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	<title>Arquivos #BusinessIntelligence - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos #BusinessIntelligence - Portal Contexto</title>
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		<title>O que os merchants na América Latina realmente precisam da infraestrutura de pagamento &#8211; por Dmytro Rukin</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:10:41 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dmytro Rukin: O merchant que vende na América Latina quer uma coisa simples: que o pagamento funcione. Que o cliente escolha o método que prefere, que a transação passe, que o dinheiro chegue. Parece básico. Na prática, a distância entre esse desejo e o que a maioria dos provedores entrega é grande o suficiente [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48268" aria-describedby="caption-attachment-48268" style="width: 1020px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="wp-image-48268 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096-1024x519.webp?resize=1020%2C517&#038;ssl=1" alt="Dmytro Rukin:" width="1020" height="517" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?resize=1024%2C519 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?resize=300%2C152 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?resize=768%2C389 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?resize=1536%2C778 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?resize=2048%2C1038 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e89e3096.webp?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48268" class="wp-caption-text">Fotos: divulgação</figcaption></figure>
<p style="text-align: right;">Por <a href="https://dmytro-rukin.com/">Dmytro Rukin: </a></p>
<p>O merchant que vende na América Latina quer uma coisa simples: que o pagamento funcione. Que o cliente escolha o método que prefere, que a transação passe, que o dinheiro chegue. Parece básico. Na prática, a distância entre esse desejo e o que a maioria dos provedores entrega é grande o suficiente para custar receita toda semana.</p>
<p>Eu vejo isso de dentro. A fragmentação de métodos de pagamento na região é um problema real para o negócio, que aparece na operação diária: um gateway que cai sem aviso, um chargeback que consome margem, uma taxa inesperada que aparece na fatura. Esse artigo é sobre o que o merchant realmente enfrenta e o que a infraestrutura deveria resolver.</p>
<h3>O que o merchant na América Latina enfrenta de verdade?</h3>
<p>A fragmentação de métodos de pagamento deixou de ser um tema de análise de mercado e virou carga operacional. Uma pesquisa da D24, conduzida em 2025 com 75 varejistas online no Brasil, Chile e México, mostra a intensidade disso. 91,9% dos varejistas consideram &#8220;fundamental&#8221; ou &#8220;importante&#8221; oferecer o método de pagamento preferido do consumidor em cada país e setor, segundo o Deep Payments 2025.</p>
<p>Até aí, nenhuma surpresa. O problema é que reconhecer a importância e ter a capacidade de executar são coisas diferentes.</p>
<p>54% dos varejistas reportam ter sido surpreendidos por suspensões no gateway de pagamento para manutenção ou atualização, sem aviso prévio. Mais de um quarto (26,5%) enfrenta isso pelo menos uma vez por mês, e 27,6% pelo menos uma vez por semana, de acordo com a mesma pesquisa. Cada suspensão é uma janela em que vendas se perdem e o cliente vai embora sem voltar.</p>
<p>E quando o gateway cai? 81,6% dos varejistas não têm a capacidade de avisar o cliente para escolher um método de pagamento alternativo. O sistema simplesmente falha em silêncio. A venda morre e o merchant só descobre quando olha o relatório.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="alignleft size-large wp-image-48267" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7-1024x683.webp?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?resize=2048%2C1365 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/6a3a6e9926da7.webp?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<h3>Por que uma única integração nunca basta?</h3>
<p>Porque cada país exige um conjunto diferente de métodos, regras e comportamentos de compra. Um varejista que vende no Brasil, no México e no Chile precisa suportar Pix, boleto, OXXO, cartões locais com parcelamento e transferências domésticas, cada um com suas próprias regras de liquidação, compliance e reconciliação.</p>
<p>89,7% dos varejistas na América Latina reportam que conseguem adaptar os métodos de pagamento às preferências locais, segundo o Deep Payments 2025. Isso parece um número alto. Mas a mesma pesquisa revela que essa adaptação muitas vezes é superficial: o método está lá no checkout, mas a infraestrutura por trás dele não avisa quando ele cai, não redireciona o cliente e não absorve a complexidade regulatória de cada mercado.</p>
<p>Há uma diferença real entre ter o método disponível e ter o método funcionando de verdade, com redundância, monitoramento e suporte local. O merchant que escala na região descobre essa diferença no pior momento possível: quando a receita para de entrar.</p>
<h3>Como é uma boa infraestrutura de pagamento para o merchant?</h3>
<p>Começa por confiabilidade. O gateway precisa funcionar, e quando houver manutenção, o merchant precisa saber antes, com tempo para reagir. Isso parece o mínimo, mas os dados mostram que mais da metade dos varejistas não tem nem isso hoje.</p>
<p>Depois vem a cobertura real de métodos. O checkout precisa mostrar o que o consumidor local espera ver, do Pix no Brasil ao pagamento em dinheiro no OXXO no México. Cada método precisa estar integrado de verdade, com suporte de liquidação, compliance e reconciliação local.</p>
<p>E depois vem o custo previsível. 16,1% dos varejistas reportam ter recebido taxas inesperadas do provedor de pagamento, segundo o Deep Payments 2025. Para um merchant que opera com margens apertadas, uma taxa surpresa força uma decisão difícil: repassar ao cliente e arriscar perdê-lo, ou absorver e comprimir ainda mais o lucro. Infraestrutura séria opera com transparência de custos.</p>
<p>Por fim, proteção contra chargebacks. 58,6% dos varejistas dizem que o impacto de chargebacks e disputas de pagamento consome mais de 10% da receita do negócio, incluindo o tempo e custo de acompanhamento e resolução, segundo a mesma pesquisa. Uma infraestrutura robusta ajuda a prevenir esse problema antes que ele se torne um buraco no caixa.</p>
<h3>O que isso significa para negócios escalando na região?</h3>
<p>Significa que escalar na América Latina sem a infraestrutura certa de pagamento é escalar um problema. Cada país novo traz métodos novos, regras novas e riscos operacionais novos. O merchant que tenta resolver isso sozinho, integrando provedor por provedor, país por país, gasta tempo e dinheiro descobrindo complexidades que alguém já mapeou.</p>
<p>A pesquisa da D24 mostra que até os varejistas que já operam na região enfrentam dificuldades sérias com gateway downtime, chargebacks e custos imprevistos. Para quem está chegando, o risco é ainda maior.</p>
<p>A decisão mais importante para um negócio entrando na América Latina é com quem ele conecta sua operação de pagamentos. Um parceiro de infraestrutura que já absorveu a complexidade local, método por método, país por país, muda a equação. O merchant deixa de administrar quinze realidades separadas e passa a operar com uma conexão que já fez esse trabalho.</p>
<h3>FAQ</h3>
<p><strong>O que os merchants na América Latina consideram mais importante nos pagamentos?</strong> 91,9% dos varejistas consideram fundamental ou importante oferecer o método de pagamento preferido do consumidor em cada país, segundo a pesquisa D24 Deep Payments 2025 com 75 varejistas online no Brasil, Chile e México.</p>
<p><strong>Qual o impacto de chargebacks para varejistas na região?</strong> 58,6% dos varejistas reportam que chargebacks e disputas de pagamento consomem mais de 10% da receita do negócio, incluindo custos de acompanhamento e resolução, segundo o Deep Payments 2025.</p>
<p><strong>Por que uma integração única de pagamentos não funciona na América Latina?</strong> Porque cada país opera com métodos, regras de liquidação e preferências de consumo diferentes. Embora 89,7% dos varejistas reportem adaptar métodos às preferências locais, 81,6% não conseguem avisar o cliente quando um método está inativo, mostrando que a adaptação é muitas vezes superficial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Conheça mais sobre <strong>Dmytro Rukin</strong>: <a href="https://dmytro-rukin.com/">dmytro-rukin.com</a></p>
<p>Siga <strong>Dmytro Rukin</strong> no LinkedIn: <a href="https://www.linkedin.com/in/dima-rukin-453458169/">linkedin.com_dmytro_rukin</a></p>
<p><strong>Contexto Livre</strong> é uma coluna rotativa, de assuntos diversos escrita por pessoas bacanas que tenham algo legal e inspirador pra compartilhar.</p>
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		<title>P2P lending vs crédito empresarial tradicional: modelos, risco e perfil de investidor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2026 22:36:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#BusinessIntelligence]]></category>
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		<category><![CDATA[Suas finanças]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Investir em P2P comporta riscos, incluindo a perda total do capital. Não é aconselhamento de investimento. Introdução O P2P lending e o crédito empresarial tradicional são dois modelos de financiamento a empresas com arquitecturas de risco muito distintas. Para o investidor português que pondera entrar no segmento, perceber o que os diferencia em estrutura, regulação [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: center;">Investir em P2P comporta riscos, incluindo a perda total do capital. Não é aconselhamento de investimento.</h3>
<h3>Introdução</h3>
<p>O <a href="https://just-p2p.com/best-p2p-lending-platforms-ranking/">P2P lending</a> e o crédito empresarial tradicional são dois modelos de financiamento a empresas com arquitecturas de risco muito distintas. Para o investidor português que pondera entrar no segmento, perceber o que os diferencia em estrutura, regulação e perfil de risco é essencial para tomar decisões informadas. Este artigo explica os dois modelos lado a lado.</p>
<h3>Índice</h3>
<ol>
<li>O que é o crédito empresarial tradicional?</li>
<li>O que é o P2P lending a empresas (P2B)?</li>
<li>Como se comparam os dois modelos estruturalmente?</li>
<li>Quem avalia o risco em cada caso?</li>
<li>Que garantias existem em cada modelo?</li>
<li>Que liquidez oferece cada um?</li>
<li>Qual é a regulação de cada modelo?</li>
<li>Para que perfil de investidor serve cada um?</li>
<li>Plataformas P2B e o papel da Maclear</li>
<li>Fiscalidade dos rendimentos em Portugal</li>
<li>Conclusão</li>
<li>Perguntas frequentes</li>
</ol>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-48042" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_11573831909227424795.jpg?resize=1020%2C557&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="557" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_11573831909227424795.jpg?w=1024 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_11573831909227424795.jpg?resize=300%2C164 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_11573831909227424795.jpg?resize=768%2C419 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>O que é o crédito empresarial tradicional?</h3>
<p>O crédito empresarial tradicional é o empréstimo concedido por instituições financeiras reguladas, sobretudo bancos, a empresas. O banco avalia a solvabilidade da empresa, define as condições do empréstimo, exige garantias quando necessário e assume o risco de crédito no seu balanço. O depositante que financia indirectamente esse empréstimo não tem qualquer relação directa com a empresa mutuária: a sua exposição é ao banco, coberto pelo Fundo de Garantia de Depósitos até 100.000 €.</p>
<p>Este modelo tem dois séculos de história e um quadro regulatório denso. Os bancos são supervisionados pelo Banco de Portugal e pelo BCE, obrigados a cumprir rácios de capital (Basileia III/IV) e a publicar relatórios detalhados. A transparência para o depositante é mínima: não sabe a quem o banco emprestou o seu dinheiro. A protecção, por outro lado, é máxima: o Fundo de Garantia cobre perdas até ao limite legal.</p>
<h3>O que é o P2P lending a empresas (P2B)?</h3>
<p>O P2B (peer-to-business) é o modelo de financiamento participativo onde investidores individuais emprestam directamente a empresas através de uma plataforma online. A plataforma faz a análise de crédito, estrutura os empréstimos e gere os reembolsos, mas não assume o risco de crédito no seu balanço: esse risco fica do lado do investidor.</p>
<p>O investidor tem acesso directo ao perfil de risco de cada empréstimo, ao sector da empresa mutuária, ao tipo de garantia e às condições de pagamento. Esta transparência é estruturalmente diferente do modelo bancário: o investidor sabe exactamente onde está o seu dinheiro. Em contrapartida, não existe Fundo de Garantia de Depósitos, e a protecção depende dos mecanismos específicos de cada plataforma: garantia de recompra, garantia sobre activos reais ou fundo de provisão.</p>
<h3>Como se comparam os dois modelos estruturalmente?</h3>
<table cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Dimensão</strong></td>
<td><strong>Crédito bancário tradicional</strong></td>
<td><strong>P2B lending</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Intermediário</td>
<td>banco regulado</td>
<td>plataforma (regulada ou não)</td>
</tr>
<tr>
<td>Risco de crédito</td>
<td>banco absorve no balanço</td>
<td>investidor assume directamente</td>
</tr>
<tr>
<td>Transparência para investidor</td>
<td>muito baixa</td>
<td>elevada por empréstimo</td>
</tr>
<tr>
<td>Protecção do capital</td>
<td>Fundo de Garantia até 100 k€</td>
<td>sem garantia de depósitos</td>
</tr>
<tr>
<td>Rentabilidade</td>
<td>baixa (taxa de depósito)</td>
<td>mais elevada, reflecte risco</td>
</tr>
<tr>
<td>Liquidez</td>
<td>imediata (conta bancária)</td>
<td>limitada, ligada ao prazo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>&nbsp;</p>
<p>A diferença central é a transferência do risco. No modelo bancário, o banco interpõe-se entre o depositante e o mutuário e absorve o risco de crédito. No P2B, a plataforma não absorve o risco: é apenas o intermediário que o canaliza do investidor para a empresa. Esta diferença de arquitectura explica simultaneamente a maior rentabilidade potencial do P2B e a ausência de garantia de depósitos.</p>
<h3>Quem avalia o risco em cada caso?</h3>
<p>No crédito bancário, a avaliação de risco é feita por analistas de crédito profissionais, apoiados em sistemas de scoring proprietários, bases de dados de incumprimento e modelos estatísticos desenvolvidos ao longo de décadas. O banco tem acesso a informação privilegiada que o investidor individual não tem: histórico de conta da empresa, relações comerciais, informação sectorial detalhada.</p>
<p>No P2B, a avaliação de risco é feita pela plataforma, que depois apresenta os resultados ao investidor. A qualidade desta avaliação varia muito entre plataformas. As melhores plataformas reguladas, como o Debitum sob MiFID II ou a Maclear sob SRO PolyReg na Suíça, têm processos de due diligence estruturados e publicam informação sobre os critérios utilizados. Plataformas menos transparentes podem apresentar avaliações de risco menos rigorosas.</p>
<p>O investidor P2B tem a responsabilidade adicional de avaliar a qualidade da avaliação feita pela plataforma, não apenas os resultados dessa avaliação. Confiar cegamente nos ratings de uma plataforma sem perceber como foram calculados é um dos erros mais frequentes entre investidores P2B inexperientes.</p>
<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-full wp-image-48041" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_15361382265393893241.jpg?resize=1020%2C557&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="557" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_15361382265393893241.jpg?w=1024 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_15361382265393893241.jpg?resize=300%2C164 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/watermarked_img_15361382265393893241.jpg?resize=768%2C419 768w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<h3>Que garantias existem em cada modelo?</h3>
<p>No crédito bancário, a principal garantia para o depositante é o Fundo de Garantia de Depósitos (FGD), que cobre até 100.000 € por depositante por instituição. Para além disso, os bancos são obrigados a manter rácios de capital que servem como buffer para absorver perdas antes de afectar os depositantes. Este sistema de protecção multicamada é o resultado de décadas de aperfeiçoamento após crises bancárias.</p>
<p>No P2B, as garantias são de natureza completamente diferente e não existe FGD. As plataformas oferecem tipicamente uma de três formas de protecção. A primeira é a garantia de recompra: o originador compromete-se a recomprar os empréstimos em incumprimento, mas esta garantia falha se o próprio originador ficar insolvente. A segunda é a garantia sobre activos reais: os empréstimos são colateralizados por bens executáveis da empresa mutuária, o que oferece um recourse mesmo em caso de insolvência do originador. A terceira é o fundo de provisão: a plataforma constitui uma reserva para cobrir perdas iniciais, até ao limite do fundo.</p>
<p>Plataformas como a Maclear, regulada sob SRO PolyReg na Suíça, combinam a garantia sobre activos reais em muitos dos seus projectos com um Provision Fund que cobre o pagamento de juros durante atrasos temporários e sem cobrar comissões ao investidor. Esta combinação de mecanismos é mais robusta do que depender exclusivamente de uma garantia de recompra. Os dados actuais estão em maclear.ch/statistics.</p>
<h3>Que liquidez oferece cada um?</h3>
<p>A liquidez do crédito bancário é, para o depositante, imediata: uma conta à ordem ou um depósito a prazo pode ser levantado (eventualmente com penalização) a qualquer momento. Este é o principal atributo que os depositantes valorizam nos produtos bancários.</p>
<p>A liquidez no P2B é estruturalmente limitada pelo prazo dos empréstimos. O capital comprometido num empréstimo a 12 meses não pode ser recuperado antes desse prazo, a não ser que exista um mercado secundário na plataforma ou que o originador ofereça um mecanismo de saída antecipada. Mesmo quando o mercado secundário existe, a liquidez é condicional: funciona em condições normais e pode deteriorar-se em períodos de stress.</p>
<p>Esta diferença é fundamental para a gestão do portefólio. O capital P2B deve sempre ser capital que o investidor não precisa a curto prazo. Usar capital P2B como alternativa ao fundo de emergência é um erro estrutural: a liquidez aparente em condições normais desaparece precisamente nos momentos em que mais é necessária.</p>
<h3>Qual é a regulação de cada modelo?</h3>
<p>O crédito bancário é o sector financeiro mais regulado. Os bancos em Portugal são supervisionados pelo Banco de Portugal, pelo BCE no âmbito do Mecanismo Único de Supervisão, e sujeitos às regras de capital e liquidez de Basileia III/IV. Esta regulação é desenhada para proteger tanto a estabilidade financeira sistémica como os depositantes individuais.</p>
<p>O P2B tem um quadro regulatório menos uniforme. Em Portugal e na Europa, o Regulamento 2020/1503 (ECSP) harmonizou as regras para plataformas de financiamento participativo a partir de novembro de 2023. Plataformas como Mintos e Debitum operam sob MiFID II como sociedades de investimento. A Maclear opera sob SRO PolyReg na Suíça, uma regulação de auto-regulação reconhecida. Algumas plataformas operam sem licença especializada, como o PeerBerry. Para o investidor português, a regulação da plataforma define o quadro de protecção disponível em caso de problemas.</p>
<h3>Para que perfil de investidor serve cada um?</h3>
<p>O crédito bancário serve o investidor que prioriza a segurança do capital, a liquidez imediata e a simplicidade, aceitando rentabilidades baixas em troca. É o instrumento correcto para o fundo de emergência, o capital necessário a curto prazo e a poupança de baixo risco.</p>
<p>O <a href="https://www.youtube.com/watch?v=VYmKOkOQ0dA">P2P lending</a> P2B serve o investidor que compreende o risco de crédito directo, aceita a iliquidez de médio prazo, sabe avaliar plataformas e mecanismos de protecção, e procura rentabilidades superiores em troca de assumir directamente o risco que o banco absorveria. É um instrumento de investimento, não de poupança, e deve ser integrado numa estratégia de portefólio mais ampla onde o capital de risco é claramente separado do capital de segurança.</p>
<h3>Plataformas P2B e o papel da Maclear</h3>
<p>No segmento P2B europeu, várias plataformas oferecem acesso a crédito empresarial garantido por activos reais com diferentes modelos regulatórios. O Debitum, sob MiFID II letão, e a Maclear, sob SRO PolyReg suíço, são dois exemplos com garantia sobre activos empresariais. A Maclear financia PME europeias com garantia real, opera sem cobrar comissões ao investidor e publica dados do portefólio em maclear.ch/statistics. Para o investidor português que quer exposição a crédito empresarial P2B com transparência e sem custos directos, estas plataformas representam alternativas estruturalmente diferentes das plataformas de crédito ao consumo sem garantia real.</p>
<h3>Fiscalidade dos rendimentos em Portugal</h3>
<p>Os rendimentos do P2B são tributados em Portugal como rendimentos de capitais, categoria E do IRS, à taxa liberatória de 28 % ou por englobamento se vantajoso. São declarados no Anexo J, Quadro 8-A, código E21 para rendimentos de plataformas estrangeiras. As plataformas estrangeiras não praticam retenção portuguesa automática. A retenção de 5 % na Letónia do VIAINVEST é dedutível via convenção de dupla tributação Portugal-Letónia.</p>
<p>As plataformas P2P e P2B não estão cobertas pelo Fundo de Garantia de Depósitos. Em Portugal, as perdas por incumprimento em P2P não podem ser compensadas com outros rendimentos da categoria E no IRS do mesmo ano, ao contrário das menos-valias de valores mobiliários. A regulação de uma plataforma não garante a devolução do capital. Este artigo não substitui aconselhamento fiscal individual.</p>
<h3>Perfil de risco comparado por modelo</h3>
<table cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td><strong>Dimensão</strong></td>
<td><strong>Crédito bancário</strong></td>
<td><strong>P2P consumo</strong></td>
<td><strong>P2B com garantia real</strong></td>
</tr>
<tr>
<td>Capital garantido</td>
<td>Sim (até 100k€ FGD)</td>
<td>Não</td>
<td>Não (mas activo executável)</td>
</tr>
<tr>
<td>Liquidez</td>
<td>Imediata</td>
<td>Condicional</td>
<td>Ligada ao prazo</td>
</tr>
<tr>
<td>Transparência</td>
<td>Baixa (activos banco)</td>
<td>Variável</td>
<td>Elevada por empréstimo</td>
</tr>
<tr>
<td>Regulação</td>
<td>Alta (BCE/BdP)</td>
<td>Variável</td>
<td>MiFID II / SRO PolyReg</td>
</tr>
<tr>
<td>Rentabilidade potencial</td>
<td>Baixa</td>
<td>Média-alta</td>
<td>Média-alta</td>
</tr>
<tr>
<td>Perfil recomendado</td>
<td>Poupança/fundo emergência</td>
<td>Investidor P2P experiente</td>
<td>Investidor com horizonte definido</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<h3>Conclusão</h3>
<p>O P2B lending e o crédito bancário tradicional são instrumentos complementares, não substitutos. O banco protege o capital com garantia de depósitos e liquidez imediata, mas oferece rentabilidade mínima. O P2B oferece rentabilidade superior e transparência directa sobre cada empréstimo, mas sem garantia de depósitos e com liquidez limitada ao prazo dos empréstimos. A estratégia mais coerente mantém o capital de segurança nos instrumentos bancários e aloca ao P2B apenas o capital de investimento, gerido com diversificação entre plataformas de modelos e regulações distintos.</p>
<h3>Perguntas frequentes</h3>
<p>O P2B lending é mais arriscado do que um depósito bancário? Sim, estruturalmente. Não existe Fundo de Garantia de Depósitos e o investidor assume directamente o risco de crédito das empresas financiadas.</p>
<p>Os bancos tradicionais oferecem o mesmo rendimento que o P2B? Não. A diferença reflecte a diferença de risco: o banco absorve o risco, o P2B transfere-o para o investidor.</p>
<p>Como declaro rendimentos P2B em Portugal? No Anexo J, Quadro 8-A, código E21, à taxa liberatória de 28 % ou por englobamento.</p>
<p>A Maclear é uma boa alternativa P2B para investidores portugueses? Financia PME europeias com garantia real, regulação suíça SRO PolyReg e sem comissões ao investidor. Dados em maclear.ch/statistics.</p>
<p>Posso usar P2B como substituto do fundo de emergência? Não. O P2B tem liquidez limitada ao prazo dos empréstimos e não deve ser usado para capital que pode ser necessário a curto prazo.</p>
<p>Última actualização: maio de 2026. Dados verificados nos sítios oficiais. Não constitui aconselhamento de investimento.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Corrida Monumental no Parque da Cidade será no dia 30.04</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Apr 2023 11:15:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[#BusinessIntelligence]]></category>
		<category><![CDATA[#esporte]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_33675" aria-describedby="caption-attachment-33675" style="width: 1020px" class="wp-caption alignnone"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-large wp-image-33675" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-1024x576.jpeg?resize=1020%2C574&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="574" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-scaled.jpeg?resize=1024%2C576 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-scaled.jpeg?resize=300%2C169 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-scaled.jpeg?resize=768%2C432 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-scaled.jpeg?resize=1536%2C864 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2023/04/8c468578b5359ead926eb6e07e9e3f7e-2-scaled.jpeg?resize=2048%2C1152 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-33675" class="wp-caption-text">Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;"><i>Com percursos de 5 km e 10 km, a prova está marcada para ocorrer em 30 de abril. As inscrições estão abertas para os interessados a partir dos 16 anos</i></h3>
<p>Não é de hoje que Brasília vai muito além da Esplanada dos Ministérios. Com avenidas largas, um lago para chamar de seu, vários parques e um visual de tirar o fôlego, Brasília é cenário ideal para a prática de muitos esportes, entre eles a corrida de rua. E não para por aí, Brasília se destaca como a capital brasileira destino tendência e está entre as cinco primeiras da lista divulgada pelo Ministério do Turismo. Nada melhor do que aproveitar essa procura pelo quadradinho e investir no <strong>turismo esportivo.</strong></p>
<p>Um estudo do Ministério do Turismo sobre características e dimensões do turismo doméstico no Brasil mostra que 1,6 milhão de viagens foram motivadas por eventos esportivos. A partir desse cenário, nasceu a ideia da <strong>Corrida Monumental</strong>, projeto idealizado no Distrito Federal, que ocorre em 30 de abril no Parque da Cidade Sarah Kubistchek, maior parque urbano da América Latina. O parque nada mais é do que o principal e mais extenso centro de lazer ao ar livre da cidade, concentrando quadras de esportes, lagos artificiais, parque de diversões, centro hípico, pistas de caminhada, patinação e ciclismo.</p>
<p>Pensando em unir esse cenário perfeito, de uma cidade planejada e plana, a Associação Amigos do Futuro realiza, pela primeira vez, a Corrida Monumental com fomento por meio da Secretaria de Turismo do Distrito Federal. A largada será no Estacionamento 9, às 7h. É importante que os atletas cheguem ao local da largada com no mínimo uma hora de antecedência do horário oficial, momento em que serão dadas instruções aos corredores.</p>
<p>As inscrições estão abertas e seguem até quinta-feira, 27 de abril. Por meio do site <a href="https://www.centraldacorrida.com.br/corridamonumental" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Central da Corrida/Corrida Monumental</a>, os interessados podem optar por dois percursos, de 5 km  e 10 km. Cada inscrição custa R＄ 90. Para participar da corrida, é necessário ter, no mínimo 16 anos, e no máximo 90. Ao todo, a organização espera receber 800 pessoas. Idosos com 60 anos ou mais e PcDs têm desconto de 50% no valor da inscrição. Ela é individual e intransferível, não podendo qualquer corredor ser substituído por outro, em qualquer situação.</p>
<p><strong>Premiação </strong></p>
<p>A Corrida Monumental será disputada nas categorias Individual Feminino e Individual Masculino. Em cada uma delas, os classificados do 1º ao 3º lugar receberão um troféu por faixa etária nos percursos de 5 km e 10 km. As faixas etárias foram divididas da seguinte forma: de 16 a 28 anos; de 29 a 35 anos; de 36 a 42 anos; de 43 a 49 anos; de 50 a 54 anos; de 55 a 59 anos; de 60 a 64 anos; de 65 a 69 anos e acima de 70 anos.</p>
<p>Desenvolvidos para trazerem a essência e a lembrança de Brasília, os 70 troféus serão confeccionados pelo artesão Ramón Rocha como uma ação do artesanato enquanto produto associado ao turismo. A estatueta é uma releitura do artista de uma das obras mais emblemáticas da Praça dos Três Poderes, em frente ao Palácio do Planalto, Os Candangos, de Bruno Giorgi.</p>
<p><strong>Retirada de Kits</strong></p>
<p>O kit a ser distribuído a cada atleta participante é formado por uma camiseta, um número de peito, um chip, uma medalha e uma sacola. Para retirada do kit idoso e PCD, é necessária a apresentação de um documento original com foto (RG ou CNH). No caso de PCD, ainda é necessária a apresentação de laudo médico com CID. O atleta que não retirar o kit na data e no horário estipulados pela organização ficará impedido de participar da corrida.</p>
<p>Para ser efetuada por terceiros, a retirada de kit terá que ser mediante apresentação do protocolo de inscrição, devidamente preenchido e assinado no item &#8220;Autorização de Retirada por Terceiro&#8221;. Também deve ser entregue uma cópia de um documento com foto do participante inscrito, anexo ao protocolo de entrega.</p>
<p><strong>Área kids</strong></p>
<p>Enquanto os adultos participam da corrida, a ser realizada logo nas primeiras horas da manhã, as crianças têm lugar reservado em um espaço kids pensado exclusivamente para os pequenos. Com brinquedos infláveis, monitores e muita diversão, a área promete entreter e animar crianças de até 12 anos. Valores do espaço serão divulgados em breve.</p>
<p>&#8220;O esporte é uma ótima ferramenta para unir bem-estar, saúde e qualidade de vida. A primeira edição da Corrida Monumental tem o objetivo de promover o turismo esportivo, fortalecendo o setor produtivo e impactando positivamente a economia do DF, além de integrar a comunidade local e entregar um produto que traduza o segmento esportivo&#8221; finaliza Fernando Borges, presidente da Associação Amigos do Futuro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p><strong>Corrida Monumental Brasília</strong></p>
<p><strong>Quando:</strong> 30 de abril</p>
<p><strong>Horário:</strong> largada às 7h</p>
<p><strong>Onde:</strong> Parque da Cidade, estacionamento 9</p>
<p><strong>Inscrições:</strong> Site <a href="https://www.centraldacorrida.com.br/corridamonumental" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Central da Corrida/Corrida Monumental</a></p>
<p><strong>Informações:</strong> @corridamonumentalbsb</p>
<p>O post <a href="http://portalcontexto.com.br/corrida-monumental-no-parque-da-cidade-sera-no-dia-30-04/">Corrida Monumental no Parque da Cidade será no dia 30.04</a> apareceu primeiro em <a href="http://portalcontexto.com.br">Portal Contexto</a>.</p>
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