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	<title>Arquivos #exerciciofisico - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #exerciciofisico - Portal Contexto</title>
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		<title>Usar máscara para se exercitar não prejudica saúde, dizem especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2020 10:00:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Equipamento de proteção facial funciona como barreira à contaminação pela covid-19 O uso de máscaras é obrigatório, em quase todos os estados, e funciona como uma barreira à contaminação pelo novo coronavírus. A recente reabertura das academias e demais espaços esportivos trouxe algumas dúvidas sobre a possibilidade de causarem danos à saúde durante a prática [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_6435" aria-describedby="caption-attachment-6435" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-6435 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-usando-mascara-Photo-by-Gustavo-Fring-from-Pexels.jpg?resize=640%2C426&#038;ssl=1" alt="saúde uso de máscara" width="640" height="426" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-usando-mascara-Photo-by-Gustavo-Fring-from-Pexels.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/mulher-usando-mascara-Photo-by-Gustavo-Fring-from-Pexels.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-6435" class="wp-caption-text">Usar máscara durante o exercício físico não prejudica a saúde. Foto: Gustavo Fring/Pexels</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center"><strong>Equipamento de proteção facial funciona como barreira à contaminação pela covid-19</strong></h4>
<p>O uso de máscaras é obrigatório, em quase todos os estados, e funciona como uma barreira à contaminação pelo novo coronavírus. A recente <a href="https://portalcontexto.com.br/saloes-e-academias-reabrem-no-df/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">reabertura</a> das academias e demais espaços esportivos trouxe algumas dúvidas sobre a possibilidade de causarem danos à saúde durante a prática de exercícios físicos.</p>
<p>Pelo que sabe, não existe nenhuma comprovação científica de que o uso da máscara na execução do treinamento aeróbico vá causar algum dano à saúde das pessoas. “O que pode acontecer é um incômodo, por haver resistência na hora de inspirar e expirar, ou seja, na hora de respirar. Mas problemas diretamente relacionados, eu acredito que não existam”, ressalta o presidente da Associação dos Professores de Educação Física do Estado do Rio de Janeiro (Apef-Rio), <strong>Guilherme Silva Amaral.</strong></p>
<p>A cardiologista <strong>Renata Castro</strong>, membro da Sociedade de Cardiologia do Estado do Rio de Janeiro (Socerj), destaca que usar a máscara é extremamente importante para todo mundo, além de obrigatório por questões de legislação e prevenção de saúde. Renata lembra que o uso é ainda mais importante para pessoas que têm doenças cardíacas. “Nesse período de pandemia, ficou muito claro que quem tem doença cardíaca tem chance muito maior de evoluir mal quando infectado pelo coronavírus. Isso aumenta a necessidade de essas pessoas utilizarem a máscara”, disse Renata.</p>
<p>A médica reconhece que não é confortável usar máscara, porque dificulta a inspiração, ou seja, a entrada do ar. Ela afirma que o aumento do esforço pode elevar a frequência cardíaca, mas ressalta que isso não significa que a prática de atividades físicas acarrete mais riscos para o indivíduo, seja cardiopata ou não.</p>
<p>O ideal para o paciente que tem doença cardíaca, coronariana, ou insuficiência cardíaca, é fazer primeiro um teste de esforço e, em seguida, com base no resultado, receber orientação sobre sua atividade física. “Aí, fica muito mais simples entender o aumento da frequência cardíaca que pode acontecer durante o exercício e como o médico vai orientar o treinamento desse paciente&#8221;, diz a médica.</p>
<h4><strong>Gás carbônico</strong></h4>
<p>A cardiologista explica que, nos exercícios aeróbicos, de maior intensidade, a máscara não implica a respiração do gás carbônico contido nas gotículas de ar que são expelidas. “O ar que a gente inspira, mesmo sem máscara, tem 21% de oxigênio e quase todo o restante é nitrogênio. Tem um pouquinho de gás carbônico nisso aí, mas é uma quantidade muito pequena. Quando a gente expira, esse ar fica um pouco mais rico de gás carbônico, mas não significa que não tenha oxigênio ali. O gás carbônico vai estar diluído nessa quantidade grande de ar.”</p>
<p>Ela afirma que ainda não se comprovou que a pequena quantidade de ar que fica dentro da máscara seja suficiente para gerar algum malefício pela reinalação de gás carbônico. Segundo a médica, pode-se dizer que a máscara não representa perigo, especialmente para pacientes que tenham alguma cardiopatia.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da <a href="https://agenciabrasil.ebc.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Agência Brasil</a></p>
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		<title>Site incentiva pessoas com deficiência a se exercitarem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2020 10:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Esporte]]></category>
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		<category><![CDATA[#Comitê Paralímpico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Atletas paralímpicos demonstram atividades em videoaulas gratuitas O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou uma plataforma virtual com atividades físicas voltadas a pessoas com deficiência, sejam elas acostumadas ou não a praticar exercícios. A iniciativa, batizada de &#8220;Movimente-se&#8221;, consiste em videoaulas gratuitas, acessíveis no site Movimento Paralímpico, ministradas pelos técnicos das seleções do CPB e demonstrada [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><strong>Atletas paralímpicos demonstram atividades em videoaulas gratuitas</strong></h4>
<p>O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) lançou uma plataforma virtual com atividades físicas voltadas a pessoas com deficiência, sejam elas acostumadas ou não a praticar exercícios. A iniciativa, batizada de &#8220;Movimente-se&#8221;, consiste em videoaulas gratuitas, acessíveis <a href="http://movimentoparalimpico.com.br/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">no site Movimento Paralímpico</a>, ministradas pelos técnicos das seleções do CPB e demonstrada por atletas paralímpicos.</p>
<p>Segundo <strong>Mizael Conrado</strong>, presidente do CPB, a ideia é incentivar a prática de exercícios para aprimorar a saúde física e mental de pessoas com deficiência. &#8220;Esse é o grupo mais afetado nesse momento de isolamento social. E uma parte importante integra o grupo de risco. Queremos contemplar essas pessoas e fazer com que possam se movimentar em suas casas e recuperar a auto estima&#8221;, explicou Conrado.</p>
<p>O programa terá seis módulos, as aulas englobam aquecimento, exercício e relaxamento pós-atividades. Além disso, são específicas para cada deficiência: amputados, paralisados cerebrais, cadeirantes e deficientes visuais, sendo que estes últimos terão dois vídeos, um com audiodescrição e outro legendado para baixa visão.</p>
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<p>&nbsp;</p>
<p>Destaques do atletismo, como <strong>Vinícius Rodrigues</strong> (amputado), <strong>Felipe Gomes</strong> (deficiente visual) e <strong>Veronica Hipolito</strong> (paralisia cerebral), além do nadador <strong>Roberto Alcalde</strong> (cadeirante), demonstram os movimentos nas videoaulas.</p>
<p>A intenção do CPB, de acordo com Conrado, é que a plataforma , em um segundo momento, vá além do incentivo às atividades físicas. &#8220;Inauguramos com algo extremamente importante e que está em nosso DNA, que é o esporte, mas a ideia é conectar o Comitê com as pessoas com deficiência no Brasil, atletas ou não. Oferecer outros serviços, como capacitação, informação e integração, ter um canal permanente. Pretendemos buscar parceiros para integrarem essa plataforma&#8221;, concluiu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Problemas circulatórios aumentam no inverno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2020 10:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Fique Bem]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prática de exercícios, mesmo em casa, é uma das principais dicas Com a chegada do inverno, a atenção à saúde deve ser redobrada, pois as baixas temperaturas podem influenciar diretamente no sistema vascular da população, uma vez que, na tentativa de manter o corpo aquecido, os vasos sanguíneos se contraem em um mecanismo chamado vasoconstrição. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><strong>Prática de exercícios, mesmo em casa, é uma das principais dicas</strong></h4>
<p>Com a chegada do inverno, a atenção à saúde deve ser redobrada, pois as baixas temperaturas podem influenciar diretamente no sistema vascular da população, uma vez que, na tentativa de manter o corpo aquecido, os vasos sanguíneos se contraem em um mecanismo chamado vasoconstrição. Consequentemente, o sangue tem mais dificuldade para circular e chegar às partes extremas do corpo, como pernas e pés.</p>
<p>Por isso, pessoas que moram em regiões mais frias, naturalmente, devem preocupar-se com a saúde vascular durante todo o ano.Essas condições deixam o organismo mais propício a desenvolver o fenômeno de <strong>Raynaud</strong>, em que o estreitamento dos vasos sanguíneos reduz o fluxo sanguíneo para as extremidades e determina uma diminuição da oxigenação dos tecidos.</p>
<p>&#8220;A pele pode ficar fria, pálida ou cianótica (arroxeada). Sintomas como dor e formigamento persistentes, além de feridas nos dedos, devem alertar para a necessidade de avaliação com um cirurgião vascular, pois denotam maior gravidade do quadro”, afirma o médico <strong>Luciano Amaral Domingues</strong>, membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular.</p>
<p>De acordo com o especialista, a doença acomete de 3% a 5% da população, mas as probabilidades aumentam em mulheres jovens e pessoas que sofrem com estresse emocional e ansiedade. Outros problemas vasculares, como a doença arterial obstrutiva periférica (Daop), a isquemia cardíaca e a hipertensão podem se agravar nos períodos de frio intenso. Fatores preexistentes como a obesidade, colesterol alto, diabetes e tabagismo também contribuem para o surgimento de doenças cardiovasculares.</p>
<h4><strong>Exercícios físicos</strong></h4>
<p>Especialistas destacam que exercícios físicos são aliados na manutenção da circulação sanguínea. É importante que, mesmo no inverno e com a situação de isolamento social, as pessoas pratiquem exercícios físicos regularmente em casa, para evitar o comprometimento da circulação sanguínea, sobretudo as que têm predisposição à trombose venosa profunda.</p>
<p>Segundo Domingues, nas baixas temperaturas, o aquecimento e o alongamento antes das atividades físicas são indispensáveis. Também é indicado acompanhar a frequência cardíaca, pois é comum que no frio o coração trabalhe mais intensamente para manter o calor do corpo. Então, ao perceber que os batimentos estão muito acelerados, deve-se fazer uma pausa ou diminuir o ritmo das atividades.</p>
<h4><strong>Frio na Região Centro-Oeste</strong></h4>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), no Centro-Oeste, a previsão climática para o inverno é de alta probabilidade de a chuva ocorrer dentro ou ligeiramente <a href="http://www.inmet.gov.br/portal/index.php?r=clima/prev_estocastica" target="_blank" rel="noopener noreferrer">abaixo da faixa climatológica</a> em grande parte da região. Segundo o Inmet, o período de seca já começou e a tendência é de que a umidade relativa do ar diminua nos próximos meses, “com valores diários que podem ficar abaixo de 30% e picos mínimos abaixo de 20%”.</p>
<p>A expectativa é de que as temperaturas fiquem acima da média, com o ar seco e quente se mantendo principalmente nos meses de agosto e setembro. Isso, segundo o instituto, acaba por favorecer também nessa região a incidência de queimadas e incêndios florestais. “Em algumas localidades do leste de Mato Grosso do Sul, as temperaturas poderão ser ligeiramente abaixo de seus valores climatológicos, devido à passagem de algumas massas de ar frio mais continentais”, acrescenta o Inmet.</p>
<figure id="attachment_5872" aria-describedby="caption-attachment-5872" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5872" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa-clima-inmet.png?resize=600%2C785&#038;ssl=1" alt="inverno clima" width="600" height="785" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa-clima-inmet.png?resize=783%2C1024&amp;ssl=1 783w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa-clima-inmet.png?resize=229%2C300&amp;ssl=1 229w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa-clima-inmet.png?resize=768%2C1004&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/mapa-clima-inmet.png?w=800&amp;ssl=1 800w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-5872" class="wp-caption-text">Previsão de precipitação de chuvas. Fote: Inmet</figcaption></figure>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Dia Mundial da Esclerose Múltipla: a atividade física é uma forte aliada dos pacientes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 May 2020 11:20:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sem cura e com causas incertas, a Esclerose Múltipla precisa de acompanhamento médico constante. Os pacientes são indicados a manter uma rotina de exercícios físicos O dia 30 de maio é a data mundial da Esclerose Múltipla (EM). Essa doença afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo mundo. No Brasil, de acordo com [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-5172 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1551656832-685b4a199751.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="Atividade física é uma aliada contra a Esclerose Múltipla" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1551656832-685b4a199751.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1551656832-685b4a199751.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1551656832-685b4a199751.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/photo-1551656832-685b4a199751.jpg?w=1350&amp;ssl=1 1350w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><br />
Sem cura e com causas incertas, a Esclerose Múltipla precisa de acompanhamento médico constante. Os pacientes são indicados a manter uma rotina de exercícios físicos</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O dia 30 de maio é a data mundial da <strong>Esclerose Múltipla (EM)</strong>. Essa doença afeta cerca de 2,5 milhões de pessoas em todo mundo. No Brasil, de acordo com os números </span><span style="font-weight: 400;">da <a href="http://abem.org.br/"><strong>Associação Brasileira de Esclerose Múltipla (ABEM)</strong></a> 35 mil brasileiros convivem com a doença. Sem cura, a EM pode ser controlada com uso de medicamentos, e os pacientes são recomendados a manter uma rotina de exercícios físicos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A causa da EM ainda é um mistério para a ciência e também, não há uma cura para esta doença crônica autoimune. Por isso, o ideal é o diagnóstico precoce, desta forma, o paciente poderá ter acompanhamento médico e acesso ao tratamento ideal para a doença, que se apresenta em diferentes níveis. </span></p>
<h3><b>O que é Esclerose Múltipla?</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">A Esclerose Múltipla é uma doença neurológica crônica e autoimune. Não se sabe o motivo ao certo, mas as células de defesa do organismo começam a atacar o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O alvo do ataque das células nervosas é a bainha de mielina, uma estrutura dos neurônios, que tem como função o impulso nervoso entre os neurônios. </span></p>
<div class="mceTemp"></div>
<figure id="attachment_5171" aria-describedby="caption-attachment-5171" style="width: 306px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5171 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download-1.png?resize=306%2C164&#038;ssl=1" alt="bainha é o alvo do ataque na Esclerose Múltipla" width="306" height="164" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download-1.png?w=306&amp;ssl=1 306w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/download-1.png?resize=300%2C161&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 306px) 100vw, 306px" /><figcaption id="caption-attachment-5171" class="wp-caption-text">Ilustração da Bainha de Mielina, estrutura do neurônio responsável pela transmissão do impulso nervoso</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;"><br />
A desmielinização, dano na bainha de mielina, gera um processo inflamatório que, ao passar do tempo, pode resultar em incapacitações neurológicas. Como resultado, os pacientes podem apresentar: </span><span style="font-weight: 400;"> fraqueza muscular, fadiga intensa, dificuldade visual, alteração do equilíbrio e coordenação motora, disfunção intestinal e da bexiga.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estima-se que mais de 35 mil brasileiros tenham EM. Geralmente, a doença atinge mulheres jovens de 20 a 40 anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, os pacientes contam com vários medicamentos que modulam a defesa do organismo, impedindo os danos às células nervosas.</span></p>
<h3><b>Evolução no tratamento da Esclerose Múltipla</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Niedja Tsuno, neurorradiologista do Laboratório Exame, concorda que o tratamento para a EM vem “evoluindo de forma acentuada durante os últimos anos e para isto, conta com o diagnóstico cada vez mais preciso”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A doença é caracterizada pelo aparecimento de lesões em diversas regiões do cérebro (disseminação espacial) ao longo tempo (disseminação temporal), Niedja ainda explica que os critérios de diagnóstico passam por atualizações constantes. O exame de imagem é fundamental para o diagnóstico da Esclerose Múltipla.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_5174" aria-describedby="caption-attachment-5174" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5174 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mri-2813911_1280.jpg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="Atividade física é uma aliada da Esclerose Múltipla" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mri-2813911_1280.jpg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mri-2813911_1280.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mri-2813911_1280.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/mri-2813911_1280.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-5174" class="wp-caption-text">Máquina de ressonância magnética</figcaption></figure>
<blockquote><p><span style="font-weight: 400;">A ressonância magnética é fundamental para o diagnóstico, um único estudo de ressonância magnética já consegue detectar lesões antigas e novas na mesma imagem. Caracterizado por lesões que não impregnam ao contraste, que são as antigas  e lesões que impregnam ao contraste venoso, que são as lesões novas &#8211; o que indica uma disseminação temporal da doença que é um dos pilares para o diagnóstico.</span></p></blockquote>
<p><span style="font-weight: 400;">Além de entender a evolução da doença no tempo, com a identificação de novas ou lesões antigas, a ressonância magnética ainda auxilia o “diagnóstico espacial, sequências volumétricas em aparelhos de três tesla já permitem uma melhor caracterização destas lesões, que se presente em locais específicos e em quantidades específicas também permitem caracterizar a disseminação espacial da doença”, explica a neurorradiologista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por isso que o exame de imagem passa a ser uma ferramenta relevante para a equipe neurológica e assim, o paciente com Esclerose Múltipla deve realizar com frequência esse exame.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Os critérios básicos para diagnosticar a Esclerose Múltipla são:</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Evidência de múltiplas lesões no Sistema Nervoso Central (SNC).</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Evidência (clínica ou paraclínica) de pelo menos dois episódios de distúrbio neurológico num indivíduo entre 10 e 59 anos de idade.</span></li>
</ul>
<h4><span style="font-weight: 400;">Os exames solicitados pelo médico neurologista para auxiliar no diagnóstico são:</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Ressonância Magnética de crânio e coluna em níveis cervical, torácico, lombar (em alguns casos).</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Líquor onde o fluido que banha o SNC é retirado para exame.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Potencial evocado que mede a condução nervosa no seu trajeto visual, auditivo, motor e sensorial.</span></li>
</ul>
<h3><b>Atividade física, uma aliada dos pacientes</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Para manter a rotina diária, os médicos indicam a adoção da prática de exercícios físicos. Vale ressaltar que a doença se apresenta para cada paciente de forma diferente. Assim, é importante que o paciente tenha orientação para que atividade física traga os benefícios esperados. Os exercícios também não substituem os medicamentos e as idas ao neurologista. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Especialista em Prevenção de Lesões e Doenças Musculoesqueléticas, o educador físico </span><b>Lucas Serralheiro Cardoso </b>afirma que <span style="font-weight: 400;">“a introdução de exercícios físicos específicos para diminuir a perda da coordenação, equilíbrio e consciência corporal, possibilitam maior qualidade de vida para o paciente”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O especialista ressalta  os principais benefícios a partir da inclusão de atividades física para quem sofre de Esclerose Múltipla. São eles:  &#8220;a melhora na coordenação motora e equilíbrio, possibilitando que o indivíduo desempenhe melhor suas atividades diárias, também prevenindo possíveis acidentes devido à perda repentina dessa capacidade. Melhora na circulação sanguínea e prevenção de dores articulares, ou seja, diminuição das dores crônicas. Diminuição dos sintomas de depressão e ansiedade, devido à melhora na capacidade física, autoconfiança e liberação de hormônios relacionados ao prazer e bem-estar.&#8221;</span></p>
<figure id="attachment_5170" aria-describedby="caption-attachment-5170" style="width: 150px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5170 size-thumbnail" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?resize=150%2C150&#038;ssl=1" alt="Esclerose Múltipla" width="150" height="150" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?resize=150%2C150&amp;ssl=1 150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?resize=300%2C300&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?resize=1024%2C1024&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?resize=768%2C768&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/05/Felipe-Mascarelo.jpeg?w=1080&amp;ssl=1 1080w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /><figcaption id="caption-attachment-5170" class="wp-caption-text">Foto: Felipe Mascarelo</figcaption></figure>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com </span><b>Felipe Mascarelo, </b><span style="font-weight: 400;">também</span> Educador Físico, e especialista em Musculação e Condicionamento Físico<span style="font-weight: 400;">, a maneira pela qual será introduzida a prática de exercícios pode variar de paciente para paciente. &#8220;É necessário considerar seu histórico físico, como experiências anteriores ou atuais com exercícios físicos, partindo para a adequação da prática com o estágio atual da doença, e até mesmo incluindo atividades prazerosas para o indivíduo. É importante adaptar a atividade escolhida para beneficiar, de fato, as necessidades do praticante, por isso, é muito imprescindível à análise de um Profissional de Educação Física capacitado para identificar todas essas possibilidades e aplicá-las da maneira mais eficiente e segura possível&#8221;, afirma.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo os profissionais, de modo geral, o ideal seria começar a realização de atividades físicas de 3 a 5 vezes semanais, com duração entre 20 a 30 minutos. Dependendo da evolução do praticante, sessões com maiores durações podem ser introduzidas de maneira gradativa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para Mascarelo, exercícios como caminhada e fortalecimento muscular seriam ideais para indivíduos com EM. “Na caminhada, além dos benefícios cardiorrespiratórios, podem ser introduzidas práticas que melhoram a marcha e reestabeleçam o equilíbrio pleno do paciente, já no fortalecimento muscular, é preciso incluir exercícios que possam auxiliar na prática de atividades da rotina do paciente, como agachar, levantar, puxar, empurrar.”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Exercícios educativos ajudam na melhora da coordenação motora e agilidade, assim como, o fortalecimento específico, além de evitar lesões e acidentes, é importante para devolver a qualidade de vida e confiança do paciente”, ressalta Lucas Cardoso.</span></p>
<h3><b>Coronavírus e exercícios</b></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Com o coronavírus, muitas regiões do país tiveram que adotar o confinamento, ou <em>lockdown</em>, assim, a caminhada se tornou uma atividade não recomendada. Por ser uma doença crônica, pacientes com EM precisam redobrar os cuidados, pois eles estão na lista de risco da covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas a pandemia não pode ser uma desculpa para ficar parado. Uma das alternativas é a prática de alongamentos. Uma atividade leve e importante para diminuir e aliviar o nível de tensão nos músculos e articulações, principalmente nas regiões mais acometidas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O alongamento é aconselhado para melhorar o nível de flexibilidade, preparar a musculatura para demais exercícios ou até mesmo como forma de relaxamento após a prática.</span></p>
<h4><span style="font-weight: 400;">Veja as dicas de exercícios de Alongamento do </span><span style="font-weight: 400;">educador físico Felipe Mascarelo:</span></h4>
<ul>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Pescoço: Sentado, com a coluna o mais ereta possível, alongue o pescoço para frente, para trás e para os lados. Segurando 15 segundos em cada posição. Repita o exercício 2 vezes para cada movimento.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Braços: Eleve os braços acima da altura da cabeça. Segure a região do cotovelo de um dos braços com a mão oposta, de modo que o pressione para baixo. Faça o mesmo com o braço oposto em seguida. Para cada posição mantenha 15 segundos, repetindo 2 vezes.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Tronco: Sentado em uma superfície plana (colchonete) e com as pernas estendidas para frente, estenda também os braços em direção aos pés e vá direcionando o tronco para frente devagar, tentando tocar a ponta dos pés. Quando atingir o seu limite, procure manter na posição por 15 segundos. Volte devagar e repita mais 2 vezes.</span></li>
<li style="font-weight: 400;"><span style="font-weight: 400;">Perna: Em pé, com um dos braços procure segurar em uma base estável para manter seu equilíbrio. Eleve uma das pernas para trás e tente segurar seu calcanhar com o braço que está livre, de modo que consiga puxá-lo para mais próximo do seu glúteo, alongando toda a parte anterior da coxa. Faça 2 séries de 15 segundos para cada perna.</span></li>
</ul>
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