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	<title>Arquivos Desiqualdade - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Desiqualdade - Portal Contexto</title>
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		<title>IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2020 11:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>População preta ou parda estava mais inserida em cenário de informalidade &#160; A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos trabalhadores do país em 2019, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/ibge-informalidade-atinge-416-dos-trabalhadores-no-pais-em-2019/">IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 class="row" style="text-align: center;"><em>População preta ou parda estava mais inserida em cenário de informalidade</em><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="alignnone wp-image-9742" style="font-size: 14.4px;" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/vendedor_de_agua.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>A informalidade no mercado de trabalho atingia 41,6% dos<a href="https://portalcontexto.com.br/decimo-terceiro-salario-deve-inserir-r-208-bilhoes-na-economia/"> trabalhadores do país em 2019</a>, ou 39,3 milhões de pessoas. Entre pessoas ocupadas sem instrução ou com o ensino fundamental incompleto, a proporção de informais era de 62,4%, mas de apenas 21,9% entre aquelas com ensino superior completo.<img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.png?w=1020&#038;ssl=1" /><img data-recalc-dims="1" decoding="async" src="https://i0.wp.com/agenciabrasil.ebc.com.br/ebc.gif?w=1020&#038;ssl=1" /></p>
<p><a href="https://agenciadenoticias.ibge.gov.br/agencia-sala-de-imprensa/2013-agencia-de-noticias/releases/29431-sintese-de-indicadores-sociais-em-2019-proporcao-de-pobres-cai-para-24-7-e-extrema-pobreza-se-mantem-em-6-5-da-populacao">As informações constam da Síntese de Indicadores Sociais</a>, divulgada ontem (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</p>
<p>A população preta ou parda (47,4%) estava mais inserida na informalidade em todas as unidades da Federação, quando comparada à população branca (34,5%).</p>
<p>As atividades que mais concentraram pessoas em ocupações informais, no ano passado, foram serviços domésticos (72,5%), agropecuária (67,2%) e construção (64,5%). Segundo o IBGE, desde 2014, em decorrência do desaquecimento do mercado de trabalho, houve ampliação relativa das ocupações informais, com destaque para transporte, armazenagem e correio, alojamento e alimentação e construção.</p>
<p>Em 2019, a proporção de trabalhadores em ocupações informais alcançou 61,6% na Região Norte e 56,9% no Nordeste. Por outro lado, as regiões Sudeste e Sul, apresentaram proporções de, respectivamente, 34,9% e 29,1%.</p>
<h4><strong>Desigualdade de renda</strong></h4>
<figure id="attachment_9743" aria-describedby="caption-attachment-9743" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9743" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/camelo.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9743" class="wp-caption-text">Créditos: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O índice de Gini (0,543) caiu em relação a 2018 (0,545), mas ficou superior a 2015, ano que teve o indicador mais baixo da série, com 0,524. O país é o nono mais desigual do mundo segundo o Banco Mundial. O índice é usado para medir a desigualdade social , em que zero corresponde a uma completa igualdade na renda e 1 corresponde a uma completa desigualdade.</p>
<p>A Região Sul é a que tem a menor desigualdade de renda, com 0,467. O Nordeste teve a maior desigualdade, com 0,559, e aumentou em relação a 2018, enquanto as outras regiões tiveram queda em comparação ao ano anterior.</p>
<p>Em 2019, a parcela de 10% de pessoas com menores rendimentos domiciliares <em>per capita</em> recebia 0,8% do total da renda do país. À metade da população brasileira correspondiam 15,6% dos rendimentos observados, cabendo aos 10% com maiores rendimentos 42,9% do total da renda.</p>
<p>Os 10% com maiores rendimentos são compostos por 70,6% da população branca. Os 10% com menores rendimentos são compostos por 77% da população preta ou parda.</p>
<p>Entre os 10% com menores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio em 2019 foi de R$ 112. Entre os 10% com maiores rendimentos, o rendimento domiciliar <em>per capita</em> médio no ano passado foi de R$ 3.443.</p>
<h4><strong>Pobreza</strong></h4>
<figure id="attachment_9744" aria-describedby="caption-attachment-9744" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9744" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=800%2C479&#038;ssl=1" alt="Informalidade" width="800" height="479" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/pobreza.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-9744" class="wp-caption-text">Créditos: Arquivo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>De 2018 para 2019, a pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 436) caiu de 25,3% para 24,7% das pessoas. Já a extrema pobreza (rendimento domiciliar<em> per capita</em> até R$ 151) se manteve em 6,5% da população, em 2018 e em 2019, afetando mais da metade dos nordestinos e 39,8% das mulheres pretas ou pardas. Entre 2012 e 2019, houve aumento de 13,5% na extrema pobreza.</p>
<p>Segundo a analista do IBGE Barbara Soares, o país tem bolsões de extrema pobreza que não conseguem acessar as instituições para solicitar benefícios sociais como o Bolsa Família e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/ibge-informalidade-atinge-416-dos-trabalhadores-no-pais-em-2019/">IBGE: informalidade atinge 41,6% dos trabalhadores no país em 2019</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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