmente, não foi dessa vez.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na manhã desta sexta-feira, horário de Brasília, o time liderado por Marta, a melhor jogadora do mundo por cinco oportunidades, e Formiga, que disputava a sua oitava olímpiada, enfrentou o Canadá, que segurou o time brasileiro e o jogo seguiu para a prorrogação graças ao 0 x 0 teimoso.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As meninas do Brasil tomaram a iniciativa, mas a defesa canadense seguia negando o gol. O placar se manteve igual e as penalidades irão definir quem seguiria na competição. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Canadá começou batendo e Bárbara, a goleira do Brasil, pegou a primeira cobrança. Pelo lado brasileiro, Marta fez o primeiro gol. O time verde e amarelo manteve a vantagem até a quarta cobrança quando Andressa Alves foi parada pela goleira Stephanie Labbe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Placar empatado nas cobranças, Bárbara precisaria pegar a quinta cobrança para que o Brasil voltasse para a liderança, mas Vanessa Gilles bateu bem e converteu. Era hora do último pênalti para as brasileiras, e infelizmente, Stephanie Labbe parou Rafaelle e desclassificou o time brasileiro.</span></p>
<figure id="attachment_19492" aria-describedby="caption-attachment-19492" style="width: 431px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-19492" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/16088377822_199314324f_c.jpg?resize=431%2C265&#038;ssl=1" alt="feminina" width="431" height="265" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/16088377822_199314324f_c.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/16088377822_199314324f_c.jpg?resize=300%2C184&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/16088377822_199314324f_c.jpg?resize=768%2C471&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 431px) 100vw, 431px" /><figcaption id="caption-attachment-19492" class="wp-caption-text">Formiga e Marta em campo em 2014. Foto: Larissa Leite</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">A derrota marca a despedida de Formiga, a jogadora com mais participações na seleção e com a experiência de oito Jogos Olímpicos. Pode ter sido também o último jogo de Marta, a maior artilheira do Brasil, disse, após o jogo, que ainda era cedo para anunciar uma possível aposentadoria.</span></p>
<p>Nos outros jogos realizados, os Estados Unidos bateram a Holanda, a Suécia, atual vice campeã olimpíca, bateu o Japão e a Austrália surpreendeu e venceu o time britânico.</p>
<p>As semifinais estão marcadas para a próxima segunda-feira e o chaveamento ficou: Estados Unidos contra Canadá e Austrália enfrenta a Suécia.</p>
<h4><b>Seleção feminina de futebol e Olimpíadas</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O futebol feminino entrou para as Olimpíadas em 1996, nos Jogos de Atlanta. E Formiga já estava lá entre as jogadoras, naquela edição, o Brasil ficou em quarto lugar e as americanas levaram o ouro. Quatro anos mais tarde, era a vez da Grécia receber o maior evento esportivo do planeta. E o sonho das meninas de voltar a tentar uma medalha se reacendeu, afinal, no ano anterior, elas foram campeãs no Pan de Santo Domingo. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A seleção foi para a final contra as americanas. O time brasileiro contava já com Marta, Formiga, Cristiane, que foi a artilheira daquela edição dos jogos com a alemã Birgit Prinz, as duas marcaram 5 gols. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As americanas lideradas por uma das mais icônicas jogadoras da história recente, Mia Hamm, venceram o Brasil por 2 a 1 e ali se mantinha uma rivalidade entre as duas seleções. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nas Olimpíadas de Pequim, o desejo dourado estava ali. Vale lembrar que a seleção foi bicampeã nos Jogos Pan-Americanos de 2007 realizados no Rio de Janeiro. E foi um momento muito especial para as atletas que puderam jogar no Maracanã e adivinha quem foi a melhor jogadora da competição? Ela mesmo, Marta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na China, o roteiro se repetiu, nova final contra os Estados Unidos. E novamente, a vitória e o ouro ficou com as americanas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em Londres 2012, a seleção ficou pela primeira vez fora nas quartas de final e nos Jogos do Rio, infelizmente, a derrota veio na semifinal e as meninas não conseguiram o bronze e ficaram com um quarto lugar, como aconteceu em Atlanta. E como aconteceu nesta manhã, as canadenses bateram as brasileiras também há quatro anos atrás.</span></p>
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		<title>80 anos da proibição do futebol feminino no país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Apr 2021 13:20:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[80 anos do decreto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diziam que elas não eram compatíveis com o futebol. Sem o decreto, o mundo pode aplaudir Marta, eleita por cinco vezes a melhor jogadora do mundo Você sabia que as mulheres no Brasil eram proibidas de jogar futebol? Pois é, hoje, 14 de abril marca a data dos 80 anos do Decreto-Lei que barrou as [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_16140" aria-describedby="caption-attachment-16140" style="width: 879px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-16140" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?resize=879%2C659&#038;ssl=1" alt="futebol" width="879" height="659" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?resize=1536%2C1152&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503943453_a83a2b8502_k.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 879px) 100vw, 879px" /><figcaption id="caption-attachment-16140" class="wp-caption-text">Seleção brasileira no Torneio Internacional realizado em dezembro de 2013 em Brasília. Foto; Larissa Leite</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><strong>Diziam que elas não eram compatíveis com o futebol. Sem o decreto, o mundo pode aplaudir Marta, eleita por cinco vezes a melhor jogadora do mundo</strong></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Você sabia que as mulheres no Brasil eram proibidas de jogar futebol? Pois é, hoje, 14 de abril marca a data dos 80 anos do </span><a href="https://legis.senado.leg.br/norma/528286/publicacao/15709647"><span style="font-weight: 400;">Decreto-Lei</span></a><span style="font-weight: 400;"> que barrou as mulheres de entrar em campo. Felizmente, a determinação de Getúlio Vargas perdeu a validade, e a história do futebol feminino recomeçou a ser escrita nos anos de 1990.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A jornalista Olga Bagatini, do Museu do Futebol, relembra que a proibição se deu porque o futebol era incompatível “com as condições de sua natureza”, como dizia o Decreto-Lei. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Foram quatro décadas de banimento cujas consequências são sentidas até hoje, passando pelo atraso no desenvolvimento da modalidade que provoca disparidades de tratamento, cobertura, salário e premiação até o preconceito que impera no imaginário social e coloca o futebol como um espaço que não pertence às mulheres, sejam elas atletas, treinadoras, gestoras, torcedoras, árbitras ou jornalistas”, conta.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem registros, não é possível determinar quando foi realizada a primeira partida de mulheres no país. Mas existem indícios de que na década de 1920, elas entraram em campo, as “senhoritas dos bairros da Cantareira e do Tremembé”, em São Paulo e também há evidências no Rio Grande do Norte.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na década de 1940, um amistoso provocou um rebuliço. Olga destaca que o jogo entre </span><a href="https://medium.com/museu-do-futebol/as-pioneiras-do-pacaembu-80-anos-da-estreia-do-futebol-feminino-no-est%C3%A1dio-municipal-a61f6b9351b2"><span style="font-weight: 400;">Casino Realengo e Brasileiro</span></a><span style="font-weight: 400;"> foi classificado por José Fuzeira, da Gazeta, como “um verdadeiro atentado à educação física, ao esporte e mesmo à organização esportiva de São Paulo”.</span></p>
<h4><b>Futebol Feminino nos anos 1990</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na década de 1990, a Fifa criou a primeira edição da Copa do Mundo Feminina. Em 1996, o futebol feminino foi incluído como modalidade Olímpica. A seleção brasileira com nomes como Sissi, Roseli e Kátia Cilene terminou a competição em quarto lugar. Com a atacante Mia Hamm, uma das principais jogadoras do país, as americanas foram campeãs.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na segunda parte da década de 1990, o futebol feminino ganhou um campeonato no país, em São Paulo. E um nome precisa ser mencionado ao falar de mulheres jogando bola: Luciano do Valle. O narrador foi um dos grandes apoiadores das meninas e levou os jogos para a TV aberta na Bandeirantes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a luta contra o preconceito não acabou ali. Olga conta que “Deu certo por algum tempo. No entanto, o desenvolvimento barrou no machismo dos gestores da (todos homens, claro), que além do completo descaso com os times femininos, a ponto de oferecer as sobras dos uniformes do masculino para elas e diárias risíveis para defender a seleção, também destilavam preconceito sobre sua aparência e sexualidade e tentava encaixar as jogadoras dentro de um padrão de beleza imposto.”</span></p>
<figure id="attachment_16142" aria-describedby="caption-attachment-16142" style="width: 444px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-16142" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503662894_fab224da8c_c.jpg?resize=444%2C333&#038;ssl=1" alt="mulheres" width="444" height="333" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503662894_fab224da8c_c.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503662894_fab224da8c_c.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/04/11503662894_fab224da8c_c.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 444px) 100vw, 444px" /><figcaption id="caption-attachment-16142" class="wp-caption-text">Marta, eleita cinco vezes a melhor do mundo pela Fifa. Foto: Larissa Leite</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2007, a seleção brasileira contava já com o talento de Marta e alcançou a final da Copa do Mundo, mas ficaram com a prata. Anos mais tarde, na Olimpíadas do Rio, a seleção ganhou um destaque e o carinho dos torcedores, mas “mas foi só Neymar e seus companheiros reencontrarem o caminho da vitória para o futebol feminino cair no esquecimento outra vez”, lembra Olga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O futebol feminino deve — e tem total capacidade — de construir sua própria história e buscar suas próprias estrelas. Tudo que a gente pede é respeito. Deixa ela jogar, treinar, comandar, torcer, comentar, apitar e narrar”, defende Olga Bagatini.</span></p>
<h4><strong>Seminário &#8220;Proibidas e Insurgentes&#8221;</strong></h4>
<p>Entre as programações do Museu do Futebol está o seminário<a href="https://portalcontexto.com.br/seminario-discute-a-presenca-das-mulheres-no-esporte/"> “Proibidas e Insurgentes — Os 80 anos da lei que vetou mulheres no esporte”</a>, composto de cinco módulos e <a class="ex if" href="https://museudofutebol.org.br/" rel="noopener nofollow">programação completa está disponível no site.</a></p>
<p>No dia 27 de abril, o Museu lançará um um audioguia com 100 anos de histórias de mulheres do futebol. Duas exposições podem ser acessadas online: <a class="ex if" href="https://artsandculture.google.com/exhibit/visibilidade-para-o-futebol-feminino/AwKyL29yfLwzIQ" rel="noopener nofollow">Visibilidade para o Futebol Feminino</a> e <a class="ex if" href="https://artsandculture.google.com/exhibit/mulheres-desobedi%C3%AAncia-e-resili%C3%AAncia/6wLC5AmNJU9-Jw" rel="noopener nofollow">Mulheres, Desobediência e Resiliência.</a></p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/80-anos-da-proibicao-do-futebol-feminino-no-pais/">80 anos da proibição do futebol feminino no país</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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