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	<title>Arquivos Meio ambiente - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Meio ambiente - Portal Contexto</title>
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		<title>BNDES lança chamada pública de até R$ 120 milhões para recuperação de bacias hidrográficas</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Jun 2026 10:05:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa busca ampliar a segurança hídrica de grandes centros urbanos e financiar projetos de restauração ambiental em áreas estratégicas do país O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma chamada pública que poderá destinar até R$ 120 milhões para projetos voltados à recuperação de bacias hidrográficas e ao fortalecimento da segurança hídrica [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48141" aria-describedby="caption-attachment-48141" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-48141" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/pzzb8338_0.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48141" class="wp-caption-text">Foto: Agência Brasil</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Iniciativa busca ampliar a segurança hídrica de grandes centros urbanos e financiar projetos de restauração ambiental em áreas estratégicas do país</h3>
<p>O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançou uma chamada pública que poderá destinar até R$ 120 milhões para projetos voltados à recuperação de bacias hidrográficas e ao fortalecimento da segurança hídrica em regiões consideradas críticas para o abastecimento de água no Brasil.</p>
<p>Do total previsto, R$ 60 milhões serão aportados pelo próprio BNDES, enquanto os outros R$ 60 milhões deverão ser viabilizados por parceiros públicos ou privados que aderirem à iniciativa.</p>
<p>A proposta busca apoiar ações de restauração ambiental em áreas estratégicas para o abastecimento de grandes centros urbanos, contribuindo para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas e da crescente pressão sobre os recursos hídricos.</p>
<h3>Segurança hídrica entra na agenda climática</h3>
<p>Segundo o presidente do BNDES, <strong>Aloizio Mercadante</strong>, o país precisa acelerar investimentos voltados à adaptação climática diante da perspectiva de redução da disponibilidade de água em diversas regiões brasileiras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Ao restaurar nascentes, matas ciliares e bacias hidrográficas que abastecem as grandes metrópoles, estamos investindo em resiliência e adaptação climática e garantindo segurança hídrica para milhões de brasileiros&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>Mercadante destacou ainda que a iniciativa está alinhada à estratégia do governo federal de ampliar ações de proteção ambiental associadas à melhoria das condições de vida da população.</p>
<h3>Quais regiões poderão receber investimentos</h3>
<p>A chamada pública contempla projetos localizados em áreas que exercem influência direta sobre sistemas de abastecimento hídrico de importantes centros urbanos do país.</p>
<h4>Entre as regiões prioritárias estão:</h4>
<ul>
<li>Região Metropolitana de São Paulo;</li>
<li>Baixada Santista;</li>
<li>Região Metropolitana do Rio de Janeiro;</li>
<li>Distrito Federal e entorno;</li>
<li>Fortaleza (CE);</li>
<li>Cuiabá (MT);</li>
<li>Porto Velho (RO);</li>
<li>Rio Branco (AC).</li>
</ul>
<p>Também poderão ser contempladas iniciativas localizadas em bacias hidrográficas que contribuam para o abastecimento dessas localidades.</p>
<p>A definição das áreas prioritárias considera estudos da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que identificou municípios com risco elevado de desabastecimento, mananciais impactados por poluição e bacias hidrográficas em situação de alerta.</p>
<h3>Projetos devem prever recuperação ambiental</h3>
<p>Os projetos selecionados deverão prever investimentos entre R$ 15 milhões e R$ 20 milhões e terão prazo máximo de execução de 48 meses.</p>
<p>Entre as exigências da chamada está a realização obrigatória de ações de restauração ecológica ou produtiva com vegetação nativa, especialmente em:</p>
<ul>
<li>nascentes;</li>
<li>margens de rios;</li>
<li>áreas degradadas;</li>
<li>regiões estratégicas para conservação dos recursos hídricos.</li>
</ul>
<p>O objetivo é ampliar a proteção dos mananciais, melhorar a qualidade da água e fortalecer a capacidade de retenção hídrica das bacias.</p>
<h3>Áreas protegidas e comunidades tradicionais poderão participar</h3>
<p>De acordo com o BNDES, os projetos poderão ser desenvolvidos em diferentes tipos de territórios, incluindo:</p>
<ul>
<li>Unidades de Conservação (UCs);</li>
<li>Áreas de Preservação Permanente (APPs);</li>
<li>Reservas Legais (RLs);</li>
<li>assentamentos da reforma agrária;</li>
<li>terras indígenas;</li>
<li>territórios quilombolas;</li>
<li>comunidades tradicionais;</li>
<li>áreas públicas urbanas.</li>
</ul>
<p>A proposta busca combinar recuperação ambiental, inclusão social e fortalecimento das economias locais.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>A chamada pública é destinada a pessoas jurídicas sem fins lucrativos e instituições públicas federais e estaduais.</p>
<h4>Poderão apresentar propostas:</h4>
<ul>
<li>fundações;</li>
<li>associações;</li>
<li>organizações da sociedade civil;</li>
<li>instituições públicas.</li>
</ul>
<p>Também será permitida a apresentação de projetos em rede, envolvendo duas ou mais organizações parceiras.</p>
<h3>Critérios de seleção</h3>
<p>Os projetos serão avaliados com base em critérios técnicos e ambientais definidos pelo BNDES.</p>
<h4>Entre os principais critérios estão:</h4>
<ul>
<li>alinhamento às políticas públicas ambientais;</li>
<li>impacto positivo sobre a biodiversidade;</li>
<li>capacidade técnica da instituição proponente;</li>
<li>qualidade da proposta apresentada;</li>
<li>volume de contrapartida financeira;</li>
<li>potencial de redução de emissões de gases de efeito estufa;</li>
<li>contribuição para a recuperação da qualidade da água.</li>
</ul>
<h3>Prazo para apresentação das propostas</h3>
<p>As organizações interessadas terão prazo de 90 dias para apresentar seus projetos.</p>
<h4>A comissão responsável pela seleção será formada por representantes do:</h4>
<ul>
<li>BNDES;</li>
<li>Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA);</li>
<li>Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama);</li>
<li>Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio);</li>
<li>instituições apoiadoras da iniciativa.</li>
</ul>
<p>A expectativa é que os recursos contribuam para ampliar a proteção dos mananciais que abastecem milhões de brasileiros e fortaleçam a adaptação das cidades aos efeitos das mudanças climáticas.</p>
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		<title>Projeto abre espaço para público conhecer habitat dos cavalos-marinhos no Rio de Janeiro</title>
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		<pubDate>Sun, 31 May 2026 18:06:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Iniciativa abre visitação gratuita entre os dias 1º e 3 de junho e apresenta ações de conservação de uma espécie ameaçada de extinção O Projeto Cavalos Marinhos abre ao público, entre os dias 1º e 3 de junho, o Espaço Educativo instalado na Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. A [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47968" aria-describedby="caption-attachment-47968" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47968" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=1020%2C611&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="611" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=1024%2C613&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=300%2C179&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?resize=768%2C459&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/laboratorio_projeto_cavalos-marinhos_2.webp?w=1170&amp;ssl=1 1170w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47968" class="wp-caption-text">Foto: Projeto Cavalos-Marinhos/Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Iniciativa abre visitação gratuita entre os dias 1º e 3 de junho e apresenta ações de conservação de uma espécie ameaçada de extinção</h3>
<p>O Projeto Cavalos Marinhos abre ao público, entre os dias 1º e 3 de junho, o Espaço Educativo instalado na Universidade Santa Úrsula, em Botafogo, zona sul do Rio de Janeiro. A visitação gratuita ocorrerá das 9h às 14h e permitirá que os participantes conheçam de perto o habitat, o comportamento e as ações de conservação dos cavalos-marinhos desenvolvidas há mais de duas décadas pela instituição.</p>
<p>A iniciativa integra a programação da primeira edição da Rio Nature &amp; Climate Week, encontro internacional voltado ao debate sobre meio ambiente, mudanças climáticas e políticas públicas para a sustentabilidade.</p>
<h3>Experiência imersiva apresenta universo dos cavalos-marinhos</h3>
<p>O Espaço Educativo foi criado para proporcionar uma experiência interativa aos visitantes. O local reúne modelos de cavalos-marinhos, reprodução de ambientes de manguezal, jogos educativos e um laboratório com animais vivos criados em cativeiro.</p>
<p>Segundo a coordenadora-geral do Projeto Cavalos Marinhos, <strong>Natalie Freret-Meurer,</strong> a proposta é aproximar o público do universo desses animais.</p>
<blockquote><p>“Tem modelos de cavalos-marinhos, tem uma árvore de manguezal, tem jogos e tem também o nosso laboratório com animais vivos que a gente reproduz em cativeiro. Tem filhotes, tem jovens e adultos. Então, a pessoa realmente entra aqui para mergulhar no mundo desses animais”, explica.</p></blockquote>
<p>Projeto mantém população de segurança inédita no Brasil</p>
<p>Um dos destaques da iniciativa é a formação da primeira população de segurança da espécie brasileira conhecida como cavalo-marinho de focinho longo, mantida em ambiente controlado e monitorada geneticamente.</p>
<p>O trabalho busca preservar uma espécie que sofre com a destruição de habitats, a captura acidental pela pesca industrial e o comércio para aquários, fatores que contribuem para o risco de extinção em diversas regiões do planeta.</p>
<blockquote><p>“A gente faz essa reprodução em cativeiro. Tem todos os animais rastreados geneticamente. Então, a gente sabe exatamente qual é a composição genética. E, se for necessário fazer introdução em ambiente natural, a gente consegue fazer”, afirma Natalie.</p></blockquote>
<h3>Projeto também gera renda e promove educação ambiental</h3>
<p>Além da conservação da espécie, o Projeto Cavalos Marinhos desenvolve ações voltadas à educação ambiental e à geração de renda para comunidades tradicionais. Uma das iniciativas recentes formou mulheres pescadoras em São Pedro da Aldeia para a produção de biojoias feitas a partir de escamas de peixe.</p>
<p>A organização também promove capacitação de professores, gestores de unidades de conservação, jovens e educadores ambientais para ampliar a disseminação de conhecimento sobre os cavalos-marinhos e os ecossistemas costeiros.</p>
<h3>Projeto já impactou cerca de 2 milhões de pessoas</h3>
<p>Criado em 2002, o Projeto Cavalos Marinhos atua em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro, incluindo as baías de Guanabara, Ilha Grande e Sepetiba, além de Búzios, Arraial do Cabo e Laguna de Araruama. Em 2025, expandiu suas atividades para São Paulo e Espírito Santo.</p>
<p>Somente em 2024, a iniciativa estima ter impactado cerca de 2 milhões de pessoas. Nos últimos dois anos, mais de 100 pescadores foram atendidos e mais de 20 oficinas capacitaram mulheres caiçaras, jovens, professores e agentes ambientais.</p>
<h3>Como participar</h3>
<p>Os interessados em visitar o Espaço Educativo devem realizar inscrição gratuita por formulário disponibilizado pelo projeto. A atividade conta com apoio do Programa Petrobras Socioambiental.</p>
<p>*com informações da Agência Brasil</p>
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		<title>Brasil concorre ao Global Water Awards por avanços em água e saneamento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Apr 2026 11:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil foi indicado ao Global Water Awards por meio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que concorre ao prêmio de Agência Pública de Água do Ano em reconhecimento aos avanços nos setores de água, esgoto e gestão sustentável dos recursos hídricos. Reconhecimento internacional destaca avanços regulatórios A premiação reconhece iniciativas nas [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47235" aria-describedby="caption-attachment-47235" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47235" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/2147608466.jpg?w=1500&amp;ssl=1 1500w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47235" class="wp-caption-text"><a href="https://br.freepik.com/fotos-gratis/close-up-maos-corrente-agua_1101088.htm#fromView=search&amp;page=1&amp;position=13&amp;uuid=1a13a1b5-bd78-495d-9f99-3651e6bf72fa&amp;query=Mangueira+de+%C3%A1gua">Imagem de freepik</a></figcaption></figure>
<p>O Brasil foi indicado ao Global Water Awards por meio da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), que concorre ao prêmio de Agência Pública de Água do Ano em reconhecimento aos avanços nos setores de água, esgoto e gestão sustentável dos recursos hídricos.</p>
<h3>Reconhecimento internacional destaca avanços regulatórios</h3>
<p>A premiação reconhece iniciativas nas áreas de água, esgoto, tecnologia e dessalinização. Segundo a ANA, a indicação reflete a construção de estruturas, normas e mecanismos mais robustos para o setor no país.</p>
<p>De acordo com o superintendente adjunto de Regulação de Saneamento Básico, <strong>Alexandre Anderáos</strong>, o reconhecimento internacional amplia a visibilidade de políticas voltadas à ampliação do acesso com equidade territorial e social.</p>
<h3>Normas e regulação fortalecem o setor</h3>
<p>Entre os avanços recentes, a ANA destacou a criação de normas de referência para os quatro componentes do saneamento básico: limpeza urbana, manejo de resíduos sólidos, drenagem e manejo de águas pluviais.</p>
<p>Em 2025, a agência também estabeleceu regras para redução e controle de perdas de água, incluindo planos de gestão e indicadores padronizados para fiscalização por estados e municípios.</p>
<p>Outra iniciativa foi a norma sobre reuso não potável de água proveniente de efluentes tratados, permitindo aplicações como irrigação, lavagem urbana e recarga de aquíferos.</p>
<h3>Metas e governança ampliam segurança hídrica</h3>
<p>A agência também avançou na definição de metas progressivas de universalização dos serviços de água e esgoto, além de normas voltadas à governança das entidades reguladoras.</p>
<p>Segundo Anderáos, essas medidas contribuem para maior previsibilidade, redução de incertezas regulatórias e melhoria na prestação dos serviços em um cenário federativo.</p>
<h3>Setor ainda enfrenta desafios no país</h3>
<p>Dados do Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) mostram que, em 2024, o abastecimento de água atingiu 84,1% da população, enquanto a rede de esgoto alcançou 62,3%.</p>
<p>No mesmo período, os investimentos somaram R$ 14,59 bilhões em água e R$ 13,68 bilhões em esgotamento sanitário, indicando um setor ainda em expansão.</p>
<h3>Disputa internacional reúne agências de vários países</h3>
<p>Além da ANA, concorrem ao prêmio instituições como a Korea Water Resources Corporation, da Coreia do Sul; o Orange County Water District, dos Estados Unidos; a Sharakat, da Arábia Saudita; e a SPAN, da Malásia.</p>
<p>A votação será realizada por membros da Global Water Intelligence, responsável pela premiação, e o resultado final está previsto para o dia 19 de maio.</p>
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		<item>
		<title>Distrito Federal planta 15 mil mudas de árvores nativas do Cerrado em ação integrada</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/distrito-federal-planta-15-mil-mudas-de-arvores-nativas-do-cerrado-em-acao-integrada/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=distrito-federal-planta-15-mil-mudas-de-arvores-nativas-do-cerrado-em-acao-integrada</link>
		
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		<pubDate>Sun, 07 Dec 2025 20:00:32 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maior edição do Dia de Plantar reuniu voluntários, escoteiros e órgãos públicos em várias regiões administrativas. Meta do GDF é fechar 2025 com 115 mil árvores plantadas. O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu neste domingo (7) a maior edição do Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado, com o plantio de 15 mil [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_45346" aria-describedby="caption-attachment-45346" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-45346" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/12/WhatsApp-Image-2025-12-07-at-10.57.47-1.jpeg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-45346" class="wp-caption-text">A Novacap prevê encerrar 2025 com o plantio de aproximadamente 115 mil árvores em todo o Distrito Federal | Foto: Divulgação/Sema-DF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Maior edição do Dia de Plantar reuniu voluntários, escoteiros e órgãos públicos em várias regiões administrativas. Meta do GDF é fechar 2025 com 115 mil árvores plantadas.</h3>
<p>O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu neste domingo (7) a maior edição do Dia de Plantar uma Muda Nativa do Cerrado, com o plantio de 15 mil árvores nativas em diferentes regiões administrativas. A ação reforça o compromisso do GDF com a recuperação do Cerrado e a educação ambiental, mobilizando órgãos públicos, comitês locais, escoteiros e a sociedade civil.</p>
<p>O ponto central da mobilização foi o Parque Ecológico do Cortado, em Taguatinga, onde o evento começou com café da manhã e apresentação da banda do Corpo de Bombeiros Militar do DF. Escoteiros mirins participaram do plantio, simbolizando o engajamento da juventude em práticas sustentáveis.</p>
<p>As mudas foram doadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap) — responsável por 10 mil unidades — e pelo Instituto Arvoredo, que contribuiu com outras 5 mil. A Novacap estima encerrar 2025 com cerca de 115 mil árvores plantadas em todo o Distrito Federal.</p>
<p>A ação contou com a participação ativa de servidores da Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF), Instituto Brasília Ambiental (Ibram), Secretaria de Governo (Segov), administrações regionais e do movimento regenerativo Tempo de Plantar. Desde que foi instituído pelo Decreto nº 44.606/2023, o Dia de Plantar tem se consolidado como uma política pública relevante na agenda ambiental do DF.</p>
<p>A cada ano, a iniciativa vem ampliando seu alcance. Foram 5 mil mudas plantadas em 2023 e mais de 10 mil em 2024. A edição de 2025 estabelece um novo marco, com 15 mil mudas plantadas simultaneamente em diversas localidades do Distrito Federal.</p>
<blockquote><p>&#8220;O Dia de Plantar é mais do que um gesto simbólico. É um compromisso com o futuro do nosso território e com o Cerrado, berço das nossas águas&#8221;, declarou o secretário de Meio Ambiente, <strong>Gutemberg Gomes</strong>.</p></blockquote>
<p>A vice-governadora<strong> Celina Leão</strong> também participou e destacou o papel da comunidade:</p>
<blockquote><p>&#8220;Plantamos árvores, mas também plantamos consciência, cidadania e esperança.”</p></blockquote>
<p>Durante a cerimônia, o educador ambiental <strong>Paulo César Araújo</strong>, do Tempo de Plantar, emocionou ao afirmar que cada árvore plantada “gera um sentimento de amor incondicional”. Ele também destacou a importância de mobilizar as escolas e envolver as crianças nos plantios futuros, criando uma relação de afeto e cuidado com a natureza.</p>
<p>Representando o secretário de Governo, <strong>Rejane Pieratti</strong> enalteceu o papel da sociedade civil:</p>
<blockquote><p>“Esse é um exemplo concreto de como uma ideia da população pode virar política pública eficaz e transformadora.”</p></blockquote>
<p>Entre os voluntários, a escoteira<strong> Filomena Barros</strong>, de 75 anos, deixou seu recado às novas gerações:</p>
<blockquote><p>“Plantamos para quem vem depois. Essas árvores vão proteger as nascentes do Cerrado.”</p></blockquote>
<p>Com essa ação integrada, o GDF reafirma seu compromisso com a restauração ecológica, enfrentamento da crise climática e promoção da educação ambiental no coração do Brasil.</p>
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		<title>COP 30: pontos para entender como o evento do clima pode atingir sua vida</title>
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		<pubDate>Mon, 10 Nov 2025 23:50:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O calor castiga, o ventilador já não dá conta e a conta de luz chega mais alta a cada mês. Na feira, o preço das frutas sobe depois da última enchente. Enquanto isso, em Belém, líderes do mundo inteiro se reúnem até 21 de novembro para discutir justamente o que está por trás dessas mudanças [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44828" aria-describedby="caption-attachment-44828" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44828" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1020%2C892&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="892" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1024%2C895&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=300%2C262&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=768%2C671&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=1536%2C1342&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?resize=2048%2C1789&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/link-5.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-44828" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O calor castiga, o ventilador já não dá conta e a conta de luz chega mais alta a cada mês. Na feira, o preço das frutas sobe depois da última enchente. Enquanto isso, em Belém, líderes do mundo inteiro se reúnem até 21 de novembro para discutir justamente o que está por trás dessas mudanças no dia a dia de milhões de pessoas, incluindo os brasileiros: o clima. A COP 30 é sobre o planeta, mas, por consequência, sobre a vida de quem sente o impacto do tempo na pele, no bolso e no prato.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A 30ª Conferência das Partes, da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, já está dando o que falar. Em meio a tanta informação, muita gente deve estar se perguntando qual a relação disso com sua vida. Luciana Mello, professora dos cursos de Gestão e Negócios e especialista em Relações Internacionais do Centro Universitário IBMR, no Rio de Janeiro, cita quatro razões para acompanhar o evento, mesmo que apenas pelos noticiários, com mais atenção.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Ela explica que o aumento da temperatura no planeta, enchentes e eventos extremos impactam diretamente a vida das pessoas. O calor excessivo afeta o bem-estar e pode levar à necessidade de investir em aparelhos para refrigeração, o que consequentemente aumenta o consumo de energia elétrica.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro ponto em discussão é a criação de empregos ligados à chamada indústria mais verde e à cadeia produtiva que ela envolve. Podem surgir oportunidades em áreas como reciclagem e agricultura sustentável, abrindo caminho para que as pessoas considerem ocupações profissionais alinhadas com essa nova cadeia produtiva.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A transição energética é outro assunto crucial, embora controverso, especialmente para países em desenvolvimento como o Brasil. O investimento em fontes de energia mais limpas pode, a médio e longo prazo, contribuir para reduzir o preço do combustível, da conta de luz e da passagem de ônibus. No entanto, a professora ressalta que esses efeitos não são imediatos, destacando a importância de decisões rápidas. Embora o preço do petróleo possa cair, isso não se reflete instantaneamente no valor pago pelo consumidor, sendo parte de uma transição mais ampla que exige tempo para mostrar resultados concretos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Por fim, as mudanças climáticas e os eventos extremos também afetam a produção de alimentos. Enchentes e queimadas podem destruir safras e elevar os preços dos produtos, impactando o orçamento familiar. Esse efeito é sentido por todos, mas tende a ser mais intenso para quem tem menos recursos. A instituição onde Luciana leciona integra o Ecossistema Ânima de ensino no Rio de Janeiro.</p>
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		<title>Sequenciamento genético de peixes pioneiro abre novo caminho para preservação da biodiversidade na Amazônia</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Nov 2025 10:50:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma pesquisa pioneira da Universidade Federal do Pará (UFPA), baseada no sequenciamento genético de espécies amazônicas, pode ampliar significativamente a preservação da biodiversidade regional. O estudo concentra-se inicialmente no pirarucu, o maior peixe de água doce da Amazônia, que pode ultrapassar 100 quilos e figura na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre Comércio Internacional [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44734" aria-describedby="caption-attachment-44734" style="width: 575px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44734" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=575%2C1024&#038;ssl=1" alt="" width="575" height="1024" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=575%2C1024&amp;ssl=1 575w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=168%2C300&amp;ssl=1 168w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=768%2C1368&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=862%2C1536&amp;ssl=1 862w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?resize=1150%2C2048&amp;ssl=1 1150w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/11/pexels-jeangc-28587107.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 575px) 100vw, 575px" /><figcaption id="caption-attachment-44734" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Uma pesquisa pioneira da Universidade Federal do Pará (UFPA), baseada no sequenciamento genético de espécies amazônicas, pode ampliar significativamente a preservação da biodiversidade regional. O estudo concentra-se inicialmente no pirarucu, o maior peixe de água doce da Amazônia, que pode ultrapassar 100 quilos e figura na lista de espécies ameaçadas da Convenção sobre Comércio Internacional de Espécies Ameaçadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A pesquisa estende-se também a outras espécies nativas como o filhote e as tartarugas-da-amazônia, mas tem como principal objetivo conter a exploração predatória do pirarucu, estimulando sua reprodução em cativeiro para atender à crescente demanda nacional e internacional.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Segundo o professor Sidney Santos, que lidera a pesquisa no Laboratório de Genética Humana e Médica da UFPA, o pirarucu possui um sistema reprodutivo natural complexo, formando casais apenas após longo período de convivência. A equipe desenvolveu um método que facilita a reprodução em cativeiro mediante uso do hormônio GNRH e, crucialmente, criou testes genéticos específicos para comprovar a origem da carne comercializada, distinguindo entre exemplares criados em cativeiro e os provenientes da natureza.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O professor destaca que a metodologia pode ser replicada para todas as espécies amazônicas, já que o DNA é universal. Ele cita que a reprodução em cativeiro do pirarucu beneficiará as comunidades locais a longo prazo, pois ao reduzir a pressão da pesca predatória, permitirá o aumento natural dos estoques nos rios, favorecendo tanto a pesca sustentável quanto o abastecimento alimentar. Um modelo similar já demonstrou sucesso com o tambaqui, outro peixe emblemático da região.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A UFPA conta com o único sequenciador genético do setor público na Amazônia, equipamento de alta capacidade que permitiu analisar mais de 100 peixes e realizar o sequenciamento completo de dois indivíduos. Os resultados estão sendo compartilhados com outras universidades para fomentar novas pesquisas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O professor Santos enfatiza que investir no conhecimento genético das espécies amazônicas é fundamental para sua preservação a longo prazo. A UFPA integra o Centro Integrado da Sociobiodiversidade Amazônica, uma rede que reúne 13 universidades federais dedicadas a encontrar soluções para os desafios socioambientais da região.</p>
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		<title>PNUD lança nova campanha para combater a desinformação climática</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Oct 2025 13:15:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a campanha Climate Counts, em português &#8220;O Clima Conta&#8221;, que busca narrar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar ações com base em fatos concretos. A iniciativa apresentará trinta fatos sobre o clima, cada um acompanhado por um visual de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44635" aria-describedby="caption-attachment-44635" style="width: 675px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-44635" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-banner-resource-portal.png?resize=675%2C844&#038;ssl=1" alt="" width="675" height="844" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-banner-resource-portal.png?w=675&amp;ssl=1 675w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/COP30-banner-resource-portal.png?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w" sizes="(max-width: 675px) 100vw, 675px" /><figcaption id="caption-attachment-44635" class="wp-caption-text">Imagem: PNUD/Divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) está lançando a campanha <em>Climate Counts</em>, em português &#8220;O Clima Conta&#8221;, que busca narrar a história das mudanças climáticas por meio de números e inspirar ações com base em fatos concretos.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A iniciativa apresentará trinta fatos sobre o clima, cada um acompanhado por um visual de impacto, projetado para tornar as mudanças climáticas algo pessoal, de fácil compreensão e urgente para o público.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A campanha integra os esforços do PNUD para ampliar a conscientização e mobilizar comunidades antes da Conferência do Clima COP30, que ocorrerá em Belém entre 10 e 21 de novembro. Este ano também marca o décimo aniversário do Acordo de Paris, um marco significativo para a ação climática global.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Cassie Flynn, diretora global de Mudanças Climáticas do PNUD, afirma que, com a aproximação da COP30 e a apresentação de novas metas no âmbito do Acordo de Paris, a mensagem é clara: não há tempo a perder. Ela destaca que este é o momento de transformar planos em progresso, e que a <em>Climate Counts</em> evidencia por meio de trinta fatos concretos como uma ação climática ousada pode impulsionar prosperidade, resiliência e justiça, reafirmando que o que é bom para o planeta também é bom para as pessoas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Diante do aumento da desinformação relacionada ao clima, a campanha também busca promover o letramento climático, capacitando indivíduos e comunidades para que possam agir e exigir ações climáticas mais ambiciosas. O engajamento dos cidadãos é considerado crucial, especialmente enquanto os países se preparam para apresentar e implementar seus planos climáticos nacionais atualizados, conhecidos como Contribuições Nacionalmente Determinadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Para amplificar a campanha, Embaixadores da Boa Vontade do PNUD e jovens líderes climáticos ajudarão a compartilhar esses fatos globalmente. O material estará disponível inicialmente em inglês, francês, espanhol e português, com previsão de inclusão de outros idiomas posteriormente.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A <em>Climate Counts</em> se baseia no trabalho mais amplo do PNUD em ação climática e ciência baseada em evidências. Por meio da <em>Climate Promise</em>, considerada o maior portfólio climático das Nações Unidas, o PNUD apoia mais de 140 países, com mais de 2,45 bilhões de dólares em financiamento por meio de subsídios. Esse trabalho é sustentado pela expertise da organização em adaptação, mitigação, mercados de carbono, clima e florestas, riscos climáticos e segurança, além de estratégias e políticas climáticas.</p>
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		<title>Organizações da sociedade civil, setor privado e poder público se unem em Pacto pelo Código Florestal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 10:55:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Organizações da sociedade civil, setor privado e poder público se uniram em um Pacto pelo Código Florestal. Um evento realizado em Brasília no dia 23 de outubro representa um chamado à ação entre diversos setores para impulsionar a implementação da legislação ambiental sancionada em 2012. O encontro reunirá representantes do governo federal e de estados, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_44574" aria-describedby="caption-attachment-44574" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-44574" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-olympus-34369179.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-olympus-34369179.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-olympus-34369179.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-olympus-34369179.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/10/pexels-olympus-34369179.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-44574" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">Organizações da sociedade civil, setor privado e poder público se uniram em um Pacto pelo Código Florestal. Um evento realizado em Brasília no dia 23 de outubro representa um chamado à ação entre diversos setores para impulsionar a implementação da legislação ambiental sancionada em 2012. O encontro reunirá representantes do governo federal e de estados, frentes parlamentares, Judiciário, sociedade civil e setores privado e financeiro com o objetivo de assumir um compromisso por uma agenda comum e definir diretrizes para implementar em larga escala os principais instrumentos da lei.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A organização do evento conta com a participação de diversas entidades, incluindo a Associação Brasileira do Agronegócio, BVRio, Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura, Climate Policy Initiative, Conservação Internacional, Diálogo Florestal, Observatório do Código Florestal e Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, com apoio do Instituto Clima e Sociedade.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O Pacto busca reafirmar o papel de cada setor na efetiva implementação do Código Florestal com base em responsabilidades compartilhadas e complementares. Ao Legislativo cabe assegurar estabilidade regulatória, evitando alterações na lei. Ao Judiciário, reafirmar a constitucionalidade já reconhecida, garantindo segurança jurídica para a produção agropecuária e a conservação da vegetação nativa. Governos estaduais devem acelerar a análise e validação dos Cadastros Ambientais Rurais e a implementação dos Programas de Regularização Ambiental, utilizando tecnologias avançadas e iniciativas para valorização dos remanescentes florestais nos imóveis rurais. Ao governo federal cabe a gestão do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural e a coordenação federativa.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Produtores rurais e agricultores familiares são chamados a promover a regularização ambiental de suas propriedades mediante adesão aos Programas de Regularização Ambiental e recuperação de áreas com passivos. O setor privado deve assegurar cadeias produtivas livres de ilegalidades e valorizar fornecedores em conformidade com a lei, enquanto o setor financeiro é instado a exigir critérios socioambientais, criar incentivos à regularização e impor restrições a quem se mantiver irregular. A sociedade civil tem o papel essencial de monitorar, apoiar e valorizar a implementação do Código Florestal, reconhecendo-o como um patrimônio coletivo fundamental para a sustentabilidade do país.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Especialistas envolvidos na iniciativa destacaram a importância do pacto. Segundo Carolle Alarcon, gerente executiva da Coalizão Brasil, problemas complexos exigem soluções conjuntas, sendo necessário coletivos que reforcem um chamado público pela implementação do Código Florestal mais de uma década após sua aprovação. Cristina Leme Lopes, gerente sênior de pesquisa do CPI/PUC-Rio, apontou que o Código avançou de forma significativa nos últimos anos, mas ainda de modo desigual entre os estados, exigindo coordenação federativa, previsibilidade regulatória e engajamento de todos os atores.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Giuliano Alves, gerente de Sustentabilidade da Abag, destacou que o Código Florestal brasileiro é uma das legislações ambientais mais rigorosas e completas do planeta, orientando a produção agropecuária nacional e garantindo que o crescimento do setor ocorra em harmonia com a preservação. Beto Mesquita, diretor de Paisagens Sustentáveis da Conservação Internacional, complementou que o pacto é essencial para reforçar os compromissos internacionais do Brasil às vésperas da COP 30.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Treze anos após sua aprovação, o Código Florestal permanece como o principal marco legal para o uso da terra e cobertura do solo no Brasil, conciliando produção agropecuária com proteção da vegetação nativa. Dados do Plano Estratégico para a Implementação do Código Florestal mostram que seu pleno cumprimento resultaria na geração de 2,5 milhões de empregos nos elos da restauração ecológica e em 32 milhões de hectares de agricultura de baixo carbono. Além disso, fomentaria a proteção de quase 80 milhões de hectares de vegetação nativa em áreas de excedentes de Reserva Legal e a restauração de 12 milhões de hectares de áreas degradadas.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O impacto econômico também seria significativo, com aumento estimado do PIB em 1,5 bilhão de dólares por ano e potencial de 5,7 bilhões de dólares anuais em receitas adicionais provenientes do mercado de carbono. O Brasil dispõe hoje de condições para acelerar esta agenda, com avanços em tecnologias de sensoriamento remoto e análises geoespaciais automatizadas que abrem caminho para maior agilidade, precisão e transparência em instrumentos como o Cadastro Ambiental Rural e nos Programas de Regularização Ambiental.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Entre as ferramentas mais inovadoras do Código Florestal, as Cotas de Reserva Ambiental se destacam por criarem uma ponte entre conservação e economia. Roberta del Giudice, diretora de Florestas e Políticas Públicas da BVRio, ressaltou que o recente anúncio do governo federal sobre a emissão das primeiras Cotas de Reserva Ambiental marca a consolidação de um esforço iniciado há mais de uma década e representa um passo decisivo para transformar o Código Florestal em prática efetiva.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A Lei nº 12.651, de 25 de maio de 2012, trata da proteção da vegetação nativa e tem como direcionamento promover o manejo florestal sustentável, a restauração de áreas degradadas, o desenvolvimento de uma agricultura de baixo carbono, a segurança alimentar e a adoção de soluções baseadas na natureza. A legislação prevê a preservação de até 80% de cobertura nativa nas propriedades situadas em áreas de florestas na Amazônia Legal, 20 a 35% em áreas do Cerrado e 20% nas demais regiões do país.</p>
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		<title>Incêndios florestais caem 54% no DF no primeiro semestre de 2025 com ações da Operação Verde Vivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 13 Jul 2025 20:17:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O número de incêndios florestais no Distrito Federal caiu 54,25% no primeiro semestre de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Até 3 de julho, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) atendeu 549 ocorrências, contra 1.230 registros em 2024. Os dados são resultado das ações da Operação Verde Vivo 2025, coordenada [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42972" aria-describedby="caption-attachment-42972" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-42972" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?resize=1536%2C864&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/IMG-20250708-WA0039.jpg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-42972" class="wp-caption-text">Medidas preventivas e de conscientização da população contribuem para a redução de incêndios florestais neste ano, segundo a Operação Verde Vivo | Foto: Divulgação/CBMDF</figcaption></figure>
<p>O número de incêndios florestais no Distrito Federal caiu 54,25% no primeiro semestre de 2025, em comparação ao mesmo período do ano anterior. Até 3 de julho, o Corpo de Bombeiros Militar do DF (CBMDF) atendeu 549 ocorrências, contra 1.230 registros em 2024. Os dados são resultado das ações da Operação Verde Vivo 2025, coordenada pelo CBMDF com apoio de instituições ambientais do GDF e do governo federal.</p>
<p>Além da redução no número de focos, houve também diminuição da área queimada: 988 hectares neste ano, frente aos 2.126,76 hectares registrados no mesmo período de 2024. A operação teve início em 30 de abril e segue até 30 de novembro, durante o período de estiagem.</p>
<h3>Estratégia envolve prevenção, tecnologia e atuação comunitária</h3>
<p>A Operação Verde Vivo 2025 atua com base em inteligência, mapeamento de áreas críticas, uso de tecnologia e ações educativas junto à população. A fase preventiva inclui a realização de aceiros, manejo de fogo controlado e visitas às comunidades próximas às áreas de vegetação.</p>
<p>Segundo o tenente Anderson Ventura, do CBMDF, fatores como as chuvas atípicas durante o período seco também contribuíram para a queda nas ocorrências. “As medidas preventivas foram mantidas, mas as chuvas ajudaram. Ainda assim, estamos atentos: agosto e setembro são historicamente os meses mais críticos”, alerta.</p>
<p>A estratégia do CBMDF envolve a capacitação contínua das equipes, treinamento comunitário com entrega de abafadores, campanhas de educação ambiental, além da ampliação da capacidade operacional durante o pico de risco.</p>
<h3>Operação Verde Vivo 2025 reúne forças distritais e federais</h3>
<p>Coordenada pelo Grupamento de Proteção Ambiental (Gpram) do CBMDF, a operação conta com apoio do Instituto Brasília Ambiental, ICMBio e Ibama. Em 2025, a estrutura foi reforçada com viaturas especializadas, brigadas florestais, ferramentas de georreferenciamento e um novo helicóptero, adquirido em janeiro pelo GDF para transporte de tropas e lançamento de água em áreas de difícil acesso.</p>
<h4>As ações da operação são divididas em três fases:</h4>
<ul>
<li><strong>Fase de Preparação e Prevenção:</strong> envolve treinamento das equipes, campanhas educativas, visitas técnicas e queimas prescritas sob controle técnico;</li>
<li><strong>Fase de Combate:</strong> concentra os esforços durante os meses mais secos, com equipes posicionadas para resposta rápida;</li>
<li><strong>Fase de Desmobilização e Avaliação:</strong> voltada à análise de desempenho e planejamento para edições futuras.</li>
</ul>
<p>Em abril, o Instituto Brasília Ambiental contratou 150 profissionais — sendo 120 brigadistas florestais e 30 chefes de esquadrão — para atuar por dois anos nas ações de prevenção e combate a incêndios e no Manejo Integrado do Fogo.</p>
<h3>Impacto das queimadas na saúde e qualidade do ar</h3>
<p>Mesmo com a redução dos focos até julho, o CBMDF alerta para a fase crítica que se aproxima, especialmente em agosto e setembro, quando a vegetação está mais seca e as temperaturas sobem. Além do risco de queimadas, a fumaça afeta a qualidade do ar e agrava doenças respiratórias, principalmente em crianças e idosos.</p>
<p>Estão em produção vídeos educativos com orientações sobre prevenção de incêndios, incluindo a importância dos aceiros e do uso responsável do fogo.</p>
<h3>Balanço de 2024: mais de 8 mil ocorrências e 38 mil hectares queimados</h3>
<figure id="attachment_42973" aria-describedby="caption-attachment-42973" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-42973" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=400%2C667&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="667" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=614%2C1024&amp;ssl=1 614w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=180%2C300&amp;ssl=1 180w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=768%2C1280&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=921%2C1536&amp;ssl=1 921w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?resize=1228%2C2048&amp;ssl=1 1228w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/07/Prevencao-a-incendios_1.jpg?w=1250&amp;ssl=1 1250w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-42973" class="wp-caption-text">Arte: Fábio Nascimento/Agência Brasília</figcaption></figure>
<p>Durante a vigência da Operação Verde Vivo 2024, o CBMDF atendeu 8.545 ocorrências, com área queimada estimada em 22.250,4 hectares. O número sobe para 38.080 hectares quando considerados dados de satélite, queimadas controladas (aceiros negros), queimas autorizadas por produtores rurais e ocorrências sem intervenção direta do CBMDF.</p>
<h4>Os meses mais críticos foram:</h4>
<ul>
<li>Agosto: 2.065 ocorrências</li>
<li>Setembro: 2.851 ocorrências</li>
</ul>
<h4>Principais áreas afetadas por incêndios em 2024:</h4>
<ul>
<li>Flona I: 2.610 hectares</li>
<li>Parque Nacional de Brasília (PNB): 1.630 hectares</li>
<li>Chapada Imperial: 1.240 hectares</li>
<li>Fercal: 917 hectares</li>
<li>Núcleo Rural Chapadinha/Alto da Boa Vista: 782 hectares</li>
<li>Estação Ecológica do Jardim Botânico: 696 hectares</li>
<li>SCIA/SMU: 673 hectares</li>
<li>Recanto do Sossego/Gama: 671 hectares</li>
</ul>
<h3>Denúncias e orientações</h3>
<p>O Corpo de Bombeiros orienta que a população evite queimadas, principalmente nas áreas rurais e próximas a reservas naturais. Em caso de foco de incêndio, a recomendação é acionar imediatamente o CBMDF pelo número 193 e não tentar controlar as chamas sem segurança.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Desmatamento no DF apresenta redução de 95,1% em 2024</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jun 2025 15:35:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Meio ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Distrito Federal alcançou um marco significativo na preservação ambiental em 2024. Segundo o Relatório Anual de Desmatamento (RAD 2024), produzido pelo MapBiomas, a área desmatada no DF caiu de 638 hectares em 2023 para apenas 31 hectares neste ano, uma redução de 95,1%, a maior proporção entre todos os estados brasileiros. Esse resultado foi [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_42694" aria-describedby="caption-attachment-42694" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-42694" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/06/WhatsApp-Image-2025-06-18-at-12.02.45-1.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-42694" class="wp-caption-text">Foto: Matheus H. Souza</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph">
O Distrito Federal alcançou um marco significativo na preservação ambiental em 2024. Segundo o Relatório Anual de Desmatamento (RAD 2024), produzido pelo MapBiomas, a área desmatada no DF caiu de 638 hectares em 2023 para apenas 31 hectares neste ano, uma redução de 95,1%, a maior proporção entre todos os estados brasileiros.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Esse resultado foi possível graças ao aprimoramento do Sistema Distrital de Informações Ambientais (SISDIA), que passou a contar com um módulo avançado de monitoramento. A ferramenta combina alertas de desmatamento, focos de calor e imagens de satélite em tempo quase real, permitindo uma atuação rápida e coordenada entre órgãos ambientais, forças de segurança e Defesa Civil.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O SISDIA conecta 14 órgãos do governo distrital e registra mais de 6 mil acessos mensais. Seu sistema cruza dados como limites de unidades de conservação, cadastros rurais, registros de queimadas e imagens de alta resolução do programa Brasil MAIS Imagens, fortalecendo a fiscalização e o combate à grilagem de terras.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">Outro avanço foi a integração automática dos laudos do MapBiomas Alerta ao sistema, agilizando a análise e a emissão de autuações no mesmo dia em que os alertas são publicados. Além disso, o monitoramento de focos de calor tem sido essencial para ações preventivas contra incêndios. Entre janeiro e julho de 2024, o DF registrou 76 focos de calor, um aumento de 94% em relação ao mesmo período de 2023.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">A vice-governadora Celina Leão destacou que a redução no desmatamento é fruto da integração entre tecnologia, planejamento e ação em campo. Já o secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, ressaltou o investimento de R$ 2 milhões na plataforma, que tem trazido maior agilidade e transparência às operações.</p>
<p class="ds-markdown-paragraph">O projeto agora entra em uma nova fase, com ajustes nos protocolos de alerta e resposta rápida, envolvendo órgãos como Sema-DF, Brasília Ambiental e Corpo de Bombeiros. A meta para 2025 é ampliar a eficácia no combate ao desmatamento, na prevenção de incêndios e na proteção do Cerrado, garantindo um desenvolvimento sustentável para a região.</p>
<p><em>* Com informações da Agência Brasília.</em></p>
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