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	<title>Arquivos #astronomia - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #astronomia - Portal Contexto</title>
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		<title>Fim de ano reserva um espetáculo astronômico no anoitecer</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Nov 2024 10:24:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_40561" aria-describedby="caption-attachment-40561" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-40561" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2024/11/1920x1080.jpg?w=1920&amp;ssl=1 1920w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-40561" class="wp-caption-text">Foto: Star Walk</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Vênus, Saturno e Júpiter dominam o céu de novembro e dezembro</i></h3>
<div>
<p>Durante as noites de novembro e dezembro, o céu traz um espetáculo gratuito e imperdível: três dos planetas mais brilhantes do Sistema Solar — Vênus, Saturno e Júpiter — poderão ser observados a olho nu. Esse alinhamento acontece logo após o pôr do sol, favorecendo tanto admiradores da astronomia quanto curiosos em busca de momentos deslumbrantes sob o céu estrelado.</p>
<p>Vênus, conhecido por seu brilho intenso, será o primeiro a aparecer. Cerca de 20 minutos após o ocaso, um ponto prateado surgirá no horizonte oeste, encantando mesmo sob a poluição luminosa das grandes cidades. Logo em seguida, Saturno, com seu tom amarelado inconfundível, poderá ser avistado no horizonte noroeste, aproximadamente 40 minutos depois do Sol se pôr. Já Júpiter, o gigante gasoso, brilhará próximo ao horizonte nordeste, competindo em luminosidade com as estrelas mais próximas.</p>
<p>Para facilitar a localização, um alinhamento simples pode ser usado: olhando para o horizonte norte, Vênus estará à esquerda, Saturno um pouco acima, e Júpiter à direita, próximo ao horizonte. Esse espetáculo ganha ainda mais destaque em noites claras e sem nuvens, sendo um convite para conectar-se ao universo.</p>
<p>Aproveite este momento especial para observar as maravilhas do cosmos. Esse fenômeno, além de ser uma experiência única, também reforça a grandiosidade do céu noturno. A observação dos planetas será favorecida em noites de Lua Nova, quando o brilho lunar não ofusca os detalhes astronômicos.</p>
<p>Não perca as lives de terças feiras, 19h30, do Urânia Planetário, no canal do YouTube – <a href="https://www.youtube.com/@uraniaplanetario" target="_blank" rel="noopener" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.youtube.com/@uraniaplanetario&amp;source=gmail&amp;ust=1732227110645000&amp;usg=AOvVaw2HY3xefYLAxQF7r4kvQebv">https://www.youtube.com/@<wbr />uraniaplanetario</a> – para saber o que observar no céu da sua cidade, interagindo ao vivo com o Prof. Marcos Calil.</p>
</div>
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		<title>Descoberta de anel em uma localização não esperada sugere a revisão da teoria para a formação de anéis planetários no Sistema Solar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2023 16:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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		<category><![CDATA[pesquisa cientifica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa internacional, com colaboração de brasileiros, relata a descoberta de um anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar Descoberta reforça a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar Achado leva a uma revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_32399" aria-describedby="caption-attachment-32399" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-32399" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="planetários" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/02/nasa-ScBkW9AKgcA-unsplash-2047x1152-1.jpg?w=2047&amp;ssl=1 2047w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-32399" class="wp-caption-text">Anel descoberto fica ao redor do objeto transnetuniano Quaoar, fora das zonas de formação de satélites naturais e anéis que orbitam ao redor dos planetas, como o Netuno. Foto: Nasa/Unsplash</figcaption></figure>
<ul>
<li>
<h3><em>Pesquisa internacional, com colaboração de brasileiros, relata a descoberta de um anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Descoberta reforça a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar</em></h3>
</li>
<li>
<h3><em>Achado leva a uma revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis planetários no Sistema Solar</em></h3>
</li>
</ul>
<p>Uma pesquisa realizada por um grupo internacional formado por 59 cientistas, vinculados a instituições de pesquisa de 14 países diferentes relata a descoberta de um <strong>anel ao redor do objeto transnetuniano Quaoar</strong> que mantém uma dinâmica orbital até então desconhecida. Em razão deste achado, o grupo sugere a revisão de uma teoria do Século 19 que norteia os estudos sobre a formação de anéis planetários no Sistema Solar. O estudo, liderado por pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e com participação de cientistas da Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), está publicado na edição de quarta-feira (8) na<strong> revista “Nature”</strong>.</p>
<p>Ao descrever um anel em torno de Quaoar, o paper reforça descobertas recentes que indicam a existência de anéis ao redor de corpos celestes menores e não planetários do Sistema Solar, como aqueles já relatados no centauro Chariklo e no planeta-anão Haumea. Em Quaoar, um candidato a planeta-anão de raio estimado de 555 km, o anel circular está situado a um raio de 4.100 km do corpo central. Tal medição extrapola, e muito, os 1.780 km calculados como o Limite de Roche deste objeto transnetuniano.</p>
<p>Na astronomia, o Limite de Roche é a distância entre dois corpos que, em tese, define se um objeto secundário, que orbita em torno do outro, será um satélite natural, de estrutura íntegra como a Lua, ou um anel fragmentado em diversas partículas e distribuídas ao longo da órbita do corpo celeste principal, como os anéis de Saturno. Para calcular tal limite, a equação de Roche, um astrônomo francês do Século 19, leva em conta, de maneira resumida, as densidades e os tamanhos dos astros envolvidos e a força de maré, relacionada à força gravitacional, para determinar as zonas de formação dos satélites naturais e dos anéis que orbitam um determinado corpo celeste.</p>
<p>Pela teoria, todos os objetos dentro do Limite de Roche se fragmentam pelas interações geradas pela força de maré e se tornam anéis. Por outro lado, acreditava-se até então que todos os objetos secundários fora do Limite de Roche se apresentassem em forma de satélites naturais, de luas, o que o anel de Quaoar pôs em xeque com este estudo.</p>
<p>No artigo, os pesquisadores escrevem que os dados colhidos por meio de observações feitas a partir de locais diferentes da Terra indicam, “provavelmente”, a necessidade de revisitar parte dos conceitos vigentes na equação proposta em 1847: “de fato, a equação se aplica a um satélite fluido que é partido perto de um planeta. Mas o processo inverso, a aglutinação de partículas em um satélite, implica mecanismos não contabilizados na equação”, escrevem os cientistas no paper, que demandou uma programação minuciosa de observações e simulações numéricas de modelos dinâmicos dos objetos em estudo.</p>
<p>Até esta descoberta, todos os anéis densos conhecidos do Sistema Solar, casos dos anéis de Júpiter, Saturno, Urano, Netuno, Chariklo e Haumea, repetiam o padrão descrito no Século 19, localizados relativamente próximos ao corpo central. “No caso de Quaoar, você tem um anel que está muito fora. É a primeira vez que vimos uma violação nisso do que esperamos do Limite de Roche. Geralmente, quando estamos observando e tentando encontrar anéis, nem observamos regiões tão distantes do corpo central. Havia dados de observações que o pessoal nem pensou em procurar anéis nesta região. Fomos olhar os dados anteriores e vimos que o anel já estava lá. O pessoal não tinha processado e analisado com calma para ver que tinha um anel ali”, afirma o professor Rafael Sfair, da FEG-Unesp, um dos autores do artigo, já antevendo os próximos desafios.</p>
<p>“A questão é: descobrimos esse anel, ele existe, está lá. Temos os dados que mostram que ele está lá. Mas por que esse material está na forma de um anel? Por que não se juntou em um satélite? Essas são as próximas questões que teremos que responder”, diz o docente.</p>
<p>A existência de anéis em corpos celestes menores é algo bem recente no mundo da astronomia. Até 2013, quando foram descobertos no asteroide Chariklo, os cientistas só conheciam os anéis planetários. Os achados mais recentes, em Haumea e agora em Quaoar, estão relacionados a dois dos chamados objetos transnetunianos, ou TNO (na sigla em inglês). Como o próprio nome indica, esses corpos celestes estão localizados após a órbita de Netuno, área também conhecida como Cinturão de Kuiper.</p>
<p>Os estudos dos objetos transnetunianos, localizados na periferia do Sistema Solar, são extremamente desafiadores para os cientistas, especialmente dadas as distâncias que estão localizados. Quaoar está a 43 unidades astronômicas da Terra, ou 43 vezes mais longe do Sol do que o planeta que habitamos. Atualmente, estima-se que tenha um diâmetro de cerca de 1.100 km e seja um objeto rochoso, com uma camada de gelo por fora, perfil traçado para boa parte dos TNOs conhecidos. Quaoar tem uma lua, satélite natural chamado Weywot com diâmetro estimado de 170 km e situado a 14.500 km de distância de seu corpo, e agora o anel recém-descoberto, possivelmente de gelo e poeira, a um raio de 4.100 km.</p>
<p>Ao mesmo tempo que observar e analisar os objetos transnetunianos é uma tarefa desafiadora, é estratégica para os astrônomos, pois os TNOs podem revelar informações relacionadas ao processo de formação e evolução do Sistema Solar. “Os objetos transnetunianos são resquícios do processo de formação do Sistema Solar. Entender esses objetos ajuda a entender como foi o processo de evolução do Sistema Solar. São objetos primordiais nesse sentido”, afirma Rafael Sfair.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Fonte: <a href="https://abori.com.br/?utm_medium=publisherLink&amp;utm_source=publisher&amp;utm_campaign=releases&amp;utm_content=https://abori.com.br/astronomia/descoberta-de-anel-em-uma-localizacao-nao-esperada-sugere-a-revisao-da-teoria-para-a-formacao-de-aneis-planetarios-no-sistema-solar/">Agência Bori</a></em></p>
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		<title>O que o telescópio Espacial James Webb tem em comum com o radiotelescópio brasileiro BINGO?</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/o-que-o-telescopio-espacial-james-webb-tem-em-comum-com-o-radiotelescopio-brasileiro-bingo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=o-que-o-telescopio-espacial-james-webb-tem-em-comum-com-o-radiotelescopio-brasileiro-bingo</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2022 09:15:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Contexto Livre]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Astronomia vem de tempos imemoriais. O Ser Humano olhou os céus, maravilhou-se e iniciou sua jornada rumo à compreensão. Já havia um grande interesse prático no estudo dos céus. Na verdade, razões referentes à vida e à riqueza e ao desenvolvimento social. O James Webb vai nesta direção com a mais profunda técnica moderna. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div>
<figure id="attachment_28611" aria-describedby="caption-attachment-28611" style="width: 250px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-28611" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified.jpg?resize=250%2C375&#038;ssl=1" alt="telescópio, james, bingo" width="250" height="375" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?resize=1024%2C1536&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?resize=1365%2C2048&amp;ssl=1 1365w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2022/07/IMG-0144-modified-scaled.jpg?w=1707&amp;ssl=1 1707w" sizes="(max-width: 250px) 100vw, 250px" /><figcaption id="caption-attachment-28611" class="wp-caption-text">Professor Elcio Abdalla. Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<p>A <strong>Astronomia</strong> vem de tempos imemoriais. O Ser Humano olhou os céus, maravilhou-se e iniciou sua jornada rumo à compreensão. Já havia um grande interesse prático no estudo dos céus. Na verdade, razões referentes à vida e à riqueza e ao desenvolvimento social.</p>
<p>O <a href="https://portalcontexto.com.br/deslumbrantes-confira-as-primeiras-imagens-coloridas-do-telescopio-james-webb/"><strong>James Webb</strong> </a>vai nesta direção com a mais profunda técnica moderna. O Telescópio está observando os mais longínquos recônditos locais do Universo, as distâncias mais longínquas, em que observamos um passado tão remoto que as primeiras estruturas estavam se formando. Naquela época, as primeiras luzes com formas definidas começavam a se formar.</p>
<p>Com isso, não apenas as imagens são novas e interessantes, mas também permitem aquilatar a evolução do Universo, a forma de sua expansão que na época dependia muito pouco da Energia Escura, podendo haver uma comparação bastante importante do ponto de vista científico com as observações do <strong><a href="http://portal.if.usp.br/bingotelescope/pt-br/node/323">radiotelescópio brasileiro BINGO,</a></strong> que por outro lado se referem a uma época em que a Energia Escura passava a ser a componente dominante do Universo. Assim, a ciência será feita de modo efetivo e importante, com informações de lado a lado. Poderemos incorporar as informações do James Webb com as informações a serem obtidas no âmbito do Telescópio BINGO.</p>
<p>As informações sobre a formação das primeiras estruturas, da formação de galáxias e de estruturas ainda maiores, como as que serão importantes no caso do projeto BINGO certamente serão essenciais como informações cruzadas. Aqui estamos mencionando as maiores estruturas do Universo a serem observadas pelo BINGO, as chamadas Oscilações Acústicas de Bárions, estruturas estas que se estendem por cerca de meio bilhão de anos luz no espaço.</p>
<p>No caso do James Webb, serão vistos protoplanetas e sistemas planetários, que nos enviam informações sobre a origem da vida e sobre a possibilidade de vida fora do nosso planeta. Algumas destas questões poderão ser tratadas na extensão do BINGO de alta resolução, projeto a ser tratado na segunda fase do projeto BINGO.</p>
<p>Estas questões podem inclusive servir de pano de fundo a desenvolvimentos mais ligados a nossos problemas, pois as técnicas usadas serão de grande utilidade além dos próprios (e úteis) desenvolvimentos científicos propriamente ditos. Menciono aqui, no caso da segunda fase do BINGO, a possibilidade de se observarem objetos com muito mais precisão, e se efetuar um escaneamento detalhado do céu mais próximo.</p>
<p>Hoje, a observação dos céus nos permitiram, entre outros, e apenas para dar um exemplo, o utilíssimo GPS. A observação dos céus são elementos essenciais do conhecimento físico, e com a melhoria das teorias físicas, temos consequências maiúsculas no desenvolvimento humano, dos pontos de vista científico, tecnológico e social. Temos como exemplo de cada um, o conhecimento do Setor Escuro do Universo (95% do Cosmos), a invenção da internet, os sistemas de vigilância e sensoriamento remotos, tão importantes na preservação de florestas e reservas naturais.</p>
<p>No futuro, além de uma compreensão sofisticada do Universo, teremos eventualmente fontes mais complexas de energia limpa, viagens para fora da Terra, hoje já realidade, prevenção de quedas de asteroides, também hoje quase uma realidade (lembremo-nos que os asteróides caídos na Terra foram responsáveis por grandes extinções), eventual busca de vida fora do planeta Terra.</p>
<p>Estas são algumas das razões pelas quais o estudo da Astronomia e da Cosmologia não é apenas um diletantismo, mas algo útil e economicamente viável, nem um instrumento de um sincretismo falso, como astrologia, mas serve até mesmo para que se coloque um limite na obscuridade e se coloque a Ciência em um patamar merecido dentro da cultura e do conhecimento humanos.</p>
<p><strong><br />
Elcio Abdalla</strong> é físico teórico brasileiro com reconhecimento internacional e importante liderança na pesquisa de física teórica no Brasil. Com doutorado e pós-doutorado pela Universidade de São Paulo, é atualmente professor titular do Instituto de Física dessa universidade, além de coordenador do Projeto Bingo, radiotelescópio brasileiro que está sendo construído no interior da Paraíba que fará o mapeamento na parte escura do universo.</p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
</div>
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		<title>Eclipse parcial da Lua acontece nesta madrugada (19)</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/eclipse-parcial-da-lua-acontece-nesta-madrugada-19/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=eclipse-parcial-da-lua-acontece-nesta-madrugada-19</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Nov 2021 17:15:23 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Eclipse poderá ser observado no Brasil, especialmente, nas cidades do centro-norte Na madrugada desta sexta-feira (19) acontece um eclipse parcial da Lua. O fenômeno é chamado de eclipse de microlua e é possível quando o satélite está no ponto mais distante da órbita ao redor da terra. O professor Marcelo Schappo do Instituto Federal de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_9273" aria-describedby="caption-attachment-9273" style="width: 593px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-9273" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marcello-Casal-Jr-Agencia-Brasil.jpg?resize=593%2C355&#038;ssl=1" alt="eclipse" width="593" height="355" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marcello-Casal-Jr-Agencia-Brasil.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marcello-Casal-Jr-Agencia-Brasil.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marcello-Casal-Jr-Agencia-Brasil.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/10/Marcello-Casal-Jr-Agencia-Brasil.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 593px) 100vw, 593px" /><figcaption id="caption-attachment-9273" class="wp-caption-text">Crédito: Marcello Casal Jr./Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><em><span style="font-weight: 400;">Eclipse poderá ser observado no Brasil, especialmente, nas cidades do centro-norte</span></em></h3>
<p><span style="font-weight: 400;">Na madrugada desta sexta-feira (19) acontece um eclipse parcial da Lua. O fenômeno é chamado de eclipse de microlua e é possível quando o satélite está no ponto mais distante da órbita ao redor da terra.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor Marcelo Schappo do Instituto Federal de Santa Catarina explica que “Isso acontece porque o caminho que a Lua percorre no entorno da Terra é uma elipse, ou seja, uma circunferência levemente achatada. Como ela está mais longe da Terra que a Lua cheia média, acaba ficando aparentemente menor, cerca de 7%.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para os amantes dos fenômenos astronômicos a boa notícia é que será possível observar o eclipse no Brasil, mas somente o início do eclipse, que está previsto para acontecer às 4h20, horário de Brasília. O ápice deve ser observado às 6h.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">As cidades brasileiras que terão melhor visibilidade são as do centro-norte, como Manaus, Rio Branco, Porto Velho, Boa Vista e Manaus. E o professor Schappo explica o motivo, nesses locais a lua se põe após o ápice do eclipse.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Quem mora em Macapá, Belém e Campo Grande conseguirá acompanhar boa parte do eclipse, mas os moradores das cidades da faixa litorânea do país não terão a mesma sorte, será bastante difícil acompanhar o fenômeno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No momento do ápice do eclipse, a Lua apresentará um tom levemente avermelhado ou alaranjado, como indica o professor. E ele esclarece que isso acontece pois “a luz do Sol interage com a atmosfera terrestre e é desviada para dentro da sombra do nosso planeta, atingindo a Lua. Porém, no processo de interação com a atmosfera, as colorações avermelhadas da luz do Sol passam com maior intensidade.’’</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vale lembrar que o fenômeno pode ser observado totalmente na América do Norte e também, em países da América do Sul.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por aqui, o próximo eclipse com boa visibilidade poderá ser observado em maio de 2022. No entanto, pode preparar o telescópio, pois em dezembro está prevista a chuva de meteoros Geminídeas, e o ápice deve ocorrer no dia 14. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>*Com informações da Agência Brasil</em></p>
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		<title>Confira os principais eventos astronômicos de 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitor Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2021 17:45:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Divirta-se]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Convergência de planetas, eclipses e picos de meteoros poderão ser observados do Hemisfério Sul Olhar para o céu e se deslumbrar com a beleza dos astros e planetas é uma atividade incrível. Para quem já teve a sorte de registrar uma estrela cadente ou um eclipse solar, sabe que a experiência é inesquecível. Depois de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_11858" aria-describedby="caption-attachment-11858" style="width: 1170px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-11858" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nasa_kepler_1.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nasa_kepler_1.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nasa_kepler_1.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nasa_kepler_1.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2021/01/nasa_kepler_1.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-11858" class="wp-caption-text">Créditos: Divulgação/Nasa</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center"><em>Convergência de planetas, eclipses e picos de meteoros poderão ser observados do Hemisfério Sul</em></h3>
<p><span style="font-weight: 400">Olhar para o céu e se deslumbrar com a beleza dos astros e planetas é uma atividade incrível. Para quem já teve a sorte de registrar uma estrela cadente ou um eclipse solar, sabe que a experiência é inesquecível. Depois de séculos de inovações científicas, a tecnologia e os grandes observatórios possibilitaram que cientistas de todo o mundo pudessem estabelecer o calendário dos principais acontecimentos da galáxia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400">O ano de 2021 promete verdadeiros acontecimentos raros no espaço, por isso, o <strong>Portal Contexto</strong> preparou uma lista dos melhores eventos astronômicos para você acompanhar durante todo o ano.</span></p>
<h4><b>Fevereiro</b></h4>
<p><b>Chuva de Meteoros</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 8 &#8211; Ápice da Chuva de Meteoros Alfa Centaurídeas. O evento acontecerá na região “Radiante” do universo, no lado esquerdo da Cruzeiro do Sul, na constelação de Centauro. Observável desde o início da noite até o amanhecer.</span></p>
<h4><b>Março</b></h4>
<p><b>Equinócio</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 20 &#8211; Acontece o equinócio de Outono no Hemisfério Sul. A órbita do sol aparente fica visível às 06h22.</span></p>
<h4><b>Abril</b></h4>
<p><b>Superlua</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 8 &#8211; Lua chega em seu apogeu máximo de observação. O ponto de sua órbita fica mais próximo da terra, fazendo com que ela fique até 14% maior e 30% mais brilhante.</span></p>
<h4><b>Maio</b></h4>
<p><b>Chuva de Meteoros</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 8 &#8211; Pico da chuva de meteoros Eta Liríades, observável no país a partir da 00h00.</span></p>
<h4><b>Junho</b></h4>
<p><b>Solstício de Inverno</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 20 &#8211; A maior declinação do Sol em latitude acontece também no Hemisfério Sul às 00H16. Início do Inverno e dia (parte clara) mais curto do ano.</span></p>
<h4><b>Julho</b></h4>
<p><b>Conjunção de Planetas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 13 &#8211; Vênus e Marte entram em conjunção. Evento fica visível no horizonte oeste a partir das 17h56 até por volta de 19h50.</span></p>
<h4><b>Agosto</b></h4>
<p><b>Sol mais aparente</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 2 &#8211; Saturno em oposição ao Sol. Quando o Sol se põe no horizonte oeste, o planeta Saturno acaba nascendo no lado leste. Assim, o cenário possibilita que o astro fique mais evidente, parecendo mais brilhante. Melhor data para observá-lo.</span></p>
<h4><b>Setembro</b></h4>
<p><b>Equinócio de Primavera</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 22 &#8211; Passagem marcante para os praticantes da religião celta, o Equinócio de Primavera ocorre quando o Sol cruza a linha do Equador leste. A passagem ocorre às 16h06 da tarde.</span></p>
<h4><b>Outubro</b></h4>
<p><b>Chuva de Meteoros</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 21 &#8211; Pico da Chuva de Meteoros Orionídeas, visível a partir das 23h até o amanhecer.</span></p>
<h4><b>Novembro</b></h4>
<p><b>Eclipse Parcial da Lua</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 19 &#8211; O eclipse parcial da Lua inicia sua fase penumbral às 3h02 da manhã, seguida da fase parcial às 4h18, atingindo o máximo no Paraná às 05h20, quando a Lua desaparece por total no horizonte oeste.</span></p>
<h4><b>Dezembro</b></h4>
<p><b>Conjunção de Planetas</b></p>
<p><span style="font-weight: 400">Dia 9 &#8211; Lua e Júpiter convergem. A proximidade dos dois planetas fica disponível para exibição até por volta das 23h.</span></p>
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		<title>Veja como acompanhar o ápice do alinhamento de Júpiter e Saturno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriel Torres]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Dec 2020 20:16:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#alinhamento]]></category>
		<category><![CDATA[#astronomia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O fenômeno acontece a cada 20 anos, mas com as circunstâncias de hoje não é visto há séculos O estagiário não é a Ludmilla, mas veio avisar que “é hoje!”. Na noite de hoje (21), acontecerá um dos eventos astronômicos mais incríveis de 2020. E, o melhor, dependendo das circunstâncias poderá ser visto a olho [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center"><em><strong>O fenômeno acontece a cada 20 anos, mas com as circunstâncias de hoje não é visto há séculos</strong></em></p>
<figure id="attachment_11074" aria-describedby="caption-attachment-11074" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-11074" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/977600-27092015-super-lua280915.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/977600-27092015-super-lua280915.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/977600-27092015-super-lua280915.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/977600-27092015-super-lua280915.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/977600-27092015-super-lua280915.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-11074" class="wp-caption-text">Crédito: Marcello Casal Jr/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>O estagiário não é a Ludmilla, mas veio avisar que “é hoje!”. Na noite de hoje (21), acontecerá um dos eventos astronômicos mais incríveis de 2020. E, o melhor, dependendo das circunstâncias poderá ser visto a olho nu.</p>
<p>Estou me referindo ao que muitos astrônomos nomearam carinhosamente de <strong>“o beijo de Natal”</strong> ou <strong>“Estrela de Belém”</strong>. Trata-se da &#8220;grande conjunção&#8221; de Júpiter e Saturno, fenômeno em que ambos os planetas estarão alinhados de maneira que parecem formar um planeta &#8220;duplo&#8221;.</p>
<p>Além disso, será um momento histórico, pois, segundo especialistas esta será a maior aproximação entre os astros visível no nosso céu desde a Idade Média: a última vez que isso ocorreu foi no dia 4 de março de 1226. O que possibilita, conforme disse a NASA, que o fenômeno seja visível para praticamente o mundo inteiro.</p>
<h3><strong>Dicas de como acompanhar o alinhamento</strong></h3>
<ul>
<li>O fenômeno acontecerá cerca de uma hora após o pôr do sol (entre ás 18h e 19h);</li>
<li>A visibilidade dependerá em grande medida das condições meteorológicas, como em todo evento astronômico. Sendo assim, é necessário que não chova e que o céu esteja limpo;</li>
<li>Quem estiver mais próximo ao Equador poderá observar o fenômeno melhor, pois vai durar mais nesta região;</li>
<li>Graças à sua luminosidade, pode ser visto sem binóculos ou telescópio. Você deverá olhar para o oeste, mas é importante que você o faça de um lugar claro como um parque ou um piso elevado, sem nada à sua frente que atrapalhe sua visão e, se possível, com pouca poluição luminosa;</li>
<li>Como o próximo evento desta magnitude só será em 2080, o ideal é aproveitar o espetáculo desta noite;</li>
<li>Caso você seja um entusiasta desse tipo de assunto ou mesmo um curioso, acontecerá uma <a href="https://www.youtube.com/watch?v=IwDkUCDO5Pk&amp;feature=emb_title">live ao vivo (via YouTube)</a>, entre às 18h e às 19h, a qual será com direito a explicações de comentários de Ednardo Rodrigues, professor de astronomia no curso básico da Seara da Ciência, órgão de divulgação científica da Universidade Federal do Ceará (UFC).</li>
</ul>
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		<title>Alinhamento raro de Júpiter e Saturno formará o &#8220;planeta duplo&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2020 20:18:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Divirta-se]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
		<category><![CDATA[#astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[astros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prepare o telescópio! A partir do dia 17 de dezembro será possível observar o fenômeno “planeta duplo” Na noite do dia 21 de dezembro, os dois maiores planetas do sistema solar estarão mais próximos. A conjunção de Júpiter e Saturno criará o “planeta duplo”, o alinhamento é um fenômeno raro e foi visto pela última [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_10396" aria-describedby="caption-attachment-10396" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-10396 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires.jpg?resize=1020%2C430&#038;ssl=1" alt="saturno" width="1020" height="430" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires-scaled.jpg?resize=1024%2C432&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires-scaled.jpg?resize=300%2C127&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires-scaled.jpg?resize=768%2C324&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires-scaled.jpg?resize=1536%2C648&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/12/PIA22766_hires-scaled.jpg?resize=2048%2C864&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-10396" class="wp-caption-text">Saturno, ilustração. Crédito: Nasa</figcaption></figure>
<h4><strong>Prepare o telescópio! A partir do dia 17 de dezembro será possível observar o fenômeno “planeta duplo”</strong></h4>
<p><span style="font-weight: 400;">Na noite do dia 21 de dezembro, os dois maiores planetas do sistema solar estarão mais próximos. A <a href="https://portalcontexto.com.br/confira-o-calendario-de-fenomenos-astronomicos-que-podem-ser-observados-no-brasil-em-2020/">conjunção</a> de Júpiter e Saturno criará o “planeta duplo”, o alinhamento é um fenômeno raro e foi visto pela última vez na Idade Média.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A conjunção, conceitualmente, acontece quando dois objetos se alinham no céu, mas o alinhamento não se dá de forma perfeita por conta da diferença das órbitas dos planetas. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O professor de Física e Astronomia da Rice University de Texas, nos Estados Unidos, Patrick Hartigan, <a href="https://sparky.rice.edu/~hartigan/public-night/jupsat.html">escreveu em seu site</a> explicando o fenômeno. De acordo com o acadêmico, “a última vez que os dois planetas apareceram tão próximos um do outro no céu e foram observáveis ​​(ou seja, não sob o brilho do Sol) foi na manhã de 4 de março de 1226!”</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste ano, “para esta conjunção, ambos os planetas serão visíveis no mesmo campo de visão na maioria dos pequenos telescópios, junto com algumas das luas de Júpiter e Saturno. Na verdade, eles estarão tão próximos que pode ser um desafio separá-los a olho nu para algumas pessoas”, explicou o professor.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por enquanto, sabe-se que o fenômeno será visível no céu ocidental do dia 17 de dezembro até o Natal. Quem não conseguir ver durante esse período, o alinhamento deverá se repetir em março de 2080 e Hartigan brinca: “o maior desafio é que você terá que permanecer vivo por mais 60 anos para vê-lo!”.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Não perca o Eclipse Penumbral da Lua neste domingo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2020 10:00:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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		<category><![CDATA[#astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[#contexto #ctxt]]></category>
		<category><![CDATA[#eclipse]]></category>
		<category><![CDATA[#lua]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem estiver disposto a encarar o frio poderá contemplar o Eclipse penumbral a olho nu. Julho é mês de estiagem e na maior parte do Centro-Oeste o tempo costuma ser favorável às observações astronômicas, com noites limpas e estreladas. No próximo domingo (5), acontece o Eclipse Penumbral da Lua e o clima nesta época do [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter wp-image-6145" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-Imagem-de-Ponciano-por-Pixabay.jpg?resize=600%2C493&#038;ssl=1" alt="Eclipse penumbral" width="600" height="493" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-Imagem-de-Ponciano-por-Pixabay.jpg?w=640&amp;ssl=1 640w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-Imagem-de-Ponciano-por-Pixabay.jpg?resize=300%2C247&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /></h4>
<h4 style="text-align: center"><strong>Quem estiver disposto a encarar o frio poderá contemplar o Eclipse penumbral a olho nu. </strong></h4>
<p>Julho é mês de estiagem e na maior parte do Centro-Oeste o tempo costuma ser favorável às observações <a href="https://portalcontexto.com.br/confira-o-calendario-de-fenomenos-astronomicos-que-podem-ser-observados-no-brasil-em-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">astronômicas</a>, com noites limpas e estreladas. No próximo domingo (5), acontece o Eclipse Penumbral da Lua e o clima nesta época do ano pode favorecer a observação do céu.</p>
<p>O Eclipse penumbral da Lua é um fenômeno sutil, observar o evento requer atenção, pois diferente de um eclipse total, no penumbral a Lua passa por uma região externa da sombra da Terra chamada penumbra. Não ocorrerá um escurecimento completo, apenas uma pequena diminuição no brilho do nosso satélite.</p>
<p>Além disso, o eclipse será parcial: no máximo 35% da superfície lunar ficará coberta pela sombra do nosso planeta. Isto acontece porque a órbita da Lua está inclinada em um ângulo de 5° em relação à órbita da Terra ao redor do Sol.</p>
<figure id="attachment_6144" aria-describedby="caption-attachment-6144" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-6144" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-lunar.-imgem-por-In-The-Sky.org_..jpg?resize=600%2C321&#038;ssl=1" alt="Eclipse" width="600" height="321" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-lunar.-imgem-por-In-The-Sky.org_..jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-lunar.-imgem-por-In-The-Sky.org_..jpg?resize=300%2C161&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/07/eclipse-lunar.-imgem-por-In-The-Sky.org_..jpg?resize=768%2C411&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-6144" class="wp-caption-text">Eclipse total da Lua. Imagem por In-The-Sky.org</figcaption></figure>
<p>O termo “umbra” é dado a sombra do nosso planeta. No eclipse penumbral a Lua entra parcialmente, mas não totalmente, na “umbra” da Terra que projetará uma fina sombra na superfície Lunar, mas ainda assim poderá ser observado a olho nu.</p>
<p>O eclipse será perceptível das 00h07 às 02h52, com o ápice às 01h30 da madrugada. Estes horários são válidos para um observador em Brasília, e dependendo de sua localização no país o fenômeno pode acontecer alguns minutos antes, ou depois.</p>
<p>Em Brasília, segundo a previsão do tempo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), a madrugada de sábado para domingo teremos céu claro com poucas nuvens, a temperatura mínima deve ficar em 13ºC. Em tempos de quarentena, observar mais um evento celeste, pode ser um programa interessante para sair da rotina.</p>
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		<title>Olimpíada de Astronomia e Astronáutica prorroga inscrições</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2020 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento é voltado para estudantes de escolas públicas e privadas Em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a organização da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) decidiu estender de novo, agora até o final de junho, as inscrições para a 23ª edição. O prazo prorrogado anteriormente venceria no domingo (31). As inscrições podem [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: center"><strong>Evento é voltado para estudantes de escolas públicas e privadas</strong></h4>
<p>Em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19), a organização da Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) decidiu estender de novo, agora até o final de junho, as inscrições para a 23ª edição. O prazo prorrogado anteriormente venceria no domingo (31). As inscrições podem ser feitas no endereço <a href="http://www.oba.org.br/site/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">www.oba.org.br</a>.</p>
<p>O adiamento da data final das inscrições vale também para a Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog).</p>
<p>O objetivo, segundo o coordenador nacional dos dois eventos, professor <strong>João Batista</strong> <strong>Garcia Canalle</strong>, astrônomo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), é permitir que um número maior de escolas públicas e privadas possam inscrever seus alunos.</p>
<p>No ano passado, a olimpíada bateu o recorde de participantes na história, com 884.979 estudantes de 9.965 escolas de todos os estados e do Distrito Federal, além de duas do Japão. Canalle disse que, em geral, em torno de 20 mil escolas se inscrevem a cada ano mas, no final, na hora de aplicar a prova, apenas a metade acaba participando da OBA.</p>
<p>“Este ano, já tem um pouquinho mais de 20 mil escolas inscritas”, informou o coordenador. “Com o tempo de inscrições sendo prorrogado, isso facilitou um acréscimo maior de escolas que acabam sendo informadas”.</p>
<h4><strong>Data</strong></h4>
<p>Não foi definida ainda a data para a realização da olimpíada, diante da pandemia da covid-19. “É prematuro. Temos que aguardar as escolas voltarem ao [funcionamento] normal”. Ele disse que quando as escolas retornarem às aulas, a organização da OBA poderá marcar uma data adequada, “pelo menos para a maior parte das escolas participantes”.</p>
<p>Embora as escolas públicas sejam maioria entre os participantes da OBA, com 80% do total, Canalle disse que as escolas privadas estão ganhando espaço, percentualmente, mas de forma lenta.</p>
<p>“Elas estão vendo que isso é interessante também, porque permite ao aluno se destacar, leva o nome da escola junto quando o aluno recebe medalhas, os pais também preferem que os filhos participem da olimpíada porque isso acaba sendo uma avaliação externa à que é feita na escola. Está crescendo [a participação], felizmente”, disse o professor.</p>
<h4><strong>Olimpíada</strong></h4>
<p>Realizada em fase única e voltada para todos os estudantes dos ensinos fundamental e médio, a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica , em seus 23 anos de existência, já superou a marca de 10 milhões de participantes. Anualmente, são distribuídas cerca de 50 mil medalhas.</p>
<p>A olimpíada é dividida em quatro níveis, sendo os três primeiros dirigidos a alunos do ensino fundamental e o quarto para o ensino médio. A prova é composta por dez perguntas, sendo sete de astronomia e três de astronáutica. A maioria das questões é de raciocínio lógico. As medalhas são distribuídas conforme a pontuação obtida por cada nível.</p>
<p>Os melhores classificados na OBA representam o Brasil nas olimpíadas Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica de 2021 (OLAA). Os participantes da edição 2020 da OBA concorrem ainda a vagas nas Jornadas Espaciais que acontecem em São José dos Campos (SP), onde recebem material didático e assistem a palestras de especialistas.</p>
<p>O professor <strong>João Batista Canalle</strong> disse que o objetivo da OBA é levar “a maior quantidade de informações sobre as ciências espaciais para a sala de aula, despertando o interesse nos jovens”.</p>
<p>Alunos e professores podem se preparar para a prova por meio do aplicativo Simulado OBA, disponível para celulares, tablets, e computadores, e pelo site da olimpíada, que fornece vídeos explicativos, provas e gabaritos das edições anteriores.</p>
<figure id="attachment_5233" aria-describedby="caption-attachment-5233" style="width: 650px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-5233" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foguete_olimp%C3%ADada-de-astronomia-e-astron%C3%A1utica.-foto-Tomaz-Silva-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=650%2C430&#038;ssl=1" alt="" width="650" height="430" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foguete_olimp%C3%ADada-de-astronomia-e-astron%C3%A1utica.-foto-Tomaz-Silva-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?w=754&amp;ssl=1 754w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/06/foguete_olimp%C3%ADada-de-astronomia-e-astron%C3%A1utica.-foto-Tomaz-Silva-Ag%C3%AAncia-Brasil.jpg?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 650px) 100vw, 650px" /><figcaption id="caption-attachment-5233" class="wp-caption-text">Estudantes de diversas partes do país participam da VIII Mostra Brasileira de Foguetes, realizada na cidade de Barra do Piraí/RJ. (Tomaz Silva/Agência Brasil)</figcaption></figure>
<h4><strong>Foguetes</strong></h4>
<p>Também organizada pela OBA, a 14ª Mostra Brasileira de Foguetes (Mobfog) prorrogou as inscrições. Voltada para alunos dos ensinos fundamental e médio de escolas públicas e particulares de todas as regiões do país, a mostra avalia a capacidade dos estudantes de construir e lançar, o mais longe possível, foguetes feitos de garrafa pet, tubo de papel ou de canudo de refrigerante.</p>
<p>Estudantes que já concluíram o ensino médio também podem participar, desde que representando a instituição na qual se formaram e com a concordância da mesma. O evento acontece dentro da própria escola e tem quatro níveis. A novidade deste ano é que professores também poderão construir e lançar foguetes de papel, mas sem concorrer a prêmios.</p>
<p>Em 2019, a Mobfog contou com 154.578 alunos. Para essa edição, são esperados mais de 200 mil alunos.</p>
<h4><strong>Organização</strong></h4>
<p>A coordenação da OBA é exercida por uma comissão formada por membros da Sociedade Astronômica Brasileira (SAB) e da Agência Espacial Brasileira (AEB) do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e da Universidade Paulista (UNIP).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right">*Com informações da Agência Brasil</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Chuva de meteoros na madrugada do dia 22 de abril.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nara Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 13:05:09 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_3886" aria-describedby="caption-attachment-3886" style="width: 600px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-3886" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/meteor-shower.-By-Brian-Tomlinson-by-flickr.jpg?resize=600%2C400&#038;ssl=1" alt="" width="600" height="400" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/meteor-shower.-By-Brian-Tomlinson-by-flickr.jpg?w=799&amp;ssl=1 799w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/meteor-shower.-By-Brian-Tomlinson-by-flickr.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2020/04/meteor-shower.-By-Brian-Tomlinson-by-flickr.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 600px) 100vw, 600px" /><figcaption id="caption-attachment-3886" class="wp-caption-text">Chuva de meteoros. Foto: Brian Tomlinson/flickr</figcaption></figure>
<h4 style="text-align: center;"><b>Observar o fenômeno é uma boa oportunidade para quem está querendo sair da rotina na quarentena.</b></h4>
<p>Acontecerá na madrugada entre os dias 21 e 22 de Abril o pico da Líridas, uma chuva de meteoros de intensidade média que ocorre todos os anos no mês de abril. O fenômeno é causado pela poeira do cometa Thatcher entrando na atmosfera Terrestre. Como a chuva acontece na direção da constelação de Lyra, recebeu o nome em sua homenagem.</p>
<p>No hemisfério norte, dependendo do local, a chuva poderá ter até 20 meteoros por hora. Já no hemisfério sul, para os brasileiros, a chuva não será tão intensa. Por aqui, teremos entre 7 e 13 por hora. As regiões Norte e Nordeste terão uma visão privilegiada em relação ao resto do Brasil. Mas em todos os estados será possível acompanhar o espetáculo astronômico. Não é preciso ter telescópios, câmeras e nenhum equipamento especial, se o tempo não estiver nublado, basta ter disposição para ficar algumas horas na madrugada olhando para o céu.</p>
<p>Este ano a Líridas será favorecida pela ausência da lua que estará brilhando muito pouco, quase em fase nova, o que permitirá um céu mais escuro facilitando a observação, a olho nu, dos meteoros luminosos. Para grande parte do Brasil, os meteoros vão começar a surgir após a meia noite e vão se intensificando até o amanhecer. Mas quem não tiver disposição para acompanhar a noite inteira, o recomendado é acordar por volta das 02h30 ou 03h da manhã e ficar até o céu começar a clarear.</p>
<h4><strong>Chuvas de Meteoros</strong></h4>
<p>Meteoros são fenômenos astronômicos bem conhecidos. Não é necessário ter medo, pois eles não causam dano algum. São popularmente chamados de “estrelas cadentes”, apesar de não serem estrelas. Eles acontecem quando um pequeno fragmento de rocha do espaço atravessa nossa atmosfera em altíssima velocidade, aquecendo muito o gás ao seu redor deles e liberando muita energia luminosa no processo.</p>
<p>Meteoros são comuns e podem ser vistos com frequência em todas as noites. No entanto, em certas épocas do ano, a Terra atravessa uma área do céu que possui uma quantidade maior de detritos deixados por cometas ou asteroides. Quando isso ocorre, vários desses fragmentos atingem a atmosfera ao mesmo tempo, formando as chuvas de meteoros.</p>
<p>Em 2020, com grande parte do mundo em quarentena e isolamento social, será uma boa oportunidade para acordar mais cedo observar o céu e, para quem acredita, desejar coisas boas às “estrelas cadentes”. Para os admiradores da astronomia, o Portal Contexto preparou um <a href="https://portalcontexto.com.br/confira-o-calendario-de-fenomenos-astronomicos-que-podem-ser-observados-no-brasil-em-2020/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">calendário astronômico</a>, que contém as datas dos próximos eventos celestes.</p>
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