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	<title>Arquivos Meio ambiente - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Meio ambiente - Portal Contexto</title>
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		<title>Temperaturas voltam a subir após frente fria; veja previsão para o país</title>
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					<description><![CDATA[<p>Centro-Oeste terá elevação gradual dos termômetros nesta terça-feira, enquanto chuvas se redistribuem pelas demais regiões Após a passagem de uma forte frente fria para esta época do ano, que derrubou as temperaturas e provocou instabilidades no fim de semana e no feriado, esta terça-feira (8) será marcada pela elevação gradual dos termômetros no Centro-Oeste e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49278" aria-describedby="caption-attachment-49278" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-49278" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5154.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5154.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5154.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5154.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/pzzb5154.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49278" class="wp-caption-text">Foto: divulgação Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Centro-Oeste terá elevação gradual dos termômetros nesta terça-feira, enquanto chuvas se redistribuem pelas demais regiões</h3>
<p>Após a passagem de uma forte frente fria para esta época do ano, que derrubou as temperaturas e provocou instabilidades no fim de semana e no feriado, esta terça-feira (8) será marcada pela elevação gradual dos termômetros no Centro-Oeste e pela redistribuição das chuvas em outras regiões do país.</p>
<p>De acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), ainda há previsão de pancadas de chuva, trovoadas isoladas e possibilidade de geada em algumas áreas do Brasil.</p>
<h3>Centro-Oeste terá calor em elevação</h3>
<p>No Centro-Oeste, pancadas de chuva com trovoadas isoladas estão previstas para o norte, leste e sudeste de Mato Grosso, além de grande parte de Goiás.</p>
<p>No Distrito Federal e nas demais áreas de Mato Grosso, a previsão é de chuvas isoladas.</p>
<p>Depois do frio registrado no feriadão, as temperaturas entram em elevação na região. A mínima será de 17°C em Campo Grande (MS), e a máxima chega a 35°C em Cuiabá (MT). Em Brasília, a temperatura segue amena, com máxima de 27°C.</p>
<h3>Sul ainda terá frio e possibilidade de geada</h3>
<p>Na maior parte da Região Sul, a terça-feira será de sol e poucas nuvens, com o frio começando a diminuir.</p>
<p>No Paraná, a nebulosidade aumenta. Em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul, o predomínio será de poucas nuvens e temperaturas baixas.</p>
<p>Há previsão de geada durante a madrugada e ao amanhecer no centro-leste do Rio Grande do Sul e nas serras de Santa Catarina.</p>
<p>Entre as capitais, a mínima será de 8°C em Curitiba (PR), e a máxima chega a 22°C em Porto Alegre (RS).</p>
<h3>Sudeste terá chuva isolada e frio em queda</h3>
<p>No Sudeste, a volta do feriado prolongado terá pancadas de chuva e trovoadas isoladas no Triângulo Mineiro.</p>
<p>Chuvas isoladas podem ocorrer no centro-norte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Nas demais áreas da região, o céu fica com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada.</p>
<p>O frio começa a diminuir. Entre as capitais, a mínima será de 11°C em São Paulo (SP). As máximas voltam a superar os 20°C em todas as capitais da região, chegando a 25°C no Rio de Janeiro (RJ).</p>
<h3>Norte terá instabilidades em vários estados</h3>
<p>Na Região Norte, a terça-feira segue com instabilidades em grande parte do Amazonas, de Tocantins e no sudeste do Pará, onde há previsão de pancadas de chuva com trovoadas isoladas.</p>
<p>Também há possibilidade de chuvas isoladas em outras localidades e tempo com muitas nuvens no norte do Pará e no Amapá.</p>
<p>A mínima será de 20°C em Rio Branco (AC). A máxima pode chegar a 36°C em Rio Branco, Manaus (AM) e Palmas (TO).</p>
<h3>Nordeste terá chuva isolada em áreas da Bahia e do Maranhão</h3>
<p>No Nordeste, as condições para pancadas de chuva isoladas persistem sobre o centro-sul e oeste da Bahia, além do sul e noroeste do Maranhão.</p>
<p>Também há possibilidade de chuvas isoladas no centro-sul do Piauí e do Maranhão, além da faixa litorânea da região Nordeste.</p>
<p>Nas demais áreas, o dia terá muitas nuvens, mas sem chuva.</p>
<p>Entre as capitais, a temperatura mínima será de 23°C em Aracaju (SE) e Maceió (AL). A máxima chega a 33°C em São Luís (MA) e 39°C em Teresina (PI).</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Aquecimento acima de 1,5°C ameaça saúde, agricultura e economia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2026 15:34:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Especialistas defendem corte urgente de emissões para reduzir riscos de eventos extremos e prejuízos globais Desastres naturais, ondas de calor, secas históricas, chuvas intensas e perdas agrícolas tendem a se tornar mais frequentes em um planeta mais quente. O alerta foi feito por especialistas após as Nações Unidas anunciarem, nesta quarta-feira (2), que o planeta [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49233" aria-describedby="caption-attachment-49233" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49233" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/seca_2.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/seca_2.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/seca_2.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/seca_2.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/seca_2.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49233" class="wp-caption-text">Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Especialistas defendem corte urgente de emissões para reduzir riscos de eventos extremos e prejuízos globais</h3>
<p>Desastres naturais, ondas de calor, secas históricas, chuvas intensas e perdas agrícolas tendem a se tornar mais frequentes em um planeta mais quente. O alerta foi feito por especialistas após as Nações Unidas anunciarem, nesta quarta-feira (2), que o planeta deve ultrapassar o limite de 1,5°C de aquecimento nos próximos anos.</p>
<p>Para o diretor executivo do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), <strong>André Guimarães</strong>, a informação precisa ser tratada com gravidade e deve provocar esforços urgentes para mudar o cenário.</p>
<blockquote><p>“Hoje é um dia triste para a humanidade. Fomos derrotados por nós mesmos”, lamentou André.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, ainda é possível redesenhar o futuro do planeta, mas isso depende de mudanças imediatas.</p>
<blockquote><p>“Temos que reduzir urgentemente a queima de combustíveis fósseis, acabar com a conversão de florestas e mudar, de forma geral, nossa relação com a natureza”, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Tempo acima de 1,5°C define tamanho dos impactos</h3>
<p>Em evento promovido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), a presidente do Comitê Diretor do Sistema Global de Observação do Clima (GCOS), da Organização Meteorológica Mundial (OMM), <strong>Thelma Krug</strong>, afirmou que a dimensão e a duração do aquecimento determinarão o tamanho dos impactos sobre a sociedade e o meio ambiente.</p>
<p>Quanto mais quente e por mais tempo o planeta permanecer acima do limite de 1,5°C, maior será a necessidade de remoção de dióxido de carbono da atmosfera e mais difícil será reverter o aquecimento.</p>
<p>Segundo Thelma, a temperatura global já está cerca de 1,37°C acima dos níveis pré-industriais, com avanço aproximado de 0,26°C por década.</p>
<blockquote><p>“Fazendo uma conta bem rápida, teríamos três ou quatro anos para limitar o aquecimento, se continuarmos no ritmo atual de emissões”, explicou.</p></blockquote>
<h3>Prejuízos já chegam a 2% do PIB global</h3>
<p>O economista <strong>Sergio Margulis</strong>, especialista do Instituto Internacional para Sustentabilidade (IIS) e professor da PUC-Rio, destacou os prejuízos econômicos associados ao aumento das temperaturas.</p>
<p>Segundo ele, perdas em infraestrutura, agricultura, saúde e energia já representam 2% do PIB global.</p>
<p>Margulis afirmou que é necessário ampliar os investimentos em transição energética para evitar prejuízos ainda maiores.</p>
<blockquote><p>“Hoje o mundo gasta uns 2 trilhões de dólares com descarbonização. Só que a gente precisa aumentar esse patamar para 5 trilhões ou até um pouco mais. Não tem como fugir disso”, analisou.</p></blockquote>
<h3>Especialistas defendem redução das emissões na origem</h3>
<p>Além da adaptação aos efeitos das mudanças climáticas, Margulis defende que a prioridade deve ser reduzir o problema na fonte.</p>
<blockquote><p>“Adaptação não resolve o problema físico do aquecimento global. Temos que parar com as emissões. Os países não podem ficar esperando a reversão do clima para agir”, destacou.</p></blockquote>
<p>O coordenador de política internacional do Observatório do Clima (OC), Claudio Angelo, também afirmou que o relatório da ONU deve ser entendido como alerta para impedir que a ultrapassagem de 1,5°C seja ainda maior.</p>
<blockquote><p>“Abandonar o objetivo de devolver os termômetros a 1,5°C não é uma opção; seria assinar um pacto coletivo de suicídio. Mas o pico e o declínio não ocorrerão enquanto países produtores de combustíveis fósseis olharem para essas indústrias como uma benesse em vez de uma maldição”, afirmou Angelo.</p></blockquote>
<p>Para ele, é necessário interromper a expansão dos combustíveis fósseis.</p>
<blockquote><p>“É preciso parar já a expansão fóssil no mundo, e a COP31, daqui a dois meses, é uma oportunidade de tomar essa decisão”, concluiu.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>DF tem 126 pontos para descarte de resíduos eletroeletrônicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 11:54:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Celulares, computadores, cabos, televisores e eletrodomésticos podem ser entregues em pontos de coleta ou retirados por coleta domiciliar Moradores do Distrito Federal podem descartar corretamente celulares antigos, computadores, cabos, televisores e outros equipamentos eletrônicos sem uso em 126 pontos de entrega voluntária (PEVs) distribuídos pelas regiões administrativas. A rede de coleta recebe equipamentos quebrados, obsoletos [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-49184" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Sema-DF.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Sema-DF.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Sema-DF.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Sema-DF.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Foto-Sema-DF.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></h3>
<h3 style="text-align: center;">Celulares, computadores, cabos, televisores e eletrodomésticos podem ser entregues em pontos de coleta ou retirados por coleta domiciliar</h3>
<p>Moradores do Distrito Federal podem descartar corretamente celulares antigos, computadores, cabos, televisores e outros equipamentos eletrônicos sem uso em 126 pontos de entrega voluntária (PEVs) distribuídos pelas regiões administrativas.</p>
<p>A rede de coleta recebe equipamentos quebrados, obsoletos ou sem utilização, garantindo a destinação ambientalmente adequada dos materiais.</p>
<p>Os pontos funcionam em parques ambientais, administrações regionais, órgãos públicos, supermercados parceiros e instituições públicas. A lista de endereços pode ser consultada em mapa online.</p>
<h3>O que pode ser descartado</h3>
<p>Entre os equipamentos aceitos estão computadores, notebooks, monitores, teclados, mouses, impressoras, HDs, roteadores e cabos.</p>
<p>Também podem ser entregues celulares, tablets, telefones fixos, carregadores e baterias removíveis.</p>
<p>A lista inclui ainda eletroportáteis, como liquidificadores, cafeteiras, ferros de passar, secadores de cabelo, aspiradores, ventiladores e batedeiras.</p>
<p>Na categoria de áudio e vídeo, os pontos recebem televisores, aparelhos de DVD, caixas de som, rádios e videogames. Também podem ser descartados estabilizadores, nobreaks, fontes, fios e pequenos equipamentos eletrônicos.</p>
<h3>O que não deve ser levado aos PEVs</h3>
<p>Antes de fazer o descarte, é importante verificar as regras do ponto escolhido, já que alguns tipos de resíduos possuem sistemas específicos de coleta.</p>
<p>Não devem ser colocados nos PEVs entulho, lixo doméstico, resíduos orgânicos, móveis e resíduos hospitalares.</p>
<p>Lâmpadas, pilhas e baterias também não devem ser descartadas nesses locais quando não houver coleta específica para esse tipo de material.</p>
<h3>Como funciona a destinação dos equipamentos</h3>
<p>Após a entrega, os resíduos eletroeletrônicos passam por etapas de recebimento, triagem e desmontagem.</p>
<p>Os componentes são separados conforme o tipo de material e as possibilidades de reaproveitamento. Entre os itens recuperados estão plástico, alumínio, cobre, ferro, vidro e placas eletrônicas.</p>
<p>Alguns equipamentos também contêm metais como ouro, prata, paládio, estanho e níquel.</p>
<p>Os materiais recuperados são encaminhados a empresas de reciclagem para retorno à cadeia produtiva. O que não pode ser reciclado recebe destinação ambientalmente adequada.</p>
<p>O processo contribui para reduzir a extração de novas matérias-primas e evita que substâncias presentes nos equipamentos contaminem o solo e a água.</p>
<h3>Coleta domiciliar também está disponível</h3>
<p>Além dos pontos de entrega voluntária, há opção de coleta domiciliar para determinados volumes de resíduos eletroeletrônicos e eletrodomésticos.</p>
<p>Para materiais acima de 30 kg, a retirada na residência pode ser solicitada gratuitamente.</p>
<p>No caso de volumes abaixo de 30 kg, é feita uma avaliação dos produtos antes da confirmação da coleta.</p>
<p>O agendamento ocorre das 9h às 17h e pode ser solicitado por formulário eletrônico. Também é possível confirmar a data de retirada pelo WhatsApp (61) 3301-3584.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>Descarte de resíduos eletroeletrônicos no DF<br />
Pontos de entrega voluntária: 126 locais nas regiões administrativas<br />
Materiais aceitos: celulares, computadores, notebooks, cabos, televisores, eletroportáteis, carregadores, tablets, videogames e pequenos eletrônicos<br />
Coleta domiciliar: gratuita para volumes acima de 30 kg<br />
Volumes abaixo de 30 kg: sujeitos à avaliação<br />
Horário de agendamento: das 9h às 17h<br />
WhatsApp: (61) 3301-3584<br />
Informações: zeroimpacto.com.br<br />
Formulário para coleta:<a href="http://linktr.ee/zeroimpacto"> linktr.ee/zeroimpacto</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Barulho de barcos e turistas prejudica comunicação de peixes, aponta estudo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2026 12:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pesquisa da UFPE mostra que poluição sonora em praias turísticas pode afetar alimentação, reprodução e defesa de território de espécies recifais O ruído provocado por motores de embarcações, motos aquáticas, parapentes e pela movimentação de banhistas pode prejudicar a comunicação sonora entre peixes em ambientes recifais. A constatação é de um estudo de pesquisadores da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48631" aria-describedby="caption-attachment-48631" style="width: 1170px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48631" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/area_de_protecao_ambiental_costa_dos_corais_recifes_de_corais_na_praia_dos_carneiros_pernambuco.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/area_de_protecao_ambiental_costa_dos_corais_recifes_de_corais_na_praia_dos_carneiros_pernambuco.jpg?w=1170&amp;ssl=1 1170w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/area_de_protecao_ambiental_costa_dos_corais_recifes_de_corais_na_praia_dos_carneiros_pernambuco.jpg?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/area_de_protecao_ambiental_costa_dos_corais_recifes_de_corais_na_praia_dos_carneiros_pernambuco.jpg?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/area_de_protecao_ambiental_costa_dos_corais_recifes_de_corais_na_praia_dos_carneiros_pernambuco.jpg?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48631" class="wp-caption-text">Área de proteção ambiental na Praia dos Carneiros em Pernambuco. Foto: Edmar Paz/Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Pesquisa da UFPE mostra que poluição sonora em praias turísticas pode afetar alimentação, reprodução e defesa de território de espécies recifais</h3>
<p>O ruído provocado por motores de embarcações, motos aquáticas, parapentes e pela movimentação de banhistas pode prejudicar a comunicação sonora entre peixes em ambientes recifais. A constatação é de um estudo de pesquisadores da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), publicado nesta segunda-feira (20) na revista científica Neotropical Ichthyology.</p>
<p>De acordo com a pesquisa, a poluição sonora encobre sons emitidos pelos peixes e pode gerar impactos negativos em comportamentos essenciais para a sobrevivência das espécies, como alimentação, reprodução e defesa de território.</p>
<p>O estudo foi divulgado pela Agência Bori, iniciativa voltada à divulgação de pesquisas científicas. A revista Neotropical Ichthyology é o periódico oficial da Sociedade Brasileira de Ictiologia (SBI), área da zoologia dedicada ao estudo científico dos peixes.</p>
<h3>Ruído humano reduz ocorrência de sons dos peixes</h3>
<p>Segundo <strong>Túlio Freire Xavier</strong>, pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Ictiologia e Ecologia de Recifes da UFPE e um dos autores do estudo, a análise identificou uma redução na ocorrência dos sons produzidos pelos peixes justamente nos locais com maior presença de ruído causado pela ação humana.</p>
<blockquote><p>“Isso pode acontecer porque os sons ficam mascarados pelo barulho das embarcações, tornando-se mais difíceis de detectar, ou porque alguns peixes realmente reduzem ou alteram sua produção sonora em resposta ao ruído”, explica.</p></blockquote>
<p>O pesquisador destaca que muitos peixes usam sons em comportamentos ligados à reprodução, à defesa de território e à alimentação.</p>
<blockquote><p>“Se essa comunicação for prejudicada, esses comportamentos também podem ser afetados”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Estudo foi feito em praias turísticas de Pernambuco</h3>
<p>O trabalho de campo foi realizado em duas regiões turísticas do litoral de Pernambuco: Carneiros, na Área de Proteção Ambiental (APA) de Guadalupe, e Tamandaré, na APA Costa dos Corais.</p>
<p>As duas praias foram escolhidas por apresentarem dinâmicas diferentes de visitação. Carneiros recebe turistas durante todo o ano, enquanto Tamandaré tem variação sazonal, com maior movimento no verão.</p>
<p>Em cada praia, os pesquisadores monitoraram pontos próximos à costa, mais influenciados pela presença humana, e áreas mais abrigadas, onde os recifes funcionam como barreira para o som.</p>
<h3>Pesquisadores gravaram 80 horas de sons subaquáticos</h3>
<p>Para medir os impactos, a equipe instalou sistemas de gravação subaquática nos pontos de monitoramento. Cada sessão teve dez horas contínuas de gravação diária, totalizando 80 horas de dados acústicos.</p>
<p>Além das gravações, mergulhadores fizeram um censo visual para identificar a quantidade e as espécies de peixes presentes. Foram encontradas de 18 a 23 espécies nas áreas analisadas. Em Carneiros, os pesquisadores registraram quase 1,4 mil peixes.</p>
<p>Os dados foram coletados em janeiro e fevereiro de 2022, período de alta temporada, e em abril de 2023.</p>
<h3>Três tipos de sons deixaram de ser emitidos</h3>
<p>A pesquisa identificou nove tipos diferentes de sons produzidos por peixes. Três deles deixaram de ser emitidos em locais expostos à presença humana.</p>
<p>Os sons dos peixes podem ocorrer em pulsos únicos ou repetidos e são importantes para a comunicação nos recifes. Eles estão associados a comportamentos como localização de parceiros, reprodução, defesa contra invasores, interação em grupo, alimentação e detecção de predadores.</p>
<p>O estudo também relacionou a poluição sonora à redução da complexidade acústica, índice que mede a variação dos padrões sonoros dos peixes ao longo do tempo.</p>
<p>Entre os efeitos observados estão o mascaramento acústico, quando o som contínuo dos barcos encobre sinais emitidos pelos peixes, e a supressão de comportamento, quando o ruído leva os animais a reduzir ou interromper vocalizações.</p>
<h3>Impacto pode afetar saúde dos recifes</h3>
<p>Túlio Xavier ressalta que os peixes recifais desempenham papel fundamental na saúde dos recifes de corais, contribuindo para o controle de algas, a manutenção dos corais e o equilíbrio das cadeias alimentares.</p>
<blockquote><p>“Os peixes recifais desempenham papéis importantes no controle de algas, na manutenção dos corais e na produtividade desses ambientes”, afirma.</p></blockquote>
<p>Segundo o pesquisador, como os recifes também sustentam atividades econômicas importantes, como turismo e pesca artesanal, os impactos sobre os peixes podem afetar indiretamente os serviços ecossistêmicos oferecidos por esses ambientes.</p>
<h3>Problema pode ocorrer em outros recifes brasileiros</h3>
<p>Embora o estudo tenha sido realizado no litoral pernambucano, o pesquisador afirma que o problema não é exclusivo dessas praias.</p>
<blockquote><p>“Sempre que houver intenso tráfego de embarcações, turismo náutico ou outras fontes de ruído subaquático que coincidam com as frequências utilizadas pelos peixes, existe potencial para impactos semelhantes”, explica.</p></blockquote>
<p>Ele cita áreas como Abrolhos e Fernando de Noronha como exemplos de recifes brasileiros onde efeitos semelhantes podem ocorrer, dependendo da intensidade do tráfego de embarcações, das características dos recifes e das espécies presentes.</p>
<h3>Pesquisadores defendem medidas de manejo</h3>
<p>De acordo com Túlio Xavier, ainda não existem limites universalmente aceitos para níveis seguros de ruído em ambientes recifais voltados à proteção dos peixes.</p>
<blockquote><p>“Esse é um campo que ainda precisa avançar bastante. Estudos como o nosso ajudam justamente a construir esse conhecimento”, afirma.</p></blockquote>
<p>Para o pesquisador, turismo e conservação não precisam ser incompatíveis, mas o componente acústico deve ser considerado no planejamento das atividades.</p>
<p>Entre as medidas possíveis estão a organização de rotas de embarcações, a redução da velocidade em áreas sensíveis e o controle da concentração excessiva de atividades sobre determinados recifes.</p>
<blockquote><p>“O ruído subaquático é uma forma de poluição que normalmente passa despercebida”, avalia. “Proteger a paisagem sonora significa também ajudar a preservar o funcionamento ecológico desses ecossistemas e os benefícios que eles oferecem à sociedade.”</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/barulho-de-barcos-e-turistas-prejudica-comunicacao-de-peixes-aponta-estudo/">Barulho de barcos e turistas prejudica comunicação de peixes, aponta estudo</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>BNDES lança chamada pública de até R$ 120 milhões para recuperação de bacias hidrográficas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:05:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa busca ampliar a segurança hídrica de grandes centros urbanos e financiar projetos de restauração ambiental em áreas estratégicas do país O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma chamada pública que poderá destinar até R$ 120 milhões para projetos voltados à recuperação de bacias hidrográficas e ao fortalecimento da segurança hídrica [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48141" aria-describedby="caption-attachment-48141" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48141" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48141" class="wp-caption-text">Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Iniciativa busca ampliar a segurança hídrica de grandes centros urbanos e financiar projetos de restauração ambiental em áreas estratégicas do país</h3>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma chamada pública que poderá destinar até R$ 120 milhões para projetos voltados à recuperação de bacias hidrográficas e ao fortalecimento da segurança hídrica em regiões consideradas críticas para o abastecimento de água no Brasil.</p>
<p>Do total previsto, R$ 60 milhões serão aportados pelo próprio BNDES, enquanto os outros R$ 60 milhões deverão ser viabilizados por parceiros públicos ou privados que aderirem à iniciativa.</p>
<p>A proposta busca apoiar ações de restauração ambiental em áreas estratégicas para o abastecimento de grandes centros urbanos, contribuindo para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas e da crescente pressão sobre os recursos hídricos.</p>
<h3>Segurança hídrica entra na agenda climática</h3>
<p>Segundo o presidente do BNDES, <strong>Aloizio Mercadante</strong>, o país precisa acelerar investimentos voltados à adaptação climática diante da perspectiva de redução da disponibilidade de água em diversas regiões brasileiras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Mercadante destacou ainda que a iniciativa está alinhada à estratégia do governo federal de ampliar ações de proteção ambiental associadas à melhoria das condições de vida da população.</p>
<h3>Quais regiões poderão receber investimentos</h3>
<p>A chamada pública contempla projetos localizados em áreas que exercem influência direta sobre sistemas de abastecimento hídrico de importantes centros urbanos do país.</p>
<h4>Entre as regiões prioritárias estão:</h4>
<ul>
<li>Região Metropolitana de São Paulo;</li>
<li>Baixada Santista;</li>
<li>Região Metropolitana do Rio de Janeiro;</li>
<li>Distrito Federal e entorno;</li>
<li>Fortaleza (CE);</li>
<li>Cuiabá (MT);</li>
<li>Porto Velho (RO);</li>
<li>Rio Branco (AC).</li>
</ul>
<p>Também poderão ser contempladas iniciativas localizadas em bacias hidrográficas que contribuam para o abastecimento dessas localidades.</p>
<p>A definição das áreas prioritárias considera estudos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que identificou municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais impactados por poluição e bacias hidrográficas em situação de alerta.</p>
<h3>Projetos devem prever recuperação ambiental</h3>
<p>Os projetos selecionados deverão prever investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões e terão prazo máximo de execução de 48 meses.</p>
<p>Entre as exigências da chamada está a realização obrigatória de ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa, especialmente em:</p>
<ul>
<li>nascentes;</li>
<li>margens de rios;</li>
<li>áreas degradadas;</li>
<li>regiões estratégicas para conservação dos recursos hídricos.</li>
</ul>
<p>O objetivo é ampliar a proteção dos mananciais, melhorar a qualidade da água e fortalecer a capacidade de retenção hídrica das bacias.</p>
<h3>Áreas protegidas e comunidades tradicionais poderão participar</h3>
<p>De acordo com o BNDES, os projetos poderão ser desenvolvidos em diferentes tipos de territórios, incluindo:</p>
<ul>
<li>Unidades de Conservação (UCs);</li>
<li>Áreas de Preservação Permanente (APPs);</li>
<li>Reservas Legais (RLs);</li>
<li>assentamentos da reforma agrária;</li>
<li>terras indígenas;</li>
<li>territórios quilombolas;</li>
<li>comunidades tradicionais;</li>
<li>áreas públicas urbanas.</li>
</ul>
<p>A proposta busca combinar recuperação ambiental, inclusão social e fortalecimento das economias locais.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>A chamada pública é destinada a pessoas jurídicas sem fins lucrativos e instituições públicas federais e estaduais.</p>
<h4>Poderão apresentar propostas:</h4>
<ul>
<li>fundações;</li>
<li>associações;</li>
<li>organizações da sociedade civil;</li>
<li>instituições públicas.</li>
</ul>
<p>Também será permitida a apresentação de projetos em rede, envolvendo duas ou mais organizações parceiras.</p>
<h3>Critérios de seleção</h3>
<p>Os projetos serão avaliados com base em critérios técnicos e ambientais definidos pelo BNDES.</p>
<h4>Entre os principais critérios estão:</h4>
<ul>
<li>alinhamento às políticas públicas ambientais;</li>
<li>impacto positivo sobre a biodiversidade;</li>
<li>capacidade técnica da instituição proponente;</li>
<li>qualidade da proposta apresentada;</li>
<li>volume de contrapartida financeira;</li>
<li>potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa;</li>
<li>contribuição para a recuperação da qualidade da água.</li>
</ul>
<h3>Prazo para apresentação das propostas</h3>
<p>As organizações interessadas terão prazo de 90 dias para apresentar seus projetos.</p>
<h4>A comissão responsável pela seleção será formada por representantes do:</h4>
<ul>
<li>BNDES;</li>
<li>Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA);</li>
<li>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);</li>
<li>Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio);</li>
<li>instituições apoiadoras da iniciativa.</li>
</ul>
<p>A expectativa é que os recursos contribuam para ampliar a proteção dos mananciais que abastecem milhões de brasileiros e fortaleçam a adaptação das cidades aos efeitos das mudanças climáticas.</p>
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		<title>Projeto abre espaço para público conhecer habitat dos cavalos-marinhos no Rio de Janeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 31 May 2026 18:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa abre visitação gratuita entre os dias 1º e 3 de junho e apresenta ações de conservação de uma espécie ameaçada de extinção O Projeto Cavalos Marinhos abre ao público, entre os dias 1º e 3 de junho, o Espaço Educativo instalado na Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. A [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47968" aria-describedby="caption-attachment-47968" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47968" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47968" class="wp-caption-text">Foto: Projeto Cavalos-Marinhos/Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Iniciativa abre visitação gratuita entre os dias 1º e 3 de junho e apresenta ações de conservação de uma espécie ameaçada de extinção</h3>
<p>O Projeto Cavalos Marinhos abre ao público, entre os dias 1º e 3 de junho, o Espaço Educativo instalado na Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. A visitação gratuita ocorrerá das 9h às 14h e permitirá que os participantes conheçam de perto o habitat, o comportamento e as ações de conservação dos cavalos-marinhos desenvolvidas há mais de duas décadas pela instituição.</p>
<p>A iniciativa integra a programação da primeira edição da Rio Nature &amp; Climate Week, encontro internacional voltado ao debate sobre meio ambiente, mudanças climáticas e políticas públicas para a sustentabilidade.</p>
<h3>Experiência imersiva apresenta universo dos cavalos-marinhos</h3>
<p>O Espaço Educativo foi criado para proporcionar uma experiência interativa aos visitantes. O local reúne modelos de cavalos-marinhos, reprodução de ambientes de manguezal, jogos educativos e um laboratório com animais vivos criados em cativeiro.</p>
<p>Segundo a coordenadora-geral do Projeto Cavalos Marinhos, <strong>Natalie Freret-Meurer,</strong> a proposta é aproximar o público do universo desses animais.</p>
<blockquote><p>“Tem modelos de cavalos-marinhos, tem uma árvore de manguezal, tem jogos e tem também o nosso laboratório com animais vivos que a gente reproduz em cativeiro. Tem filhotes, tem jovens e adultos. Então, a pessoa realmente entra aqui para mergulhar no mundo desses animais”, explica.</p></blockquote>
<p>Projeto mantém população de segurança inédita no Brasil</p>
<p>Um dos destaques da iniciativa é a formação da primeira população de segurança da espécie brasileira conhecida como cavalo-marinho de focinho longo, mantida em ambiente controlado e monitorada geneticamente.</p>
<p>O trabalho busca preservar uma espécie que sofre com a destruição de habitats, a captura acidental pela pesca industrial e o comércio para aquários, fatores que contribuem para o risco de extinção em diversas regiões do planeta.</p>
<blockquote><p>“A gente faz essa reprodução em cativeiro. Tem todos os animais rastreados geneticamente. Então, a gente sabe exatamente qual é a composição genética. E, se for necessário fazer introdução em ambiente natural, a gente consegue fazer”, afirma Natalie.</p></blockquote>
<h3>Projeto também gera renda e promove educação ambiental</h3>
<p>Além da conservação da espécie, o Projeto Cavalos Marinhos desenvolve ações voltadas à educação ambiental e à geração de renda para comunidades tradicionais. Uma das iniciativas recentes formou mulheres pescadoras em São Pedro da Aldeia para a produção de biojoias feitas a partir de escamas de peixe.</p>
<p>A organização também promove capacitação de professores, gestores de unidades de conservação, jovens e educadores ambientais para ampliar a disseminação de conhecimento sobre os cavalos-marinhos e os ecossistemas costeiros.</p>
<h3>Projeto já impactou cerca de 2 milhões de pessoas</h3>
<p>Criado em 2002, o Projeto Cavalos Marinhos atua em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, incluindo as baías de Guanabara, Ilha Grande e Sepetiba, além de Búzios, Arraial do Cabo e Laguna de Araruama. Em 2025, expandiu suas atividades para São Paulo e Espírito Santo.</p>
<p>Somente em 2024, a iniciativa estima ter impactado cerca de 2 milhões de pessoas. Nos últimos dois anos, mais de 100 pescadores foram atendidos e mais de 20 oficinas capacitaram mulheres caiçaras, jovens, professores e agentes ambientais.</p>
<h3>Como participar</h3>
<p>Os interessados em visitar o Espaço Educativo devem realizar inscrição gratuita por formulário disponibilizado pelo projeto. A atividade conta com apoio do Programa Petrobras Socioambiental.</p>
<p>*com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Brasil concorre ao Global Water Awards por avanços em água e saneamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 11:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil foi indicado ao Global Water Awards por meio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que concorre ao prêmio de Agência Pública de Água do Ano em reconhecimento aos avanços nos setores de água, esgoto e gestão sustentável dos recursos hídricos. Reconhecimento internacional destaca avanços regulatórios A premiação reconhece iniciativas nas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47235" aria-describedby="caption-attachment-47235" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47235" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?w=1500&amp;ssl=1 1500w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47235" class="wp-caption-text"><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/close-up-maos-corrente-agua_1101088.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=13&amp;uuid=1a13a1b5-bd78-495d-9f99-3651e6bf72fa&amp;query=Mangueira+de+%C3%A1gua">Imagem de freepik</a></figcaption></figure>
<p>O Brasil foi indicado ao Global Water Awards por meio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que concorre ao prêmio de Agência Pública de Água do Ano em reconhecimento aos avanços nos setores de água, esgoto e gestão sustentável dos recursos hídricos.</p>
<h3>Reconhecimento internacional destaca avanços regulatórios</h3>
<p>A premiação reconhece iniciativas nas áreas de água, esgoto, tecnologia e dessalinização. Segundo a ANA, a indicação reflete a construção de estruturas, normas e mecanismos mais robustos para o setor no país.</p>
<p>De acordo com o superintendente adjunto de Regulação de Saneamento Básico, <strong>Alexandre Anderáos</strong>, o reconhecimento internacional amplia a visibilidade de políticas voltadas à ampliação do acesso com equidade territorial e social.</p>
<h3>Normas e regulação fortalecem o setor</h3>
<p>Entre os avanços recentes, a ANA destacou a criação de normas de referência para os quatro componentes do saneamento básico: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais.</p>
<p>Em 2025, a agência também estabeleceu regras para redução e controle de perdas de água, incluindo planos de gestão e indicadores padronizados para fiscalização por estados e municípios.</p>
<p>Outra iniciativa foi a norma sobre reuso não potável de água proveniente de efluentes tratados, permitindo aplicações como irrigação, lavagem urbana e recarga de aquíferos.</p>
<h3>Metas e governança ampliam segurança hídrica</h3>
<p>A agência também avançou na definição de metas progressivas de universalização dos serviços de água e esgoto, além de normas voltadas à governança das entidades reguladoras.</p>
<p>Segundo Anderáos, essas medidas contribuem para maior previsibilidade, redução de incertezas regulatórias e melhoria na prestação dos serviços em um cenário federativo.</p>
<h3>Setor ainda enfrenta desafios no país</h3>
<p>Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) mostram que, em 2024, o abastecimento de água atingiu 84,1% da população, enquanto a rede de esgoto alcançou 62,3%.</p>
<p>No mesmo período, os investimentos somaram R$ 14,59 bilhões em água e R$ 13,68 bilhões em esgotamento sanitário, indicando um setor ainda em expansão.</p>
<h3>Disputa internacional reúne agências de vários países</h3>
<p>Além da ANA, concorrem ao prêmio instituições como a Korea Water Resources Corporation, da Coreia do Sul; o Orange County Water District, dos Estados Unidos; a Sharakat, da Arábia Saudita; e a SPAN, da Malásia.</p>
<p>A votação será realizada por membros da Global Water Intelligence, responsável pela premiação, e o resultado final está previsto para o dia 19 de maio.</p>
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		<title>Distrito Federal planta 15 mil mudas de árvores nativas do Cerrado em ação integrada</title>
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior edição do Dia de Plantar reuniu voluntários, escoteiros e órgãos públicos em várias regiões administrativas. Meta do GDF é fechar 2025 com 115 mil árvores plantadas. O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu neste domingo (7) a maior edição do Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado, com o plantio de 15 mil [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_45346" aria-describedby="caption-attachment-45346" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-45346" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-45346" class="wp-caption-text">A Novacap prevê encerrar 2025 com o plantio de aproximadamente 115 mil árvores em todo o Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sema-DF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Maior edição do Dia de Plantar reuniu voluntários, escoteiros e órgãos públicos em várias regiões administrativas. Meta do GDF é fechar 2025 com 115 mil árvores plantadas.</h3>
<p>O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu neste domingo (7) a maior edição do Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado, com o plantio de 15 mil árvores nativas em diferentes regiões administrativas. A ação reforça o compromisso do GDF com a recuperação do Cerrado e a educação ambiental, mobilizando órgãos públicos, comitês locais, escoteiros e a sociedade civil.</p>
<p>O ponto central da mobilização foi o Parque Ecológico do Cortado, em Taguatinga, onde o evento começou com café da manhã e apresentação da banda do Corpo de Bombeiros Militar do DF. Escoteiros mirins participaram do plantio, simbolizando o engajamento da juventude em práticas sustentáveis.</p>
<p>As mudas foram doadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) — responsável por 10 mil unidades — e pelo Instituto Arvoredo, que contribuiu com outras 5 mil. A Novacap estima encerrar 2025 com cerca de 115 mil árvores plantadas em todo o Distrito Federal.</p>
<p>A ação contou com a participação ativa de servidores da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Governo (Segov), administrações regionais e do movimento regenerativo Tempo de Plantar. Desde que foi instituído pelo Decreto nº 44.606/2023, o Dia de Plantar tem se consolidado como uma política pública relevante na agenda ambiental do DF.</p>
<p>A cada ano, a iniciativa vem ampliando seu alcance. Foram 5 mil mudas plantadas em 2023 e mais de 10 mil em 2024. A edição de 2025 estabelece um novo marco, com 15 mil mudas plantadas simultaneamente em diversas localidades do Distrito Federal.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Dia de Plantar é mais do que um gesto simbólico. É um compromisso com o futuro do nosso território e com o Cerrado, berço das nossas águas&#8221;, declarou o secretário de Meio Ambiente, <strong>Gutemberg Gomes</strong>.</p></blockquote>
<p>A vice-governadora<strong> Celina Leão</strong> também participou e destacou o papel da comunidade:</p>
<blockquote><p>&#8220;Plantamos árvores, mas também plantamos consciência, cidadania e esperança.”</p></blockquote>
<p>Durante a cerimônia, o educador ambiental <strong>Paulo César Araújo</strong>, do Tempo de Plantar, emocionou ao afirmar que cada árvore plantada “gera um sentimento de amor incondicional”. Ele também destacou a importância de mobilizar as escolas e envolver as crianças nos plantios futuros, criando uma relação de afeto e cuidado com a natureza.</p>
<p>Representando o secretário de Governo, <strong>Rejane Pieratti</strong> enalteceu o papel da sociedade civil:</p>
<blockquote><p>“Esse é um exemplo concreto de como uma ideia da população pode virar política pública eficaz e transformadora.”</p></blockquote>
<p>Entre os voluntários, a escoteira<strong> Filomena Barros</strong>, de 75 anos, deixou seu recado às novas gerações:</p>
<blockquote><p>“Plantamos para quem vem depois. Essas árvores vão proteger as nascentes do Cerrado.”</p></blockquote>
<p>Com essa ação integrada, o GDF reafirma seu compromisso com a restauração ecológica, enfrentamento da crise climática e promoção da educação ambiental no coração do Brasil.</p>
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		<title>COP 30: pontos para entender como o evento do clima pode atingir sua vida</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 23:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O calor castiga, o ventilador já não dá conta e a conta de luz chega mais alta a cada mês. Na feira, o preço das frutas sobe depois da última enchente. Enquanto isso, em Belém, líderes do mundo inteiro se reúnem até 21 de novembro para discutir justamente o que está por trás dessas mudanças [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44828" aria-describedby="caption-attachment-44828" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44828" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1020%2C892&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="892" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1024%2C895&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=300%2C262&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=768%2C671&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1536%2C1342&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=2048%2C1789&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-44828" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O calor castiga, o ventilador já não dá conta e a conta de luz chega mais alta a cada mês. Na feira, o preço das frutas sobe depois da última enchente. Enquanto isso, em Belém, líderes do mundo inteiro se reúnem até 21 de novembro para discutir justamente o que está por trás dessas mudanças no dia a dia de milhões de pessoas, incluindo os brasileiros: o clima. A COP 30 é sobre o planeta, mas, por consequência, sobre a vida de quem sente o impacto do tempo na pele, no bolso e no prato.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A 30ª Conferência das Partes, da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, já está dando o que falar. Em meio a tanta informação, muita gente deve estar se perguntando qual a relação disso com sua vida. Luciana Mello, professora dos cursos de Gestão e Negócios e especialista em Relações Internacionais do Centro Universitário IBMR, no Rio de Janeiro, cita quatro razões para acompanhar o evento, mesmo que apenas pelos noticiários, com mais atenção.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ela explica que o aumento da temperatura no planeta, enchentes e eventos extremos impactam diretamente a vida das pessoas. O calor excessivo afeta o bem-estar e pode levar à necessidade de investir em aparelhos para refrigeração, o que consequentemente aumenta o consumo de energia elétrica.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro ponto em discussão é a criação de empregos ligados à chamada indústria mais verde e à cadeia produtiva que ela envolve. Podem surgir oportunidades em áreas como reciclagem e agricultura sustentável, abrindo caminho para que as pessoas considerem ocupações profissionais alinhadas com essa nova cadeia produtiva.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A transição energética é outro assunto crucial, embora controverso, especialmente para países em desenvolvimento como o Brasil. O investimento em fontes de energia mais limpas pode, a médio e longo prazo, contribuir para reduzir o preço do combustível, da conta de luz e da passagem de ônibus. No entanto, a professora ressalta que esses efeitos não são imediatos, destacando a importância de decisões rápidas. Embora o preço do petróleo possa cair, isso não se reflete instantaneamente no valor pago pelo consumidor, sendo parte de uma transição mais ampla que exige tempo para mostrar resultados concretos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Por fim, as mudanças climáticas e os eventos extremos também afetam a produção de alimentos. Enchentes e queimadas podem destruir safras e elevar os preços dos produtos, impactando o orçamento familiar. Esse efeito é sentido por todos, mas tende a ser mais intenso para quem tem menos recursos. A instituição onde Luciana leciona integra o Ecossistema Ânima de ensino no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Sequenciamento genético de peixes pioneiro abre novo caminho para preservação da biodiversidade na Amazônia</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 10:50:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa pioneira da Universidade Federal do Pará (UFPA), baseada no sequenciamento genético de espécies amazônicas, pode ampliar significativamente a preservação da biodiversidade regional. O estudo concentra-se inicialmente no pirarucu, o maior peixe de água doce da Amazônia, que pode ultrapassar 100 quilos e figura na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre Comércio Internacional [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44734" aria-describedby="caption-attachment-44734" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44734" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=575%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="575" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=575%2C1024&amp;ssl=1 575w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=168%2C300&amp;ssl=1 168w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=768%2C1368&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=862%2C1536&amp;ssl=1 862w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=1150%2C2048&amp;ssl=1 1150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption id="caption-attachment-44734" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Uma pesquisa pioneira da Universidade Federal do Pará (UFPA), baseada no sequenciamento genético de espécies amazônicas, pode ampliar significativamente a preservação da biodiversidade regional. O estudo concentra-se inicialmente no pirarucu, o maior peixe de água doce da Amazônia, que pode ultrapassar 100 quilos e figura na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa estende-se também a outras espécies nativas como o filhote e as tartarugas-da-amazônia, mas tem como principal objetivo conter a exploração predatória do pirarucu, estimulando sua reprodução em cativeiro para atender à crescente demanda nacional e internacional.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o professor Sidney Santos, que lidera a pesquisa no Laboratório de Genética Humana e Médica da UFPA, o pirarucu possui um sistema reprodutivo natural complexo, formando casais apenas após longo período de convivência. A equipe desenvolveu um método que facilita a reprodução em cativeiro mediante uso do hormônio GNRH e, crucialmente, criou testes genéticos específicos para comprovar a origem da carne comercializada, distinguindo entre exemplares criados em cativeiro e os provenientes da natureza.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O professor destaca que a metodologia pode ser replicada para todas as espécies amazônicas, já que o DNA é universal. Ele cita que a reprodução em cativeiro do pirarucu beneficiará as comunidades locais a longo prazo, pois ao reduzir a pressão da pesca predatória, permitirá o aumento natural dos estoques nos rios, favorecendo tanto a pesca sustentável quanto o abastecimento alimentar. Um modelo similar já demonstrou sucesso com o tambaqui, outro peixe emblemático da região.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A UFPA conta com o único sequenciador genético do setor público na Amazônia, equipamento de alta capacidade que permitiu analisar mais de 100 peixes e realizar o sequenciamento completo de dois indivíduos. Os resultados estão sendo compartilhados com outras universidades para fomentar novas pesquisas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O professor Santos enfatiza que investir no conhecimento genético das espécies amazônicas é fundamental para sua preservação a longo prazo. A UFPA integra o Centro Integrado da Sociobiodiversidade Amazônica, uma rede que reúne 13 universidades federais dedicadas a encontrar soluções para os desafios socioambientais da região.</p>
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