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Roteiro cultural no DF tem teatro, percussão, exposições e atividades de férias

O Espaço Cultural Renato Russo tem programação variada durante toda a semana | Foto: Agência Brasília

Agenda de 24 a 29 de julho reúne atrações gratuitas em Arniqueira, Ceilândia, bibliotecas, museus, espaços culturais e áreas abertas

A programação cultural do Distrito Federal entre esta sexta-feira (24) e a próxima quarta-feira (29) reúne teatro, percussão, exposições, oficinas, clubes de leitura, aulas abertas, cinema universitário, apresentações musicais e atividades de férias.

A agenda inclui opções em Arniqueira, Ceilândia, museus, bibliotecas, espaços culturais e áreas abertas. Entre os destaques estão o espetáculo Estranhoíntimo, a atividade Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF e a abertura da Exposição dos Povos da Floresta, no Memorial dos Povos Indígenas.

Arniqueira recebe espetáculo gratuito

Em Arniqueira, o espetáculo Estranhoíntimo será apresentado de quinta-feira (23) a domingo (26), com entrada gratuita.

A montagem parte da fusão das dramaturgias Amores Surdos, de Grace Passô, e Leão no Aquário, de Vinícius de Souza, para abordar relações familiares marcadas por afeto, conflito, convivência e distanciamento.

As apresentações serão realizadas na Administração Regional de Arniqueira, localizada na ADE Conjunto 2, lotes 33/34. Na quinta e na sexta-feira, as sessões ocorrem às 20h. No sábado e no domingo, haverá apresentações às 18h e às 20h.

Ceilândia terá percussão afro-brasileira

Na Praça da Feira Central de Ceilândia, o projeto Batukenjé Orquestrado: Percussão Itinerante no DF será realizado no sábado, com entrada gratuita e classificação livre.

A atividade combina apresentações da Orquestra Percussiva Batukenjé e oficinas de iniciação à percussão afro-brasileira, ministradas pelo mestre Celin du Batuk, com apoio de monitores.

A programação será dividida em dois períodos:

Manhã

Tarde

Espaço Cultural Renato Russo tem teatro, dança e cinema

No Espaço Cultural Renato Russo, a programação ocupa diferentes salas e galerias, como a Galeria Rubens Valentim, o Galpão das Artes, a Sala de Atividades, a Sala Multiúso, o Galpão Hugo Rodas e o Teatro de Bolso.

A agenda inclui exposição de estudantes das oficinas em artes plásticas e visuais, oficina de cenografia do Festival Inclusivo, aulas de dança com Ricardo Lira, aulas de teatro 60+ do Grupo Viva a Vida e o espetáculo Meduza, do Grupo Âmago.

Na sexta-feira, o espaço recebe exposição na Galeria Rubens Valentim, oficina de pintura com Roberta Camargo, oficina de pandeiro e o espetáculo Maurice, no Galpão Hugo Rodas.

No fim de semana, a programação inclui o Festival Carona de Cinema Universitário, o Projeto Em Cantos, com Célia Porto, o Sarau 8 ou 80 e novas sessões do espetáculo Maurice.

Biblioteca Nacional terá programação de férias

Na Biblioteca Nacional de Brasília, a exposição Sertões segue em cartaz no segundo andar até 31 de julho.

A programação da semana também inclui visitas guiadas, contação de histórias, oficinas, cursos, clubes de leitura, sessão de psicodrama, patinação urbana e projeção mapeada na fachada.

Museus mantêm exposições em cartaz

No Museu Nacional da República, parte das salas passa por troca de exposições ao longo da semana. Permanecem disponíveis ao público as mostras Dípticos, Arte e Curadoria, na Galeria 2, até 9 de agosto; Muído em Aleijo ou Aleijo em Miúdos, na Galeria 3, até 30 de agosto; e O Thyssen Está de Visita, na área externa, até domingo.

No Museu de Arte de Brasília (MAB), seguem a mostra de longa duração do acervo, na galeria principal; Marés e Respiro, de Ingrid Haubrich, na Sala da Contemplação; e Rejuntes Afetivos, de Isabel Becker, na Sala Multiúso. A galeria temporária e o hall estão em montagem para a exposição Poéticas Paranaenses — MAC-PR.

Museu Vivo tem oficinas e exposições

O Museu Vivo da Memória Candanga, no Núcleo Bandeirante, mantém até 31 de julho exposições como Poeira, Lona e Concreto; A Importância da Mulher na Construção da Nova Capital; Candangos e Pioneiros: Ernesto Silva e Edson Porto; A Construção de Brasília — Fotografias de Jankiel Gonczarowska (1956–1970); Cerrado de Pau de Pedro; e Brasília Memória Viva — Fotografias de Joaquim Paiva.

Também no Museu Vivo, as Oficinas Saber Fazer funcionam de segunda a sexta-feira, com atividades de corte e costura, bordado, crochê, tricô, reciclagem de jeans, cursos, exposições e palestras.

O projeto Poéticas da Meia-Noite — Fechaduras Abertas ocorre de segunda a sábado, das 9h às 13h. Aos sábados e domingos, há curso de capacitação em Técnicas de Resgate da Autoestima, das 8h às 17h. A atividade Aventura de Educação Ambiental, do Grupo de Escoteiros Hokma Guará — 35º DF, está prevista das 9h às 12h.

Casa do Cantador recebe ações formativas e samba

Na Casa do Cantador, em Ceilândia Sul, a semana terá ensaio e ações formativas do Baque Dandalunda na segunda-feira; aulas de balé do projeto Sonhos em Movimento na quarta, quinta e sexta-feira; e ensaio de canto do Coral Levando a Vida na quinta-feira.

No domingo, o espaço recebe confraternização com feijoada e samba, das 8h às 18h.

Memorial dos Povos Indígenas abre mostra sobre povos da floresta

O Memorial dos Povos Indígenas ficará fechado para visitação até terça-feira (28), por causa da troca de exposições. A abertura da Exposição dos Povos da Floresta está marcada para terça-feira, das 19h às 21h.

A visitação começa na quarta-feira (29) e segue até 27 de setembro, de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita.

A mostra reúne fotografias, pinturas, esculturas, instalações, curtas-metragens, registros audiovisuais e experiências em realidade virtual de artistas indígenas, povos tradicionais e criadores de diferentes territórios da Amazônia.

Entre os nomes presentes estão Gustavo Caboco, Paula Sampaio, Will Arehj Gavião, Graciano Wauto Am, Marcela Bonfim, Alexis Bastos, Fred Bastos, Alexandre Rotuno, Saulo de Souza, Rafael Prado, Evandro Câmara, Bototo, Avener Prado, Isaías Miliano, Pedro Macuxi, Kaiwino Wiz, Vinícius Kenede, Caripoune Yermollay, Ya Juarez, Keyla Palikur, Thay Ptit, Hugo Figueiredo e Gilson Tupinambá.

Além das obras expostas, a programação inclui curtas-metragens de Rondônia, Roraima, Amapá e Pará e quatro experiências em realidade virtual. A mostra também terá recursos de acessibilidade, como intérpretes de Libras e audiodescrição das obras por QR Code.

 

 

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