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	<title>Arquivos Agronegócio - Portal Contexto</title>
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	<title>Arquivos Agronegócio - Portal Contexto</title>
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		<title>Brasil pode importar até 10 milhões de toneladas de trigo em 2027, apontam especialistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Oct 2026 21:55:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A redução da produção brasileira de trigo e a maior dependência das importações estão entre os principais desafios para o abastecimento nacional no fechamento de 2026 e ao longo de 2027. O cenário foi discutido por especialistas no último dia da 33ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, no Rio de Janeiro, promovido [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49959" aria-describedby="caption-attachment-49959" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" fetchpriority="high" decoding="async" class="size-large wp-image-49959" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pexels-karlitos-sader-77347950-8640962-1024x768.jpg?resize=1020%2C765&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="765" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pexels-karlitos-sader-77347950-8640962.jpg?resize=1024%2C768 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pexels-karlitos-sader-77347950-8640962.jpg?resize=300%2C225 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pexels-karlitos-sader-77347950-8640962.jpg?resize=768%2C576 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/10/pexels-karlitos-sader-77347950-8640962.jpg?w=1280 1280w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49959" class="wp-caption-text">Foto: Pexels</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A redução da produção brasileira de trigo e a maior dependência das importações estão entre os principais desafios para o abastecimento nacional no fechamento de 2026 e ao longo de 2027. O cenário foi discutido por especialistas no último dia da 33ª edição do Congresso Internacional da Indústria do Trigo, no Rio de Janeiro, promovido pela Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo).</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O diretor sênior de Originação e Trading de Trigo da Bunge Alimentos, Tito Marquetti Martinho, estimou que o Brasil poderá importar entre </span><span class="">9,5 milhões e 10 milhões de toneladas de trigo</span><span class=""> no próximo ano. &#8220;A combinação de menor volume produzido internamente e pior qualidade do cereal amplia a dependência do mercado externo e deve colocar à prova a capacidade portuária brasileira&#8221;, analisou. A Argentina permanecerá como principal fornecedora, e o conflito na região do Mar Negro segue como um dos principais fatores de incerteza para o mercado global.</span></p>
<h4><span class="">Produção nacional e abastecimento</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O especialista em mercado de trigo Elcio Bento alertou para os efeitos da queda da produção brasileira sobre o abastecimento. A produção nacional está estimada em </span><span class="">5,12 milhões de toneladas</span><span class="">, recuo de 37% em relação ao período de referência, volume suficiente para atender a cerca de </span><span class="">36% do consumo brasileiro</span><span class="">, exigindo mais aquisição externa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A disponibilidade de trigo de melhor qualidade também preocupa. Em São Paulo, a estimativa é de que apenas 70 mil a 80 mil toneladas da produção correspondam ao Tipo 1. No Paraná, onde cerca de 70% da colheita havia sido realizada no momento da análise, o volume de trigo Tipo 1 foi estimado em 500 mil a 600 mil toneladas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A redução da oferta altera o papel tradicional dos estados do Sul no abastecimento nacional. O Paraná passa de um excedente de 100 mil toneladas para um </span><span class="">déficit de 1,85 milhão de toneladas</span><span class="">. No Rio Grande do Sul, o excedente estimado em 4,07 milhões de toneladas se aproxima do equilíbrio entre oferta e demanda.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">&#8221; A logística favorecerá os moinhos bem-posicionados e preparados para receber o trigo importado. Já a moagem de trigos nacionais heterogêneos exigirá maior eficiência&#8221;, afirmou Bento.</span></p>
<h4><span class="">Safra gaúcha</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O sócio da Solo Corretora de Cereais, Índio Brasil dos Santos, detalhou a situação do Rio Grande do Sul e relacionou o desempenho da safra de 2026 a fatores que limitaram o desenvolvimento das lavouras, como menor investimento, perfilhamento reduzido e dificuldades nos tratos culturais. As condições climáticas também impuseram desafios: julho teve chuvas e umidade, agosto registrou frio e precipitações, setembro teve chuva acima da média e geada em 7 de setembro, e outubro alternou precipitações acima da média com períodos de sol.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A safra regional tem como meta 1,85 milhão de toneladas, com rendimento informado de 2,5 mil quilos por hectare. Até o momento, 27% da área foi colhida e a comercialização corresponde a aproximadamente 30% do volume previsto.</span></p>
<h4><span class="">Atuação regulatória estratégica</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O evento também contou com o painel &#8220;O processo regulatório como resultado para as empresas&#8221;, que debateu a importância da atuação regulatória nas decisões estratégicas das companhias. Os participantes destacaram como o acompanhamento das propostas e a participação em consultas públicas ajudam as empresas a se preparar para novas exigências, além da importância de envolver a área regulatória desde as primeiras etapas dos projetos para identificar oportunidades e antecipar possíveis entraves.</span></p>
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		<title>Produtores rurais do DF têm até 5 de outubro para atualizar rebanhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 19 Sep 2026 10:10:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prorrogação busca ampliar a adesão dos criadores e reforçar a segurança sanitária dos animais e dos alimentos consumidos pela população Produtores rurais do Distrito Federal terão até 5 de outubro para atualizar as informações de seus rebanhos. O prazo da campanha de atualização de rebanhos 2026 foi prorrogado pela Portaria nº 334, publicada em 14 [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49394" aria-describedby="caption-attachment-49394" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-49394 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2-1024x683.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=2048%2C1365 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49394" class="wp-caption-text">O acompanhamento dos animais é crucial para a capacidade de prevenção, identificação e respostas diante de possíveis doenças | Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Prorrogação busca ampliar a adesão dos criadores e reforçar a segurança sanitária dos animais e dos alimentos consumidos pela população</h3>
<p>Produtores rurais do Distrito Federal terão até 5 de outubro para atualizar as informações de seus rebanhos. O prazo da campanha de atualização de rebanhos 2026 foi prorrogado pela Portaria nº 334, publicada em 14 de setembro.</p>
<p>A ampliação do prazo busca aumentar a participação dos criadores e dar uma nova oportunidade a quem ainda não realizou o procedimento. A medida é considerada importante para que o Distrito Federal tenha um retrato mais preciso da produção pecuária e esteja mais preparado para agir em eventuais situações de emergência sanitária.</p>
<h3>Atualização é obrigatória para criadores</h3>
<p>A atualização cadastral é obrigatória para criadores de espécies de interesse pecuário, como bovinos, bubalinos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes, abelhas e outras espécies de produção.</p>
<p>Quem deixar de atualizar o rebanho e os dados cadastrais dentro dos prazos estabelecidos estará sujeito às medidas e penalidades previstas na legislação distrital e federal aplicável.</p>
<h3>Dados ajudam na prevenção de doenças</h3>
<p>As informações atualizadas permitem conhecer com mais precisão a realidade da pecuária local, incluindo a quantidade e a distribuição dos animais no território.</p>
<p>Esses dados são fundamentais para a vigilância sanitária e podem auxiliar na adoção de medidas rápidas e direcionadas em caso de emergência sanitária.</p>
<p>Na prática, o controle também protege a população. A sanidade dos rebanhos está diretamente relacionada à produção de alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos.</p>
<p>Quanto mais eficiente for o acompanhamento dos animais, maior será a capacidade de prevenção, identificação e resposta diante de possíveis doenças.</p>
<h3>Medida fortalece a rastreabilidade da produção</h3>
<p>Além de contribuir para a proteção dos rebanhos, a atualização dos dados é uma exigência prevista na legislação de defesa sanitária animal e está alinhada às diretrizes dos programas sanitários nacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
<p>O procedimento também fortalece a rastreabilidade da produção pecuária, permitindo identificar com mais precisão os animais e as propriedades envolvidas em eventual ocorrência sanitária.</p>
<p>Esse acompanhamento é essencial para reduzir a possibilidade de disseminação de doenças, proteger a produção e preservar a segurança dos alimentos.</p>
<h3>Como declarar</h3>
<p>A atualização pode ser feita pela internet, pelo sistema Siagro, ou presencialmente nos escritórios da Defesa Agropecuária.</p>
<p>Para obter informações e esclarecer dúvidas, os criadores podem entrar em contato pelos telefones 3340-3862 ou 3051-6421.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>Atualização de rebanhos 2026 no DF<br />
Novo prazo: até 5 de outubro<br />
Quem deve declarar: criadores de espécies de interesse pecuário<br />
Espécies incluídas: bovinos, bubalinos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes, abelhas e outras espécies de produção<br />
Como declarar: pela internet, no sistema Siagro, ou presencialmente nos escritórios da Defesa Agropecuária<br />
Sistema: siagro.seagri.df.gov.br<br />
Informações: 3340-3862 ou 3051-6421<br />
Portaria:<a href="https://www.dodf.df.gov.br/dodf/materia/visualizar?co_data=628181&amp;p=portaria-n-334-de-14-de-setembro-de-2026&amp;busca=exata#termo=PORTARIA%20N%C2%BA%20334,%20DE%2014%20DE%20SETEMBRO%20DE%202026"> Portaria nº 334, de 14 de setembro de 2026</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produtores rurais do DF têm até 5 de outubro para atualizar rebanhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Sep 2026 19:48:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Prorrogação da campanha busca ampliar a adesão dos criadores e reforçar a segurança sanitária dos animais e dos alimentos Produtores rurais do Distrito Federal terão até 5 de outubro para atualizar as informações de seus rebanhos. O prazo da campanha de atualização de rebanhos 2026 foi prorrogado pela Portaria nº 334, publicada em 14 de [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_49394" aria-describedby="caption-attachment-49394" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-49394 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2-1024x683.jpg?resize=1020%2C680&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="680" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?resize=2048%2C1365 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/09/vacas-2.jpg?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-49394" class="wp-caption-text">O acompanhamento dos animais é crucial para a capacidade de prevenção, identificação e respostas diante de possíveis doenças | Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Prorrogação da campanha busca ampliar a adesão dos criadores e reforçar a segurança sanitária dos animais e dos alimentos</h3>
<p>Produtores rurais do Distrito Federal terão até 5 de outubro para atualizar as informações de seus rebanhos. O prazo da campanha de atualização de rebanhos 2026 foi prorrogado pela Portaria nº 334, publicada em 14 de setembro.</p>
<p>A ampliação do prazo busca aumentar a participação dos criadores e permitir que produtores que ainda não realizaram o procedimento mantenham seus dados em dia.</p>
<p>A atualização é importante para que o Distrito Federal tenha um retrato mais preciso da produção pecuária e esteja melhor preparado para enfrentar eventuais situações de emergência sanitária.</p>
<h3>Atualização é obrigatória</h3>
<p>A atualização cadastral é obrigatória para criadores de espécies de interesse pecuário, como bovinos, bubalinos, equinos, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes, abelhas e outras espécies de produção.</p>
<p>O produtor que deixar de atualizar o rebanho e os respectivos dados cadastrais dentro dos prazos estabelecidos estará sujeito às medidas e penalidades previstas na legislação distrital e federal aplicável.</p>
<h3>Dados ajudam na vigilância sanitária</h3>
<p>As informações atualizadas permitem conhecer com mais precisão a realidade da pecuária local, incluindo a quantidade e a distribuição dos animais.</p>
<p>Esses dados são fundamentais para a vigilância sanitária e podem auxiliar na adoção de medidas rápidas e direcionadas em caso de emergência sanitária.</p>
<p>Na prática, o controle também representa uma medida de proteção para toda a população do DF. A sanidade dos rebanhos está diretamente relacionada à produção de alimentos de origem animal, como carne, leite e ovos.</p>
<p>Quanto mais eficiente for o acompanhamento dos animais, maior será a capacidade de prevenção, identificação e resposta diante de possíveis doenças.</p>
<h3>Medida fortalece rastreabilidade da produção</h3>
<p>Além de contribuir para a proteção dos rebanhos, a atualização dos dados é uma exigência prevista na legislação de defesa sanitária animal e está alinhada às diretrizes dos programas sanitários nacionais do Ministério da Agricultura e Pecuária.</p>
<p>O procedimento também fortalece a rastreabilidade da produção pecuária, permitindo identificar com mais precisão animais e propriedades envolvidas em eventual ocorrência sanitária.</p>
<p>Esse acompanhamento é essencial para reduzir a possibilidade de disseminação de doenças, proteger a produção e preservar a segurança dos alimentos.</p>
<h3>Como declarar</h3>
<p>A atualização pode ser feita pela internet, por meio do sistema Siagro, ou presencialmente nos escritórios da Defesa Agropecuária.</p>
<p>Para obter informações e esclarecer dúvidas, os criadores podem entrar em contato pelos telefones 3340-3862 ou 3051-6421.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>Atualização de rebanhos 2026 no DF<br />
Novo prazo: até 5 de outubro<br />
Quem deve declarar: criadores de espécies de interesse pecuário<br />
Como atualizar: pelo site do Siagro ou presencialmente nos escritórios da Defesa Agropecuária<br />
Telefones para informações: 3340-3862 e 3051-6421<br />
Base legal: Portaria nº 334, publicada em 14 de setembro</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>DATAGRO abre safra de soja, milho e algodão com debates sobre inovação e produtividade</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/datagro-abre-safra-de-soja-milho-e-algodao-com-debates-sobre-inovacao-e-produtividade/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=datagro-abre-safra-de-soja-milho-e-algodao-com-debates-sobre-inovacao-e-produtividade</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Raquel Paternostro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 18 Aug 2026 12:01:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento será realizado em 20 de agosto, em Goiânia, com especialistas do agro e discussões sobre mercado, bioinsumos, manejo e infraestrutura A 7ª DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão 2026 será realizada no dia 20 de agosto, em Goiânia (GO), com foco em inovação, mercado e produtividade no agronegócio brasileiro. Apresentado pela Koppert [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48982" aria-describedby="caption-attachment-48982" style="width: 1020px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48982 size-large" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja-1024x612.jpg?resize=1020%2C610&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="610" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?resize=1024%2C612 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?resize=300%2C179 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?resize=768%2C459 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?resize=1536%2C918 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?resize=2048%2C1225 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/bg-Soja.jpg?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /><figcaption id="caption-attachment-48982" class="wp-caption-text">Foto: divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">
Evento será realizado em 20 de agosto, em Goiânia, com especialistas do agro e discussões sobre mercado, bioinsumos, manejo e infraestrutura</h3>
<p>A 7ª DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão 2026 será realizada no dia 20 de agosto, em Goiânia (GO), com foco em inovação, mercado e produtividade no agronegócio brasileiro.</p>
<p>Apresentado pela Koppert Brasil, o evento reunirá mais de 20 especialistas e cerca de 500 participantes para debater tendências e desafios que devem influenciar a próxima safra.</p>
<p>A programação inclui discussões sobre bioinsumos, novas tecnologias, estratégias de manejo, análise de mercado, produção de grãos, perspectivas para o algodão, integração entre agricultura, pecuária e bioenergia, além de infraestrutura, armazenagem e transporte.</p>
<h3>Bioinsumos e novas tecnologias estarão no centro dos debates</h3>
<figure id="attachment_48983" aria-describedby="caption-attachment-48983" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48983" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil-300x200.jpg?resize=400%2C267&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="267" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?resize=1024%2C683 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?resize=768%2C512 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?resize=1536%2C1024 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?resize=2048%2C1365 2048w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/08/Gustavo-Herrmann-CEO-Koppert-Brasil.jpg?w=3060 3060w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-48983" class="wp-caption-text">Gustavo-Herrmann, CEO da Koppert-Brasil. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>Um dos destaques da programação será o painel “Inovações Produtivas: Novas Estratégias de Manejo, Bioinsumos e Maquinário”.</p>
<p>A proposta é discutir tendências que vêm transformando o manejo agrícola, incluindo o avanço dos bioinsumos como ferramentas para elevar a produtividade e promover maior equilíbrio nos sistemas de cultivo.</p>
<p>O tema dialoga com a crescente demanda por alimentos e com os desafios impostos pelas mudanças climáticas.</p>
<blockquote><p>“Os desafios da agricultura moderna exigem uma combinação cada vez maior de conhecimento, inovação e eficiência no uso dos recursos, ainda mais agora para esta safra, em que já são sentidos os efeitos do Super El Niño”, afirma <strong>Gustavo Herrmann</strong>, CEO da Koppert Brasil e palestrante do painel.</p></blockquote>
<p>Segundo ele, os bioinsumos têm ganhado espaço por contribuírem para sistemas produtivos mais equilibrados e sustentáveis.</p>
<blockquote><p>“Nesse contexto, os bioinsumos vêm ganhando espaço justamente por contribuírem para sistemas produtivos mais equilibrados e sustentáveis, capazes de responder às demandas atuais e futuras do setor”, completa.</p></blockquote>
<h3>Programação reunirá representantes do setor público, pesquisa e entidades do agro</h3>
<p>A 7ª edição da DATAGRO contará com a presença de nomes como <strong>Plinio Nastari</strong>, presidente da DATAGRO; <strong>Guilherme Campos Jr</strong>., secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura e Pecuária; <strong>Miguel Ivan Lacerd</strong>a, chefe-geral da Embrapa Arroz e Feijão; <strong>Glauber Silveira</strong>, diretor executivo da Abramilho; <strong>Leonardo Machado</strong>, diretor executivo da Aprosoja-GO; e<strong> Lucas Lopes</strong>, assessor técnico da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), entre outros participantes.</p>
<p>Ao longo do dia, os debates vão abordar temas estratégicos para o novo ciclo agrícola, com espaço para análises técnicas, troca de conhecimento, geração de negócios e fortalecimento de parcerias.</p>
<h3>Encontro integra calendário agrícola nacional</h3>
<p>A DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão consolidou-se como um dos encontros relevantes do calendário agrícola nacional, reunindo produtores, consultores, pesquisadores, empresas e demais agentes da cadeia produtiva.</p>
<p>Para a Koppert Brasil, apoiar iniciativas voltadas à disseminação de tecnologias e à troca de conhecimento faz parte do compromisso da empresa com o desenvolvimento sustentável do agronegócio.</p>
<h3>Sobre a Koppert Brasil</h3>
<p>A Koppert atua desde 1967 no desenvolvimento de soluções em controle biológico para agricultores em diferentes países, com foco em sustentabilidade, rentabilidade dos cultivos e preservação da biodiversidade na agricultura.</p>
<p>No Brasil desde 2011, a empresa conta com três unidades de produção no estado de São Paulo: uma de microbiológicos, em Piracicaba, e duas em Charqueada, voltadas a formulações e macrobiológicos.</p>
<p>A companhia também possui departamento próprio de Pesquisa &amp; Desenvolvimento e parcerias com iniciativas de inovação, como o SparcBIO e o Gazebo, hub de inovação do agronegócio especializado em tecnologias voltadas ao controle biológico.</p>
<h3>Serviço</h3>
<p>7ª DATAGRO Abertura de Safra Soja, Milho e Algodão 2026<br />
Data: 20 de agosto de 2026<br />
Horário: das 8h às 20h<br />
Local: Espaço WTC Events<br />
Endereço: Av. D, nº 45, Quadra 12, Lote 01/1A – Goiânia (GO)<br />
Inscrições: datagroexperience.com/inscricoes/7aberturasafra/<br />
Mais informações: <a href="http://datagroexperience.com/eventos">datagroexperience.com/eventos</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Encontro nacional reúne setor produtivo para discutir fim do abate de pintinhos machos no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Aug 2026 20:35:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Brasil deu um passo importante nesta segunda-feira (3) para avançar na discussão sobre a adoção da sexagem in ovo, tecnologia que permite identificar o sexo do embrião ainda durante a incubação, evitando a eliminação de pintinhos machos logo após o nascimento . O Encontro Nacional sobre Sexagem In Ovo no Brasil reuniu representantes do setor [...]</p>
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<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O Brasil deu um passo importante nesta segunda-feira (3) para avançar na discussão sobre a adoção da sexagem in ovo, tecnologia que permite identificar o sexo do embrião ainda durante a incubação, evitando a eliminação de pintinhos machos logo após o nascimento </span><span class="">. O Encontro Nacional sobre Sexagem In Ovo no Brasil reuniu representantes do setor produtivo, empresas de tecnologia, instituições financeiras, organizações da sociedade civil e poder público em São Paulo</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A tecnologia, já utilizada em países como Alemanha, França e Itália, surge como alternativa a uma prática considerada cruel pela comunidade científica e por organizações de defesa animal: bilhões de pintinhos machos são descartados anualmente no mundo porque não possuem valor econômico para a indústria de ovos — não botam ovos e não servem para a produção de carne </span><span class="">. No Brasil, estima-se que cerca de 84 a 100 milhões de pintinhos machos sejam triturados vivos ou gaseificados todos os anos</span><span class="">.</span></p>
<h4><span class="">Pesquisa aponta alta aceitação dos consumidores brasileiros</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Um dos destaques do encontro foi a apresentação da primeira pesquisa nacional sobre a percepção dos brasileiros em relação à sexagem in ovo, realizada pela YouGov a pedido da Innovate Animal Ag</span><span class="">. O levantamento revelou que:</span></p>
<ul>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">79% dos consumidores demonstraram interesse em adquirir ovos produzidos com a tecnologia</span><span class="">;</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">76% estão dispostos a pagar um valor adicional médio de R$ 3,87 por dúzia</span><span class="">;</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">73% manifestaram desconforto ao saber da eliminação de pintinhos machos</span><span class="">;</span></p>
</li>
<li>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Embora 86% nunca tivessem ouvido falar da tecnologia, 72% defenderam sua adoção pela indústria após conhecerem seu funcionamento</span><span class="">.</span></p>
</li>
</ul>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Os dados reforçam que o principal desafio brasileiro não é convencer os consumidores sobre a importância da tecnologia, mas ampliar o conhecimento da população sobre uma prática ainda pouco conhecida.</span></p>
<h4><span class="">Tecnologias já disponíveis e compromisso do setor</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Empresas que lideram a inovação no cenário internacional apresentaram soluções já disponíveis comercialmente. A alemã Orbem desenvolveu um sistema baseado em ressonância magnética associada à inteligência artificial, que identifica o sexo dos embriões sem perfurar a casca do ovo, com taxa de erro inferior a 1% </span><span class="">. A startup Omegga, também alemã, utiliza espectroscopia de absorção alimentada por IA, realizando medições contínuas dentro do próprio incubador</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Grandes produtores brasileiros já demonstraram compromisso com a adoção da tecnologia. Empresas como Planalto Ovos, Grupo Mantiqueira e Korin assumiram publicamente o compromisso de implementar a sexagem in ovo assim que houver uma opção viável economicamente e disponível comercialmente no país</span><span class="">.</span></p>
<h4><span class="">Desafios para implementação no Brasil</span></h4>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Apesar do consenso sobre o potencial da tecnologia, os debates apontaram que o principal obstáculo para sua expansão ainda está relacionado aos mecanismos de financiamento. Representantes do setor defenderam a criação de incentivos fiscais, apoio à importação de equipamentos e políticas públicas capazes de reduzir o impacto inicial dos investimentos necessários</span><span class="">.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Durante o encontro, representantes do Ministério da Agricultura reconheceram que ainda não existe uma política nacional sobre o tema, e que a construção de instrumentos de incentivo depende das demandas apresentadas pela própria sociedade e pelo setor produtivo. O avanço da tecnologia dependerá não apenas de investimentos e regulamentação, mas de um esforço conjunto para a conscientização da sociedade.</span></p>
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		<item>
		<title>Agricultura orientada por dados se consolida como estratégia para preservar rentabilidade no campo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Jul 2026 18:37:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O cenário atual do agronegócio brasileiro exige dos produtores rurais mais do que conhecimento técnico e experiência. Com custos de produção elevados, juros altos, oscilações cambiais e incertezas climáticas, a margem de lucro tem se tornado cada vez mais apertada. Nesse ambiente, a análise de dados deixa de ser uma tendência e se consolida como [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_43676" aria-describedby="caption-attachment-43676" style="width: 706px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-43676" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/agro-freepik.jpg?resize=706%2C490&#038;ssl=1" alt="" width="706" height="490" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/agro-freepik.jpg?w=706 706w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/agro-freepik.jpg?resize=300%2C208 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2025/08/agro-freepik.jpg?resize=360%2C250 360w" sizes="(max-width: 706px) 100vw, 706px" /><figcaption id="caption-attachment-43676" class="wp-caption-text">Freepik</figcaption></figure>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O cenário atual do agronegócio brasileiro exige dos produtores rurais mais do que conhecimento técnico e experiência. Com custos de produção elevados, juros altos, oscilações cambiais e incertezas climáticas, a margem de lucro tem se tornado cada vez mais apertada. Nesse ambiente, a análise de dados deixa de ser uma tendência e se consolida como uma ferramenta indispensável para a tomada de decisão, especialmente no momento da comercialização da safra.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Segundo a analista de inteligência e estratégia da Biond Agro, Yedda Monteiro, a experiência no campo é valiosa, mas já não é suficiente para garantir bons negócios. Decisões que funcionaram em safras anteriores podem não se repetir, porque as condições de mercado, juros, câmbio e demanda internacional mudam constantemente. Por isso, a especialista defende que cada propriedade deve basear sua estratégia em indicadores próprios, como custo de produção, fluxo de caixa, produtividade esperada, capacidade de armazenagem e percentual já comercializado.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Os erros mais comuns na comercialização</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A analista lista alguns equívocos frequentes que comprometem a rentabilidade dos agricultores. Entre eles estão a crença de que preços mais altos sempre significam melhores negócios, a concentração de toda a venda em um único momento, a espera indefinida pelo pico do mercado e a negligência com custos operacionais como frete, juros e armazenagem. Esses fatores, quando ignorados, podem reduzir significativamente o lucro final da operação.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Outro erro comum é deixar a comercialização refém da oscilação diária dos preços. Quando o mercado sobe, o produtor teme vender muito cedo. Quando cai, espera uma recuperação. E quando se mantém estável, adia a decisão. O resultado, segundo Yedda, é que a comercialização passa a responder à urgência, e não a um plano estratégico.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Planejamento antes da colheita</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para a Biond Agro, a recomendação é que o planejamento comercial comece antes mesmo do plantio. O produtor deve construir um orçamento detalhado que inclua custos por saca, necessidades de caixa, despesas financeiras e logísticas, além da margem desejada. Com esses números em mãos, ele pode definir faixas de preço para avançar na venda de forma gradual, protegendo parte da produção e evitando a dependência da tentativa de acertar o maior valor do mercado.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Essa abordagem também leva em conta fatores que impactam diretamente o preço recebido pelo produtor brasileiro, como o câmbio, o prêmio, o basis regional, o frete e o comportamento da demanda, e não apenas as cotações da Bolsa de Chicago.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Ao cruzar dados da propriedade com informações de mercado, o agricultor passa a ter uma visão clara de quanto já vendeu, quanto está protegido financeiramente e quanto ainda pode negociar ao longo da safra. Isso ajuda a organizar o fluxo de caixa, reduzir vendas por necessidade imediata e preservar liquidez durante todo o ciclo.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><strong><span class="">Tecnologia como aliada na gestão</span></strong></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Além da comercialização, o uso de dados também fortalece o planejamento geral da propriedade, permitindo antecipar riscos e direcionar recursos para as áreas de maior retorno. Propriedades que integram gestão agronômica, financeira e comercial conseguem produzir com menos desperdício, planejar investimentos com mais segurança e enfrentar oscilações climáticas e de mercado com maior capacidade de adaptação.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O objetivo final, segundo Yedda Monteiro, não é acertar o maior preço da safra, mas construir resultados consistentes, preservando a rentabilidade e garantindo maior segurança financeira ao produtor ao longo de todo o ciclo produtivo. A agricultura orientada por dados, nesse sentido, não é mais uma opção, mas uma necessidade para quem quer continuar competitivo no campo.</span></p>
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		<item>
		<title>Presidente da ABAG destaca proteína animal, tecnologia e biocombustíveis como trunfos do Brasil no mercado global</title>
		<link>http://portalcontexto.com.br/presidente-da-abag-destaca-proteina-animal-tecnologia-e-biocombustiveis-como-trunfos-do-brasil-no-mercado-global/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=presidente-da-abag-destaca-proteina-animal-tecnologia-e-biocombustiveis-como-trunfos-do-brasil-no-mercado-global</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2026 20:27:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante o Veja Fórum Agro 2026, Ingo Plöger defendeu maior protagonismo internacional do país na produção de alimentos, energia renovável e agricultura tropical Em meio ao aumento das tensões geopolíticas, às novas barreiras comerciais e às crescentes preocupações globais com a segurança alimentar, o Brasil reúne condições únicas para ampliar sua relevância no cenário internacional. [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_48196" aria-describedby="caption-attachment-48196" style="width: 739px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-48196 size-full" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ingo-Ploger-presidente-da-Associacao-Brasileira-do-Agronegocio-ABAG-.jpg?resize=739%2C517&#038;ssl=1" alt="" width="739" height="517" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ingo-Ploger-presidente-da-Associacao-Brasileira-do-Agronegocio-ABAG-.jpg?w=739 739w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Ingo-Ploger-presidente-da-Associacao-Brasileira-do-Agronegocio-ABAG-.jpg?resize=300%2C210 300w" sizes="(max-width: 739px) 100vw, 739px" /><figcaption id="caption-attachment-48196" class="wp-caption-text">Ingo Plöger &#8211; presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG). Foto: Divulgação</figcaption></figure>
<h3 style="text-align: center;">Durante o Veja Fórum Agro 2026, Ingo Plöger defendeu maior protagonismo internacional do país na produção de alimentos, energia renovável e agricultura tropical</h3>
<p>Em meio ao aumento das tensões geopolíticas, às novas barreiras comerciais e às crescentes preocupações globais com a segurança alimentar, o Brasil reúne condições únicas para ampliar sua relevância no cenário internacional. A avaliação é do presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), <strong>Ingo Plöger</strong>, que participou nesta segunda-feira (16) do Veja Fórum Agro 2026, em São Paulo.</p>
<p>Durante o painel &#8220;Novas Oportunidades no Agro Brasileiro&#8221;, Plöger destacou que o país possui uma combinação rara de ativos estratégicos: capacidade de produção de alimentos, liderança em proteína animal, domínio da agricultura tropical e experiência consolidada na produção de biocombustíveis.</p>
<blockquote><p>&#8220;Somos um dos poucos países com capacidade de integrar toda a cadeia de produção animal e atender mercados internacionais com produtos alinhados às preferências dos mais variados consumidores&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>O debate contou ainda com a participação do secretário-executivo do Ministério da Agricultura e Pecuária, <strong>Cleber Soares</strong>, e do pesquisador da FGV Agro, <strong>Felippe Serigati</strong>. A palestra de abertura foi realizada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula.</p>
<h3>Agricultura tropical como ativo estratégico</h3>
<p>Ao analisar o futuro do agronegócio brasileiro, Plöger defendeu que o país amplie sua presença internacional não apenas por meio da exportação de commodities, mas também pela disseminação do conhecimento acumulado ao longo de décadas de desenvolvimento da agricultura tropical.</p>
<p>Segundo ele, a experiência brasileira em pesquisa agropecuária pode contribuir para o desenvolvimento produtivo de outras regiões do mundo, especialmente da África.</p>
<blockquote><p>&#8220;Acredito que um dos próximos passos estratégicos do país será a internacionalização da Embrapa, levando a experiência brasileira em agricultura tropical para outras regiões do mundo. A África, pelas suas características e potencial produtivo, deve ser um dos principais destinos dessa expansão do conhecimento e da cooperação tecnológica brasileira&#8221;, avaliou.</p></blockquote>
<p>A proposta reforça uma discussão cada vez mais presente no setor: a transformação do Brasil de exportador de alimentos em exportador de tecnologia agrícola e conhecimento aplicado ao campo.</p>
<h3>Produção de alimentos e energia podem crescer juntas</h3>
<p>Outro ponto destacado pelo presidente da ABAG foi a complementaridade entre a produção de alimentos e de combustíveis renováveis, tema que tem ganhado espaço nos debates internacionais sobre segurança energética e sustentabilidade.</p>
<p>Plöger ressaltou que a experiência brasileira demonstra que a expansão dos biocombustíveis não ocorre em detrimento da produção de alimentos. Pelo contrário.</p>
<blockquote><p>&#8220;Temos defendido na Europa que, quanto mais combustível renovável produzimos, mais alimentos também geramos. O milho é um exemplo claro de como podemos produzir energia renovável, proteína animal e alimentos de maneira integrada e eficiente&#8221;, afirmou.</p></blockquote>
<p>A declaração ocorre em um momento em que diversos países discutem estratégias para reduzir a dependência de combustíveis fósseis sem comprometer a segurança alimentar de suas populações.</p>
<h3>Agro impulsiona desenvolvimento regional</h3>
<p>Ao abordar os impactos econômicos do agronegócio, Plöger também destacou o papel do setor na geração de emprego, renda e oportunidades em cidades do interior do país.</p>
<p>Segundo ele, o dinamismo da agropecuária tem contribuído para o fortalecimento de economias regionais, atraído investimentos e ampliado a formação de uma nova classe média em diversas regiões brasileiras.</p>
<blockquote><p>&#8220;Cerca de metade da população brasileira vive em cidades com até 400 mil habitantes, muitas delas diretamente conectadas às cadeias do agronegócio, reforçando sua importância para o país&#8221;, observou.</p></blockquote>
<h3>Visão de longo prazo</h3>
<p>Para o presidente da ABAG, o agronegócio deve ser tratado como uma política de Estado e permanecer no centro das estratégias de desenvolvimento econômico do Brasil nas próximas décadas.</p>
<blockquote><p>&#8220;O agronegócio é uma questão de Estado. Quando pensamos no Brasil dos próximos 20 ou 30 anos, é impossível dissociar o desenvolvimento econômico e social do papel desempenhado pelo agro. O setor continuará sendo fundamental para a sociedade brasileira&#8221;, concluiu.</p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Microcrédito impulsiona avicultura e diversifica renda de agricultoras no Distrito Federal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Leite]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2026 21:01:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agricultura]]></category>
		<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Com investimento de R$ 15 mil, mãe e filha deixaram o receio de lado para investir em um novo projeto de vida e hoje cuidam de quase 250 aves em Brazlândia (DF) As manhãs já não são as mesmas na chácara de Mariela Helena dos Reis, de 49 anos, localizada no Assentamento Canaã, em Brazlândia [...]</p>
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<figure id="attachment_47794" aria-describedby="caption-attachment-47794" style="width: 768px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47794" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2MTZ6UjZkNjY1ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjNzYTM1ATOxkjM6cGcq5SN2QTM2UzMyQjRyUyMyQzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpDM.jpg?resize=768%2C552&#038;ssl=1" alt="" width="768" height="552" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2MTZ6UjZkNjY1ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjNzYTM1ATOxkjM6cGcq5SN2QTM2UzMyQjRyUyMyQzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpDM.jpg?w=768 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/05/2MTZ6UjZkNjY1ojci5SbvNmLvRHelRnbvNGbhRncvBHQhN3cpJXYspjNzYTM1ATOxkjM6cGcq5SN2QTM2UzMyQjRyUyMyQzb0VXYGJTJ2IDMx8VL1ETLf9VLwITLfpDM.jpg?resize=300%2C216 300w" sizes="(max-width: 768px) 100vw, 768px" /><figcaption id="caption-attachment-47794" class="wp-caption-text">Foto: arquivo pessoal</figcaption></figure>
<h3 class="ds-markdown-paragraph" style="text-align: center;"><em><span class="">Com investimento de R$ 15 mil, mãe e filha deixaram o receio de lado para investir em um novo projeto de vida e hoje cuidam de quase 250 aves em Brazlândia (DF)</span></em></h3>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">As manhãs já não são as mesmas na chácara de Mariela Helena dos Reis, de 49 anos, localizada no Assentamento Canaã, em Brazlândia (DF). A rotina agora começa com os cuidados de limpeza e alimentação de 189 pintainhas e 49 frangos, distribuídos em dois galinheiros construídos por ela e sua filha, Paloma Almeida de Souza, de 26 anos. A transformação teve início em novembro de 2025, quando a jovem acessou o programa Microcrédito Pertinho da Gente. Os recursos, viabilizados pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), representaram a oportunidade que faltava para a família investir na avicultura e realizar melhorias na propriedade.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Tudo começou após uma reunião na associação de mulheres da comunidade, na qual Paloma conheceu agentes de microfinanças da Cactvs, instituição de pagamento credenciada pela Caixa Econômica Federal no programa de microcrédito rural. Apesar do receio inicial de assumir o financiamento, Paloma decidiu dar espaço à vontade de realizar um projeto de vida ao lado da mãe. A jovem relembra que sentiu medo, mas optou por acreditar na iniciativa.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Antes da contratação do financiamento de R$ 15 mil, a produção de pimenta e maracujá era a principal fonte de renda das agricultoras. Elas já criavam algumas galinhas caipiras e escolheram acelerar a venda de ovos, implementando novos espaços para poedeiras e frangos de corte. Após a solicitação pelo aplicativo Conquista+, os primeiros passos não demoraram. Paloma conta que os agentes acompanharam todo o processo até a liberação do dinheiro, que levou menos de 20 dias.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">O processo de contratação do microcrédito rural exige que o agricultor familiar entregue uma lista com os materiais, insumos e matrizes reprodutoras que deseja adquirir, indicando o valor dos itens e o fornecedor. No caso de Paloma e Mariela, a listagem incluiu materiais de construção, como malha de aço, arame farpado, estacas, tijolos e telhas, além das próprias pintainhas.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">A maior parte dos recursos foi destinada à expansão do galinheiro já existente, ampliado para cerca de 20 metros quadrados, incluindo um pequeno depósito. Uma parcela do crédito, somada às economias de Paloma e Mariela, foi usada na construção de um galinheiro menor para os frangos de corte. A jovem relata que elas mesmas fizeram a obra, com a ajuda do padrasto, que trabalha com construções.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para quitar o pagamento do microcrédito, as agricultoras utilizaram o lucro das plantações. Uma das condições do programa é o bônus de adimplência, que reduz a dívida em 25% do valor contratado. Dessa forma, quem acessa R$ </span><span class="katex"><span class="katex-mathml">15mil e paga em dia precisa devolver cerca de </span><span class="katex-html" aria-hidden="true"><span class="base"><span class="mord mathnormal">R$</span></span></span></span><span class=""> 11.250.</span></p>
<p class="ds-markdown-paragraph"><span class="">Para Paloma e Mariela, o microcrédito fez a diferença ao possibilitar que a família iniciasse um novo projeto e fortalecesse o que já existia, ampliando as fontes de renda com mais conforto e qualidade de vida. Paloma destaca que elas não ficam mais presas apenas à plantação, que exige trabalho sob o sol e dentro da roça, algo bastante desgastante. Ela afirma que a experiência tem sido muito positiva, que estão cuidando das aves com muito carinho e que a tendência é obter um bom lucro para dar continuidade ao projeto.</span></p>
</div>
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		<title>Colheita e pós-colheita determinam qualidade e valor do café brasileiro, aponta especialista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2026 18:52:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A qualidade do café brasileiro é definida ainda no campo, mas são as etapas de colheita e pós-colheita que determinam o valor final do produto, podendo elevar ou comprometer o potencial da produção. Boas práticas evitam perdas e aumentam valor Segundo especialistas, falhas simples durante essas etapas podem impactar diretamente a qualidade da bebida e [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="aligncenter size-large wp-image-47340" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002-1024x667.jpg?resize=1020%2C664&#038;ssl=1" alt="" width="1020" height="664" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002.jpg?resize=1024%2C667 1024w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002.jpg?resize=300%2C195 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002.jpg?resize=768%2C500 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002.jpg?resize=1536%2C1001 1536w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image002.jpg?resize=2048%2C1334 2048w" sizes="(max-width: 1020px) 100vw, 1020px" /></p>
<p>A qualidade do café brasileiro é definida ainda no campo, mas são as etapas de colheita e pós-colheita que determinam o valor final do produto, podendo elevar ou comprometer o potencial da produção.</p>
<h3>Boas práticas evitam perdas e aumentam valor</h3>
<figure id="attachment_47341" aria-describedby="caption-attachment-47341" style="width: 400px" class="wp-caption alignleft"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="wp-image-47341" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image003-768x1024.jpg?resize=400%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="400" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image003.jpg?resize=768%2C1024 768w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image003.jpg?resize=225%2C300 225w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/image003.jpg?w=960 960w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /><figcaption id="caption-attachment-47341" class="wp-caption-text">Aldir Alves Teixeira, CEO da Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè. Foto: divulgação</figcaption></figure>
<p>Segundo especialistas, falhas simples durante essas etapas podem impactar diretamente a qualidade da bebida e o preço recebido pelo produtor, mesmo em lavouras com bom desenvolvimento agronômico.</p>
<p>De acordo com <strong>Aldir Alves Teixeira</strong>, CEO da Experimental Agrícola do Brasil/illycaffè, erros operacionais como a presença de frutos verdes e o manejo inadequado após a colheita continuam sendo desafios relevantes na cafeicultura.</p>
<h3>Colheita no ponto correto é decisiva</h3>
<p>A recomendação é iniciar a colheita com no máximo 5% de frutos verdes ou verdoengos. A seleção adequada garante maior uniformidade do lote e evita perdas de qualidade.</p>
<p>Outro ponto crítico é evitar o acúmulo de café recém-colhido, já que o amontoamento pode provocar fermentações indesejadas e comprometer o produto.</p>
<h3>Pós-colheita exige rapidez e controle</h3>
<p>Após a colheita, o café deve ser processado rapidamente. A orientação é realizar a lavagem e o descascamento no mesmo dia e iniciar a secagem imediatamente, preservando características como corpo e doçura.</p>
<p>O processo de secagem deve ser feito em camadas finas, com revolvimento constante e controle rigoroso da umidade. O ideal é que o café atinja cerca de 11% de umidade antes do armazenamento.</p>
<h3>Armazenamento adequado preserva qualidade</h3>
<p>O armazenamento deve ocorrer em ambiente escuro, seco, ventilado e protegido de variações de temperatura e umidade. Essas condições ajudam a manter a estabilidade do produto e evitam defeitos.</p>
<h3>Dez práticas orientam produtores</h3>
<p>A illycaffè reúne recomendações técnicas para orientar produtores na melhoria da qualidade do café:</p>
<p>Iniciar a colheita com menos de 5% de frutos verdes<br />
Evitar amontoar o café recém-colhido<br />
Lavar e descascar no mesmo dia<br />
Encaminhar o café ao terreiro sem excesso de água<br />
Iniciar a secagem imediatamente, em camadas finas<br />
Revolver o café ao longo do dia e enleirar à tarde<br />
Trabalhar com cargas homogêneas no secador<br />
Respeitar o descanso até atingir 11% de umidade<br />
Armazenar em ambiente adequado<br />
Adotar práticas sustentáveis</p>
<h3>Qualidade abre portas para mercados mais exigentes</h3>
<p>A adoção dessas práticas melhora o padrão da bebida e amplia as oportunidades de inserção em mercados mais valorizados, como o de cafés especiais.</p>
<p>Além da qualidade física e sensorial, fatores como rastreabilidade e sustentabilidade têm ganhado importância na comercialização, exigindo maior organização e controle por parte dos produtores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Produção de pescado no DF cresce 21,9% e chega a 2,6 milhões de quilos em 2025</title>
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		<dc:creator><![CDATA[@contexto.ctxt]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2026 14:30:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[DF]]></category>
		<category><![CDATA[Últimas notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A produção de pescado no Distrito Federal cresceu 21,9% em 2025 e alcançou 2.636.952 quilos, impulsionada por incentivos do Governo do Distrito Federal (GDF) e pelo fortalecimento da piscicultura na região. Crescimento reflete avanço da piscicultura O aumento da produção acompanha a trajetória de produtores locais, como Guilherme Pereira, de 32 anos, que cultiva tilápia [...]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<figure id="attachment_47196" aria-describedby="caption-attachment-47196" style="width: 799px" class="wp-caption aligncenter"><img data-recalc-dims="1" decoding="async" class="size-full wp-image-47196" src="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/55184178460_36d35db07a_c.jpg?resize=799%2C533&#038;ssl=1" alt="" width="799" height="533" srcset="https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/55184178460_36d35db07a_c.jpg?w=799 799w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/55184178460_36d35db07a_c.jpg?resize=300%2C200 300w, https://i0.wp.com/portalcontexto.com.br/wp-content/uploads/2026/04/55184178460_36d35db07a_c.jpg?resize=768%2C512 768w" sizes="(max-width: 799px) 100vw, 799px" /><figcaption id="caption-attachment-47196" class="wp-caption-text">Incentivos do GDF impulsionam a piscicultura e ampliam oportunidades no campo Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília</figcaption></figure>
<p>A produção de pescado no Distrito Federal cresceu 21,9% em 2025 e alcançou 2.636.952 quilos, impulsionada por incentivos do Governo do Distrito Federal (GDF) e pelo fortalecimento da piscicultura na região.</p>
<h3>Crescimento reflete avanço da piscicultura</h3>
<p>O aumento da produção acompanha a trajetória de produtores locais, como Guilherme Pereira, de 32 anos, que cultiva tilápia na Ponte Alta do Gama. A atividade, iniciada há 12 anos com três tanques, hoje conta com 21 estruturas e produção superior a 200 mil quilos por ano.</p>
<p>Segundo o produtor, a proximidade com o consumidor permite agregar valor ao produto e garantir a oferta de uma proteína de qualidade com maior frescor.</p>
<h3>Apoio técnico fortalece produção</h3>
<p>O crescimento da atividade conta com o suporte da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), que atua desde a regularização da produção até a construção dos viveiros. O acompanhamento técnico e sanitário segue após a consolidação dos empreendimentos.</p>
<p>Dados da Emater-DF indicam que a produção passou de 2.163.472 quilos em 2024 para 2.636.952 quilos em 2025. A tilápia lidera com mais de 95% do volume total produzido no DF.</p>
<h3>Tilápia domina produção e amplia mercado</h3>
<p>A tilápia se destaca pela facilidade de criação e pela aceitação no consumo. O Distrito Federal também passou a exportar alevinos para outros estados, resultado do investimento em boas práticas e qualidade sanitária.</p>
<h3>Expectativa é de expansão em 2026</h3>
<p>A previsão é de continuidade no crescimento da piscicultura, com a incorporação de novas áreas de produção. O uso de reservatórios de irrigação para criação de peixes é apontado como um dos principais vetores dessa expansão.</p>
<p>Em 2024, foram implantados 247 reservatórios que podem ser utilizados de forma múltipla, com potencial para ampliar significativamente a produção no DF.</p>
<h3>Alimentação escolar impulsiona setor</h3>
<p>Outro fator de estímulo é o fornecimento de filé de tilápia para a alimentação escolar. Um edital recente selecionou uma cooperativa do DF para iniciar as entregas, incentivando a organização dos produtores e novos investimentos na atividade.</p>
<p>&nbsp;</p>
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