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	<title>Arquivos Inovação - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Inovação - Portal Contexto</title>
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		<title>Deepfakes exigem atenção redobrada de eleitores nas eleições de 2026</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 10:10:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Com IA generativa mais acessível, vídeos, imagens e áudios falsos ganham qualidade; especialista orienta verificar a origem antes de compartilhar Vídeos de candidatos fazendo declarações que nunca fizeram, áudios com vozes semelhantes às de figuras públicas e fotografias produzidas artificialmente estão cada vez mais difíceis de distinguir de conteúdos reais. Com a evolução e a [...]</p>
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<h3 style="text-align: center;">
Com IA generativa mais acessível, vídeos, imagens e áudios falsos ganham qualidade; especialista orienta verificar a origem antes de compartilhar</h3>
<p>Vídeos de candidatos fazendo declarações que nunca fizeram, áudios com vozes semelhantes às de figuras públicas e fotografias produzidas artificialmente estão cada vez mais difíceis de distinguir de conteúdos reais.</p>
<p>Com a evolução e a popularização da inteligência artificial generativa, os deepfakes devem exigir atenção redobrada dos eleitores durante as eleições de 2026.</p>
<p>Deepfake é uma técnica de produção ou manipulação de conteúdo digital por inteligência artificial capaz de fazer uma pessoa parecer dizer ou fazer algo que nunca disse ou fez. O recurso pode ser usado em vídeos, fotografias e áudios, com reprodução artificial de rostos, alteração de movimentos labiais e clonagem de voz.</p>
<h3>Ferramentas ficaram mais acessíveis</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-49172 alignleft" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/0cde6adbb87c13d4d83e9d15dd7c19df_medium.jpg?resize=300%2C163&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="163" />Segundo Rodrigo Ribeiro, coordenador do curso de graduação em Inteligência Artificial e Machine Learning da UNIASSELVI, a principal mudança dos últimos anos não está apenas na qualidade dos sistemas, mas na facilidade de uso dessas ferramentas.</p>
<blockquote><p>“Nos últimos anos houve uma mudança importante: a IA generativa tornou essas ferramentas muito mais acessíveis. Hoje, modelos conseguem gerar vídeos, imagens e vozes bastante convincentes a partir de poucas fotografias, pequenos trechos de áudio e até instruções escritas em linguagem natural”, explica.</p></blockquote>
<p>De acordo com Ribeiro, que é graduado, mestre e doutorando em Ciências da Computação, o avanço ocorreu pela combinação de três fatores: melhoria dos modelos de IA, aumento da capacidade computacional e popularização de ferramentas comerciais simples de utilizar.</p>
<blockquote><p>“Portanto, o risco nas eleições não decorre apenas da qualidade dos deepfakes, mas também da enorme redução do custo e da dificuldade para produzi-los”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Eleições de 2026 terão novo desafio digital</h3>
<p>A IA generativa já esteve presente no ciclo eleitoral de 2024. Para o especialista, o diferencial agora está na escala e na facilidade de produção e distribuição dos conteúdos.</p>
<blockquote><p>“Estamos diante de uma das primeiras eleições gerais brasileiras realizadas em um contexto no qual praticamente qualquer pessoa consegue produzir texto, fotografia, vídeo e áudio sintéticos de qualidade razoável utilizando ferramentas disponíveis comercialmente e até mesmo de forma gratuita”, avalia.</p></blockquote>
<p>A popularidade das redes sociais e o crescimento do consumo digital também ampliam o alcance de conteúdos manipulados, criando uma estrutura rápida de produção e disseminação.</p>
<h3>Procurar erros na imagem já não basta</h3>
<p>Nos primeiros anos de popularização das imagens geradas por IA, alguns erros eram mais fáceis de perceber, como mãos com dedos extras, olhos desalinhados, ausência de piscadas e movimentos faciais artificiais.</p>
<p>Com a evolução dos modelos, porém, confiar apenas nesses defeitos deixou de ser suficiente.</p>
<blockquote><p>“Os sistemas atuais melhoraram significativamente. Ainda existem sinais que merecem atenção, como pequenas alterações no contorno do rosto durante o movimento, diferença entre os movimentos dos lábios e a fala, sombras e reflexos incompatíveis com a iluminação da cena, textura da pele que muda de um quadro para outro, acessórios que aparecem e desaparecem, textos e objetos que se deformam e movimentos corporais pouco naturais”, detalha Ribeiro.</p></blockquote>
<h3>Áudios falsos são ainda mais difíceis de identificar</h3>
<p>Os áudios representam um desafio adicional. Sistemas modernos conseguem reproduzir timbre, sotaque e outras características individuais da fala utilizando amostras relativamente curtas da voz original.</p>
<p>Alguns sinais ainda podem levantar suspeita, como ausência de respirações naturais, ritmo e volume excessivamente uniformes, pausas estranhas, entonação incompatível com o conteúdo da mensagem, pronúncia incomum de nomes próprios e mudanças abruptas de volume ou timbre.</p>
<p>O especialista ressalta, no entanto, que nenhum desses indícios comprova isoladamente que o conteúdo é falso.</p>
<h3>Origem do conteúdo deve ser verificada</h3>
<p>Para Ribeiro, a verificação deve começar pela procedência do material, e não apenas pela aparência.</p>
<blockquote><p>“A melhor recomendação ainda é verificar a origem em vez de confiar apenas na aparência. Deve-se perguntar: quem publicou primeiro? O material aparece nos canais oficiais daquela pessoa? Há registro do evento completo? Veículos jornalísticos confiáveis registraram aquela declaração? Existem versões anteriores do mesmo vídeo?”, orienta.</p></blockquote>
<p>Ferramentas acessíveis ao público, como Deepware Scanner e Hive, podem auxiliar na análise de conteúdos suspeitos. Ainda assim, o especialista alerta que esses serviços não devem ser tratados como prova definitiva.</p>
<blockquote><p>“Esses serviços fornecem indícios e probabilidades, não um ‘certificado da verdade’. Portanto, a regra mais segura continua sendo: diante de um conteúdo polêmico ou muito grave, não compartilhar imediatamente, procurar confirmar sua origem em mais de uma fonte independente e buscar veículos e canais oficiais”, recomenda.</p></blockquote>
<h3>Conteúdo falso pode circular antes da checagem</h3>
<p>Além da sofisticação tecnológica, a velocidade das redes sociais aumenta o risco de disseminação de deepfakes.</p>
<p>Ribeiro explica que os algoritmos de recomendação não foram criados como ferramentas de verificação de fatos, mas como sistemas voltados a selecionar conteúdos capazes de despertar interesse e manter usuários nas plataformas.</p>
<blockquote><p>“A desinformação frequentemente utiliza surpresa, medo, indignação ou escândalo, características que podem gerar engajamento elevado. Um vídeo falso atribuindo uma declaração absurda a um candidato pode receber milhares de compartilhamentos antes que jornalistas, especialistas ou a própria plataforma consigam verificar sua autenticidade”, afirma.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, há ainda uma diferença significativa entre o tempo necessário para criar uma falsificação e o esforço exigido para desmenti-la.</p>
<blockquote><p>“Criar e publicar uma falsificação pode levar poucos minutos. Realizar uma perícia, confirmar a origem, produzir uma checagem e comunicar essa informação para milhões de pessoas demanda muito mais tempo. Essa assimetria de velocidade impõe uma barreira significativa na contenção desses conteúdos”, diz.</p></blockquote>
<h3>Combate exige tecnologia, legislação e educação midiática</h3>
<p>Para reduzir os riscos, o especialista defende uma atuação simultânea em diferentes frentes.</p>
<p>Entre as medidas estão identificação clara de conteúdos sintéticos, sistemas automáticos de detecção com revisão humana, redução temporária da recomendação de materiais suspeitos, mecanismos que dificultem compartilhamentos massivos e canais prioritários para denúncias eleitorais.</p>
<blockquote><p>“A resposta precisa combinar tecnologia, legislação, educação midiática, jornalismo profissional e comportamento responsável dos próprios usuários”, conclui Ribeiro.</p></blockquote>
<h3>Como evitar cair em deepfakes</h3>
<p>Antes de compartilhar um conteúdo polêmico, o eleitor deve verificar quem publicou primeiro, procurar o material nos canais oficiais da pessoa citada, checar se há registro completo do evento e confirmar se veículos jornalísticos confiáveis registraram a mesma declaração.</p>
<p>Também é importante desconfiar de vídeos, imagens ou áudios que provoquem reação imediata de medo, indignação ou escândalo, especialmente quando não há fonte clara ou quando o conteúdo circula apenas em aplicativos de mensagem.</p>
<h3>Sobre a UNIASSELVI</h3>
<p>A UNIASSELVI é uma instituição de ensino superior com oferta de cursos de graduação, pós-graduação e profissionalizantes nas modalidades presencial, semipresencial e a distância.</p>
<p>Presente em todos os estados brasileiros, a instituição conta com mais de 1,3 mil polos e mais de 16 unidades de ensino presencial.</p>
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		<title>Nasa lança telescópio Roman para investigar energia escura, matéria escura e novos mundos</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Sep 2026 09:00:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Internacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Observatório espacial de nova geração decolou da Flórida em foguete Falcon Heavy e seguirá para o ponto L2, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra A Nasa lançou, neste domingo (30), o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, novo observatório de grande campo de visão que deve ajudar cientistas a investigar alguns dos maiores [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49205" aria-describedby="caption-attachment-49205" style="width: 1020px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49205" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Roman_Still_2.jpg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Roman_Still_2.jpg?resize=1024%2C576&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Roman_Still_2.jpg?resize=300%2C169&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Roman_Still_2.jpg?resize=768%2C432&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Roman_Still_2.jpg?w=1280&amp;ssl=1 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49205" class="wp-caption-text">Imagem: NASA’s Goddard Space Flight Center/Conceptual Image Lab</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Observatório espacial de nova geração decolou da Flórida em foguete Falcon Heavy e seguirá para o ponto L2, a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra</h3>
<p>A Nasa lançou, neste domingo (30), o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, novo observatório de grande campo de visão que deve ajudar cientistas a investigar alguns dos maiores mistérios do Universo, como energia escura, matéria escura, formação de galáxias e planetas fora do Sistema Solar.</p>
<p>O lançamento ocorreu às 7h26 no horário da costa leste dos Estados Unidos, 8h26 no horário de Brasília, a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A, no Centro Espacial Kennedy, na Flórida.</p>
<p>Segundo a Nasa, o telescópio iniciou uma viagem de aproximadamente três meses até sua órbita final, no chamado ponto de Lagrange L2, a cerca de 1 milhão de milhas da Terra, o equivalente a aproximadamente 1,5 milhão de quilômetros. É a mesma região do espaço onde opera o Telescópio Espacial James Webb.</p>
<h3>Missão deve durar pelo menos cinco anos</h3>
<p>A missão principal do Roman está planejada para durar cinco anos, com possibilidade de extensão por mais cinco, a depender das condições operacionais e do combustível disponível.</p>
<p>Após o lançamento, a equipe de controle da missão começou a receber dados de telemetria poucos minutos depois da decolagem. A separação do telescópio em relação ao foguete ocorreu cerca de 31 minutos após o lançamento. A Nasa também confirmou a abertura dos painéis solares e do escudo inferior do instrumento pouco mais de uma hora depois da decolagem.</p>
<p>Nos próximos dias, a equipe deve realizar novas etapas de ativação, incluindo a abertura da antena de alto ganho, a implantação da cobertura da abertura do telescópio, manobras de correção de trajetória e o acionamento do instrumento coronógrafo.</p>
<p>As primeiras imagens científicas do Roman não serão imediatas. A Nasa prevê um período de aproximadamente três meses de implantação, calibração e testes antes do início das operações científicas. As primeiras imagens devem ser divulgadas no início de 2027.</p>
<h3>Por que o Roman é considerado tão poderoso</h3>
<p>O Roman foi projetado para observar grandes áreas do céu com alta resolução. A comparação mais usada pela Nasa é com o Hubble: o novo telescópio terá nitidez semelhante, mas com campo de visão pelo menos 100 vezes maior.</p>
<p>Na prática, isso significa que o Roman poderá produzir levantamentos panorâmicos do Universo em uma escala muito mais ampla. A Nasa informa que, nos primeiros cinco anos de observação, o telescópio poderá imagear mais de 50 vezes a área do céu coberta pelo Hubble em seus primeiros 30 anos, fazendo varreduras até mil vezes mais rápidas, mantendo sensibilidade e resolução no infravermelho semelhantes.</p>
<p>O instrumento principal é o Wide Field Instrument, uma câmera infravermelha de cerca de 300 megapixels. Cada imagem poderá capturar uma região do céu maior que a aparência da Lua cheia vista da Terra.</p>
<p>O telescópio também carrega um coronógrafo, instrumento capaz de bloquear o brilho de estrelas para tentar observar diretamente planetas ao redor delas. No caso do Roman, o coronógrafo será uma demonstração tecnológica importante para futuras missões que busquem imagens de planetas semelhantes à Terra.</p>
<h3>O que o Roman vai estudar</h3>
<p>A missão foi desenhada para responder perguntas centrais da astrofísica moderna. Uma delas é sobre a energia escura, nome dado ao fenômeno associado à aceleração da expansão do Universo. Ao mapear bilhões de galáxias e medir a distribuição da matéria em grandes escalas, o Roman deve ajudar cientistas a testar modelos sobre a evolução e o destino do cosmos.</p>
<p>Outro foco será a matéria escura, forma de matéria que não emite luz, mas cuja existência é inferida por seus efeitos gravitacionais em galáxias e aglomerados. O telescópio vai ajudar a mapear como a matéria está distribuída pelo Universo.</p>
<p>A busca por exoplanetas também é uma das principais frentes científicas. A Nasa afirma que o Roman fará um censo estatístico de sistemas planetários na Via Láctea, incluindo mundos que outros telescópios têm dificuldade de detectar.</p>
<p>Além dos objetivos principais, os dados do Roman poderão ser usados em estudos sobre buracos negros, estrelas, galáxias, objetos do Sistema Solar e estruturas cósmicas extremamente distantes.</p>
<h3>Roman não substitui Hubble nem Webb</h3>
<p>Apesar das comparações, o Roman não substitui o Hubble nem o James Webb. A função dele será complementar a atuação dos dois observatórios.</p>
<p>O Hubble continua conhecido por imagens detalhadas em luz visível, ultravioleta e infravermelha próxima. O Webb tem um espelho maior e capacidade avançada de observação no infravermelho, permitindo estudar objetos extremamente distantes e atmosferas de exoplanetas com grande profundidade.</p>
<p>O Roman entra nessa rede com outra especialidade: ver muito céu de uma só vez. A Nasa descreve a missão como uma forma de criar grandes panoramas cósmicos, identificar alvos relevantes e fornecer contexto para observações mais detalhadas de outros telescópios.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignright wp-image-49206" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/36233c92-3bfb-4c42-83d8-8788788c9b7a.jpg?resize=500%2C625&#038;ssl=1" alt="" width="500" height="625" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/36233c92-3bfb-4c42-83d8-8788788c9b7a.jpg?resize=240%2C300&amp;ssl=1 240w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/36233c92-3bfb-4c42-83d8-8788788c9b7a.jpg?resize=819%2C1024&amp;ssl=1 819w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/36233c92-3bfb-4c42-83d8-8788788c9b7a.jpg?resize=768%2C960&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/36233c92-3bfb-4c42-83d8-8788788c9b7a.jpg?w=1122&amp;ssl=1 1122w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<h3>Origem do nome</h3>
<p>O telescópio leva o nome de <strong>Nancy Grace Roman</strong>, primeira chefe de astronomia da Nasa. Ela é reconhecida por ter defendido a importância dos observatórios espaciais e por ter ajudado a abrir caminho para missões como o Hubble.</p>
<p>Roman, que viveu entre 1925 e 2018, ficou conhecida como “mãe do Hubble” por seu papel na consolidação dos telescópios espaciais como instrumentos científicos de grande impacto.</p>
<h3>Tecnologia tem origem incomum</h3>
<p>Um dos aspectos mais curiosos do Roman é a origem de parte de sua tecnologia óptica. A Nasa informa que elementos importantes do conjunto óptico, incluindo o espelho primário, foram disponibilizados à agência pelo National Reconnaissance Office, órgão norte-americano ligado a sistemas de reconhecimento espacial.</p>
<p>O espelho principal tem 2,4 metros de diâmetro, o mesmo tamanho do espelho do Hubble, mas pesa menos de um quarto do espelho do telescópio lançado em 1990, graças a avanços tecnológicos.</p>
<p>A partir dessa base, a Nasa desenvolveu um observatório voltado à astronomia, capaz de combinar alta resolução com capacidade de levantamento amplo do céu.</p>
<h3>Dados serão públicos</h3>
<p>A Nasa informa que os dados científicos do Roman serão disponibilizados publicamente após o processamento. Isso deve permitir que diferentes equipes de pesquisadores analisem simultaneamente as informações coletadas.</p>
<p>Esse modelo amplia o impacto científico da missão, porque o telescópio não será usado apenas para os objetivos centrais definidos pela Nasa. Os grandes levantamentos também poderão alimentar estudos independentes em várias áreas da astronomia.</p>
<h3>Novo atlas do Universo</h3>
<p>Para a Nasa, o Roman deve funcionar como uma “máquina de descobertas”. A combinação de visão infravermelha, campo amplo e velocidade de varredura pode produzir um novo atlas do Universo, revelando objetos raros ou pouco estudados.</p>
<p>A missão chega em um momento de forte avanço da astronomia espacial. Com Hubble, Webb, Euclid, observatórios terrestres e agora o Roman, os cientistas terão instrumentos complementares para observar o cosmos em diferentes escalas, profundidades e comprimentos de onda.</p>
<p>O lançamento bem-sucedido não significa que a etapa científica começou imediatamente. O telescópio ainda precisa completar a viagem até L2, passar por comissionamento e calibração. Se todas as etapas forem concluídas como previsto, as primeiras imagens científicas devem começar a ser divulgadas no início de 2027.</p>
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		<title>Robótica auxilia cirurgias de coluna, mas decisão continua sendo do médico</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Aug 2026 10:00:06 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cirurgião brasileiro participou de treinamento em San Diego e explica como robótica, neuronavegação e endoscopia vêm mudando procedimentos na coluna Robôs capazes de ajudar a definir trajetórias de instrumentos, sistemas que orientam o cirurgião dentro da anatomia do paciente e câmeras que permitem operar a coluna por acessos cada vez menores já fazem parte da [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49156" aria-describedby="caption-attachment-49156" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-49156" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/orto-ilustracao.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/orto-ilustracao.jpg?resize=1024%2C768&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/orto-ilustracao.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/orto-ilustracao.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/orto-ilustracao.jpg?w=1448&amp;ssl=1 1448w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49156" class="wp-caption-text">Imagem: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Cirurgião brasileiro participou de treinamento em San Diego e explica como robótica, neuronavegação e endoscopia vêm mudando procedimentos na coluna</h3>
<p>Robôs capazes de ajudar a definir trajetórias de instrumentos, sistemas que orientam o cirurgião dentro da anatomia do paciente e câmeras que permitem operar a coluna por acessos cada vez menores já fazem parte da rotina de centros especializados em cirurgia da coluna.</p>
<p>A evolução tecnológica, no entanto, não significa que o robô substitua o médico na sala de cirurgia. A nova geração de equipamentos funciona como uma extensão da capacidade do especialista, auxiliando no planejamento, na localização de estruturas anatômicas e na execução mais precisa do procedimento.</p>
<p>A integração entre robótica, neuronavegação e cirurgia endoscópica foi um dos temas de uma masterclass realizada nos dias 14 e 15 de agosto, em San Diego, nos Estados Unidos. O cirurgião brasileiro<strong> Dr. Álynson Larocca</strong>, especialista em cirurgia da coluna e em técnicas minimamente invasivas para o tratamento de doenças da coluna vertebral, participou do treinamento.</p>
<h3>Robô não substitui o cirurgião</h3>
<p>Segundo Larocca, a robótica deixou de ser apenas uma promessa tecnológica e passou a integrar, de forma crescente, o ato cirúrgico.</p>
<blockquote><p>“Hoje, a robótica passa a ser uma ferramenta cada vez mais integrada ao ato cirúrgico, especialmente quando associada à neuronavegação e às técnicas minimamente invasivas. O mais importante é entender que o robô não substitui o cirurgião. A decisão continua sendo exclusivamente médica”, afirma.</p></blockquote>
<p>Em uma cirurgia convencional, o médico utiliza exames de imagem, referências anatômicas e a própria experiência para definir, por exemplo, a trajetória de um implante.</p>
<p>Com os sistemas de neuronavegação, esse processo passa a contar com uma espécie de “GPS cirúrgico”, em que imagens da anatomia do paciente orientam, em tempo real, a posição e o caminho dos instrumentos.</p>
<h3>Tecnologia ajuda a executar o planejamento</h3>
<p>A robótica acrescenta uma nova camada a esse processo. Depois que o cirurgião define onde pretende chegar e qual trajetória será utilizada, o sistema pode ajudar a manter o instrumental dentro do planejamento estabelecido.</p>
<p>A função da tecnologia, portanto, não é delegar decisões à máquina, mas reduzir variações durante a execução do procedimento.</p>
<blockquote><p>“O que a tecnologia faz é ampliar nossa capacidade de executar o planejamento com mais precisão. Isso pode aumentar a segurança, melhorar o posicionamento dos implantes e trazer mais previsibilidade ao procedimento”, explica Larocca.</p></blockquote>
<p>A precisão é especialmente relevante em cirurgias da coluna, já que o médico trabalha próximo a estruturas delicadas, como raízes nervosas, medula, vasos sanguíneos e outros tecidos que precisam ser preservados.</p>
<h3>Endoscopia permite acessos menores</h3>
<p>Outro avanço ocorre quando a robótica e a neuronavegação são combinadas com a cirurgia endoscópica da coluna.</p>
<p>Em determinados procedimentos, em vez de grandes incisões e afastamentos musculares extensos, o cirurgião utiliza pequenos acessos e uma câmera endoscópica para visualizar diretamente a região tratada.</p>
<p>O objetivo das técnicas minimamente invasivas é reduzir o trauma necessário para chegar até o problema.</p>
<blockquote><p>“Quando conseguimos associar precisão tecnológica a acessos menores, buscamos preservar mais musculatura e tecidos durante o procedimento. É uma evolução importante porque não estamos olhando apenas para o que precisa ser corrigido, mas também para a forma menos agressiva de chegar até lá”, afirma o cirurgião.</p></blockquote>
<p>Isso não significa, porém, que todo problema de coluna deva ser tratado com robótica ou endoscopia. A escolha depende da doença, da anatomia do paciente, da complexidade do caso e da indicação médica.</p>
<h3>Mais tecnologia exige mais treinamento</h3>
<p>A presença de robôs nas salas cirúrgicas pode transmitir a impressão de que os procedimentos ficaram mais simples. Na prática, segundo especialistas, ocorre o contrário.</p>
<p>Quanto mais sofisticados os equipamentos, maior é a necessidade de o médico compreender suas possibilidades, seus limites e a forma correta de utilizá-los.</p>
<p>Por isso, treinamentos especializados, inclusive com simulações e práticas cirúrgicas, tornaram-se parte importante da formação de profissionais que atuam com essas tecnologias.</p>
<p>Para Larocca, acompanhar as mudanças nos centros onde elas estão sendo desenvolvidas e aplicadas ajuda a diferenciar inovação real de simples novidade tecnológica.</p>
<blockquote><p>“A cirurgia da coluna vive um momento de transformação. Precisamos acompanhar essa evolução de perto, conhecer as evidências, entender as limitações e trazer para o Brasil aquilo que realmente agrega valor ao tratamento dos pacientes”, destaca.</p></blockquote>
<h3>Médico permanece no comando</h3>
<p>Embora inteligência artificial e robótica sejam frequentemente associadas à substituição de atividades humanas, a realidade atual da cirurgia é diferente.</p>
<p>O médico continua responsável pelo diagnóstico, pela indicação da cirurgia, pelo planejamento, pelas decisões tomadas durante o procedimento e pela avaliação dos resultados. O robô executa funções previamente determinadas, dentro de parâmetros controlados.</p>
<p>Para o especialista, o critério para incorporar novas tecnologias deve ser a segurança e o benefício real ao paciente.</p>
<blockquote><p>“Nosso objetivo não é utilizar tecnologia simplesmente porque ela existe. É incorporar novas ferramentas com responsabilidade, baseadas em evidência científica e com foco naquilo que realmente importa: oferecer tratamentos mais seguros, mais precisos e com melhores resultados para os pacientes”, conclui.</p></blockquote>
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		<title>Shell Eco-marathon Brasil reúne mais de 500 estudantes no Rio em busca de eficiência energética</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2026 01:01:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Automotivo]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Competição chega à 10ª edição no país com 47 equipes de quatro países latino-americanos e veículos movidos a bateria elétrica, gasolina e hidrogênio O Píer Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, recebe, a partir desta segunda-feira (24), mais de 500 estudantes universitários de quatro países latino-americanos para a Shell Eco-marathon Brasil 2026. A competição, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49094" aria-describedby="caption-attachment-49094" style="width: 860px" class="wp-caption aligncenter"><img decoding="async" class="size-full wp-image-49094" src="https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shel-eco-marathon-energy-efficiency.avif" alt="" width="860" height="573" srcset="https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shel-eco-marathon-energy-efficiency.avif 860w, https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shel-eco-marathon-energy-efficiency.avif 300w, https://portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/shel-eco-marathon-energy-efficiency.avif 768w" sizes="(max-width: 860px) 100vw, 860px" /><figcaption id="caption-attachment-49094" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Competição chega à 10ª edição no país com 47 equipes de quatro países latino-americanos e veículos movidos a bateria elétrica, gasolina e hidrogênio</h3>
<p>O Píer Mauá, no Centro do Rio de Janeiro, recebe, a partir desta segunda-feira (24), mais de 500 estudantes universitários de quatro países latino-americanos para a Shell Eco-marathon Brasil 2026.</p>
<p>A competição, considerada uma das maiores disputas acadêmicas de eficiência energética do mundo, chega à 10ª edição no Brasil reunindo 47 equipes do Brasil, Colômbia, México e Peru. O evento será aberto ao público de 25 a 27 de agosto, das 9h às 17h.</p>
<p>Diferentemente de uma corrida tradicional, o objetivo da Shell Eco-marathon não é ser mais rápido. Vence o protótipo que consegue percorrer a maior distância possível utilizando a menor quantidade de energia.</p>
<h3>Estudantes projetam e constroem os veículos</h3>
<p>As equipes chegam ao Rio de Janeiro após cerca de um ano de estudos, aplicações e desenvolvimento dos veículos nas universidades.</p>
<p>Os carros competem em duas categorias: Protótipo e Conceito Urbano. A segunda reúne projetos mais próximos dos veículos utilizados atualmente nas cidades.</p>
<p>No Brasil, os recordes da competição são de 716 quilômetros com 1 litro de gasolina, alcançado em 2023, e de 381 quilômetros com 1 kWh, com motor a bateria elétrica, registrado em 2024.</p>
<h3>Primeiras voltas oficiais começam na quarta-feira</h3>
<p>O primeiro dia da competição, nesta segunda-feira (24), é dedicado à organização dos boxes, montagem e preparação dos carros.</p>
<p>A partir de terça-feira (25), os veículos passam pelas verificações técnicas e de segurança necessárias para entrar na pista.</p>
<p>As primeiras voltas oficiais no circuito acontecem na quarta-feira (26), quando começam a ser registrados os resultados de eficiência energética. A quinta-feira (27) será o último dia de pista e definirá os campeões da edição.</p>
<h3>Bateria elétrica lidera entre as tecnologias</h3>
<p>Neste ano, os estudantes trabalham com três tecnologias: bateria elétrica, motores a combustão interna movidos a gasolina e célula a combustível de hidrogênio.</p>
<p>Das 47 equipes inscritas, 30 usam bateria elétrica, 13 competem com combustão interna a gasolina e quatro com hidrogênio.</p>
<p>Para <strong>Norman Koch</strong>, Global General Manager da Shell Eco-marathon, a presença expressiva dos veículos elétricos reflete o interesse, o investimento e a inovação das universidades nessa tecnologia.</p>
<blockquote><p>“Estou particularmente interessado em acompanhar o desempenho das equipes de hidrogênio. Ainda é uma tecnologia relativamente nova, repleta de desafios que precisam ser ultrapassados. Neste ano, temos quatro equipes, mas espero que, gradualmente, as universidades adotem essa tecnologia tão empolgante quanto desafiadora e avancem continuamente em termos de confiabilidade e eficiência energética”, afirma.</p></blockquote>
<h3>Competição acompanha mudanças da mobilidade</h3>
<p>A Shell Eco-marathon Brasil incorporou novas categorias e tecnologias ao longo da última década.</p>
<p>Em 2022, os carros de Conceito Urbano passaram a fazer parte da competição brasileira. No ano seguinte, chegaram à pista os primeiros projetos movidos a hidrogênio.</p>
<p>Segundo Norman Koch, as transformações dos veículos acompanharam tendências dos setores automotivo e de energia.</p>
<blockquote><p>“A mudança técnica mais evidente está na aparência dos carros, que evoluíram de muitos veículos abertos para modelos frequentemente fechados e altamente aerodinâmicos”, observa.</p></blockquote>
<h3>Sobre a Shell Eco-marathon</h3>
<p>A Shell Eco-marathon é uma competição global que reúne estudantes universitários para projetar, construir e operar veículos de alta eficiência energética.</p>
<p>Há mais de 40 anos, o programa incentiva soluções energéticas mais limpas, colaboração e inovação com foco na redução de emissões de carbono.</p>
<p>A competição conta com três categorias de energia: combustão interna, bateria elétrica e hidrogênio. Cada uma delas é dividida em duas classes de veículos: protótipo e conceito urbano.</p>
<p>Os veículos passam por inspeção técnica e percorrem um circuito buscando o menor consumo de energia possível. Vence a equipe que alcançar a maior distância com a menor quantidade de energia.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>Shell Eco-marathon Brasil 2026<br />
Data: de 25 a 27 de agosto de 2026<br />
Horário: das 9h às 17h<br />
Local: Armazém 4 do Píer Mauá, Centro do Rio de Janeiro<br />
Participantes: 47 equipes e mais de 500 estudantes do Brasil, Colômbia, México e Peru<br />
Categorias: Protótipo e Conceito Urbano<br />
Tecnologias: bateria elétrica, combustão interna a gasolina e hidrogênio</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>FAPDF Start BSB recebe inscrições até 3 de setembro para apoiar até 100 startups</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/fapdf-start-bsb-recebe-inscricoes-ate-3-de-setembro-para-apoiar-ate-100-startups/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=fapdf-start-bsb-recebe-inscricoes-ate-3-de-setembro-para-apoiar-ate-100-startups</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2026 14:05:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Programa oferece subvenção econômica, capacitações e mentorias para projetos inovadores do DF e da Ride em áreas como inteligência artificial, saúde, educação e cidades inteligentes As inscrições para o Programa FAPDF Start BSB – 3º Ciclo seguem abertas até 3 de setembro de 2026. A chamada pública prevê apoio financeiro a até 100 projetos inovadores [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48550" aria-describedby="caption-attachment-48550" style="width: 602px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48550 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-04-22-at-00.03.52.jpeg?resize=602%2C451&#038;ssl=1" alt="" width="602" height="451" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-04-22-at-00.03.52.jpeg?w=602&amp;ssl=1 602w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/07/WhatsApp-Image-2024-04-22-at-00.03.52.jpeg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w" sizes="(max-width: 602px) 100vw, 602px" /><figcaption id="caption-attachment-48550" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Programa oferece subvenção econômica, capacitações e mentorias para projetos inovadores do DF e da Ride em áreas como inteligência artificial, saúde, educação e cidades inteligentes</h3>
<p>As inscrições para o Programa FAPDF Start BSB – 3º Ciclo seguem abertas até 3 de setembro de 2026. A chamada pública prevê apoio financeiro a até 100 projetos inovadores desenvolvidos por startups do Distrito Federal e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).</p>
<p>O programa tem como objetivo impulsionar soluções, produtos, serviços e processos com potencial de impacto econômico, social e tecnológico, além de fortalecer o ecossistema de inovação no DF.</p>
<h3>Quem pode participar</h3>
<p>Podem participar pessoas físicas ou empresas com projetos inovadores e vínculo com o Distrito Federal ou com a Ride.</p>
<p>No caso de pessoa física, se a proposta for aprovada, será necessário constituir empresa com sede no DF ou na Ride para a contratação e o recebimento dos recursos.</p>
<p>Para empresas já constituídas, o edital prevê requisitos como sede e administração no DF ou na Ride, faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões e até 10 anos de constituição, conforme as regras da chamada pública.</p>
<h3>Apoio será dividido em três eixos</h3>
<p>O programa está estruturado em três etapas, de acordo com o estágio de maturidade dos projetos:</p>
<p>Eixo 1: Ideação e desenvolvimento de habilidades: até 50 projetos;<br />
Eixo 2: Incubação e pré-aceleração: até 30 projetos;<br />
Eixo 3: Aceleração: até 20 projetos.</p>
<p>De acordo com o edital, os valores de fomento previstos são de R$ 53 mil para projetos do Eixo 1, R$ 110 mil para o Eixo 2 e R$ 200 mil para o Eixo 3. O ciclo 2026-2027 prevê desembolso total de R$ 10,019 milhões.</p>
<p>Além do apoio financeiro, as startups selecionadas terão acesso a capacitações, mentorias, acompanhamento técnico e ações de conexão com instituições, empresas e investidores.</p>
<h3>Áreas contempladas</h3>
<p>O edital contempla projetos em áreas estratégicas como:</p>
<ul>
<li>agronegócio;</li>
<li>cidades inteligentes e sustentáveis;</li>
<li>economia criativa;</li>
<li>educação;</li>
<li>energia;</li>
<li>saúde;</li>
<li>biotecnologia;</li>
<li>inteligência artificial;</li>
<li>internet das coisas;</li>
<li>governo digital;</li>
<li>logística;</li>
<li>tecnologias emergentes.</li>
</ul>
<p>Também estão previstas áreas como economia circular, defesa, jogos eletrônicos, fintechs, legaltechs, manufatura avançada, nanotecnologia, realidade aumentada, realidade virtual e realidade mista.</p>
<h3>Cronograma</h3>
<p>As inscrições seguem abertas até 3 de setembro. O resultado preliminar está previsto para 24 de setembro, com período de recursos nos dias 28 e 29 de setembro.</p>
<p>O resultado final deve ser divulgado em 15 de outubro. A convocação dos proponentes selecionados está prevista para o período de 16 a 26 de outubro, e a contratação dos projetos aprovados deve ocorrer a partir de 19 de novembro.</p>
<p>As inscrições devem ser feitas pelo site oficial do programa: www.start.bsb.br.</p>
<h3>Serviço</h3>
<h4>Programa FAPDF Start BSB – 3º Ciclo</h4>
<p>Inscrições: até 3 de setembro de 2026<br />
Vagas: até 100 projetos<br />
Público-alvo: pessoas físicas e startups do DF e da Ride<br />
Apoio: subvenção econômica, capacitações, mentorias e acompanhamento técnico<br />
Inscrições: <a href="http://www.start.bsb.br">www.start.bsb.br</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>Pesquisa da UnB desenvolve aplicativo para orientar alimentação segura de pessoas idosas</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/pesquisa-da-unb-desenvolve-aplicativo-para-orientar-alimentacao-segura-de-pessoas-idosas/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=pesquisa-da-unb-desenvolve-aplicativo-para-orientar-alimentacao-segura-de-pessoas-idosas</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Jun 2026 11:33:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Projeto financiado pela FAPDF utiliza tecnologia para avaliar deglutição, cognição e independência funcional, contribuindo para prevenir complicações de saúde no envelhecimento Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), está criando um aplicativo que poderá ajudar pessoas idosas a se alimentarem de forma [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48345" aria-describedby="caption-attachment-48345" style="width: 900px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48345" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?resize=900%2C1600&#038;ssl=1" alt="" width="900" height="1600" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?w=900&amp;ssl=1 900w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?resize=169%2C300&amp;ssl=1 169w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?resize=576%2C1024&amp;ssl=1 576w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?resize=768%2C1365&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Videondoscopia-da-degluticao-avaliacao-instrumental-faringolaringea-da-seguranca-e-eficiencia-da-degluticao-com-diferentes-consistencias.-ORL-e-Fonoaudiologo.-2.jpeg?resize=864%2C1536&amp;ssl=1 864w" sizes="(max-width: 900px) 100vw, 900px" /><figcaption id="caption-attachment-48345" class="wp-caption-text"><br />O estudo avalia funções relacionadas à comunicação, à cognição, à alimentação e à deglutição | Foto: Divulgação/FAPDF</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Projeto financiado pela FAPDF utiliza tecnologia para avaliar deglutição, cognição e independência funcional, contribuindo para prevenir complicações de saúde no envelhecimento</h3>
<p>Uma pesquisa desenvolvida pela Universidade de Brasília (UnB), com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), está criando um aplicativo que poderá ajudar pessoas idosas a se alimentarem de forma mais segura. A ferramenta integra um estudo que avalia a capacidade de comunicação, cognição, deglutição e independência funcional, buscando prevenir problemas que afetam milhares de brasileiros durante o envelhecimento.</p>
<p>O projeto Comunicação, Cognição, Deglutição, Alimentação, Independência Funcional e Perfil Molecular de Idosos foi contemplado pelo edital FAPDF Learning, que destinou investimento de R$ 500 mil para a pesquisa.</p>
<p>A iniciativa é coordenada pela professora <strong>Cristina Lemos Barbosa</strong>, do curso de Fonoaudiologia da Universidade de Brasília (UnB/FCE), pesquisadora especializada em disfagia, voz e qualidade de vida.</p>
<h3>Tecnologia para prevenir complicações</h3>
<p>O principal objetivo da pesquisa é identificar precocemente alterações que dificultam a alimentação e a comunicação de pessoas idosas, especialmente aquelas que sofreram Acidente Vascular Encefálico (AVE).</p>
<p>Entre os problemas avaliados está a disfagia, nome dado à dificuldade para engolir alimentos ou líquidos.</p>
<p>Embora pouco conhecida pela população, a condição pode provocar desnutrição, desidratação, pneumonias por aspiração e aumentar significativamente o número de internações hospitalares.</p>
<blockquote><p>&#8220;A alimentação segura é um dos pilares da saúde e da qualidade de vida. Dificuldades para mastigar ou engolir aumentam o risco de desnutrição, desidratação, pneumonias aspirativas e hospitalizações&#8221;, explica a coordenadora Cristina Lemos Barbosa.</p></blockquote>
<p>Segundo a pesquisadora, esses problemas costumam afetar principalmente idosos mais frágeis e muitas vezes passam despercebidos pelos familiares.</p>
<h3>Como funciona o estudo</h3>
<p>Os participantes passam por uma série de avaliações clínicas padronizadas que analisam:</p>
<ul>
<li>capacidade cognitiva;</li>
<li>independência funcional;</li>
<li>força muscular;</li>
<li>intensidade da tosse;</li>
<li>força da língua;</li>
<li>segurança e eficiência da deglutição.</li>
</ul>
<p>Além das avaliações clínicas, os pesquisadores estudam marcadores moleculares de pacientes nas primeiras 72 horas após um Acidente Vascular Encefálico (AVE). O objetivo é compreender como fatores biológicos influenciam a recuperação e podem contribuir para estratégias de reabilitação mais eficazes.</p>
<h3>Aplicativo vai orientar alimentação segura</h3>
<p>Os dados obtidos na pesquisa servirão de base para o desenvolvimento de um aplicativo que auxiliará profissionais de saúde, pacientes e familiares na identificação de sinais de risco relacionados à alimentação e à deglutição.</p>
<p>A expectativa é que a tecnologia contribua para ampliar o diagnóstico precoce, orientar cuidados preventivos e reduzir complicações associadas ao envelhecimento, promovendo mais autonomia, qualidade de vida e segurança alimentar para a população idosa.</p>
<p>O projeto integra os investimentos da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) em pesquisas que unem ciência, inovação e soluções tecnológicas voltadas às demandas da sociedade.</p>
<p>O post <a href="https://portalcontexto.com.br/pesquisa-da-unb-desenvolve-aplicativo-para-orientar-alimentacao-segura-de-pessoas-idosas/">Pesquisa da UnB desenvolve aplicativo para orientar alimentação segura de pessoas idosas</a> apareceu primeiro em <a href="https://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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		<title>Bengala inteligente criada na UnB une baixo custo, sensores e aplicativo colaborativo para ampliar autonomia de pessoas com deficiência visual</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/bengala-inteligente-criada-na-unb-une-baixo-custo-sensores-e-aplicativo-colaborativo-para-ampliar-autonomia-de-pessoas-com-deficiencia-visual/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=bengala-inteligente-criada-na-unb-une-baixo-custo-sensores-e-aplicativo-colaborativo-para-ampliar-autonomia-de-pessoas-com-deficiencia-visual</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 19:53:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma tecnologia assistiva desenvolvida na Universidade de Brasília tem chamado a atenção de especialistas e do poder público por sua proposta simples, mas transformadora. Trata-se de um módulo inteligente que pode ser acoplado a bengalas dobráveis convencionais, adicionando a elas sensores ópticos capazes de detectar obstáculos acima da linha da cintura, como galhos baixos, placas, [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48231" aria-describedby="caption-attachment-48231" style="width: 800px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-48231" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-6.jpg?resize=800%2C600" alt="" width="800" height="600" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-6.jpg?w=800&amp;ssl=1 800w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-6.jpg?resize=300%2C225&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/unnamed-6.jpg?resize=768%2C576&amp;ssl=1 768w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption id="caption-attachment-48231" class="wp-caption-text">Pedro Guimarães, Patricia Helena, Leonardo Evangelista, Renan Balzani e Paulo Henrique Moreira de Carvalho Faria. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Uma tecnologia assistiva desenvolvida na Universidade de Brasília tem chamado a atenção de especialistas e do poder público por sua proposta simples, mas transformadora. Trata-se de um módulo inteligente que pode ser acoplado a bengalas dobráveis convencionais, adicionando a elas sensores ópticos capazes de detectar obstáculos acima da linha da cintura, como galhos baixos, placas, toldos e fachadas, que a ponta da bengala tradicional não alcança. O dispositivo emite alertas vibratórios, sonoros e mensagens de áudio, permitindo que o usuário reaja com mais tempo e segurança durante o deslocamento.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O projeto, batizado de Bengalas Inteligentes, conquistou o terceiro lugar no Desafio de Inovação promovido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial em parceria com o Governo do Paraná, no final de março. A competição reuniu iniciativas de todo o país voltadas à mobilidade e à autonomia de pessoas com deficiência visual, e a solução da UnB se destacou não apenas pela eficiência técnica, mas também pelo potencial de democratização, já que o custo estimado de produção é inferior a 400 reais, com preço final previsto abaixo de 900 reais para o consumidor.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Coordenado pelo professor Renan Balzani, pesquisador do Laboratório de Prototipagem, Inovação e Sistemas, o projeto nasceu de uma constatação prática. Durante o desenvolvimento de um mapa colaborativo de acessibilidade urbana, a equipe percebeu que faltava uma ferramenta que ajudasse as pessoas com deficiência visual a antecipar perigos no trajeto diário. A ideia inicial era um dispositivo de pulso, mas os testes com usuários apontaram que a bengala, por ser um item já incorporado à rotina, seria o suporte mais natural e eficiente para abrigar a tecnologia.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O funcionamento é direto e intuitivo. Os sensores ópticos instalados no módulo varrem o espaço à frente do usuário em um raio de até dois metros. Quando um obstáculo é identificado, o sistema dispara alertas graduais, que podem ser ajustados conforme a preferência de cada pessoa. Vibrações mais intensas indicam proximidade, enquanto os sinais sonoros e as mensagens faladas pelo aplicativo ajudam a localizar e dimensionar o risco. Tudo isso sem comprometer a discrição, pois a bengala mantém a aparência de um modelo comum, característica muito valorizada pelos próprios usuários, segundo o coordenador.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Além do hardware, a solução está integrada a um ecossistema digital que amplia seu alcance. O aplicativo Acessa UnB, desenvolvido inicialmente com a Diretoria de Acessibilidade da universidade, permite que os usuários registrem obstáculos urbanos, compartilhem informações sobre calçadas, rampas e sinalização, e acionem contatos de emergência com localização em tempo real. Essa rede colaborativa transforma cada pessoa com deficiência visual em um agente ativo de mapeamento urbano, gerando dados que podem ser usados por poder público e planejadores para melhorar a infraestrutura das cidades.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O reconhecimento nacional veio acompanhado de uma validação prática importante. A equipe da UnB testou o protótipo com pessoas com deficiência visual em diferentes cenários, coletando feedbacks que orientaram ajustes no design e na usabilidade. Um dos aprendizados mais significativos, segundo Balzani, foi a necessidade de equilibrar inovação e familiaridade. Os usuários não queriam um dispositivo que chamasse atenção ou que exigisse um novo aprendizado complexo. Eles queriam algo que coubesse na mão, que não pesasse e que funcionasse sem complicação. O módulo atende a esses critérios e ainda oferece uma camada extra de segurança que antes não existia.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Atualmente, a tecnologia está em fase de aprimoramento de hardware e software, com testes sendo realizados em diferentes condições de iluminação, clima e superfície. A equipe também estuda a possibilidade de incluir sensores de inclinação e giroscópios para detectar quedas, além de expandir a integração com outros dispositivos de assistência. O próximo passo é viabilizar a produção em escala e estabelecer parcerias com associações de deficientes visuais, governos estaduais e municipais e o Sistema Único de Saúde, para que o dispositivo chegue a quem realmente precisa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A iniciativa integra um conjunto mais amplo de pesquisas em acessibilidade conduzidas na UnB, com participação das professoras Ana Carolina Cordeiro Correia Lima e Paula Lelis Rabelo Albala, e conta com o suporte da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos na gestão administrativa e financeira. O laboratório LAPIS, onde o projeto foi gestado, reúne arquitetos, engenheiros, designers, educadores e comunicadores em uma abordagem multidisciplinar que tem gerado soluções aplicadas a problemas reais da sociedade.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Em um país com quase 8 milhões de pessoas com dificuldades permanentes para enxergar, segundo dados recentes do IBGE, a bengala inteligente não é apenas uma inovação tecnológica. Ela representa um passo concreto rumo a cidades mais inclusivas, onde a autonomia não depende da sorte ou do improviso, mas de ferramentas acessíveis, bem projetadas e conectadas às redes de apoio. O reconhecimento nacional é um sinal de que o caminho está certo, mas, para os pesquisadores, o prêmio maior será ver o dispositivo nas ruas, nas mãos de quem pode usá-lo todos os dias.</span></p>
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		<title>Celina Leão defende Brasília como futuro polo tecnológico do país e aposta em inteligência artificial para transformar gestão pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2026 15:26:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Governadora destaca criação da Secretaria de Governança Digital, uso de IA na saúde e segurança pública e expansão do Biotic durante encontro do Lide Brasília quer se consolidar como um dos principais polos de tecnologia e inovação do Brasil. A meta foi reforçada pela governadora Celina Leão durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48224" aria-describedby="caption-attachment-48224" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48224" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/17.6.-Foto-Paulo-H.-Carvalho-Agencia-Brasilia2.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48224" class="wp-caption-text">Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Governadora destaca criação da Secretaria de Governança Digital, uso de IA na saúde e segurança pública e expansão do Biotic durante encontro do Lide</h3>
<p>Brasília quer se consolidar como um dos principais polos de tecnologia e inovação do Brasil. A meta foi reforçada pela governadora Celina Leão durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), nesta quarta-feira (17), no Brasília Palace Hotel.</p>
<p>Com foco nos impactos da inteligência artificial na gestão pública e privada, o evento reuniu autoridades, especialistas e empresários para debater como as novas tecnologias estão transformando a administração pública, os negócios e a prestação de serviços à população.</p>
<p>Durante sua participação, <strong>Celina Leão</strong> afirmou que o Distrito Federal reúne condições estruturais para se tornar um dos maiores centros tecnológicos da América Latina.</p>
<blockquote><p>&#8220;Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende&#8221;, declarou.</p></blockquote>
<h3>Tecnologia como ferramenta de gestão</h3>
<p>Ao defender a modernização da administração pública, a governadora afirmou que o setor público precisa acompanhar a velocidade das transformações tecnológicas para manter sua capacidade de resposta às demandas da sociedade.</p>
<blockquote><p>&#8220;Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar&#8221;, alertou.</p></blockquote>
<p>Nesse contexto, Celina destacou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada uma das principais iniciativas da atual gestão para fortalecer a transformação digital do governo.</p>
<p>Criada para coordenar as políticas de inovação, tecnologia, serviços digitais e integração de dados do Distrito Federal, a secretaria busca centralizar soluções tecnológicas e evitar duplicidade de investimentos entre órgãos públicos.</p>
<p>Segundo a governadora, a integração dos sistemas permite maior eficiência administrativa e melhor utilização dos dados na formulação de políticas públicas.</p>
<blockquote><p>&#8220;Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro. Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Inteligência artificial já monitora a saúde pública</h3>
<p>A área da saúde foi apresentada como um dos exemplos mais avançados do uso de inteligência artificial na administração pública do Distrito Federal.</p>
<p>Celina destacou o programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, desenvolvido com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), que utiliza dados em tempo real para acompanhar toda a trajetória dos pacientes dentro da rede pública.</p>
<p>A tecnologia permite monitorar desde a entrada do usuário no sistema até a realização de procedimentos e a alta hospitalar.</p>
<blockquote><p>&#8220;Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas. Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer&#8221;, explicou.</p></blockquote>
<h3>Segurança pública usa monitoramento inteligente</h3>
<p>Na área de segurança pública, a governadora destacou o programa DF 360°, plataforma que integra videomonitoramento, inteligência artificial e compartilhamento de dados entre as forças de segurança.</p>
<p>O sistema reúne recursos como leitura automática de placas de veículos, reconhecimento facial e integração de imagens entre Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros.</p>
<p>Segundo Celina Leão, a ferramenta já se tornou uma das maiores estruturas de monitoramento do país.</p>
<blockquote><p>&#8220;A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país&#8221;, ressaltou.</p></blockquote>
<p>A plataforma também permite a integração voluntária de câmeras privadas instaladas em residências, condomínios e estabelecimentos comerciais, ampliando a cobertura do sistema.</p>
<h3>Biotic deve receber 65 empresas de tecnologia</h3>
<p>Outro destaque da estratégia de inovação do Distrito Federal é o Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), projeto que busca atrair empresas de tecnologia, pesquisa e desenvolvimento para a capital federal.</p>
<p>Segundo a governadora, o governo trabalha nos últimos ajustes para permitir a instalação de 65 empresas no complexo tecnológico.</p>
<p>A expectativa é transformar o Biotic em um ambiente de inovação capaz de gerar empregos qualificados, atrair investimentos e fortalecer o ecossistema tecnológico local.</p>
<blockquote><p>&#8220;É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<h3>Brasília busca protagonismo na economia digital</h3>
<p>A defesa de Brasília como polo tecnológico ocorre em um momento em que estados e municípios disputam investimentos ligados à economia digital, inteligência artificial, data centers e inovação.</p>
<p>Com infraestrutura energética, localização estratégica e forte concentração de instituições públicas, universidades e centros de pesquisa, o Distrito Federal busca posicionar-se como referência nacional na integração entre tecnologia, gestão pública e desenvolvimento econômico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<item>
		<title>AI Experience 2026 encerra edição histórica com quase 18 horas de conteúdo e mais de 40 especialistas debatendo o futuro da Inteligência Artificial</title>
		<link>https://portalcontexto.com.br/ai-experience-2026-encerra-edicao-historica-com-quase-18-horas-de-conteudo-e-mais-de-40-especialistas-debatendo-o-futuro-da-inteligencia-artificial/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ai-experience-2026-encerra-edicao-historica-com-quase-18-horas-de-conteudo-e-mais-de-40-especialistas-debatendo-o-futuro-da-inteligencia-artificial</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2026 21:07:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cobertura Ctxt]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reuniu lideranças do setor público, big techs, especialistas e empresas que já utilizam IA para discutir os impactos da tecnologia nos negócios, na gestão pública e na sociedade Após dois dias de intensas discussões sobre inovação, tecnologia e transformação digital, o AI Experience 2026 encerrou sua terceira edição consolidando-se como um dos mais relevantes [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48023" aria-describedby="caption-attachment-48023" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-48023" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2569.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48023" class="wp-caption-text">Mesmo com um público rotativo, o auditório cheio foi marca registrada do evento. Fotos: Carolina Bruzzone</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Evento reuniu lideranças do setor público, big techs, especialistas e empresas que já utilizam IA para discutir os impactos da tecnologia nos negócios, na gestão pública e na sociedade</h3>
<figure id="attachment_48024" aria-describedby="caption-attachment-48024" style="width: 200px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48024 size-medium" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=200%2C300&#038;ssl=1" alt="" width="200" height="300" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=200%2C300&amp;ssl=1 200w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=683%2C1024&amp;ssl=1 683w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=768%2C1152&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=1024%2C1536&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?resize=1366%2C2048&amp;ssl=1 1366w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF2627.jpg?w=1771&amp;ssl=1 1771w" sizes="(max-width: 200px) 100vw, 200px" /><figcaption id="caption-attachment-48024" class="wp-caption-text">O presidente da FAP DF, Leonardo Reisman foi uma das autoridades do evento.</figcaption></figure>
<p>Após dois dias de intensas discussões sobre inovação, tecnologia e transformação digital, o AI Experience 2026 encerrou sua terceira edição consolidando-se como um dos mais relevantes fóruns brasileiros dedicados à Inteligência Artificial estratégica.</p>
<p>Realizado em Brasília, o encontro reuniu representantes do setor público, executivos de grandes empresas de tecnologia, pesquisadores, especialistas, empreendedores e líderes institucionais para debater os desafios e oportunidades de uma transformação que já impacta governos, empresas e cidadãos em todo o mundo.</p>
<p>Ao longo dos dois dias, os participantes tiveram acesso a cerca de 18 horas de programação, distribuídas entre painéis, palestras magnas, minitalks, premiação e momentos de networking. A edição contou com mais de 40 palestrantes, painelistas e mediadores, representando algumas das mais importantes organizações ligadas à inovação e à economia digital.</p>
<p>Entre as instituições e empresas presentes estiveram Microsoft, Google Cloud, IBM, Cisco, Amazon, Gartner, Genesys, Dataprev, BNDES, Sebrae, MCTI, FAPDF, GSI da Presidência da República, ANAC, Instituto Hardware BR e diversas organizações públicas e privadas envolvidas diretamente na transformação digital brasileira.</p>
<h3>Debates sobre o presente — e não mais sobre o futuro</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-48025" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/IMG_9896.jpg?w=2048&amp;ssl=1 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A programação do AI Experience 2026 evidenciou uma mudança importante na forma como a Inteligência Artificial é percebida pelas organizações.</p>
<p>Se nos últimos anos a IA era tratada como uma tendência, o evento demonstrou que a tecnologia já se tornou uma ferramenta estratégica para tomada de decisão, aumento de produtividade, melhoria de serviços públicos, fortalecimento da segurança digital e criação de novos modelos de negócio.</p>
<h3>Os debates abordaram temas como:</h3>
<ul>
<li>Inteligência Artificial aplicada aos negócios;</li>
<li>Governança e regulação da IA;</li>
<li>Segurança cibernética e criptografia pós-quântica;</li>
<li>Infraestrutura necessária para sustentar a expansão da IA;</li>
<li>Transformação digital no setor público;</li>
<li>Saúde digital;</li>
<li>Neuromarketing;</li>
<li>Empresas autônomas;</li>
<li>Soberania tecnológica brasileira.</li>
</ul>
<p>Um dos destaques da programação foi o painel “O Futuro da Gestão Pública na Era da Inteligência Artificial”, que reuniu representantes da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), do SINFOR, da FIBRA e do Instituto Hardware BR para discutir como a tecnologia já está contribuindo para modernizar a administração pública e melhorar a prestação de serviços ao cidadão.</p>
<p>Outro tema que despertou grande interesse do público foi a chamada era pós-quântica, com especialistas da Microsoft, IBM e Governo Federal debatendo os impactos que a computação quântica poderá trazer para a segurança digital e para a proteção de dados nos próximos anos.</p>
<h3>Reconhecimento à inovação</h3>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-48026" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=300%2C200&#038;ssl=1" alt="" width="300" height="200" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=1536%2C1024&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?resize=2048%2C1365&amp;ssl=1 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/DSCF3879.jpg?w=3060&amp;ssl=1 3060w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" />A programação também contou com a realização do AI Experience Awards 2026, iniciativa criada para reconhecer empresas, startups e lideranças que vêm utilizando a Inteligência Artificial para desenvolver soluções inovadoras e gerar impacto positivo em diferentes setores da economia.</p>
<p>A premiação reforçou um dos conceitos centrais discutidos ao longo do evento: a Inteligência Artificial deixou de ser uma promessa de futuro para se tornar uma realidade presente e cada vez mais determinante para a competitividade das organizações.</p>
<h3>Networking, conexões e oportunidades</h3>
<p>Além do conteúdo técnico, o AI Experience 2026 proporcionou um ambiente de networking qualificado, aproximando executivos, gestores públicos, especialistas, empreendedores, startups e representantes de instituições estratégicas para o desenvolvimento tecnológico do país.</p>
<p>As conexões realizadas durante o evento reforçam o papel de Brasília como um dos principais centros nacionais de discussão sobre inovação, tecnologia, políticas públicas e transformação digital.</p>
<h3>O futuro já começou</h3>
<p>Ao final da terceira edição do AI Experience, uma mensagem se destacou entre palestrantes, painelistas e participantes: a Inteligência Artificial não é mais um tema de futuro.</p>
<p>Ela já está transformando a forma como governos operam, empresas competem e a sociedade se relaciona com a tecnologia.</p>
<p>E aqueles que compreenderem mais rapidamente seus impactos, riscos e oportunidades estarão mais preparados para liderar as transformações que definirão os próximos anos.</p>
<p>O AI Experience 2026 chega ao fim deixando um legado de conhecimento, conexões e reflexões sobre uma das tecnologias mais transformadoras da história recente.</p>
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		<title>AI Experience Awards 2026 abre inscrições para startups de inteligência artificial em todo o país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 May 2026 13:59:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agenda empreendedora]]></category>
		<category><![CDATA[Cobertura Ctxt]]></category>
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		<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Inovação]]></category>
		<category><![CDATA[Startup]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47896" aria-describedby="caption-attachment-47896" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-47896" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1020%2C679&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="679" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1024%2C682&amp;ssl=1 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=768%2C512&amp;ssl=1 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?resize=1536%2C1023&amp;ssl=1 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/WhatsApp-Image-2026-05-05-at-18.35.05-2.jpeg?w=1600&amp;ssl=1 1600w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-47896" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>Estão abertas as inscrições para o AI Experience Awards 2026, premiação nacional que vai reconhecer startups brasileiras que desenvolvem soluções inovadoras com inteligência artificial. A iniciativa integra a programação oficial do AI Experience 2026, um dos principais eventos estratégicos sobre IA do país, e busca destacar empresas que já aplicam tecnologia em projetos com impacto real em diferentes setores da economia.</p>
<h3>Premiação quer destacar startups que já usam IA na prática</h3>
<p>O prêmio é voltado para startups que utilizam inteligência artificial em áreas como saúde, educação, agronegócio, finanças, segurança, sustentabilidade, varejo, infraestrutura e serviços públicos.</p>
<p>A proposta é reconhecer empresas que transformaram a IA em ferramenta concreta para resolver problemas e gerar resultados mensuráveis.</p>
<p>Mais do que uma competição, o AI Experience Awards se apresenta como uma vitrine nacional para startups que buscam ampliar visibilidade, fortalecer reputação e criar conexões estratégicas no mercado de inovação.</p>
<h3>Startups terão contato com investidores e grandes empresas</h3>
<p>Segundo a organização, os vencedores serão apresentados diante de um público formado por executivos, investidores, representantes do governo, especialistas em transformação digital e grandes empresas de tecnologia.</p>
<p>Os participantes também terão oportunidade de ampliar networking e validar suas soluções junto a lideranças do setor.</p>
<p>Os vencedores receberão um troféu oficial durante o AI Experience 2026, reforçando a autoridade institucional das marcas no ecossistema de tecnologia e inovação.</p>
<h3>Evento reunirá big techs e especialistas em IA</h3>
<p>O AI Experience 2026 contará com representantes de empresas globais como Microsoft, Google e AWS, além de especialistas ligados a temas como inteligência artificial aplicada, infraestrutura digital, segurança cibernética e criptografia pós-quântica.</p>
<p>A organização destaca que o evento se consolidou como espaço de influência e tomada de decisão sobre o futuro tecnológico do país.</p>
<p>Inscrições são gratuitas</p>
<p>As inscrições para o AI Experience Awards 2026 são gratuitas e possuem vagas limitadas.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>AI Experience Awards 2026<br />
📌 Inscrições para startups:<br />
<a href="https://forms.gle/fbZDHJ6QNktiyEMN8">https://forms.gle/fbZDHJ6QNktiyEMN8</a></p>
<p>AI Experience 2026<br />
📅 Data: 2 e 3 de junho de 2026<br />
📍 Local: Instituto Serzedello Corrêa (TCU), Brasília</p>
<p>🎟️ Ingressos:<br />
<a href="https://www.sympla.com.br/evento/ai-experience-2026/3376235">https://www.sympla.com.br/evento/ai-experience-2026/3376235</a></p>
<p>📱 Instagram oficial:<br />
<a href="https://www.instagram.com/ai.experience.evento/">https://www.instagram.com/ai.experience.evento/</a></p>
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