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	<title>Arquivos Banco Central - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Banco Central - Portal Contexto</title>
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		<title>Redução da Selic estimula mercado imobiliário</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Aug 2023 17:57:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Previsão do Copom é que taxa siga em queda e isso beneficia os financiamentos para aquisição de imóveis Após um ano estacionada em 13,75%, a taxa Selic sofreu um corte de 0,50 ponto porcentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, no início deste mês. A última vez em que o BC [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_35296" aria-describedby="caption-attachment-35296" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-35296" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-1024x683.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-scaled.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-scaled.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-scaled.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-scaled.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/foto-aproximada-de-uma-pessoa-pensando-em-comprar-ou-vender-uma-casa-scaled.jpg?resize=2048%2C1365 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-35296" class="wp-caption-text">Queda da Selic influencia contratos de financiamento de imóveis, que também podem ter as taxas reduzidas. Foto:<br />Freepik</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Previsão do Copom é que taxa siga em queda e isso beneficia os financiamentos para aquisição de imóveis</i></h3>
<div>
<p>Após um ano estacionada em 13,75%, a taxa Selic sofreu um corte de 0,50 ponto porcentual na reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, no início deste mês. A última vez em que o BC reduziu a Selic foi em agosto de 2020, quando a taxa caiu de 2,25% para 2% ao ano. Depois disso, o Copom elevou a Selic por 12 vezes consecutivas, num ciclo que começou em meio à alta dos preços de alimentos, de energia e de combustíveis, e, a partir de agosto do ano passado, manteve a taxa em 13,75% ao ano por sete vezes seguidas.</p>
<p>A taxa básica de juros é o principal instrumento usado pelo Banco Central para controlar a inflação, ao influenciar o nível de todas as demais taxas praticadas no mercado. Quando os juros sobem, fica mais caro para famílias e empresas buscarem empréstimos para consumir e investir. Quando os juros caem, como agora, é esperado efeito contrário. Em Goiânia, o diretor administrativo da Opus Incorporadora, Igor Alves do Prado, exemplifica isso. “A maioria das instituições financeiras utiliza a Selic como referência para os contratos de financiamento de imóveis. Uma Selic menor indica taxas de financiamento também menores”.</p>
<p>Quem já tem um contrato de compra de imóvel vigente pode ser beneficiado pela redução dessa taxa também. “Com uma taxa Selic menor, consequentemente os contratos de financiamento imobiliário terão taxas menores, o que reduz as parcelas a serem pagas pelos clientes, as parcelas tendem a ser menores, cabendo mais no bolso do consumidor. Isso ajuda, inclusive, na redução dos distratos”, esclarece o especialista no mercado imobiliário.</p>
<p>Segundo o Boletim Focus do último dia 7 de agosto &#8211; pesquisa divulgada semanalmente pelo Banco Central com a expectativa de instituições financeiras para os principais indicadores econômicos &#8211; a previsão é de corte na taxa Selic de 0,5 ponto percentual nos próximos meses, chegando a 11,75% ao fim deste ano. Para o final de 2024, a estimativa é que a taxa básica de juros caia para 9% ao ano. Já para o fim de 2025 e de 2026, a previsão é a Selic em 8,5% ao ano, para os dois anos.</p>
<p>O diretor da Opus Incorporadora ressalta que essa queda favorece o setor imobiliário. “Esse é um mercado que depende muito do crédito. O cliente que compra na planta, paga de 20% a 40% do valor do imóvel durante a construção e a maior parte quando o empreendimento for entregue. Ter uma taxa mais atrativa para o financiamento imobiliário, garante ao comprador que sua renda terá mais capacidade para pagar as parcelas, isso traz segurança e  tranquilidade para fazer a aquisição. Se continuar a redução da taxa Selic, devemos ter um estímulo para a aquisição de imóveis”, conclui Igor do Prado.</p>
</div>
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		<title>CAIXA reduz as taxas de juros do Crédito Consignado para beneficiários do INSS</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2023 10:15:56 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Redução da taxa Selic gera primeiras alterações nas linhas de crédito do banco A CAIXA realiza, a partir desta quinta-feira (03), redução nas taxas de juros do Crédito Consignado para beneficiários e pensionistas do INSS, que passa de 1,74% para a partir de 1,70% a.m., representando uma redução total de 2,3%. Para presidenta da CAIXA, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10183" aria-describedby="caption-attachment-10183" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-10183" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/caixa_economica_federal0505202672-1024x613.jpg?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/caixa_economica_federal0505202672.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/caixa_economica_federal0505202672.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/caixa_economica_federal0505202672.jpg?resize=768%2C459 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/11/caixa_economica_federal0505202672.jpg?w=1170 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-10183" class="wp-caption-text">Créditos: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>Redução da taxa Selic gera primeiras alterações nas linhas de crédito do banco</em></h3>
<p>A <a href="http://caixa.gov.br">CAIXA</a> realiza, a partir desta quinta-feira (03), redução nas taxas de juros do Crédito Consignado para beneficiários e pensionistas do INSS, que passa de 1,74% para a partir de 1,70% a.m., representando uma redução total de 2,3%.</p>
<p>Para presidenta da CAIXA, Rita Serrano, a redução nas taxas de juros do consignado é o início de um processo para oferecer preços mais justos na concessão do crédito, promovendo a democratização do acesso aos recursos bancários. “A medida contribui com a organização das finanças dos clientes, em conjunto com as atuais ações vigentes do banco de negociação de dívidas, e para o crescimento da economia do país. Vamos proporcionar aos nossos clientes taxas justas e adequadas à realidade do país, de desenvolvimento e crescimento”, afirma.</p>
<p>A redução realizada é resultado direto do reajuste da taxa Selic, repassando aos clientes as repercussões positivas das adequações da política monetária. Com a diminuição, em um contrato com valor líquido de R$ 10 mil, em 84 meses, o cliente passa a economizar um valor superior ao de uma prestação ao final do pagamento do contrato.</p>
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		<title>Selic a 13,25%: Decisão expõe diferenças no BC e favorecem o Ibovespa</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2023 17:37:55 +0000</pubDate>
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<figure id="attachment_517" aria-describedby="caption-attachment-517" style="width: 380px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-517" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-682x1024.jpg?resize=380%2C571&#038;ssl=1" alt="" width="380" height="571" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?resize=682%2C1024 682w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?resize=200%2C300 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?resize=768%2C1154 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?resize=1023%2C1536 1023w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?resize=1363%2C2048 1363w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/01/Edif%C3%ADcio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011635094-scaled.jpg?w=1704 1704w" sizes="(max-width: 380px) 100vw, 380px" /><figcaption id="caption-attachment-517" class="wp-caption-text">Edifício sede do Banco Central do Brasil.<br />Foto: Jonas Pereira/Agência Senado</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>A taxa de juros passa de 13,75% ao ano para 13,25%, um corte de meio ponto percentual que surpreendeu o mercado</i></h3>
<p><span style="font-size: 14.4px;">O Comitê Políticas Monetárias (Copom) anunciou na última quarta-feira, 02, a nova<strong> taxa Selic</strong> a 13,25%, um corte de 0,5 ponto percentual. Segundo o comunicado da organização, esse é o início do ciclo de corte de juros no país, que há um ano era mantido em 13,75%. A decisão surpreendeu o mercado financeiro, que estava dividido entre um corte de 0,25 ou meio ponto percentual. </span></p>
<div>
<p>A decisão do comitê não foi unânime, tendo alguns membros, como Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e Gabriel Galípolo, novo diretor indicado por Lula,  votando a favor do corte de 0,50 ponto percentual. Já outros quatro diretores, incluindo Ailton Aquino e Diogo Guillen, ligados à política econômica da instituição, votando pelo corte menor de 0,25%.</p>
<p>&#8220;O Copom avaliou a alternativa de reduzir a taxa básica de juros para 13,50%, mas considerou ser apropriado adotar ritmo de queda de 0,50 ponto percentual nesta reunião em função da melhora do quadro inflacionário, reforçando, no entanto, o firme objetivo de manter uma política monetária contracionista para a ancorar as expectativas e a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante&#8221;, afirma o comunicado da Selic.</p>
<p>Os números de indicadores econômicos também se mostraram favoráveis à redução da Selic. O IPCA (Índice de Preço ao Consumidor Amplo), métrica da inflação no país, nesse ano caiu de 4,90% para 4,84%. Outro fator de positividade para a queda dos juros é o PIB, cuja projeção permanece acima dos 2% para o final de 2023, segundo o último Boletim Focus divulgado (31/07).</p>
<p><strong>Cenário político econômico interno “favorável”</strong></p>
<p>“Uma situação política, inserida no Congresso Nacional, é o arcabouço fiscal. Ele voltou, mas está meio parado; é necessário ficar de olho nessa questão importante para a política fiscal do país, inclusive os avanços da reforma tributária. São pontos de atenção importantes para o mercado”, afirma Paulo Cunha, CEO da iHUB Investimentos.</p>
<figure id="attachment_35146" aria-describedby="caption-attachment-35146" style="width: 308px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-35146" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/PAULO-CUNHA-2-1-1024x721.jpg?resize=308%2C217&#038;ssl=1" alt="" width="308" height="217" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/PAULO-CUNHA-2-1.jpg?resize=1024%2C721 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/PAULO-CUNHA-2-1.jpg?resize=300%2C211 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/PAULO-CUNHA-2-1.jpg?resize=768%2C541 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/08/PAULO-CUNHA-2-1.jpg?w=1280 1280w" sizes="(max-width: 308px) 100vw, 308px" /><figcaption id="caption-attachment-35146" class="wp-caption-text">Paulo Cunha. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>Desde o início de 2023, um dos entreveros para o avanço da economia do país era a incerteza em relação a direção da política econômica a ser tomada. O mercado demonstrou-se inseguro nos primeiros meses do ano, sem a direção fiscal a caminhar. Com o anúncio do novo marco fiscal, feito por Fernando Haddad, em abril, os agentes econômicos começaram a enxergar luz em meio a nebulosidade fiscal, além dos avanços da reforma tributária no Congresso Nacional.</p>
<p>Em meio ao cenário de decisões político-econômicas, uma queda de braço acontecia entre o presidente Lula, defensor de uma menor taxa Selic para incentivar o consumo; e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, que aguardava a tomada de decisões fiscais.</p>
<p><strong>Os reflexos para o avanço do Ibovespa</strong></p>
<p>“A bolsa deve reagir positivamente, uma boa parte dela já estava no preço, então isso é um ponto de atenção, mas ainda assim o corte começou a acontecer  e está sinalizando que terá um ritmo mais agressivo do que o mercado estava esperando, isso é uma sinalização positiva em geral para a bolsa”, comenta Cunha.</p>
<p>Com a queda da taxa Selic, consequentemente, os investimentos em bolsa tornam-se mais atraentes, tendo muitos setores inseridos no índice Ibovespa valorizados e assim as ações sobem de preço, observando valorização. Com essa queda progressiva prevista pelo comunicado do Banco Central, a bolsa deverá perseguir um novo patamar, além dos 120 mil pontos atingidos recentemente.</p>
<p>Outro fator preponderante em relação a valorização do Ibovespa, que engloba todo o cenário brasileiro é a nova classificação Fitch Ratings para o país, saindo de BB- para BB, a agência de classificação de risco internacional pontuou que a elevação da nota de crédito brasileira reflete o desempenho macroeconômico e fiscal acima do esperado em meio a choques sucessivos nos últimos anos.</p>
</div>
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		<title>Selic: Será que o Copom poderá reduzir juros na próxima reunião?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 May 2023 18:28:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Selic a 13,75% e EUA entre 5% e 5,25%, o controle inflacionário para as nações gera polêmica Considerada como “Super Quarta”, os bancos centrais brasileiro e americano anunciaram ontem (03) a nova taxa de juros vigente para cada país. No Brasil, a Selic foi mantida pela sexta vez consecutiva no patamar de 13,75%. Já nos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><center></p>
<figure id="attachment_18783" aria-describedby="caption-attachment-18783" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-18783" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920-1024x683.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/07/calculator-1680905-1920.jpg?w=1920 1920w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-18783" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<p></center></p>
<h3 style="text-align: center;"><i>Selic a 13,75% e EUA entre 5% e 5,25%, o controle inflacionário para as nações gera polêmica</i></h3>
<p><span style="font-size: 14.4px;">Considerada como <strong>“Super Quarta”</strong>, os bancos centrais brasileiro e americano anunciaram ontem (03) a nova <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=selic">taxa de juros</a> vigente para cada país. No Brasil, a Selic foi mantida pela sexta vez consecutiva no patamar de 13,75%. Já nos EUA, o FOMC decidiu pelo aumento em 25 pontos base, levando os juros para o intervalo entre 5% a 5,25% ao ano.</span></p>
<div>
<p>Aumentar os juros em uma economia é um remédio amargo para o controle inflacionário da nação. Com juros mais altos, é mais difícil tomar crédito emprestado, consequentemente, o consumo cai, dificultando o acesso a produtos e estabilizando a economia como um todo; no entanto, diversos setores sofrem com a perda de vendas, contratos, negociações e clientes.</p>
<p>Tanto o Brasil quanto os Estados Unidos presenciaram inflações acima do teto limite ao longo dos últimos anos, mas, os indicadores recentes mostram certa diminuição nos preços em geral. No cenário nacional, o IPCA-15 do mês de abril ficou em 0,57%, a taxa foi inferior na comparação com o apontado em março de 2023, cerca de &#8211; 0,69%, e de abril de 2022 que fechou em &#8211; 1,73%. Na terra do Tio Sam, o índice de preços ao consumidor (CPI na sigla em inglês) fechou o mês de março em 5%, abaixo dos 6% esperado por analistas, e marcando o menor patamar nos últimos dois anos.</p>
<p>Para Paulo Cunha, especialista em mercados financeiros e CEO da iHUB Investimentos, o momento dos juros nas economias já era esperado. &#8220;A decisão foi unânime em relação à expectativa do mercado. Sempre em super quartas o mercado fica mais volátil, mas curiosamente essa semana foi mais fraca; não vimos os ativos oscilarem tanto, mesmo havendo quedas expressivas”, comenta.</p>
<p><strong>Panorama Brasil</strong></p>
<p>O cenário brasiliero segue na batalha entre governo e Banco Central. Falas de membros do executivo federal e principalmente do presidente Lula estão voltadas para a diminuição da taxa de juros no país. Já Roberto Campos Neto, presidente do BC, e membros do Copom continuam firmes na decisão sobre o atual patamar da Selic.</p>
<p>De acordo com o comunicado que acompanhou a decisão da taxa, o Comitê de Políticas Monetárias afirma que a conjuntura demanda paciência e serenidade na condução da economia. “O Copom enfatiza que, apesar de ser um cenário menos provável, não hesitará em retomar o ciclo de ajuste caso o processo de desinflação não transcorra como esperado”, diz o texto.</p>
<p>Vale lembrar que em 21 de setembro do ano passado, o Copom interrompeu um ciclo de 12 altas seguidas na Selic, iniciado em março de 2021.</p>
<p>“É necessário se atentar também à curva de juros, após a decisão da Selic, vemos a curva com vencimento de juros longo, lá para 2030, 2031, cair abaixo dos 12% pela primeira vez nos últimos tempos, isso sinaliza que o mercado enxerga uma possível redução na Selic em breve. Mas vemos essa movimentação da curva de juros futuros muito mais sensível aos discursos políticos”, comenta Cunha.</p>
<p><strong>Panorama EUA</strong></p>
<p>Mesmo com nove quedas consecutivas no nível de inflação, no patamar dos 5% indicado no mês de abril, a situação inflacionária em terras americanas está longe de atingir a meta de 2%. Em contrapartida, Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, afirmou em discurso para a imprensa, que certos fatores serão levados em consideração nas próximas decisões da entidade financeira, sinalizando que novas altas poderão ser paralisadas.</p>
<p>Porém, o momento não é nada favorável para a economia do país. Na última semana, mais um banco teve de ser amparado economicamente em falência. Depósitos e outros deveres do First Republic Bank foram assumidos pelo maior banco dos EUA, o JP Morgan.</p>
<p>Outro ponto de preocupação é a dívida que o governo norte-americano possui. Segundo Janet Yellen, secretária do Tesouro, o país poderá deixar de pagar suas dívidas até 1º de junho, caso o congresso americano não aprove um novo teto limite para a dívida. O débito atual dos EUA encontra-se no patamar de US$31,4 trilhões.</p>
<p>“A situação de quebra dos bancos tem sido motivo de preocupação. Há um temor de contágio da situação em relação ao sistema financeiro, isso pode acarretar numa crise de proporções macro. Nessa linha, o FED mantém o discurso mais duro para conter o problema e tentar entregar a inflação na meta ”, finaliza o CEO.</p>
</div>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/selic-sera-que-o-copom-podera-reduzir-juros-na-proxima-reuniao/">Selic: Será que o Copom poderá reduzir juros na próxima reunião?</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Brasil sob fogo cruzado: o embate entre o governo e o Banco Central</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Mar 2023 09:15:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Econômico]]></category>
		<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Próximo a completar 90 dias, o novo governo ainda não acertou o passo de maneira a indicar para qual rumo seguiremos doravante. Enquanto isso não ocorre, incertezas e especulações povoam nosso imaginário. O aguardado arcabouço fiscal ficou para depois, não ficando claro se por prudência ou por resistência, por isso, na falta de sinais claros, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33330" aria-describedby="caption-attachment-33330" style="width: 299px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-33330" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Cesar-Piorski-modified-1024x1003.jpg?resize=299%2C293&#038;ssl=1" alt="central" width="299" height="293" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Cesar-Piorski-modified.jpg?resize=1024%2C1003 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Cesar-Piorski-modified.jpg?resize=300%2C294 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Cesar-Piorski-modified.jpg?resize=768%2C752 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/03/Cesar-Piorski-modified.jpg?w=1317 1317w" sizes="(max-width: 299px) 100vw, 299px" /><figcaption id="caption-attachment-33330" class="wp-caption-text">César Piorski. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<div>
<p><strong>Próximo a completar 90 dias</strong>, o novo governo ainda não acertou o passo de maneira a indicar para qual rumo seguiremos doravante. Enquanto isso não ocorre, incertezas e especulações povoam nosso imaginário. O aguardado arcabouço fiscal ficou para depois, não ficando claro se por prudência ou por resistência, por isso, na falta de sinais claros, somos obrigados a conjecturar sob o que nos aguarda.</p>
<p>A julgar pelos nomes influentes que compõem a equipe econômica do atual governo, não seria fantasioso inferir que a política econômica pretendida será de influência pós-keynesiana (uma escola de pensamento econômico que, a grosso modo, entende os problemas da economia a partir da insuficiência de demanda efetiva num contexto de incerteza).</p>
<p>Para esta escola, em cenários de alto endividamento público, alta inflação e elevado desemprego, que é o cenário atual da economia brasileira, a política econômica mais adequada seria aquela capaz de promover a estabilização da economia a partir da redução da inflação, promoção do emprego e redução das desigualdades sociais, o que poderia ser alcançado a partir de uma política monetária expansionista, isto é, o governo passaria a “imprimir” mais dinheiro tanto de maneira direta, como de maneira indireta, a partir do aumento dos gastos públicos.</p>
<p>O estímulo imediato da economia ocorreria a partir da política fiscal, por meio do aumento dos gastos públicos em áreas prioritárias como infraestrutura, saúde e educação, que geram empregos e aumentam a demanda agregada, o que permitiria reduzir ainda mais a taxa de desemprego e, de maneira indireta, poderia estimular o investimento privado na economia, gerando um ciclo virtuoso de geração de emprego e renda.</p>
<p>Neste contexto, o aumento do gasto público não seria um problema, dado que a relação entre dívida e produto interno bruto (PIB), que é aquela que o mercado calcula à risca e contribui para formar suas expectativas, seria naturalmente diminuída, dado que o denominador, neste caso o PIB, passaria a crescer a taxas maiores que o numerador (neste caso a dívida), para além do crescimento econômico. A sustentabilidade da dívida também seria alcançada a partir da redução das taxas de juros e controle inflacionário.</p>
<p>No que diz respeito ao controle inflacionário, pode causar estranheza ou até mesmo parecer contraditório o fato de que a expansão monetária contribuiria para derrubar a inflação e não acirrar. Ocorre que, para esta escola de pensamento, a inflação é um fenômeno influenciado por diversos fatores como a elevada demanda agregada, custos de produção, estrutura de mercado, distribuição de renda, entre outros. Assim, o determinante da inflação não seria a quantidade de moeda, mas sim o nível de demanda efetiva, a qual, a julgar pela fraqueza da atividade econômica, parece não ser o caso da economia brasileira.</p>
<p>Por sua vez, a redução das desigualdades sociais poderia ser alcançada a partir de políticas redistributivas como a tributação progressiva, programas de transferência de renda e alguma ou outra regulação sobre a geração desta. Isso permitiria atacar a concentração de renda e estimular o consumo, contribuindo para a estabilização da economia.</p>
<p>Curiosamente, os efeitos desta provável política econômica ressoariam no mercado financeiro induzindo os agentes a uma recomposição (ou balanceamento) dos seus portfolios. Neste caso, tudo dependerá da prioridade estabelecida pelo governo, pois caso a política monetária adotada visar a redução da taxa de juros de longo prazo e o aumento do crédito para investimentos produtivos, isso beneficiaria as ações de empresas do setor produtivo e debêntures de baixo risco.</p>
<p>Por outro lado, se a política monetária adotada visar a redução da inflação e o aumento da confiança no mercado, os ativos financeiros beneficiados seriam aqueles com menor risco de perda de valor em um contexto de alta inflação, como os títulos públicos indexados à inflação e os fundos imobiliários menos sensíveis à variação da inflação.</p>
<p>O grande problema que se estabelece e que está a acentuar o aumento da volatilidade nos mercados, desconfianças quanto ao atual governo e pessimismo quanto ao futuro da economia brasileira, consiste no fato de que a chave para a implantação desta provável política econômica depende substancialmente da política monetária, que está sob tutela do Banco Central, agora independente.</p>
<p>O Banco Central, por sua vez, entende o funcionamento da economia sob um prisma diametralmente oposto, de maneira que, na ausência de consenso entre ambas as partes, continuaremos sob fogo cruzado, cujas rajadas estão a abater impiedosamente empregos e negócios.</p>
<p><strong>César Piorski</strong> é Doutor, Mestre e Bacharel em economia com especializações em Economia de Empresas, Engenharia Financeira e Macrocenários. Atua como estrategista da Volk Capital, empresa que fundou em 2022.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>Pós-Copom: Ibovespa recua em quase 2,3%</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Mar 2023 15:03:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9267" aria-describedby="caption-attachment-9267" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-9267" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1200px-Edificio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011634694-1024x681.jpg?resize=1020%2C678&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="678" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1200px-Edificio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011634694.jpg?resize=1024%2C681 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1200px-Edificio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011634694.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1200px-Edificio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011634694.jpg?resize=768%2C511 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/1200px-Edificio_sede_do_Banco_Central_do_Brasil_16011634694.jpg?w=1200 1200w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-9267" class="wp-caption-text">Edifício sede do Banco Central do Brasil. Foto: Jonas Pereira/Agência Senado</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Após decisão do BC, Ibovespa cai quase 2,3% e encerra o pregão abaixo de 98 mil pontos</i></h3>
<p><span style="font-size: 14.4px;">Pela quinta vez consecutiva e na segunda reunião do ano, o <a href="https://portalcontexto.com.br/?s=copom">Copom &#8211; Comitê de Política Monetária</a> &#8211; decidiu pela manutenção da taxa básica de juros a 13,75%. A escolha acontece em um momento de pressão política do governo a favor da diminuição da <strong>taxa Selic</strong>. Os principais adversários nas decisões de Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central, e dos diretores da instituição são o presidente Lula e integrantes do governo. No meio do caminho está Fernando Haddad, ministro da Fazenda. Ele tem a difícil missão de agradar &#8216;gregos e troianos&#8217; com o esperado “arcabouço fiscal”.</span></p>
<div>
<p>O pacote com medidas fiscais que será proposto por Haddad tem como objetivo conquistar a maior entidade financeira do país e convencer o comitê a diminuir os juros ainda na próxima reunião. Membros do executivo afirmam que o alto patamar da Selic está insustentável e impedindo o desenvolvimento econômico do Brasil.</p>
<p>“Um arcabouço fiscal atraente para o mercado é um que tenha uma previsibilidade do crescimento dos gastos públicos em todas as esferas. O receio do mundo econômico é que aconteça algo como a criação de um novo teto, porém, no qual gastos com saúde, medidas sociais, educação, entre outros possam ser desconsiderados com a prerrogativa de serem &#8220;investimentos&#8221; e o controle de gastos como um todo acaba ficando frágil; não controlando as contas públicas e tendo um déficit fiscal imprevisível ”, comenta Paulo Cunha, CEO da iHUB Investimentos.</p>
<p>Na outra ponta, o Banco Central afirma que as expectativas de inflação para 2023 e 2024, apuradas pela pesquisa Focus, cresceram desde a primeira reunião do Copom neste ano e encontram-se em torno de 6,0% e 4,1%, respectivamente. Outro fator de alerta para o BC são os episódios envolvendo bancos nos EUA e na Europa, essa situação elevou a incerteza e a volatilidade dos mercados e requer monitoramento.</p>
<p>Como resultado desse mix, o Ibovespa, em sua primeira sessão pós-Copom, registrou a maior baixa desde julho de 2022, encerrando o dia em queda de 2,29%, aos 97,926 pontos. O índice chegou a bater a mínima dos 96.997. Os papéis mais afetados no pregão de quinta-feira, 23/03, pela situação da Selic e cenário interno foram de varejo, aéreas e construtoras.</p>
<p>As ações da Magazine Luiza (MGLU3) lideraram as perdas no índice com um recuo de 13,37%, valendo R$3,11. No lado do setor aéreo, Gol (GOLL4)  e Azul (AZUL4) caíram 10,08% e 8,88%, respectivamente. Para as construtoras, a maior diminuição foi registrada pela MRV (MRVE3), com 6,8% de queda, cotado a R$6,99.</p>
<p>A explicação para o recuo desses setores é a situação político-econômica atual. Com a diminuição da Selic, o consumo em geral pode ser impulsionado. Com mais consumidores ativos, mais vendas acontecem, com melhores resultados, as ações dessas empresas valorizam e tendem a distribuir mais dividendos. Com a taxa de juros em patamares altos, a tendência é observar a atividade econômica em geral arrefecendo, consequentemente os resultados das empresas.</p>
<p>Em caso de uma queda na taxa Selic, a redução do custo do crédito para as empresas facilitaria investimentos, como a expansão de operações, instalações ou outros projetos que permitam o crescimento das empresas.</p>
<p>Mas há o risco de irresponsabilidade fiscal atrelado a possível redução dos juros no Brasil, o endividamento, e a insegurança fiscal. Para Paulo Cunha, uma redução no cenário atual pode surtir um efeito negativo: “Essa redução da Selic precisa estar alinhada com uma redução da inflação de fato, ela precisa ser estruturalmente possível, caso contrário, o Brasil experimentará aumento de preços, disparada do dólar e falta de previsibilidade na economia”, finaliza o CEO.</p>
</div>
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		<title>Novo aumento da Selic é considerado equivocado pela CNI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Aug 2022 16:43:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CNI entende que país já vive um momento de desaceleração da inflação O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, decidiu por uma nova elevação na taxa básica de juros, a Selic, que agora será de 13,75% ao ano. Desde março de 2021, o BC vem optando em aumentar a taxa. A justificativa do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24878" aria-describedby="caption-attachment-24878" style="width: 588px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-24878" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0-1024x613.jpg?resize=588%2C352&#038;ssl=1" alt="selic, cni" width="588" height="352" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=768%2C459 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?w=1170 1170w" sizes="(max-width: 588px) 100vw, 588px" /><figcaption id="caption-attachment-24878" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em>CNI entende que país já vive um momento de desaceleração da inflação</em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O <strong>Comitê de Política Monetária (Copom)</strong> do Banco Central, decidiu por uma nova elevação na taxa básica de juros, a Selic, que agora será de 13,75% ao ano. Desde março de 2021, o BC vem optando em aumentar a taxa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A justificativa do Banco Central segue a mesma: o aumento vem na tentativa de controlar a inflação brasileira. Por outro lado, os <a href="https://portalcontexto.com.br/novo-aumento-da-selic-gera-critica-do-setor-produtivo/">setores produtivos</a> reagiram, a </span><a href="https://www.portaldaindustria.com.br/cni/canais/assuntos-internacionais/o-que-fazemos/temas-prioritarios/acordos-comerciais/ocde-e-a-industria-brasileira/"><span style="font-weight: 400;"><strong>Confederação Nacional da Indústria (CNI)</strong></span></a><span style="font-weight: 400;"> considera equivocado o novo aumento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o presidente da entidade, Robson Braga de Andrade, desde dezembro de 2021, a taxa de juros real já supera o patamar suficiente para desacelerar a inflação nos próximos meses, em razão de seus efeitos restritivos e negativos sobre a atividade econômica.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A CNI entende que, neste momento, o novo aumento da taxa de juros é dispensável para o combate da inflação e trará custos adicionais desnecessários para a atividade econômica, com reflexos negativos sobre consumo, produção e emprego”, afirma Robson Andrade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Ainda na avaliação da CNI, a desaceleração da inflação está sendo reforçada pelo recuo nos nos custos da energia elétrica, telecomunicação, dos combustíveis e do transporte coletivo. Assim, a entidade entende que para julho e agosto a expectativa seria de deflação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Considerando os fatores acima, a expectativa de inflação para o fim deste ano seria de 7,15%, de acordo com a previsão do Boletim Focus do BC. Para 2023, o recuo da inflação é algo esperado e também, previsto no Boletim Focus, e deverá ser de 5,33%</span></p>
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		<title>Novo aumento da Selic. E agora?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Mar 2022 15:35:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O novo ajuste da Selic era esperado pelo mercado, mas o que dizem os especialistas? O Comitê de Política Monetária (Copom) em nova reunião nesta semana decidiu pela elevação em 1 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 11,75%, o maior nível dos últimos cinco anos.  Momento em que [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_2648" aria-describedby="caption-attachment-2648" style="width: 666px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-2648" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/money-Imagem_de_lkzmiranda_por_Pixabay-1024x577.jpg?resize=666%2C375&#038;ssl=1" alt="selic" width="666" height="375" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/money-Imagem_de_lkzmiranda_por_Pixabay.jpg?resize=1024%2C577 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/money-Imagem_de_lkzmiranda_por_Pixabay.jpg?resize=300%2C169 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/money-Imagem_de_lkzmiranda_por_Pixabay.jpg?resize=768%2C433 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/03/money-Imagem_de_lkzmiranda_por_Pixabay.jpg?w=1200 1200w" sizes="(max-width: 666px) 100vw, 666px" /><figcaption id="caption-attachment-2648" class="wp-caption-text">Foto: Pixabay</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">O novo ajuste da Selic era esperado pelo mercado, mas o que dizem os especialistas?</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">O Comitê de Política Monetária (Copom) em nova reunião nesta semana decidiu pela <a href="https://portalcontexto.com.br/novo-aumento-da-selic-gera-critica-do-setor-produtivo/">elevação</a> em 1 ponto percentual na taxa básica de juros, a Selic, que agora está em 11,75%, o maior nível dos últimos cinco anos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Momento em que os investidores ficam de olho nos rendimentos e nas opções para não perder dinheiro, como aconselha </span><span style="font-weight: 400;">Bernardo Pascowitch, fundador do Yubb, é preciso escolher rendimentos acima da inflação para não perder poder de compra. &#8220;Buscar, comparar e pesquisar são atitudes fundamentais para quem investe. E qualquer negligência fará com que o investidor perca poder de compra em um cenário global bastante desafiador&#8221;, disse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, a elevação da Selic como alternativa para controlar a inflação, pode gerar um efeito contrário. Como avalia João Manuel Campanelli Freitas, análise do COO do Travelex Bank, “esse aumento de 1 ponto percentual, em tese, nos levaria ao 0 a 0 com a inflação que temos enfrentado. É uma conta simples, mas ao mesmo tempo nos mostra uma preocupação, pois, a inflação continuando esse processo galopante significa que provavelmente tenhamos mais ajustes para gerar um aperto monetário na tentativa de controlar esse movimento inflacionário”.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Dentro do contexto de pandemia e conflito na Ucrânia, Pascowitch ainda reforça que &#8220;a pressão inflacionária já era uma realidade por conta da retomada da atividade econômica após a pandemia, mas a guerra na Ucrânia impulsionou esse cenário ao trazer uma grande valorização do petróleo, que é a principal commodity do mundo e grande responsável pelo aumento dos custos nas cadeias globais de suprimentos e distribuição. Nesse sentido, com uma elevação ainda maior dos juros globais, há uma deterioração dos investimentos de renda variável e maior atratividade de títulos de renda fixa pública e privada&#8221;. </span></p>
<h4><b>Investidores Internacionais </b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">A taxa básica de juros na casa dos dois dígitos atrai ainda mais a atenção de investidores internacionais, que buscam ativos de risco em meio ao cenário incerto na economia global. “Com taxa de juros (11,75%) e o nosso juros real sendo um dos maiores do mundo esse movimento deve seguir”, avalia também o head da Tesouraria do Travelex Bank, Marcos Weigt.</span></p>
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		<title>Novo aumento da Selic gera crítica do setor produtivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Feb 2022 13:37:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CNI avalia que o novo aumento da Selic foi equivocado. Fiesp e Firjan avaliam que a elevação não é o melhor caminho para combater a inflação Como previsto pelos analistas financeiros, o Comitê de Política Monetária (Copom) anunciou um novo aumento da taxa Selic. Os juros básicos da economia vão de 9,25% para 10,75% ao [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_24878" aria-describedby="caption-attachment-24878" style="width: 659px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-24878" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0-1024x613.jpg?resize=659%2C394&#038;ssl=1" alt="selic" width="659" height="394" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?resize=768%2C459 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/02/economia_1609210425_0.jpg?w=1170 1170w" sizes="(max-width: 659px) 100vw, 659px" /><figcaption id="caption-attachment-24878" class="wp-caption-text">Foto: Marcello Casal/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">CNI avalia que o novo aumento da Selic foi equivocado. Fiesp e Firjan avaliam que a elevação não é o melhor caminho para combater a inflação</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Como previsto pelos analistas financeiros, o <a href="https://www.bcb.gov.br/controleinflacao/copom">Comitê de Política Monetária (Copom)</a> anunciou um novo aumento da taxa Selic. Os juros básicos da economia vão de 9,25% para 10,75% ao ano. A decisão foi tomada por unanimidade e a justificativa é o aumento da inflação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">De acordo com o comunicado do Copom, a Selic deverá seguir em alta até que a inflação esteja controlada no médio prazo. Por outro lado, o ritmo do aumento da taxa deverá ser menor, uma vez que a economia ainda vem reagindo aos aumentos anteriores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Em relação aos seus próximos passos, o Comitê antevê como mais adequada, neste momento, a redução do ritmo de ajuste da taxa básica de juros. Essa sinalização reflete o estágio do ciclo de aperto, cujos efeitos cumulativos se manifestarão ao longo do horizonte relevante”, destacou a nota do Copom.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"> A taxa <a href="https://portalcontexto.com.br/copom-eleva-a-selic-para-525-ao-ano/">Selic</a> chegou a passar seis anos sem ser elevada. De julho de 2015 a outubro de 2016, a taxa permaneceu em 14,25% ao ano. Depois disso, o Copom voltou a reduzir os juros básicos da economia até que a taxa chegasse a 6,5% ao ano em março de 2018. A Selic voltou a ser reduzida em agosto de 2019 até alcançar 2% ao ano em agosto de 2020, influenciada pela contração econômica gerada pela pandemia de covid-19. Esse era o menor nível da série histórica iniciada em 1986.</span></p>
<h4><b>Reação do setor produtivo</b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Entidades da indústria avaliaram a decisão do Copom de forma negativa, por não combater de forma correta as causas da inflação e ainda por prejudicar a recuperação econômica, em um cenário de pandemia de covid-19.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para a </span><span style="font-weight: 400;">Confederação Nacional da Indústria (CNI), a decisão foi excessiva e equivocada, a CNI teme que o aperto monetário gere um cenário de recessão para este ano. </span><span style="font-weight: 400;"> </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Isso inibe a atividade econômica e deve continuar a desacelerar a inflação nos próximos meses. Essa intensificação do ritmo de aperto da política monetária aumenta o risco de recessão em 2022, com efeitos negativos sobre a produção, o consumo e o emprego”, destacou no comunicado o presidente da CNI, Robson de Andrade.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na avaliação da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), o aumento da Selic não representa o melhor caminho para combater a inflação. De acordo com a entidade, os preços estão subindo pela pressão de custos e não por causa da demanda. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“O novo patamar da Selic incomoda, e muito, já que a inflação que visa combater não apresenta um perfil condizente para um tratamento exclusivo via aumento dos juros”, criticou a Fiesp. “A expansão da renda e a geração de empregos de qualidade são características da indústria de transformação, com impactos positivos generalizados, do agronegócio aos serviços. Por isso, a Fiesp afirma: é preciso pensar para além do Copom”, acrescentou a federação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan) também entende que o aumento, mesmo que esperado, pode comprometer a recuperação econômica neste ano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“Assim, é impreterível o resgate da credibilidade fiscal com a aprovação das reformas necessárias, que são capazes de sinalizar a boa conduta no caminho da sustentabilidade das contas públicas. Só assim conseguiremos resgatar a, já muito abalada, confiança dos empresários e promover um crescimento sólido da atividade econômica”, acrescenta a nota da Firjan.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">*Com informações da Agência Brasil </span></i></p>
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		<title>Nova fase do open banking será implementada nesta sexta (13)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 14:27:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Economia]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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		<category><![CDATA[Banco Central]]></category>
		<category><![CDATA[Open Banking]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com o open banking, os clientes poderão compartilhar dados entre instituições bancárias Hoje (13) está sendo implementada a segunda fase do open banking, sistema que possibilita que os clientes autorizem o compartilhamento de dados pessoais e financeiros entre instituições bancárias. A partir de agora, o cliente poderá permitir o acesso das informações bancárias por outra [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_20030" aria-describedby="caption-attachment-20030" style="width: 561px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class=" wp-image-20030" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/marcelocasalabr-1024x613.jpg?resize=561%2C336&#038;ssl=1" alt="open" width="561" height="336" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/marcelocasalabr.jpg?resize=1024%2C613 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/marcelocasalabr.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/marcelocasalabr.jpg?resize=768%2C459 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/08/marcelocasalabr.jpg?w=1170 1170w" sizes="(max-width: 561px) 100vw, 561px" /><figcaption id="caption-attachment-20030" class="wp-caption-text">Foto; Marcello Casal Jr/ Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><span style="font-weight: 400;">Com o </span><i><span style="font-weight: 400;">open banking</span></i><span style="font-weight: 400;">, os clientes poderão compartilhar dados entre instituições bancárias</span></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje (13) está sendo implementada a segunda fase do <a href="https://portalcontexto.com.br/open-banking-saiba-mais-sobre-novo-sistema-financeiro-iniciado-ontem-1-pelo-banco-central/">open banking</a>, sistema que possibilita que os clientes autorizem o compartilhamento de dados pessoais e financeiros entre instituições bancárias. A partir de agora, o cliente poderá permitir o acesso das informações bancárias por outra instituição financeira. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“É o momento do consumidor. Porque o </span><i><span style="font-weight: 400;">open banking</span></i><span style="font-weight: 400;"> trabalha com o conceito de que cada pessoa é dona dos seus dados, então ela pode fazer o que quiser com as suas informações, migrando de bancos ou usando o melhor de cada instituição. Por exemplo, ela vê que o banco x é melhor em crédito, que o y oferece melhores investimentos e o z foca na previdência privada, e isso faz com que ela monte a carteira de serviços que vai utilizar, integrando os três. É o consumidor construindo o banco que quiser”, explica José Luiz, que também é sócio da</span><a href="http://www.jlrodrigues.com.br/"> <b>JL Rodrigues &amp; Consultores Associados</b></a><span style="font-weight: 400;">. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por outro lado, o open banking ainda não é tão popular entre os consumidores. De acordo com uma pesquisa realizada por C6 Bank e Ipec em junho, 56% da população brasileira não sabe o que é open banking, e 37% imagina ser um novo banco digital. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">“A grande defasagem do mercado hoje é de educação financeira. As dimensões do País e a discrepância social e cultural fazem com que pessoas de diferentes classes tenham experiências, hábitos e acessos completamente distintos. O entendimento sobre o que é um banco digital, sua segurança, como o dinheiro fica em um banco digital e como são realizados os pagamentos por meio dessas instituições ainda é algo difícil para muitas pessoas. E esse cenário de dúvidas pode se intensificar quando mais inovações chegarem, se de fato não forem disponibilizadas informações de fácil acesso”, pontua o especialista.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">José Luiz reforça que este movimento de ensinamento deve envolver todas as entidades do mercado. “Essa não é apenas uma responsabilidade do Banco Central, mas envolve também sindicatos, associações e a própria iniciativa privada. Afinal, para que os produtos e serviços sejam bem aceitos e amplamente utilizados, é necessário que o consumidor os compreenda”.</span></p>
<h4><b>Mais fases de implementação do </b><b><i>Open Banking</i></b></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">O sistema será implementado aos poucos, a partir de hoje, os usuários poderão compartilhar informações de cadastro, ou seja, dados pessoais, endereço e renda.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Depois, no dia 30 de agosto, os clientes poderão fazer pagamentos pelo Pix usando o</span><i><span style="font-weight: 400;"> open banking</span></i><span style="font-weight: 400;">, assim, as transações poderão ser feitas por aplicativos de compras ou mensagens.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No próximo mês, a partir do dia 13 de setembro, o compartilhamento sobre contas e movimentação financeira poderá ser feito. Depois do dia 27 de setembro, os dados sobre operação de crédito e cartões de crédito serão liberados para o sistema do </span><i><span style="font-weight: 400;">open banking</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Segundo a regulamentação do Banco Central, as médias e grandes instituições financeiras do país são obrigadas a participar do </span><i><span style="font-weight: 400;">open banking</span></i><span style="font-weight: 400;">.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">*Com informações da Agência Brasil</span></i></p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/nova-fase-do-open-banking-sera-implementada-nesta-sexta-13/">Nova fase do open banking será implementada nesta sexta (13)</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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