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	<title>Arquivos Mulher - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Mulher - Portal Contexto</title>
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		<title>Viva Flor passa a ser oferecido em 13 delegacias do Distrito Federal</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Aug 2026 14:50:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Mulheres em situação de risco extremo ou grave ameaça podem ser incluídas no programa em caráter de urgência, sem necessidade de decisão judicial prévia Mulheres e meninas em situação de violência doméstica e familiar podem ter acesso ao programa Viva Flor pela via administrativa em 13 delegacias do Distrito Federal. A medida permite a inclusão [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48915" aria-describedby="caption-attachment-48915" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-48915" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/11.8.-Foto-Divulgacao.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48915" class="wp-caption-text">O aplicativo Viva Vlor é oferecido a mulheres encaminhadas pelo sistema de Justiça | Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Mulheres em situação de risco extremo ou grave ameaça podem ser incluídas no programa em caráter de urgência, sem necessidade de decisão judicial prévia</h3>
<p>Mulheres e meninas em situação de violência doméstica e familiar podem ter acesso ao programa Viva Flor pela via administrativa em 13 delegacias do Distrito Federal. A medida permite a inclusão no serviço em caráter de urgência, após avaliação da autoridade policial, sem necessidade de aguardar previamente uma decisão judicial.</p>
<p>O atendimento está disponível nas duas unidades da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam I e II) e em 11 delegacias circunscricionais localizadas em diferentes regiões administrativas.</p>
<h3>Delegacias que oferecem o Viva Flor</h3>
<p>O serviço está disponível nas seguintes unidades:</p>
<ul>
<li>Deam I;</li>
<li>Deam II;</li>
<li>6ª DP — Paranoá;</li>
<li>8ª DP — Estrutural;</li>
<li>16ª DP — Planaltina;</li>
<li>18ª DP — Brazlândia;</li>
<li>20ª DP — Gama;</li>
<li>21ª DP — Taguatinga Sul;</li>
<li>26ª DP — Samambaia;</li>
<li>27ª DP — Recanto das Emas;</li>
<li>30ª DP — São Sebastião;</li>
<li>33ª DP — Santa Maria;</li>
<li>35ª DP — Sobradinho.</li>
</ul>
<h3>Como funciona a inclusão pela via administrativa</h3>
<p>A inclusão pela via administrativa pode ocorrer após o registro do boletim de ocorrência. Nas delegacias habilitadas, a mulher passa por atendimento e avaliação da situação de risco pela autoridade policial.</p>
<p>Caso os critérios sejam preenchidos, é feito o ingresso no programa por meio de cadastro no Sistema de Proteção à Pessoa (SPP).</p>
<p>Esse formato permite a adoção da medida de proteção com mais agilidade, especialmente em situações de risco extremo ou grave ameaça.</p>
<h3>Programa também recebe encaminhamentos da Justiça</h3>
<p>Além da via administrativa, o Viva Flor continua recebendo mulheres encaminhadas pelo sistema de Justiça. Nesse caso, o ingresso ocorre a partir de Medida Protetiva de Urgência (MPU) vigente e encaminhamento pelos juizados, por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe).</p>
<h3>Aplicativo permite pedido de socorro prioritário</h3>
<p>Após a inclusão no programa, a assistida pode utilizar o aplicativo Viva Flor, instalado diretamente em seu telefone celular.</p>
<p>Para mulheres que não possuem aparelho próprio ou pacote de dados, pode ser disponibilizado um dispositivo móvel de proteção, que é um smartphone adaptado para essa finalidade.</p>
<p>As duas ferramentas permitem solicitar socorro policial prioritário em uma situação de risco. Ao acionar o botão de emergência, a localização da mulher é enviada, por georreferenciamento, ao Centro de Operações da Polícia Militar do Distrito Federal (Copom).</p>
<p>O alerta chega à central de monitoramento, que verifica a situação e inicia o fluxo de atendimento. A ocorrência é gerada, e as equipes policiais são despachadas para o local, com apoio das informações de geolocalização.</p>
<p>A tecnologia facilita o envio da equipe mesmo em situações em que a vítima tenha dificuldade para informar onde está.</p>
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		<title>Mulheres maiores de 18 anos poderão comprar e portar spray de pimenta para defesa pessoal</title>
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		<pubDate>Sat, 25 Jul 2026 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Lei publicada no Diário Oficial da União autoriza aquisição e posse do dispositivo, que deverá seguir regras técnicas a serem regulamentadas pelo governo federal Mulheres maiores de 18 anos poderão adquirir, possuir e portar spray de pimenta para fins de defesa pessoal em todo o território nacional. A autorização está prevista na Lei nº 15.474, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48736" aria-describedby="caption-attachment-48736" style="width: 1000px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48736" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2148768469.jpg?resize=1000%2C667&#038;ssl=1" alt="" width="1000" height="667" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2148768469.jpg?w=1000&amp;ssl=1 1000w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2148768469.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2148768469.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption id="caption-attachment-48736" class="wp-caption-text"><a href="https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/conceito-de-distancia-social-com-desinfetante_11382628.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=20&amp;uuid=6d1cef0e-23b1-46a1-8b0a-7aa5f62602f7&amp;query=spray+de+pimenta+para+defesa+das+mulheres">Imagem de magnific</a></figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;" data-section-id="gcct5g" data-start="97" data-end="261">Lei publicada no Diário Oficial da União autoriza aquisição e posse do dispositivo, que deverá seguir regras técnicas a serem regulamentadas pelo governo federal</h3>
<p data-start="263" data-end="569">Mulheres maiores de 18 anos poderão adquirir, possuir e portar spray de pimenta para fins de defesa pessoal em todo o território nacional. A autorização está prevista na Lei nº 15.474, sancionada pela Presidência da República e publicada nesta quinta-feira (24), no Diário Oficial da União.</p>
<p data-start="571" data-end="767">A norma permite a comercialização, a aquisição e a posse de dispositivos portáteis de menor potencial ofensivo por mulheres adultas, desde que os produtos sejam aprovados pelos órgãos competentes.</p>
<p data-start="769" data-end="906">O objetivo é permitir o uso do equipamento para conter temporariamente um agressor em situações de ameaça à integridade física ou sexual.</p>
<h3 data-section-id="1s6nbpw" data-start="908" data-end="956">Produto deverá seguir especificações técnicas</h3>
<p data-start="958" data-end="1173">Pela lei, será considerado aerossol de extratos vegetais o dispositivo portátil de menor potencial ofensivo que utilize spray de pimenta à base de oleorresina de capsicum ou outros extratos vegetais autorizados.</p>
<p data-start="1175" data-end="1349">As especificações técnicas, a capacidade dos recipientes, a concentração das substâncias e os padrões de segurança ainda serão definidos em regulamentação do Poder Executivo.</p>
<p data-start="1351" data-end="1492">A norma determina que o spray será de uso <strong data-start="1393" data-end="1424">individual e intransferível</strong> e não poderá conter substâncias letais ou de toxicidade permanente.</p>
<h3 data-section-id="140w78m" data-start="1494" data-end="1549">Compra será permitida apenas para maiores de 18 anos</h3>
<p data-start="1551" data-end="1730">Durante a sanção, foi vetado o trecho do projeto que autorizava o uso do spray por mulheres maiores de 16 e menores de 18 anos, mediante autorização expressa do responsável legal.</p>
<p data-start="1732" data-end="1985">Com isso, para comprar o produto, será necessário comprovar idade mínima de 18 anos, apresentar documento oficial com foto e comprovante de residência fixa, além de declarar não possuir condenação por crime doloso cometido com violência ou grave ameaça.</p>
<p data-start="1987" data-end="2167">Os estabelecimentos autorizados a vender o equipamento deverão manter os registros das vendas por cinco anos, observando as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).</p>
<p data-start="2169" data-end="2355">Também caberá aos vendedores fornecer orientações básicas sobre o uso correto do dispositivo e registrar as informações da compradora em banco de dados a ser criado pelo governo federal.</p>
<h3 data-section-id="7ljiae" data-start="2357" data-end="2397">Uso será permitido em legítima defesa</h3>
<p data-start="2399" data-end="2577">O uso do spray de pimenta será considerado lícito apenas em situações de legítima defesa, para repelir agressão injusta, atual ou iminente, conforme previsto no Código Penal.</p>
<p data-start="2579" data-end="2696">A lei estabelece que a utilização deverá ser proporcional à ameaça e interrompida assim que o risco for neutralizado.</p>
<p data-start="2698" data-end="3039">O texto também restringe recipientes com capacidade superior a 50 mililitros. Produtos acima desse limite serão classificados como de uso restrito e destinados exclusivamente às Forças Armadas, aos órgãos de segurança pública, às guardas municipais e a instituições responsáveis pela proteção de autoridades e instalações governamentais.</p>
<h3 data-section-id="n66krz" data-start="3041" data-end="3076">Lei cria programa de capacitação</h3>
<p data-start="3078" data-end="3228">A legislação também institui o Programa Nacional de Capacitação em Defesa Pessoal e Uso de Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo para Mulheres.</p>
<p data-start="3230" data-end="3463">Entre as diretrizes estão a orientação sobre os limites legais da legítima defesa, a divulgação de informações sobre violência doméstica e canais de denúncia, além da promoção de campanhas educativas sobre o uso responsável do spray.</p>
<p data-start="3465" data-end="3588">Segundo a lei, a implementação do programa ocorrerá de forma gradual, conforme regulamentação posterior do governo federal.</p>
<p data-start="3627" data-end="3661">
<h3 data-section-id="1libgd6" data-start="3932" data-end="3954"></h3>
<p data-start="3955" data-end="4084">
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		<title>Cursos gratuitos para mulheres no DF têm inscrições abertas até 17 de julho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2026 19:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Novo ciclo dos Centros de Referência da Mulher Brasileira oferece 500 vagas em formações profissionais, incluindo curso inédito de massagem Mulheres do Distrito Federal e do Entorno interessadas em qualificação profissional podem se inscrever, até 17 de julho, no sexto ciclo de formações dos Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMBs). Ao todo, são oferecidas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48583" aria-describedby="caption-attachment-48583" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48583 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2149259359.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2149259359.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2149259359.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2149259359.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/2149259359.jpg?w=1500&amp;ssl=1 1500w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48583" class="wp-caption-text"><a href="https://www.magnific.com/br/fotos-gratis/mulher-estilista-cuidando-do-cabelo-afro-de-seu-cliente_22377928.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=5&amp;uuid=a62d038a-231c-456a-9ecb-3d41c03fe0cb&amp;query=Mulher+ensinando+outras+mulheres+a+fazer+tran%C3%A7a+afro">Imagem de magnific</a></figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Novo ciclo dos Centros de Referência da Mulher Brasileira oferece 500 vagas em formações profissionais, incluindo curso inédito de massagem</h3>
<p>Mulheres do Distrito Federal e do Entorno interessadas em qualificação profissional podem se inscrever, até 17 de julho, no sexto ciclo de formações dos Centros de Referência da Mulher Brasileira (CRMBs). Ao todo, são oferecidas 500 vagas gratuitas em quatro unidades.</p>
<p>Os cursos disponíveis são design de sobrancelhas, tranças e penteados afro, Celular Sem Medo — alfabetização digital 50+ e massagem profissional, novidade desta edição.</p>
<p>As inscrições podem ser feitas presencialmente nas unidades do Recanto das Emas, Sol Nascente, São Sebastião e Sobradinho II, ou por meio do formulário digital oficial. Cada unidade oferece 125 vagas.</p>
<h3>Curso de massagem é novidade</h3>
<p>A inclusão do curso de massagem profissional acompanha a expansão do mercado de bem-estar e qualidade de vida. A atividade tem ganhado espaço por permitir atuação autônoma e atendimento em domicílio, ampliando as possibilidades de geração de renda.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>Podem se inscrever mulheres com 18 anos ou mais. Adolescentes a partir de 16 anos também podem participar, desde que sejam mães e apresentem comprovação.</p>
<p>As formações são gratuitas e incluem:</p>
<ul>
<li>material didático;</li>
<li>lanche durante o intervalo;</li>
<li>monitoria para crianças a partir de 3 anos;</li>
<li>certificado de participação para quem cumprir os critérios de frequência e desempenho.</li>
</ul>
<p>Também é possível se inscrever em mais de uma modalidade, desde que os horários dos cursos não coincidam.</p>
<h3>Serviço</h3>
<h4><strong>Cursos gratuitos dos Centros de Referência da Mulher Brasileira</strong></h4>
<p>Inscrições: até 17 de julho<br />
Vagas: 500<br />
Público: mulheres do DF e Entorno<br />
Cursos: design de sobrancelhas, tranças e penteados afro, alfabetização digital 50+ e massagem profissional<br />
Inscrição: presencialmente nas unidades ou pelo formulário digital oficial</p>
<h4>CRMB Recanto das Emas</h4>
<p>Endereço: Av. Buritis, Quadra 203, Lote 14<br />
Telefones: (61) 3181-2665 / (61) 3181-2666<br />
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h</p>
<h4>CRMB Sol Nascente</h4>
<p>Endereço: Trecho 2, Quadra 100, Conjunto A, Lote SC1<br />
Telefones: (61) 3181-2255 / (61) 3181-2660<br />
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h</p>
<h4>CRMB São Sebastião</h4>
<p>Endereço: AE 11, Centro de Múltiplas Atividades<br />
Telefones: (61) 3181-2661 / (61) 3181-2662<br />
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h</p>
<h4>CRMB Sobradinho II</h4>
<p>Endereço: AE 06 Coer, Quadra 01, Setor Oeste<br />
Telefones: (61) 3181-2663 / (61) 3181-2664<br />
Funcionamento: segunda a sexta-feira, das 9h às 18h</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Deputados do Rio aprovam proposta que cria tornozeleira eletrônica rosa para agressores de mulheres</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/deputados-do-rio-aprovam-proposta-que-cria-tornozeleira-eletronica-rosa-para-agressores-de-mulheres/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=deputados-do-rio-aprovam-proposta-que-cria-tornozeleira-eletronica-rosa-para-agressores-de-mulheres</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Jul 2026 16:48:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto prevê identificação visual para facilitar atuação das forças de segurança e reforçar medidas de proteção às vítimas A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (8), parecer favorável ao Projeto de Lei nº 7.549/2026, que cria a tornozeleira eletrônica rosa [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48479" aria-describedby="caption-attachment-48479" style="width: 1020px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48479 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mg_7834_0.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mg_7834_0.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mg_7834_0.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mg_7834_0.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/mg_7834_0.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48479" class="wp-caption-text">Foto: Fernando Frazão. Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Projeto prevê identificação visual para facilitar atuação das forças de segurança e reforçar medidas de proteção às vítimas</h3>
<p>A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou, por unanimidade, nesta quarta-feira (8), parecer favorável ao Projeto de Lei nº 7.549/2026, que cria a tornozeleira eletrônica rosa para agressores de mulheres submetidos a medidas protetivas ou cautelares.</p>
<p>A proposta estabelece que os dispositivos de monitoramento eletrônico utilizados nesses casos tenham identificação visual padronizada na cor rosa, com o objetivo de facilitar o reconhecimento dos monitorados pelas forças de segurança e fortalecer a proteção às vítimas.</p>
<h3>Medida abrange diferentes tipos de violência contra a mulher</h3>
<p>O projeto contempla agressores envolvidos em casos de:</p>
<ul>
<li>violência doméstica e familiar;</li>
<li>violência vicária;</li>
<li>violência de gênero;</li>
<li>violência praticada em relações afetivas, sociais ou institucionais;</li>
<li>violência sexual;</li>
<li>assédio;</li>
<li>perseguição (stalking).</li>
</ul>
<p>Segundo o texto, a identificação visual busca agilizar a atuação de policiais durante ocorrências, dificultar a reincidência dos crimes e ampliar a segurança das mulheres e de suas redes de proteção.</p>
<h3>Projeto ainda será votado em plenário</h3>
<p>Após a aprovação na CCJ, a proposta segue para análise do plenário da Alerj, onde ainda poderá receber emendas dos parlamentares antes da votação definitiva.</p>
<p>O projeto prevê garantia de direitos ao monitorado. Embora proponha uma identificação diferenciada, o projeto também estabelece medidas para evitar exposição indevida dos monitorados.</p>
<p>O texto proíbe a divulgação da identidade do agressor associada ao uso da tornozeleira em meios de comunicação ou redes sociais, salvo quando houver finalidade legítima de segurança pública.</p>
<p>Além disso, determina que o monitorado receba orientação formal, por escrito, sobre seus direitos e sobre os canais disponíveis para apresentação de reclamações.</p>
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		<title>GDF cria rede permanente de apoio às mães atípicas e lança plano de combate à violência contra a mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2026 16:27:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governadora Celina Leão institui política pública para acolhimento de famílias atípicas e cria plano estratégico de dez anos com metas, indicadores e monitoramento para reduzir a violência contra mulheres no Distrito Federal O Governo do Distrito Federal (GDF) deu um novo passo na ampliação das políticas públicas voltadas às mulheres. Nesta quarta-feira (1º), a governadora [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48360" aria-describedby="caption-attachment-48360" style="width: 6583px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48360" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?w=6583&amp;ssl=1 6583w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/Dentro-1-129.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48360" class="wp-caption-text">Celina Leão: &#8220;Em um ambiente onde você tem mulheres respeitadas, crianças respeitadas, famílias atípicas respeitadas, uma sociedade respeitada, você tem condição de falar de cidadania. Não adianta falar de cidadania sem ter direitos e garantias que são fundamentais de verdade&#8221; | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Governadora Celina Leão institui política pública para acolhimento de famílias atípicas e cria plano estratégico de dez anos com metas, indicadores e monitoramento para reduzir a violência contra mulheres no Distrito Federal</h3>
<p>O Governo do Distrito Federal (GDF) deu um novo passo na ampliação das políticas públicas voltadas às mulheres. Nesta quarta-feira (1º), a governadora <strong>Celina Leão</strong> assinou dois decretos que tornam permanentes ações de acolhimento às mães atípicas e estruturam um plano de longo prazo para prevenção e enfrentamento da violência contra a mulher.</p>
<p>As medidas criam oficialmente a Rede de Apoio às Mães Atípicas e o Plano Distrital de Combate à Violência e de Proteção à Mulher (PDCV-Mulher), estabelecendo ações integradas entre diferentes áreas do governo.</p>
<p>Segundo Celina Leão, os dois decretos representam uma mudança na forma como o Estado passa a atuar junto às famílias que convivem diariamente com pessoas com deficiência, transtornos do neurodesenvolvimento e doenças raras.</p>
<p>&#8220;Esse decreto vai mudar a percepção do Estado para as nossas famílias atípicas. Ele foi construído ouvindo quem vive essa realidade e permanecerá aberto para aperfeiçoamentos&#8221;, afirmou a governadora.</p>
<h3>Rede de apoio permanente às mães atípicas</h3>
<p>Coordenada pela Secretaria da Mulher, a nova rede transforma em política pública permanente o acolhimento de mulheres responsáveis pelo cuidado contínuo de filhos ou dependentes com deficiência, transtornos do espectro autista (TEA) ou doenças raras.</p>
<p>A iniciativa reconhece que essas cuidadoras frequentemente enfrentam sobrecarga física, emocional e financeira, além de dificuldades para permanecer no mercado de trabalho.</p>
<p>A política nasce da experiência do programa Mães Mais que Especiais , que realizou mais de **6 mil atendimentos** em seis regiões administrativas do Distrito Federal.</p>
<p>A proposta agora amplia esse atendimento por meio da integração entre diferentes órgãos públicos, facilitando o acesso a serviços especializados em um único fluxo de atendimento.</p>
<h3>Casa da Mãe Atípica oferecerá atendimento integrado</h3>
<p>Um dos principais eixos da nova política será a implantação da **Casa da Mãe Atípica**, espaço destinado ao acolhimento e fortalecimento dessas mulheres.</p>
<p>O local oferecerá:</p>
<ul>
<li> atendimento psicológico;</li>
<li>apoio psicossocial;</li>
<li>orientação jurídica;</li>
<li>qualificação profissional;</li>
<li> incentivo ao empreendedorismo;</li>
<li>atividades voltadas ao bem-estar e à saúde mental.</li>
</ul>
<p>Segundo Celina Leão, os primeiros núcleos funcionarão no Parque da Cidade e no Recanto das Emas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Tem dias em que o esgotamento físico nos deixa sem condições. Elas terão um espaço para serem cuidadas, conversar, receber atendimento psicológico e encontrar outras mães que vivem a mesma realidade&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Plano cria metas para reduzir violência contra mulheres</h3>
<p>O segundo decreto institui o Plano Distrital de Combate à Violência e de Proteção à Mulher (PDCV-Mulher), planejamento estratégico válido entre 2025 e 2034.</p>
<p>O documento estabelece metas, indicadores, monitoramento permanente e integração entre órgãos das áreas de segurança pública, saúde, assistência social, educação, justiça e políticas para mulheres.</p>
<p>Pela primeira vez, o Distrito Federal contará com um instrumento único para acompanhar a evolução das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência de gênero.</p>
<h3>Comitê permanente acompanhará resultados</h3>
<p>O plano também cria o Comitê Gestor do PDCV-Mulher, responsável por acompanhar a execução das ações, monitorar indicadores e avaliar resultados.</p>
<p>A estrutura permitirá maior integração entre os órgãos públicos e facilitará o acesso do Distrito Federal a recursos federais previstos na Lei nº 14.899/2024, que trata dos planos de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher.</p>
<p>Segundo a secretária executiva institucional e de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira Rozal, o plano inaugura uma nova etapa das políticas públicas do DF.</p>
<p>&#8220;Com diretrizes, metas, indicadores e mecanismos de monitoramento, fortalecemos a capacidade do Estado de prevenir a violência, qualificar o atendimento às vítimas e oferecer respostas mais efetivas&#8221;, destacou.</p>
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		<title>Mães cientistas enfrentam barreiras para permanecer na carreira acadêmica, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 10:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mesmo formando mais doutoras do que doutores há mais de duas décadas, o Brasil ainda mantém desigualdades profundas na carreira científica. Mulheres seguem minoria entre professores da graduação e pós-graduação e recebem apenas um terço das bolsas de produtividade destinadas aos pesquisadores de maior destaque. O cenário se torna ainda mais desafiador para quem é [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47824" aria-describedby="caption-attachment-47824" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47824" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1018324-09052016_dsc2758-.webp?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1018324-09052016_dsc2758-.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1018324-09052016_dsc2758-.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1018324-09052016_dsc2758-.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/1018324-09052016_dsc2758-.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47824" class="wp-caption-text">Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<p>Mesmo formando mais doutoras do que doutores há mais de duas décadas, o Brasil ainda mantém desigualdades profundas na carreira científica. Mulheres seguem minoria entre professores da graduação e pós-graduação e recebem apenas um terço das bolsas de produtividade destinadas aos pesquisadores de maior destaque. O cenário se torna ainda mais desafiador para quem é mãe.</p>
<h3>Maternidade amplia desigualdade na ciência</h3>
<figure id="attachment_47825" aria-describedby="caption-attachment-47825" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-47825" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/fernanda_staniscuaski._gustavo_diehl_jornal_da_ufrgs.webp?resize=300%2C199&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="199" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/fernanda_staniscuaski._gustavo_diehl_jornal_da_ufrgs.webp?resize=300%2C199&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/fernanda_staniscuaski._gustavo_diehl_jornal_da_ufrgs.webp?w=365&amp;ssl=1 365w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-47825" class="wp-caption-text">Fernanda Staniscuaski fundou, em 2016, o movimento Parents in Science para debater a parentalidade entre pesquisadores Foto: Gustavo Diehl/UFRGS</figcaption></figure>
<p>Pesquisadoras relatam que a maternidade impacta diretamente a produtividade acadêmica, afetando acesso a financiamento, bolsas e permanência em programas de pós-graduação. O fenômeno, conhecido como “efeito tesoura”, representa a redução progressiva da presença feminina conforme a carreira avança.</p>
<p>A professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) <strong>Fernanda Staniscuask</strong>i afirma que a desaceleração causada pela maternidade costuma gerar um ciclo difícil de romper.</p>
<blockquote><p>“Quanto menos a mulher produz, menos ela vai ter oportunidade para ganhar financiamento, para conseguir bolsas para orientandos e obviamente isso vai fazer com que ela produza menos ainda”, afirma.</p></blockquote>
<p>Movimento Parents in Science nasceu da experiência de mães pesquisadoras</p>
<p>Após compartilhar experiências com outras cientistas, Fernanda fundou em 2016 o movimento Parents in Science, voltado à discussão da parentalidade no ambiente acadêmico. Hoje, a iniciativa reúne mais de 90 pesquisadores associados.</p>
<p>Uma das principais frentes do grupo é a produção de dados sobre maternidade na ciência, já que o país não possui estatísticas oficiais sobre pesquisadores com filhos.</p>
<h3>Estudo aponta maior descredenciamento de mães na pós-graduação</h3>
<p>Levantamento realizado pelo movimento com cerca de mil docentes revelou diferenças expressivas entre pais e mães na permanência em programas de pós-graduação.</p>
<p>Entre os pais, 43,7% deixaram programas por iniciativa própria e 37,5% foram descredenciados por queda de produtividade. Entre as mães, 66,1% perderam o credenciamento por não atingirem a produção mínima exigida.</p>
<p>O estudo também mostra maior dificuldade das mulheres para retornar ao sistema acadêmico após o descredenciamento.</p>
<h3>Falta de políticas afeta permanência de mães nas universidades</h3>
<p>As dificuldades começam ainda na graduação. A assistente social <strong>Cristiane Derne</strong>, mestranda da PUC-Rio, relata que conciliava maternidade, trabalho e deslocamentos longos durante a faculdade.</p>
<blockquote><p>“Muitas vezes eu pensei: ‘esse não é um lugar para mim’”, relembra.</p></blockquote>
<p>Segundo o Atlas da Permanência Materna, publicado pelo Núcleo Virtual de Pesquisa em Gênero e Maternidade, a maioria das universidades federais oferece apenas auxílio financeiro, com média de R$ 370 mensais. Apenas oito instituições possuem cuidotecas para acolher filhos de estudantes.</p>
<h3>Editais e políticas tentam reduzir desigualdade</h3>
<p>Nos últimos anos, universidades e agências de fomento passaram a adotar medidas para reduzir os impactos da maternidade na carreira científica.</p>
<p>Em 2024, a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj) lançou o primeiro edital exclusivo para mães cientistas, apoiando 134 pesquisadoras.</p>
<p>A fundação também ampliou o período de análise curricular de mulheres que tiveram filhos recentemente, compensando perdas temporárias de produtividade.</p>
<figure id="attachment_47823" aria-describedby="caption-attachment-47823" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-medium wp-image-47823" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pzzb7297.webp?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="mães na ciencia" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pzzb7297.webp?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/pzzb7297.webp?w=365&amp;ssl=1 365w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /><figcaption id="caption-attachment-47823" class="wp-caption-text">Presidente da Capes, Denise Pires de Carvalho, considera que o grande desafio é garantir que as mulheres permaneçam como pesquisadoras, inclusive se forem mães Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3>Capes cria programa para apoiar pesquisadoras mães</h3>
<p>Outra iniciativa recente é o programa Aurora, lançado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). O edital prevê até 300 bolsas para contratação de pesquisadores de pós-doutorado que possam auxiliar professoras gestantes ou em licença-maternidade.</p>
<p>Para a presidente da Capes, <strong>Denise Pires de Carvalho</strong>, garantir a permanência das mulheres na ciência é essencial para a qualidade da produção científica.</p>
<blockquote><p>“Uma ciência diversa, feita por pessoas diversas, gera uma melhor ciência”, destaca.</p></blockquote>
<h3>Legislação recente amplia proteção a pesquisadoras mães</h3>
<p>Nos últimos anos, também houve avanços legais. Em 2024, foi sancionada a lei que amplia prazos de conclusão de cursos em casos de maternidade, adoção e guarda judicial. Já em 2025 entrou em vigor a legislação que proíbe discriminação baseada na maternidade em processos de seleção e renovação de bolsas acadêmicas.</p>
<p>*com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Programa “Não Temas, Maria” fortalece rede de proteção às mulheres no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2026 11:30:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, destacou o fortalecimento da rede de proteção às mulheres durante sessão solene realizada nesta segunda-feira (11), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em homenagem ao programa “Não Temas, Maria”. A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria da Mulher em parceria com a Arquidiocese de Brasília e atua no [...]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47735" aria-describedby="caption-attachment-47735" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47735 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="proteção às mulheres DF" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-11-at-20.57.46-1.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47735" class="wp-caption-text">Celina Leão: &#8220;Ninguém merece sofrer violência. Ninguém merece pedir o direito de existir&#8221; | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília</figcaption></figure>
<p>A governadora do Distrito Federal, <strong>Celina Leão</strong>, destacou o fortalecimento da rede de proteção às mulheres durante sessão solene realizada nesta segunda-feira (11), na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), em homenagem ao programa “Não Temas, Maria”. A iniciativa é desenvolvida pela Secretaria da Mulher em parceria com a Arquidiocese de Brasília e atua no acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<h3>Programa amplia acolhimento e prevenção à violência</h3>
<p>O “Não Temas, Maria” oferece orientação, encaminhamento e apoio a vítimas de violência, além de promover ações educativas e capacitações voltadas à prevenção. A proposta é integrar diferentes atores sociais, incluindo comunidades religiosas, no enfrentamento à violência contra a mulher.<br />
Desde a criação, cerca de duas mil pessoas já participaram das atividades promovidas no Distrito Federal, como encontros, treinamentos para lideranças religiosas e visitas técnicas aos equipamentos da Secretaria da Mulher.</p>
<h3>Governadora defende atuação conjunta</h3>
<p>Durante a cerimônia, Celina Leão ressaltou a importância de ampliar o acesso das mulheres à rede de proteção e reforçou o papel coletivo nesse processo.</p>
<blockquote><p>“Maria simboliza muito do que é ser mulher, simboliza ter força, resiliência e enfrentar todas as adversidades. Essa responsabilidade que cabe a nós, como Estado — a de cuidar das nossas mulheres — precisa ser compartilhada”, afirmou.</p></blockquote>
<p>A governadora também chamou atenção para os índices de violência no DF.</p>
<blockquote><p>“No ano passado, nós tivemos quase 20 mil ocorrências de violência. Lembrando que muitas das mulheres que vão a óbito por homicídio não registram a violência antes”, destacou.</p></blockquote>
<h3>Parceria com igrejas amplia alcance do programa</h3>
<p>Um dos avanços da iniciativa foi a criação de um protocolo de atuação entre as instituições parceiras, que padroniza o acolhimento e os encaminhamentos feitos pelas comunidades religiosas à rede especializada.<br />
Para a secretária da Mulher, <strong>Giselle Ferreira</strong>, a integração entre poder público e sociedade é essencial para transformar a realidade.</p>
<blockquote><p>“Quando a gente cuida da mulher, a gente está cuidando de uma geração, cuidando de uma família. Quando o Estado, o Executivo, o Legislativo e a Igreja se unem para dar condições para a mulher sair desse ciclo de violência, aí sim a gente pode transformar essa realidade”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Rede de proteção busca ampliar acesso e acolhimento</h3>
<p>A iniciativa reforça a atuação conjunta entre governo, instituições religiosas e sociedade civil para ampliar o acesso das mulheres aos serviços de proteção, com foco no acolhimento, na orientação e na prevenção da violência.</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/programa-nao-temas-maria-fortalece-rede-de-protecao-as-mulheres-no-df/">Programa “Não Temas, Maria” fortalece rede de proteção às mulheres no DF</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Mutirão oferece mais de 30 serviços gratuitos para mulheres nesta terça (5) em Brasília</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 19:13:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um mutirão com mais de 30 serviços gratuitos será realizado nesta terça-feira (5), das 8h às 14h, no Nuclão, no Setor Comercial Norte, em Brasília, com foco no atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade. Atendimento reúne serviços jurídicos, sociais e de saúde A iniciativa integra a 34ª edição do Dia da Mulher e reúne, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47599" aria-describedby="caption-attachment-47599" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47599" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5309.jpeg?resize=1020%2C682&#038;ssl=1" alt="serviços gratuitos mulheres DF" width="1020" height="682" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5309.jpeg?resize=1024%2C685&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5309.jpeg?resize=300%2C201&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5309.jpeg?resize=768%2C514&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/IMG_5309.jpeg?w=1536&amp;ssl=1 1536w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47599" class="wp-caption-text">A 34ª edição do Dia da Mulher será realizada nesta terça (5), das 8h às 14h, no Nuclão, no Setor Comercial Norte| Foto: Divulgação/DPDF</figcaption></figure>
<p>Um mutirão com mais de 30 serviços gratuitos será realizado nesta terça-feira (5), das 8h às 14h, no Nuclão, no Setor Comercial Norte, em Brasília, com foco no atendimento a mulheres em situação de vulnerabilidade.</p>
<h3>Atendimento reúne serviços jurídicos, sociais e de saúde</h3>
<p>A iniciativa integra a 34ª edição do Dia da Mulher e reúne, em um único espaço, atendimentos jurídicos, suporte psicossocial, serviços de saúde e ações de bem-estar, facilitando o acesso a direitos e políticas públicas.</p>
<p>Entre os atendimentos estão orientação jurídica, mediação de conflitos, exames de DNA, apoio psicológico e serviços socioassistenciais.</p>
<h3>Novidades incluem serviços de beleza e orientação trabalhista</h3>
<p>Nesta edição, o mutirão passa a contar com serviços de beleza, como limpeza de pele e maquiagem, além de orientação jurídica trabalhista.</p>
<p>A proposta é ampliar o acolhimento e oferecer suporte em diferentes áreas, promovendo atendimento integrado às participantes.</p>
<h3>Ação já realizou mais de 65 mil atendimentos</h3>
<p>Ao longo das edições, o projeto já contabiliza mais de 65,2 mil atendimentos, refletindo a demanda por serviços voltados à garantia de direitos e enfrentamento de situações de vulnerabilidade.</p>
<p>Segundo a coordenação, o diferencial da iniciativa está na articulação entre diferentes instituições, permitindo soluções mais rápidas e ampliando o acesso à Justiça.</p>
<h3>Serviços incluem emissão de documentos e apoio à saúde</h3>
<p>Entre os serviços disponíveis estão:</p>
<ul>
<li>Emissão de documentos e carteiras de identidade</li>
<li>Atendimento a vítimas de violência doméstica</li>
<li>Exames oftalmológicos e laboratoriais</li>
<li>Vacinação</li>
<li>Orientação sobre benefícios sociais e programas de renda</li>
<li>Emissão de segunda via de contas e negociação de débitos</li>
</ul>
<p>Também haverá atendimentos voltados ao mercado de trabalho, com vagas de emprego, cursos de capacitação e orientação profissional.</p>
<h3>Projeto ocorre mensalmente no DF</h3>
<p>O mutirão é realizado mensalmente, sempre na primeira terça-feira útil do mês, e registra crescimento contínuo na procura pelos serviços, com novas participantes a cada edição.</p>
<p>A iniciativa busca aproximar o atendimento público da população e facilitar o acesso a serviços essenciais em um único local.</p>
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		<item>
		<title>Quadrinhos ilustrados pelo Pater viram ferramenta de conscientização sobre assédio e desigualdade na Educação de Jovens e Adultos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Apr 2026 13:37:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tirinhas da Engenheira Eugênia são usadas em material pedagógico para discutir violência de gênero e direitos no trabalho Uma iniciativa que une educação, comunicação e conscientização social tem ganhado espaço nas salas de aula da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Tirinhas da personagem Engenheira Eugênia passaram a integrar materiais pedagógicos utilizados no ensino fundamental, [...]</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/quadrinhos-ilustrados-pelo-pater-viram-ferramenta-de-conscientizacao-sobre-assedio-e-desigualdade-na-educacao-de-jovens-e-adultos/">Quadrinhos ilustrados pelo Pater viram ferramenta de conscientização sobre assédio e desigualdade na Educação de Jovens e Adultos</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-47238" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp_image_2026-03-31_at_13.03.20_1.webp?resize=463%2C441&#038;ssl=1" alt="" width="463" height="441" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp_image_2026-03-31_at_13.03.20_1.webp?w=463&amp;ssl=1 463w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/whatsapp_image_2026-03-31_at_13.03.20_1.webp?resize=300%2C286&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 463px) 100vw, 463px" /><br />
Tirinhas da Engenheira Eugênia são usadas em material pedagógico para discutir violência de gênero e direitos no trabalho</h3>
<p>Uma iniciativa que une educação, comunicação e conscientização social tem ganhado espaço nas salas de aula da Educação de Jovens e Adultos (EJA). Tirinhas da personagem Engenheira Eugênia passaram a integrar materiais pedagógicos utilizados no ensino fundamental, com o objetivo de promover reflexões sobre assédio moral, violência de gênero e desigualdade no ambiente de trabalho.</p>
<p>A proposta utiliza histórias em quadrinhos como ferramenta didática para facilitar o entendimento e estimular o debate entre estudantes, abordando temas complexos de forma acessível e direta.</p>
<h3>Personagem nasceu para dar voz às mulheres na engenharia</h3>
<p>Criada em 2013 pelo coletivo de mulheres da Federação Interestadual de Sindicatos de Engenheiros (Fisenge), a Engenheira Eugênia surgiu como resposta à necessidade de discutir a realidade feminina em uma área historicamente dominada por homens.</p>
<p>A personagem representa uma engenheira experiente, mulher negra, mãe e profissional que enfrenta desafios cotidianos como preconceito, assédio e desigualdade de oportunidades.</p>
<p>Segundo integrantes do coletivo, a ideia era construir uma linguagem simples e eficaz para comunicar situações vividas por mulheres no mercado de trabalho, especialmente na engenharia.</p>
<h3>Uso na EJA amplia debate sobre direitos e respeito</h3>
<p>Em 2026, as tirinhas passaram a integrar a apostila Práticas de Alfabetização e de Matemática – anos iniciais do ensino fundamental, utilizada na EJA. A inclusão foi feita por pedagogos com o objetivo de ampliar o debate sobre violência de gênero e relações de trabalho.</p>
<p>Na atividade proposta, estudantes analisam situações retratadas nos quadrinhos — como episódios de assédio moral — e são incentivados a refletir sobre respeito, igualdade e direitos no ambiente profissional.</p>
<p>A abordagem vai além da leitura: promove diálogo, identificação e pensamento crítico entre os alunos.</p>
<h3>Quadrinhos como ferramenta de transformação social</h3>
<p>A utilização de histórias em quadrinhos na educação não é inédita, mas tem ganhado força como estratégia pedagógica por facilitar a compreensão de temas sociais complexos.</p>
<h3>No caso da Engenheira Eugênia, os conteúdos abordam:</h3>
<ul>
<li>assédio moral no trabalho</li>
<li>desigualdade de gênero</li>
<li>racismo</li>
<li>direitos trabalhistas</li>
<li>representatividade feminina</li>
</ul>
<p>Além da EJA, o projeto também já foi levado a ações sociais, como atividades educativas com crianças em comunidades, ampliando o alcance da iniciativa.</p>
<h3>Representatividade e quebra de estereótipos</h3>
<p>Um dos pontos centrais do projeto é a construção de representatividade. A personagem rompe estereótipos associados à engenharia — muitas vezes vista como profissão elitizada e masculina — e aproxima o tema da realidade de diferentes públicos.</p>
<p>Em atividades educativas, relatos apontam que crianças chegaram a associar a profissão de engenheiro a pessoas ricas e distantes de sua realidade. A proposta dos quadrinhos é justamente desconstruir essa percepção.</p>
<h3>Projeto já recebeu prêmio nacional de direitos humanos</h3>
<p>A relevância da iniciativa também foi reconhecida institucionalmente. Em 2016, o projeto Engenheira Eugênia recebeu o Prêmio Anamatra de Direitos Humanos na categoria comunicação sindical.</p>
<p>Além disso, a personagem já foi traduzida para o inglês, apresentada em fóruns internacionais e adaptada para diferentes formatos, como animações e materiais educativos.</p>
<h3>Educação e comunicação como caminhos para mudança</h3>
<p>A inserção dos quadrinhos na EJA reforça o papel da educação como ferramenta de transformação social. Ao tratar temas como assédio e desigualdade de forma acessível, a iniciativa contribui para a formação de cidadãos mais conscientes sobre seus direitos e deveres.</p>
<p>A proposta parte do princípio de que discutir essas questões é o primeiro passo para promover mudanças reais na sociedade.</p>
<h3>Créditos da produção</h3>
<p>O material utilizado na atividade pedagógica tem:<br />
Argumento: jornalista <strong>Camila Marins</strong><br />
Roteiro e arte final: nosso chargista <strong>Pater</strong>, <strong>Júlio Paternostro</strong>.</p>
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		<item>
		<title>Fundadora do Elas Pela Causa, Daniela Monte Rosa é homenageada com Medalha do Mérito da Cidadania no DF</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 27 Mar 2026 13:40:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Reconhecimento destaca atuação em projetos de impacto social e fortalecimento do protagonismo feminino A empresária e líder social Daniela Monte Rosa, fundadora do movimento Elas Pela Causa, foi uma das homenageadas na cerimônia de entrega da Medalha do Mérito da Cidadania, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). O evento ocorreu [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47063" aria-describedby="caption-attachment-47063" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47063" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bb9c226f-89d9-4697-85ad-ba3721602288.jpeg?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bb9c226f-89d9-4697-85ad-ba3721602288.jpeg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bb9c226f-89d9-4697-85ad-ba3721602288.jpeg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bb9c226f-89d9-4697-85ad-ba3721602288.jpeg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/bb9c226f-89d9-4697-85ad-ba3721602288.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-47063" class="wp-caption-text">Fotos: Ronaldo Monte Rosa</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Reconhecimento destaca atuação em projetos de impacto social e fortalecimento do protagonismo feminino</h3>
<p>A empresária e líder social <strong>Daniela Monte Rosa</strong>, fundadora do movimento Elas Pela Causa, foi uma das homenageadas na cerimônia de entrega da Medalha do Mérito da Cidadania, promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF). O evento ocorreu nesta quarta-feira (25), no Memorial JK, reunindo mais de 300 participantes entre autoridades, convidados e agraciados.</p>
<p>A honraria reconhece cidadãos, profissionais e instituições que contribuem de forma significativa para o fortalecimento de políticas públicas e ações sociais no Distrito Federal. Ao todo, 295 pessoas e organizações foram contempladas.</p>
<figure id="attachment_47067" aria-describedby="caption-attachment-47067" style="width: 400px" class="wp-caption alignright"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47067" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/a7f05cbc-5aa1-4d3c-a1dd-d9595f747eec.jpeg?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/a7f05cbc-5aa1-4d3c-a1dd-d9595f747eec.jpeg?resize=768%2C1024&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/a7f05cbc-5aa1-4d3c-a1dd-d9595f747eec.jpeg?resize=225%2C300&amp;ssl=1 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/a7f05cbc-5aa1-4d3c-a1dd-d9595f747eec.jpeg?resize=1152%2C1536&amp;ssl=1 1152w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/03/a7f05cbc-5aa1-4d3c-a1dd-d9595f747eec.jpeg?w=1200&amp;ssl=1 1200w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-47067" class="wp-caption-text">Celina Leão, vice-governadora do DF e Daniela Monte Rosa.</figcaption></figure>
<h3>Evento reuniu autoridades e destacou o impacto do voluntariado</h3>
<p>A cerimônia contou com a presença de importantes autoridades, entre elas a vice-governadora do Distrito Federal, <strong>Celina Leão</strong>, e a secretária de Justiça e Cidadania, <strong>Marcela Passamani</strong>, responsável pela entrega das medalhas.</p>
<p>Durante o evento, foi ressaltado o papel essencial do trabalho coletivo e do voluntariado para ampliar o alcance das políticas públicas. A iniciativa integra o programa Voluntariado em Ação, que conecta cidadãos e instituições a projetos sociais desenvolvidos pelo governo.</p>
<p>A Medalha do Mérito da Cidadania simboliza o reconhecimento a trajetórias que contribuem para uma sociedade mais justa, inclusiva e solidária.</p>
<h3>Daniela Monte Rosa é reconhecida por atuação no Elas Pela Causa</h3>
<p>Entre os homenageados, Daniela Monte Rosa se destacou pelo trabalho à frente do Elas Pela Causa, movimento voltado ao fortalecimento do protagonismo feminino por meio da capacitação, empreendedorismo e geração de renda.</p>
<p>Sob sua liderança, o programa tem promovido ações que impactam diretamente a vida de mulheres, especialmente aquelas em situação de vulnerabilidade, criando oportunidades concretas de desenvolvimento pessoal e profissional.</p>
<p>A premiação reforça a relevância do trabalho desenvolvido por Daniela na promoção da equidade de gênero e no incentivo à autonomia financeira feminina.</p>
<h3>Elas Pela Causa: capacitação, empreendedorismo e transformação social</h3>
<p>O Elas Pela Causa é um programa estratégico que integra formação, mentorias e conexões de mercado, com foco no desenvolvimento de mulheres empreendedoras.</p>
<p>A iniciativa atua em diferentes frentes, incluindo:</p>
<ul>
<li>capacitação profissional e empreendedora;</li>
<li>desenvolvimento pessoal e liderança;</li>
<li>educação financeira;</li>
<li>inovação e tecnologia aplicada aos negócios;</li>
<li>fortalecimento de redes de apoio femininas;</li>
</ul>
<p>O movimento também conta com um Centro de Formação, estruturado como um ecossistema de aprendizagem contínua, que oferece trilhas formativas e certificações voltadas ao empreendedorismo feminino.</p>
<h3>IEMA: instituição responsável pela execução e viabilização do programa</h3>
<p>O Elas Pela Causa é uma iniciativa desenvolvida e executada pelo Instituto de Excelência, Movimento e Amparo (IEMA), organização da sociedade civil com mais de duas décadas de atuação em projetos educacionais, sociais e de desenvolvimento humano.</p>
<p>Fundado em 1999, o instituto possui ampla experiência na criação e gestão de projetos de impacto social, incluindo capacitações, eventos formativos e iniciativas voltadas à inclusão produtiva e cidadania. O IEMA atua na integração entre sociedade civil, poder público e iniciativa privada, desenvolvendo soluções que fortalecem indivíduos, famílias e comunidades em todo o país .</p>
<h3>Reconhecimento reforça importância do impacto social feminino</h3>
<p>A homenagem concedida a Daniela Monte Rosa evidencia o papel crescente de lideranças femininas na transformação social e no desenvolvimento de políticas e iniciativas voltadas à inclusão.</p>
<p>Ao reconhecer trajetórias como a dela, o Governo do Distrito Federal reforça a importância da colaboração entre sociedade civil e poder público para ampliar oportunidades e promover mudanças reais na vida da população.</p>
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